Skip to main content

O País – A verdade como notícia

James Njiji é secretário-geral interino da ANAMOLA

Venâncio Mondlane exonerou Messias Uarreno do cargo de Secretário-geral quase um ano após a sua nomeação e para o seu lugar designou James Njiji. O acto considerado pelo partido “normal” resulta de uma alegada  “pressão política que o partido sofre”

Com apenas um ano de história, o partido ANAMOLA já colocou três pessoas diferentes a ocupar o cargo de Secretário-geral, o segundo mais importante da estrutura organizativa. Venâncio Mondlane exonerou na última semana, Messias Uarreno que ocupava o cargo desde o mês de Setembro de 2025, o motivo alegada “pressão política”

“É um processo normal e, como todos sabem, nós estamos numa pressão política. O partido deve se organizar da melhor forma para os desafios do momento”, anunciou o porta-voz do partido, Alberto Manhique, acrescentando que “o doutor Uarreno, continua membro sênior do partido ANAMOLA e há uma amizade total e a paz total dentro do partido”.

Em seu lugar, o presidente do partido já tem nomeado o substituto, de forma interina, a ser homologado no Conselho Nacional já convocado.

“O ANAMOLA reafirma a sua firmeza enquanto organização política e comunica a designação de James Njiji, para o cargo de secretário-geral interino e Alberto Manique para o cargo de porta-voz do partido.”

Na ocasião, partido denunciou  rapto e assassinato de seus membros um pouco por todo o pais, sendo o mais recente, na semana passada, na provincia de Inhambane

“Queremos que o Estado, através das instituições públicas, diga ao povo moçambicano o que está por detrás desses sequestros, dessas mortes, dessas perseguições, porque nós achamos e concluímos que estamos a construir um Estado de direito e democrático e as liberdades dos cidadãos não podem ser coartados.”

Partilhe

RELACIONADAS

+ LIDAS

Siga nos