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O País – A verdade como notícia

As eleições de ontem, na Catalunha, ditou a vitória dos Cidadãos, que obteve 37 assentos parlamentares e 25.35% dos votos, mais 12 do que em 2015. Com este resultado o partido supera a formação de Carles Puigdemont, Juntos pela Catalunha, que consegue eleger 34 deputados para o semicírculo catalão com 21.67% dos votos, informa Notícias ao Minuto
Neste resultado que dá a vitória ao partido de Inés Arrimadas, a Esquerda Republicana Catalã recebe 32 deputados.

Outra das conclusões imediatas da análise ao resultado do sufrágio que levou às urnas os catalães prende-se com a vitória das forças da independência, com 47.49% dos votos, o que significa que é revalidada a maioria absoluta que estes partidos obtiveram há dois anos. Estes são dados que marcam o futuro imediato da Catalunha, escreve Notícias ao Minuto.

 

O presidente sul-africano, Jacob Zuma, considera que a decisão judicial que ordena um inquérito sobre corrupção que lhe implica viola "o princípio da separação dos poderes", avança a Lusa. Por isso, Zuma recorreu, hoje, segundo aquele órgão, da decisão em causa.

O capítulo dos escândalos atribuídos a Zuma, no poder desde 2009, teve início há um ano com a publicação de um relatório oficial muito comprometedor. A Lusa lembra que o documento destacava o envolvimento de uma poderosa família de empresários na gestão dos assuntos do Estado sul-africano, desde a nomeação de ministros à pressão para a obtenção de contratos públicos.

 

A Assembleia-geral da ONU vai votar hoje uma resolução contra o reconhecimento dos Estados Unidos de Jerusalém como capital de Israel, votação que originou sérios avisos por parte da administração liderada por Donald Trump, avança o Notícias ao Minuto.

Na véspera da votação, o Presidente dos Estados Unidos afirmou que ia anotar os países que votassem a favor do projecto de resolução e ameaçou cortar a ajuda financeira atribuída por Washington.

“Vamos tomar nota dos votos”, disse na quarta-feira Donald Trump, em declarações na Casa Branca, em Washington.

Nas mesmas declarações, Trump denunciou “todos os países que recebem o dinheiro dos Estados Unidos e que depois votam contra [os Estados Unidos] no Conselho de Segurança”.

“Recebem centenas de milhões de dólares e até milhares de milhões de dólares (…) Deixe-os votar contra nós. Vamos poupar muito. Não nos importamos”, reforçou na mesma ocasião o chefe de Estado norte-americano.

Os 193 países-membros da Assembleia-geral da ONU vão votar um projeto de resolução que foi proposto pelo Iémen e pela Turquia, em nome de um grupo de países árabes e da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI).

O texto não faz uma menção específica aos Estados Unidos, mas afirma que qualquer decisão sobre Jerusalém deve ser cancelada.

Esta votação acontece depois de Washington ter recorrido, na segunda-feira, ao seu direito de veto no Conselho de Segurança para impedir a adopção de uma resolução que também condenava a decisão norte-americana.

Ao contrário do que se passa no Conselho de Segurança (os cinco membros permanentes do órgão têm direito de veto), na Assembleia-geral da ONU não há direito de veto e os textos adoptados não são vinculativos.

Trump anunciou a 06 de dezembro que os Estados Unidos reconhecem Jerusalém como capital de Israel e que vão transferir a sua embaixada de Telavive para Jerusalém, contrariando a posição da ONU e dos países europeus, árabes e muçulmanos, assim como a linha diplomática seguida por Washington ao longo de décadas.

A questão de Jerusalém é uma das mais complicadas e delicadas do conflito israelo-palestiniano, um dos mais antigos do mundo.

Israel ocupa Jerusalém oriental desde 1967 e declarou, em 1980, toda a cidade de Jerusalém como a sua capital indivisa.

Os palestinianos querem fazer de Jerusalém oriental a capital de um desejado Estado palestiniano, coexistente em paz com Israel.

Esta quinta-feira é um dia decisivo para a Catalunha. Mais de 5 milhões e meio de eleitores têm até às 20 horas, 21 horas em Moçambique, para escolher o novo governo regional. Espera-se que a votação ponha fim à crise catalã, a pior das últimas décadas em Espanha, desencadeada por um referendo que Madrid não quis autorizar mas que foi, ainda assim, realizado pelo governo regional e no qual os catalães se decidiram pela independência, avança o Euronews.

O governo foi demitido pelo Primeiro-ministro espanhol. Mariano Rajoy marcava eleições antecipadas para esta quinta-feira.

A luta trava-se entre os independentistas, liderados pelo ex-chefe do executivo catalão, Carles Puigdemont, o governo central, de Mariano Rajoy, mas poderá ser uma formação alternativa, o Ciudadanos, a surpreender. Resta ainda saber qual será o nível de participação dos catalães.

O líder do Junts per Catalunya, assiste de fora à votação. Carles Puigdemont está em Bruxelas, para onde fugiu quando Madrid assumiu o controlo governativo da Catalunha.

Impedido de se deslocar à Catalunha, Carles Puigdemont, ex-líder da Generalatitat que concorre pela lista Juntos pela Catalunha, deixou uma mensagem a partir de Bruxelas. “Hoje é um dia muito importante, não para a Catalunha de hoje, mas para a Catalunha do futuro”. A acompanhar a mensagem, colocou uma fotografia de uma jovem a votar.

Autoridades da Catalunha informaram que cerca de um terço dos eleitores qualificados da região compareceu às urnas nas primeiras quatro horas da votação desta quinta-feira.

Dados oficiais mostravam que o índice de comparecimento era de 34,5% às 15h (de Moçambique).

O Presidente da República, João Lourenço, exonerou as direcções das Linhas Aéreas de Angola (TAAG), da Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA), dos Caminhos de Ferro de Luanda, de Benguela e Moçâmedes, além dos Conselhos de Administração da Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE), da Empresa Pública de Água de Luanda (EPAL) e dos Portos de Luanda, do Lobito e do Namibe, avança o Portal Oficial do Governo da República de Angola.

Em decretos separados, o Presidente da República nomeou José João Kuvíngua para ocupar o cargo de presidente do Conselho de Administração da TAAG, e como administradores executivos as entidades Américo de Albuquerque Borges, William Rex Boutler, Joaquim Teixeira da Cunha, Patrick J. Rotsaert, Vipula Mathanga Gunatilleka e Eric Zinu Kameni. Como administradores não executivos foram nomeados Luís Eduardo dos Santos, Arlindo de Sousa e Silva, Mário Rogério Henrique de Oliveira Von Haff e Mário Jorge da Silva Neto.

Para dirigir a Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA, E.P.), João Lourenço manteve Manuel Pereira Gustavo Ferreira de Ceita como presidente do Conselho de Administração. Os administradores executivos são Miguel Gabriel Domingos, Maria Engrácia Sala Paredes, Nataniel Domingos, Kafuidiku Dom Manuel. Lourenço Diogo Contreiras Neto e Pedro João Valente foram nomeados administradores não executivos.

O Conselho de Administração da Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) tem como presidente Diógenes Orsini Flores Diogo e como administradores executivos Pedro Manuel Sebastião, Ana Eduarda Assis de Almeida, Adão Manuel da Silva e Manuel Silva Lopes da Cruz. Armando João foi nomeado administrador não executivo.

O Conselho de Administração da Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE) é agora presidido por Ruth do Nascimento Safeca e tem como administradores executivos Hélder de Jesus Garcia Adão, João de Deus Pereira Furtado, Manuel de Jesus Neto Adão e Carlos Alberto dos Reis Ferreira. Lionídio Gustavo Ferreira de Ceita e João Simão Manuel da Silva são administradores não executivos.

Para presidir ao Conselho de Administração dos Caminhos de Ferro de Luanda foi nomeado Júlio Bango Joaquim e como administradores executivos Abel Lopes e Manuel João Lourenço. Rufino Manuel da Conceição Júnior e Diogo de Jesus foram nomeados administradores não executivos.

O Conselho de Administração da Empresa do Caminho de Ferro de Moçâmedes é presidido por Daniel João Quipaxe e tem como administradores executivos António Alberto Mendes da Conceição e António Manuel Cabral. Os administradores não executivos são Adriano da Silva e Joaquim da Silva Matias.

Nos Caminhos de Ferro de Benguela, Luís Teixeira é o presidente do Conselho de Administração, enquanto Edson Cláudio Lopes e Eduardo Elias Kiamavu Seno são os administradores executivos. Carlos dos Santos Braz e Cristiano de Almeida são administradores não executivos.

O Presidente da República nomeou ainda António Samuel para liderar o Conselho de Administração do Porto do Lobito. Para administradores executivos foram nomeados Manuel Pascoal Gabriel Paz, José Domingos da Silva Santana de Cabral, Zoa Diamoneka e David Mavococa Bengani. Para administradores não executivos foram nomeados Hélder Claudino Albuquerque e David Dinis Major Hach.

O Presidente angolano nomeou ainda Agostinho Estevão Felizardo como presidente do Conselho de Administração do Porto de Lobito e para administradores executivos foram nomeados Diuor Ângelo Kassul, Andrea Catita F. Figueiredo, Domingos Inocêncio de Jesus Camilo da Silva Isata e Maria Madalena. Maria de Assunção Vahekeni e António Fonseca de Vasconcelos são administradores não executivos.

Para o Porto de Luanda, João Lourenço nomeou Alberto António Bengue, para liderar o Conselho de Administração, Sansão Domingos Pitra, José Mário Silva, Felisbela Francisco e Manuel Francisco Zangui são administradores executivos. Justino José Fernandes e João de Oliveira Barradas foram nomeados administradores não executivos.

Os Estados Unidos vetaram uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que condenava o reconhecimento de Jerusalém como a capital do estado de Israel, escreve o Euronews.

O voto acontece duas semanas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter tomado a decisão. Os EUA foram o único país do Conselho de Segurança, com 15 membros, a votar contra.

A resolução foi introduzida pelo Egipto, que ocupa uma posição não permanente no organismo, e evitava referências directas aos EUA, dizendo apenas que os estados membros "lamentam profundamente decisões recentes relativas ao estatuto de Jerusalém."

A resolução dizia ainda que "o estatuto final" de Jerusalém "é um assunto que deve ser resolvido através de negociações", repetindo aquilo que tem sido a política oficial da ONU nas últimas décadas.

Depois de um briefing do Coordenador Especial para o Processo de Paz no Médio Oriente, Nickolay Mladenov, a embaixadora dos EUA junto da ONU, Nikki Haley, anunciou que o país iria vetar a resolução.
Estados Unidos consideram resolução "um insulto"

"Não vou desperdiçar o tempo deste Conselho discutindo onde é que uma nação soberana deseja colocar a sua embaixada e porque temos todo o direito de o fazer", disse a representante.

Haley disse também que a actual administração teria vetado a resolução 2334, passada em Dezembro do ano passado, quando Barack Obama ainda era presidente, com aprovação dos EUA, e que condena a construção de colonatos por parte de Israel.

A embaixadora classificou essa resolução como um "insulto", disse que era um "impedimento" para o processo de paz no Médio Oriente e que dava "um livre passe" aos palestinianos.

Sessenta e cinco jornalistas morreram este ano em todo o mundo, incluindo 50 profissionais, sete "jornalistas-cidadãos" (bloggers) e oito "colaboradores" dos media, segundo o relatório anual da Repórteres Sem Fronteiras (RSF) hoje divulgado, citado pelo Notícias ao Minuto.

O balanço de 2017 torna-o no ano menos mortífero em 14 anos para os jornalistas profissionais, observou a organização não-governamental com sede em Paris.

Dos 65 jornalistas (profissionais e não-profissionais) mortos desde o início do ano, 39 foram assassinados ou deliberadamente atacados e 26 morreram no exercício das suas funções.

À semelhança do ano passado, a Síria foi o país mais mortífero para os jornalistas, com o registo de 12 mortes, seguindo-se o México (11), Afeganistão (nove), Iraque (oito) e Filipinas (quatro).

Se menos profissionais da comunicação social foram mortos em todo o mundo em 2017 comparativamente ao ano passado (79 mortos) tal deve-se "à crescente tomada de consciência da necessidade de melhor proteger os jornalistas e à multiplicação de campanhas lançadas por organizações internacionais e pelos próprios 'media', indicou a RSF.

Mas também ao facto de "os países que se tornaram muito perigosos se terem esvaziado de jornalistas", como é o caso da Síria, do Iraque, do Iémen, da Líbia, de acordo com a Repórteres Sem Fronteiras.

Se os conflitos armados colocam em perigo a vida dos jornalistas que fazem a cobertura das guerras, em países como o México "os cartéis e os políticos locais fazem reinar o terror", o que também obriga os jornalistas "a deixarem o seu país ou a sua profissão".

"O México é o país em paz mais perigoso do mundo para jornalistas", sublinhou a RSF no relatório anual.

O partido no poder na África do Sul, o Congresso Nacional Africano (ANC), elege o novo líder, sucessor do Presidente Jacob Zuma.

Os dois principais candidatos são o actual vice-presidente do ANC, Cyril Ramaphosa, e a ex-presidente da Comissão da União Africana e ex-mulher do Presidente Zuma, Nkosazana Dlamini-Zuma.

O vencedor poderá tornar-se o próximo Chefe de Estado sul-africano em 2019.

A votação na conferência nacional do ANC começou por volta da meia-noite de domingo, pouco depois de se ter sido anunciado que o processo de votação seria adiado para segunda-feira de manhã, avança o News 24.

Dez pessoas foram executadas, no fim-de-semana, pelas autoridades da província de Guangdong, no sul da China, após terem sido julgadas publicamente e condenadas à morte por tráfico de droga, informou o Notícias ao Minuto.

Dois tribunais de Guangdong, o de Lufeng e o de Shanwei, encarregaram-se do processo, durante o qual condenaram à morte dez dos 12 acusados, os quais foram executados imediatamente depois da sentença.

As autoridades locais defendem este tipo de prática como forma de demonstrar aos cidadãos a mão dura do Governo contra a droga, segundo destacou a agência de notícias oficial Xinhua.

Em 2015 outras 13 pessoas foram julgadas publicamente e, posteriormente executadas em Lufeng, pelo mesmo delito, diante de mais de dez mil pessoas e apenas seis meses depois outras oito tiveram a mesma sorte.

Esta cidade do sul da China é um dos principais focos de actuação do Governo no âmbito da sua campanha antidroga por ser uma zona de trânsito habitual de armazenamento e tráfico de substâncias ilícitas.

O tráfico de droga em grande escala é um crime passível de ser punido com pena de morte na China, onde vários cidadãos estrangeiros foram executados pela justiça do gigante asiático depois de terem sido detidos na posse de estupefacientes.

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