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O País – A verdade como notícia

Há cada vez mais violência no Brasil. De acordo com os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, só no ano passado, 175 pessoas eram mortas por dia.

O Brasil é um dos países menos seguros do mundo, é o que mostram os dados divulgados no Atlas da Violência 2018, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, baseados nos relatórios das autoridades, a nível estadual e Federal, em todos os estados.

Em 2017, a taxa de mortes violentas ultrapassou os 30 mortos por 100 mil habitantes no Brasil, no que se traduz num aumento de 3% em relação a 2016. Aumentaram também as mortes às mãos da polícia, com 5,144 casos no ano passado, ou seja, 14 vítimas por dia, o que significa um aumento de 20% em relação ao ano anterior.

Houve um aumento do número de violações, com mais de 60 mil casos registados em 2017, ou seja, mais 8% do que em 2016.

De acordo com dados do Banco Mundial em 2015, o Brasil é um dos países mais violentos do Planeta, apenas superado por cinco Estados, como El Salvador, Honduras, Venezuela, Trindade e Tobago, mas também pela África do Sul. Com o agravar da crise política e económica no Brasil, a segurança tornou-se num tema prioritário para eleições deste ano.

A tomada de posse do Presidente do Zimbabwé, Emmerson Mnangagwa, que tinha sido marcada para este domingo foi adiado até que o Tribunal Constitucional decisa sobre uma acção judicial apresentada pela oposição contra os resultados eleitorais que dao vitoria ao chefe de Estado, informou o Ministério da Justiça do país, segundo noticia a DW

No recurso, o Movimento para a Mudança Democrática (MDC) pede uma nova votação ou que o seu candidato, Nelson Chamisa, seja declarado vencedor. O partido classifica os resultados da votação de 30 de Julho como "fraudulentos, ilegais e ilegítimos".

O ministro da Justiça, Ziyambi Ziyambi, confirmou à agência de notícias AFP que "a investidura não decorrerá como previsto". "Todos os procedimentos estão suspensos e aguardam a decisão do Tribunal Constitucional", afirmou Ziyambi.

Os resultados da comissão eleitoral mostraram que Mnangagwa ganhou com 50,8% dos votos, seguido por Chamisa com 44,3%. Chamisa afirma que ele ganhou 56 por cento dos votos.

Um número de movimentos e organizações não-governamentais (ONG) dispersos pelo país questionou a alta participação em algumas áreas, contrastantes com o número de votantes em eleições anteriores.

O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, disse caso se mantenha o desrespeito norte-americano, a cooperação entre os dois países está ameaçada. A detenção do pastor norte-americano, Andrew Brunson, que motivou a imposição por Washington de sanções punitivas a dois ministros turcos, e um aviso sobre possíveis medidas adicionais, está por detrás da tensão entre a Turquia e os Estados Unidos.

Como forma de retaliação Donald Trump, decidiu aumentar o valor das tarifas sobre o aço e o alumínio da Turquia, acelerando, desse modo, a queda da moeda turca, que perdeu 16% face ao dólar, escreve o Notícias ao Minuto.

Erdogan disse que as medidas tomadas por Washington podem levar Ancara a encontrar novos amigos e novos aliados.

"A menos que os Estados Unidos comecem a respeitar a soberania da Turquia e provem que compreendem os perigos que a nossa nação enfrenta, a nossa parceria pode estar em perigo", afirmou Erdogan.

Face à queda da lira, Erdogan anunciou uma "guerra económica" e chamou o povo turco para a luta nacional, incitando à troca de moedas estrangeiras.

 

Especialistas portugueses vão integrar uma missão internacional de prevenção e resposta ao ébola para ajudar Angola  a conter o surto que afecta a República Democrática do Congo.

A especialista em microbiologia, Ana Pelerito, disse que o objectivo da formação é para os angolanos poderem estar preparados para prevenir e controlar um possível surto de vírus em Angola.

“A minha intervenção tem a ver com a parte de diagnóstico laboratorial. Vou participar nesta formação explicando quais são as melhores amostras para detectar esta infeção, como é que essas amostras têm de ser colhidas, como é que tem de ser processadas, como têm de ser transportadas até chegar ao laboratório”, explicou Ana Pelerito, citada pelo Observador.

O novo surto de ébola no leste da República Democrática do Congo causou, até agora, dez vítimas mortais, segundo o Ministério da Saúde local. As autoridades do país estão a investigar as causas das mortes de outras 27 pessoas para determinar se foram infectadas pelo vírus ébola e identificaram outros 54 casos suspeitos.

 

O campeão mundial queniano de 400 metros com barreiras Nicholas Bett morreu, em um acidente de carro, aos 28 anos, na madrugada desta quarta-feira.

O acidente aconteceu em uma área que os atletas usam para treinamento em altitude. Depois que o carro bateu em um buraco e rolou em uma vala. O atleta, retornava do Campeonato Africano disputado na Nigéria, que terminou na segunda-feira, segundo a imprensa local.

Bett fez história no campeonato mundial de Pequim-2015, ao vencer os 400m com barreiras, tornando-se o primeiro queniano a conquistar um título mundial de ouro a uma distância inferior a 800m.

Foi também duas vezes medalha de bronze no Campeonato da África em 2014 nos 400 obstáculos e na corrida de estafeta 4x400m.

No início deste ano, competiu nos Jogos da Commonwealth na Austrália, onde chegou em oitavo lugar nos 400m com barreiras.

Um dos favoritos à medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio, Nicholas Bett acabou caindo e não se classificou para a final vencida pelo americano Kerron Clement. Compatriota de Bett, Boniface Mucheru Tumuti ficou com a prata, e o turco Yasmani Copello com o bronze.

Um dos líderes do grupo terrorista Al-Qaida, Abdul Rahim Al-Mesri, foi morto pelas forças de segurança afegãs, durante uma incursão na aldeia de Khun-Bibi.

Durante o ataque foram mortos mais seis alegados combatentes da rede terrorista e duas mulheres paquistanesas foram presas, noticia o Diário de Notícias.

O porta-voz do Corpo de Operações Especiais, Abdul Qayum Nuristani, disse que Al-Mersi dirigia actividades de formação no Afeganistão e estabelecia comunicação entre os membros do grupo e combatentes de outros países.

"As nossas forças também apreenderam um grande número de documentos e informações digitais durante a operação", disse Nuristani.

O Afeganistão vem enfrentando uma onda de violência desde janeiro de 2015, quando a NATO terminou a sua missão de combate no país, onde os principais actores do conflito são hoje os talibãs e o grupo extremista Estado Islâmico (EI), enquanto a Al-Qaida praticamente desapareceu.

 

Assinala-se, esta segunda-feira o 73.º aniversário do bombardeamento atómico de Hiroshima, Japão apelou para o fim das armas nucleares. Durante a cerimônia foram homenageadas  às vítimas do primeiro bombardeamento atómico mundial que matou 140 mil pessoas.

"Certos países proclamam descaradamente o nacionalismo e estão a modernizar os seus arsenais nucleares, reacendendo as tensões que haviam diminuído com o fim da Guerra Fria", lamentou o presidente da câmara, Kazumi Matsui.

No ano passado, o Japão preferiu não assinar um tratado de proibição de armas nucleares, adotado pela ONU, apontando a ingenuidade do texto e alinhando-se com as potências nucleares que invocavam a ameaça norte-coreana, escreve o Notícias ao Minuto.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, afirmou que existem diferenças entre os países sobre como proceder com a redução de armas nucleares, mas assumiu a vontade do seu país em trabalhar para servir de ponte entre os dois lados e liderar os esforços da comunidade internacional para a desnuclearização.

 

Um terremoto forte com magnitude de 6,9, mata mais de cem pessoas e cerca de 10 mil pessoas foram evacuadas na ilha de Lombok e Bali, na indonésia.

Sutopo Purwo Nugroho, porta-voz da Agência de Gestão de Desastres da Indonésia, disse que a região norte de Lombok sofreu danos enormes, pelo menos 236 pessoas ficaram feridas, e o número tem a possibilidade de subir. O fornecimento de electricidade nas áreas mais afectadas foi cortado e as redes de telecomunicações não estão funcionam, noticia a BBC News.

Agências de ajuda humanitária priorizaram o fornecimento de abrigo para milhares de moradores com medo de voltar para suas casas.

Centenas de turistas foram levados de barco, mas centenas ainda permanecem.

"Todos os moradores estavam a correr e gritar freneticamente, vestindo coletes salva-vidas. Nós os seguimos até o terreno mais alto, que era uma subida íngreme e irregular até o topo de uma colina na escuridão", disse um dos turistas citado pela Sky News.

O impacto deste terremoto foi maior do que outro que atingiu o Lombok  na semana passada, dia 24 de Julho,  matando 16 pessoas.

Explosões supostamente provocadas por um drone (aviões não tripulados) atentaram contra Nicolás Maduro, Presidente da Venezuela, neste sábado, durante a cerimónia de celebração do 81.º aniversário da Guarda Nacional Bolivariana.

O acto, que decorria na Avenida Bolívar de Caracas, estava a ser transmitido em simultâneo e de maneira obrigatória pelas rádios e televisões venezuelanas.

No momento em que Nicolás Maduro anuncia que tinha chegado a hora da recuperação económica ouviu-se uma das duas explosões que ocorrerram, que fez inclusive vibrar a câmara que focava o chefe de Estado, segundo noticia, Notícia ao minuto.

Sete pessoas foram feridas durante o atentado.

Horas após o atentado, Maduro voltou à televisão estatal, para responsabilizar aos seus opositores pelo ataque. "Tudo aponta para a extrema-direita venezuelana, em aliança com a extrema-direita colombiana e tenho a certeza que Juan Manuel Santos está por detrás deste atentado", denunciou Maduro.

Por outro lado disse esperar que o Presidente norte-americano, Donald Trump, entre outros, colaborem com a Venezuela, porque, segundo Maduro, as primeiras investigações indicam que vários dos responsáveis intelectuais e financeiros do atentado vivem na Florida. "Espero ter a colaboração dos Governos do continente, onde estão parte destes redutos da extrema-direita fascista", frisou Maduro, segundo a Reuters.

O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia divulgou um comunicado dizendo que nega as acusações, considerando algo sem fundamento.

Movimento soldado de Flanelas reivindica o ataque

Um grupo  conhecido por  Movimento Soldados de Flanelas (MSF) reivindicou a responsabilidade pelo ataque. Em uma série de postagens nas redes sociais, o grupo disse que planejava voar com dois drones, mas que os atiradores atiraram neles.

“Nós demonstramos que eles são vulneráveis. Não tivemos sucesso hoje, mas é apenas uma questão de tempo ", disse o grupo, segundo a BBC news.

O MSF é um grupo subversivo criado em 2014 e que pretende agrupar todos os grupos de resistência venezuelanos, para fazer uma luta contra a suposta ditadura, vivida na Venezuela.

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