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O País – A verdade como notícia

O Tribunal Superior Eleitoral do Brasil rejeitou o pedido de candidatura presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva, formalmente impedido de participar nas próximas eleições, em Outubro.

A proibição foi feita durante uma sessão que durou mais dez horas, com juízes do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil.

Segundo tribunal, o ex-presidente foi declarado inelegível devido à lei que proíbe qualquer pessoa condenada em duas instâncias da Justiça a disputar cargos públicos, conhecida no Brasil pelo nome de “Lei da Ficha Limpa”.

Apesar de o tribunal ter rejeitado a candidatura de Lula, o Partido dos Trabalhadores divulgou uma nota informando que usará todos os meios para mantê-lo na corrida.

Apesar da condenação, Lula da Silva lidera as sondagens de opinião, com 39% do apoio dos eleitores. O antigo presidente do Brasil afirma que foi vítima de uma conspiração para bloquear o seu regresso ao poder.

 

Depois de uma semana de homenagens à Rainha do Soul, Aretha Franklin, que perdeu a vida no dia 16 de Agosto vítima de doença, 20 artistas irão actuar, hoje, no seu funeral com destaque para Ariana Grande e Stevie Wonder.

Segundo o jornal Detroit Free Press, citado pelo observador a cerimónia fúnebre terá lugar no Great Grace Temple em Detroit.

Um dos oradores da cerimónia será o antigo presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, para além do cantor Smokey Robinson, a actriz Cicely Tyson entre outras individualidades.

A Rainha da Soul morreu aos 76 anos, e teve uma vida preenchida por êxitos musicais, desde o momento em que pegou na canção “Respect” de Otis Redding e a transformou em algo diferente. Ao todo, foram 18 Grammys e mais de 75 milhões de discos vendidos ao longo de uma carreira em que se tornou na primeira mulher a entrar para o Rock and Roll Hall of Fame, em 1987.

Com múltiplas canções nas listas das mais vendidas e ouvidas, incluindo no começo do século XXI, Aretha Franklin cantou pelo mundo fora e nas tomadas de posse dos presidentes Bill Clinton e Barack Obama, tendo sido condecorada pelo outro ocupante do cargo entre os dois democratas, George W. Bush. Em 2017, anunciou que se ia retirar do mundo da música para dedicar mais tempo aos netos.

 

O plano de expropriação de terra sem indemnização conduzido pelo governo sul-africano começa a receber apoio de alguma parte da comunidade internacional. Esta quinta-feira, o Fundo Monetário Internacional manifestou o seu apoio à reforma da terra, desde que a mesma seja transparente e em acordo com Constituição.

O represente do FMI na África do Sul, Montfort Mlachila, acrescentou que o plano da expropriação devia ser mais cauteloso a questões de produção agrícola para não colocar em risco a segurança alimentar.
Ainda esta semana, a Primeira-Ministra britânica, Theresa May, que esteve de visita na África do Sul, também manifestou o seu apoio à reforma da terra.

No lado contrário, está Donald Trump, presidente norte-americano, que se mostrou preocupado com o plano da expropriação da terra sob domínio da minoria branca, tendo já pedido o Secretário do Estado para estudar de perto a reforma de terra e supostas mortes de fazendeiros brancos.

O governo sul-africano reagiu às palavras de Trump, dizendo que não há motivos para alarme pois será pacífico todo o processo de expropriação da terra sob domínio da minoria branca para maioria negra em desvantagem.
 

 

Portugal vai ser o centro mundial para grandes debates sobre mar e oceanos. O país vai organizar quatro eventos internacionais. Um dos eventos será o “Oceans Meeting 2018”, que conta com a presença de delegações de mais de 18 países, irá abordar a saúde dos oceanos e a saúde humana.

Outro evento é o “Portugal Shipping Week 2018”, com foco a questões de transportes marítimos. Em simultâneo, vai decorrer o “Seatrade Cruise Med 2018”, um dos maiores eventos mundiais dedicados ao sector dos cruzeiros.

Já em Outubro, decorre a edição do “BioMarine Business Convention 2018”, cimeira inédita em Portugal onde serão discutidos os grandes temas da economia azul, com o principal foco assente na sustentabilidade dos oceanos.

Três pessoas morreram e 27 foram detidas no âmbito de uma série de assaltos e saques a lojas de imigrantes no Soweto, na África do Sul. Segundo a polícia sul-africana, citada pelo Notícias ao Minuto, na origem do incidente estão acusações de que os comerciantes de origem estrangeira vendem produtos caducados e falsificados.

"A comunidade ocupou as ruas em protesto e tornou-se violenta, o que levou aos saques", explicou a polícia da África do Sul em comunicado.

O pico de violência ocorreu na tarde de quarta-feira, com pelo menos três vítimas mortais.

Os 27 detidos têm acusações como homicídio ou tentativa de homicídio, posse ilegal de armas de fogo e violência pública.

O presidente da câmara de Joanesburgo apelou à calma, tendo a polícia aumentado a sua presença na zona e pedido a colaboração dos líderes da comunidade local para evitar a continuação dos incidentes.

 

O presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, eleito na segunda volta das últimas eleições presidências de 30 de Julho, formou nesta quarta-feira, uma equipa para investigar a violência pós-eleitoral que causou seis mortos.

Ao todo, são sete pessoas incluindo quatro inquiridores estrangeiros que formam uma equipa responsável pela investigação. A equipa será presidida por Kgalema Motlante, que presidiu a África do Sul por oito meses, entre 2008 e 2009. Rodney Dixon, um advogado britânico que atua em direitos humanos, também será membro do grupo.

Cumprindo assim sua promessa de investigar o uso das Força Armadas contra manifestantes que apoiavam seu principal rival na disputa, Nelson Chamisa. Mnangagwa disse que os membros da comissão vão estabelecer se o grau de força usado pelos militares foi apropriado. A investigação deve levar três meses.

Era suposto que o governo do Zimbabwe conduzisse eleições pacíficas de modo a atrair mais investimentos estrangeiros, mas a esperança foi frustrada quando os militares envolveram-se em conflitos violentos com manifestantes da oposição que protestavam as eleições.

As forças militares dispararam canhões de água, gás lacrimogéneo e usaram bastões para dispersar manifestantes.

O senador norte-americano, John McCain, que morreu no sábado vítima de cancro cerebral, deixou uma carta de despedida com recado para Donald Trump e elogia a Barack Obama. Na carta o senador condena rivalidades tribais que semeiam ódio em todos cantos do mundo.
McCain revela-se um homem de sorte e que viveu e morreu como um americano orgulhoso.

"Vivi aventuras, experiências, e amizades suficientes para preencher dez vidas satisfatórias de felicidade".

O senador falou de sentimentos negativos numa passagem que está a ser vista pelos analistas políticos como uma crítica a Donald Trump, que revelou a sua ausência no funeral, escreve o Diário de Notícias.

"Nós enfraquecemos a nossa grandeza quando confundimos o nosso patriotismo com rivalidades tribais que semeiam ressentimento, ódio e violência em todos os cantos do planeta. Nós enfraquecemo-nos quando nos escondemos atrás de muros, em vez de derrubá-los, quando duvidamos do poder dos nossos ideais, em vez de confiar que eles são a grande força de mudança que sempre foram. Somos 325 milhões de indivíduos com opinião. Discutimos e competimos e, às vezes, criticamo-nos mutuamente nos nossos sonoros debates públicos. Mas sempre foi mais aquilo que nos une do que aquilo que nos separa."

Na carta o senador mostrou o respeito que tinha pelo ex-presidente dos EUA, Barack Obama.

"Há dez anos tive o privilégio de admitir que perdi nas eleições presidenciais. Quero despedir-me de si relatando a sincera fé que senti poderosamente nos americanos naquela noite. Eu ainda hoje sinto essa força e esse poder sinto isso poderosamente ainda", lê-se na carta

Por fim, um pedido em jeito de adeus definitivo aos compatriotas: "Não desesperem com as actuais dificuldades, acreditem sempre na promessa e grandeza da América, porque nada é inevitável. Os americanos nunca desistem. Nós nunca nos rendemos. Nós nunca nos escondemos da história. Nós fazemos história. Adeus, companheiros americanos. Deus vos abençoe e Deus abençoe a América", acrescentou.

 

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 2,3 milhões de venezuelanos vivem fora de seu país, a grande maioria na América do Sul, onde quase um milhão chegaram à Colômbia nos últimos 18 meses e 1,6 milhões foram embora desde 2015. Problemas como inflacção, escassez de alimentos, remédios e produtos básicos tem sido um dos principais impulsos.

Diante deste cenário a ONU e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) lançou um alerta, emitindo uma declaração conjunta para pedir aos países vizinho que continuem recebendo venezuelanos.

O alerta compara a forte imigração de venezuelanos para países vizinhos, com a crise de refugiados no Mediterrâneo, onde há um fluxo enorme de pessoas a entrar pelo mar para Europa, em fuga de guerras, dificuldades econômicas e de outros conflitos em suas regiões de origem. Disparou nos últimos anos e levou os países de destino a levantarem barreiras ou a endurecerem as regras de entrada em seus territórios.
Segundo a BBC, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, culpa a quem chama de  "imperialistas"- principalmente os Estados Unidos – por ter imposto sansões, depois de lançar uma guerra económica à Venezuela.

 A Venezuela tem uma das maiores reservas de petróleo do mundo. Agora, quatro em cada cinco venezuelanos vivem na pobreza, e é comum que as pessoas tenham a necessidade de ficar horas na fila para comprar comida e medicamento.

As Nações Unidas planejam estabelecer um mecanismo de coordenação para responder à saída massiva dos venezuelanos para os países vizinhos. O Secretário-Geral, António Guterres, reuniu-se com a Agência para os Refugiados (ACNUR) e a OIM para implementar este mecanismo.

O presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta encontrou-se com o seu homólogo dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington DC, e manteve conversações sobre segurança e comércio. Os presidentes discutiram maneiras de fortalecer as florescentes relações entre o Quênia e os EUA, concentrando-se nos valores democráticos compartilhados das duas nações e nos interesses mútuos.

Uhuru Kenyatta é o segundo líder africano a se reunir com Trump na Casa Branca, após uma visita do presidente da Nigéria no início deste ano.

 O Quênia é o terceiro maior beneficiário de ajuda de segurança dos EUA na África subsaariana, de acordo com o Security Assistance Monitor.  

A visita acontece num momento em que as empresas americanas estão a competir com o investimento chinês para garantir acordos no Quénia, uma porta de entrada para a Comunidade da África Oriental, um mercado comum com 146 milhões de consumidores.

seu homólogo dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington DC, e manteve conversações sobre segurança e comércio. Os presidentes discutiram maneiras de fortalecer as florescentes relações entre o Quênia e os EUA, concentrando-se nos valores democráticos compartilhados das duas nações e nos interesses mútuos.

Uhuru Kenyatta é o segundo líder africano a se reunir com Trump na Casa Branca, após uma visita do presidente da Nigéria no início deste ano.

 O Quênia é o terceiro maior beneficiário de ajuda de segurança dos EUA na África subsaariana, de acordo com o Security Assistance Monitor.  

A visita acontece num momento em que as empresas americanas estão a competir com o investimento chinês para garantir acordos no Quênia, uma porta de entrada para a Comunidade da África Oriental, um mercado comum com 146 milhões de consumidores.

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