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O País – A verdade como notícia

Cyril Ramaphosa venceu a corrida eleitoral para novo presidente do ANC. Desde hoje, o político sul-africano é o novo líder daquele partido.

Ramaphosa venceu com 2440 votos, contra 2261 de Nkosazana Dlamini-Zuma, de acordo The Guardian.

Para vice-presidente foi eleito David Mabuza, que derrotou Lindiwe Sisulu.

Assim, Cyril Ramaphosa torna-se o 13º presidente do ANC.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas está a analisar um projecto de resolução que visa rejeitar a decisão do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital oficial de Israel. De acordo com a Lusa, citada por Notícias ao Minuto, o projecto de resolução, que foi proposto pelo Egipto, poderá ser votado já na segunda-feira.

O presidente norte-americano anunciou no dia 6 que os Estados Unidos reconhecem Jerusalém como capital de Israel e que vão transferir a sua embaixada de Telavive para Jerusalém, contrariando a posição da ONU e dos países europeus, árabes e muçulmanos, assim como a linha diplomática seguida por Washington ao longo de décadas.
 

 

A Organização Internacional de Juristas, com sede em Genebra, não está sozinha nas preocupações relativamente às eleições de 2018. A oposição daquele país vizinho tem estado a levar a cabo uma ofensiva diplomática, pedindo à comunidade internacional que não reconheça o Executivo do Presidente Emmerson Mnangagwa, que acusa de ter chegado ao poder através de um golpe.

No mês passado, a demissão do Presidente Robert Mugabe deixou o país em euforia. Desde então, a vida voltou ao normal, mas o exército, que ajudou Mnangagwa a chegar ao poder, ainda não regressou aos quartéis.

Os militares mantêm os postos de controlo nas estradas do Zimbabwe, algo que não é permitido numa democracia, segundo a Comissão Internacional de Juristas.

Durante a visita de uma semana ao Zimbabwe, os juristas levantaram preocupações quanto à reversão do Estado de direito, com o envolvimento dos militares nos esforços que levaram Mugabe a abandonar o cargo.

O organismo considera que a ausência de um processo eleitoral para uma mudança de Governo coloca todo o processo nas mãos de uma intervenção militar, o que constitui um golpe.

Esta sexta-feira, o ZANU-PF confirmou o Presidente provisório do país, Emmerson Mnangagwa, como seu líder e candidato presidencial às eleições do próximo ano, no congresso anual do partido, no qual se destacou a ausência do ex-Presidente Robert Mugabe.

 

A Rússia revelou, hoje, que a CIA ajudou o país a prevenir um atentado terrorista à catedral Kazan, em São Petersburgo, informa Notícias ao Minuto.

De acordo com a BBC, citada por aquele órgão, Vladimir Putin telefonou ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, a agradecer a ajuda. Na conversa telefónica, os dois líderes garantiram que vão continuar a partilhar informações de forma a combaterem o terrorismo.

No total, sete pessoas de uma célula do autodesignado Estado Islâmico foram detidas pelas autoridades russas, com a ajuda da informação partilhada pela CIA. Foram ainda apreendidos vários explosivos, armas e literatura extremista.

 

As autoridades militares anunciaram que soldados nigerianos prenderam mais de 400 pessoas associadas ao grupo extremista Boko Haram, escondidos nas ilhas de Lake Chad, incluindo combatentes, esposas e crianças, avança o Notícias ao Minuto.

A operação de duas semanas culminou no maior número de detenções de combatentes Boko Haram nos últimos meses no nordeste da Nigéria, disse o coronel Onyema Nwachukwu. A operação incluiu ataques aéreos e terrestres.

O militar adiantou que nos ataques vários insurgentes do Boko Haram foram mortos, mas não referiu mais detalhes.

Entre os detidos encontravam-se 167 combatentes do Boko Haram, 67 mulheres e 173 crianças, as quais serão entregues às autoridades.

Outros 57 combatentes foram detidos durante outra operação, numa diferente zona da região.

O grupo Boko Haram é responsável por mais de 20 mil mortos durante oito anos de insurgência.

O ensino superior na África do Sul passa ser gratuíto para todos os estudantes da Escola Superior de Educação e Treinamento Técnico cuja renda anual não passa de 350 mil rands. A decisão foi tomada este sábado pelo presidente Sul-africano Jacob Zuma, de acordo com o News 24.

A partir de 2018, o governo vai passar a subsidiar por completo as despesas académicas dos universitários durante cinco anos da sua formação que incluem o ensino, material escolar, refeiçoes, acomodação e transporte. A medida mostra-se oportuna, depois de centenas de estudantes universitários  terem repetidas vezes protestado, no ano passado, contra o aumento de propinas em 8% em Joanesburgo, Pretória e na Cidade de Cabo.

A informação foi partilhada no dia em que inicia a conferência nacional eleitoral do partido ANC, onde se vai escolher o sucessor de Jacob Zuma na liderança do partido e nas eleiçoes presidenciais de 2019. A antiga Ministra do Interior, Dlamini-Zuma e o actual vice-presidente, Cyril Ramaphosa, são os candidatos principais na disputa pela sucessão de Jacob Zuma.

Angola vai encerrar algumas representações diplomáticas, em 2018. Para fazer face ao encerramento dessas representações, o Ministério das Relações Exteriores (Mirex) vai implementar o modelo de  representação regional.

Trata-se de um modelo em que o país se fará representar a nível das diversas regiões por uma embaixada, e não por várias como era habitual.

Segundo o chefe da diplomacia angolana, Manuel Augusto, citado pela Agência Angola Press, a mudança se deve ao facto de o país estar enfrentar dificuldades financeiras, o que impossibilita manter um número elevado de embaixadas.

“Não podemos manter embaixadas e consulados com o pessoal a passar dificuldades”, declarou.

Pelo menos 17 pessoas morreram, hoje, vítimas de um atentado reivindicado por extremistas islâmicos contra a academia de polícia na capital da Somália, avança o Notícias ao Minuto.

O bombista que transportava um colete com explosivos entrou na Academia de Polícia General Kahiye e teve como alvo os oficiais que se encontravam a fazer os exercícios físicos matinais, disse o capitão Mohamed Hussein.

O Governo da Guiné-Bissau reafirmou, em comunicado de Conselho de Ministros, que mantém o princípio de reconhecimento dos Estados de Israel e da Palestina e que vivam de forma pacífica.

A posição do executivo guineense está expressa no comunicado a que a Lusa teve acesso e que dá conta das deliberações do Conselho de Ministros ordinário realizado ontem, em Bissau.

O documento sublinha que o Governo guineense analisou "o impacto" das declarações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a transferência da embaixada daquele país para Jerusalém" e "as consequências que daí poderão advir" para o processo de paz no Médio Oriente.

Os países com representação diplomática em Israel têm as embaixadas em Telavive, em conformidade com o princípio, consagrado em resoluções das Nações Unidas, de que o estatuto de Jerusalém deve ser definido em negociações entre israelitas e palestinianos.

A questão de Jerusalém é uma das mais complicadas e delicadas do conflito israelo-palestiniano, um dos mais antigos do mundo.

Israel ocupa a parte oriental da cidade desde 1967 e declarou, em 1980, toda a Jerusalém como a sua capital indivisa.

Os palestinianos querem fazer de Jerusalém oriental a capital de um desejado Estado palestiniano, coexistente em paz com Israel.

Jerusalém é considerada uma cidade santa para cristãos, judeus e muçulmanos.

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