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O País – A verdade como notícia

Durante o seminário sobre o Programa Quadro Nacional (CPF) ligado ao uso de energia atómica, o Secretário de Estado da Energia Angolana, António Belsa da Costa, disse que o objectivo do governo é de utilizar a energia atómica para maximizar a extração de petróleo bruto em Angola.

Belsa da Costa, citado pelo Macauhub, referiu que um dos objectivos de Angola será o reforço da capacidade de planeamento a longo prazo para um maior acesso a serviços modernos de energia nas zonas rurais e vizinhas de cidades, utilizando técnicas de isótopos para identificar recursos hídricos subterrâneos e potenciais fontes de poluição nas áreas rurais, bem como a criação de instrumentos  para acompanhar a poluição nas zonas costeiras.

O secretário de estado da energia disse que o grupo de trabalho Intersectorial de Energia Atómica de Angola preparou já um documento que representa uma “simbiose” entre o Programa de Cooperação Técnica da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) e as prioridades do governo.

 

Depois de confirmada a vitória de Mnangagwa, pelo Tribunal Constitucional do Zimbabwe na última sexta-feira, com 50.8% dos votos contra 44% de Nelson Chamisa. Emmerson Mnangagwa toma posse como Presidente do Zimbabué neste domingo, em Harare.

No entanto, o Presidente do Zimbabwe convidou seus apoiantes a colocar as mãos à obra para recuperar a economia do país, que se encontra em ruínas. Prometeu continuar com as investigações da violência que houve no período pós-eleitoral no qual morreram seis pessoas, e tornará os resultados públicos.

A eleição de Mnangagwa, no mês passado – a primeira depois de 37 anos de governação Robert Mugabe foi legalmente contestada pelo seu principal rival, Nelson Chamisa, candidato do Movimento pela Mudança Democrática (MDC).

Chamisa obrigou à suspensão da investidura ao apresentar uma queixa de fraude nas eleições presidenciais junto do Tribunal Constitucional. Os argumentos acabaram por ser rejeitados e o tribunal validou os resultados do escrutínio.

 

O governo da Itália permitiu neste domingo, o desembarque de todos os migrantes do navio “Diciotti” que há seis dias se encontrava atracado no porto da Catânia.

Os 150 migrantes a bordo do barco militar italiano 'Diciotti' foram levadas para um centro de acolhimento em Messina, uma província italiana da região de Sicília. A imprensa reportou que entre os resgatados no Mediterrâneo existiriam alguns casos de tuberculose, sarna e pneumonia.

A autorização do desembarque chegou apenas depois do ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, ter garantido que outros países europeus, como a Albânia e a Irlanda, bem como algumas dioceses da Igreja Católica acolheriam estes migrantes.

A conduta do ministro e líder da Liga, partido da extrema-direita italiana, está a gerar polémica. O ministério Público, na Sicília, abriu um inquérito contra Salvini por alegado sequestro de pessoas, detenções ilegais e abuso de poder. A resposta de Salvini chegou rápida e através da rede social Twitter, com o ministro a garantir esperar de braços abertos a acção judicial por estar a defender o país.

A Fundação Kofi Annan informou, através de uma publicação no Twitter, que o sepultamento do antigo Secretário-Geral das Nações Unidas deverá acontecer no dia 13 de Setembro, na sua terra natal.

Kofi Annan terá um funeral e enterro de Estado, no Gana, com cerimónias fúnebres a acontecerem posteriormente em Nova Iorque e Genebra.

Annan, que perdeu a vida no passado dia 18 deste mês, na Suíça, vítima de doença, foi o 7º Secretário-Geral da ONU. Em 2001, ele e as Nações Unidas receberam conjuntamente o Prémio Nobel da Paz.

Foi o fundador e presidente da Fundação Kofi Annan e depois de deixar as Nações Unidas, continuou a trabalhar na causa da paz através de sua presidência da Fundação Kofi Annan e como presidente do The Elders (os Anciões), grupo fundado por Nelson Mandela, com objectivo de debater soluções para problemas mundiais como clima, pandemias e conflitos.

Kofi Annan nasceu em Kumasi, Gana, a 8 de Abril de 1938. Deixa viúva e três filhos.

Foi Secretário-Geral da ONU de Janeiro de 1997 a Dezembro de 2006.

 

John  McCain, senador norte-americano pelo Arizona há mais de três décadas, lutava contra o glioblastoma, um câncer cerebral agressivo, descoberto por seus médicos em julho de 2017, também passou por uma infecção intestinal em Abril deste ano, morreu neste sábado com 81 anos.

McCain teve um papel importante na política Americana. Foi derrotado por George W. Bush para a indicação presidencial republicana em 2000, mas tornou-se candidato da Casa Branca ao partido oito anos depois.
Concorreu á presidência em 2008, quando perdeu para Barack Obama, e vinha ultimamente sendo crítico de donald Trump mesmo fazendo parte do mesmo partido.

A vaga criada pela morte de McCain reduziu a maioria republicana no Senado dos EUA a 50 assentos na câmara alta de 100 membros, com os democratas controlando 49 assentos. Mas o governador republicano do Arizona, Doug Ducey, deve nomear um membro de seu próprio partido para suceder McCain.

Isso também poderia dar aos republicanos uma ligeira vantagem na batalha para confirmar Brett Kavanaugh à Suprema Corte dos EUA nas próximas semanas, já que McCain estava doente demais para votar neste ano.

McCain esteve nos olhos do público desde a década de 1960, quando, como aviador naval, foi derrubado durante a Guerra do Vietnã e torturado por seus captores comunistas vietnamitas do norte durante 5 anos e meio como prisioneiro.

Em uma homenagem a seu ex-oponente, Barack Obama disse em um comunicado que ele e McCain, apesar de suas “origens completamente diferentes” e diferenças políticas, compartilhavam “uma fidelidade a algo maior – os ideais pelos quais gerações de americanos e imigrantes lutaram.

Um incêndio no Beilong Hot Spring Hotel na cidade de Harbin, no nordeste da China, provocou, este sábado, a morte de pelo menos 19 pessoas e feriu 18.

Segundo a Euronews, os mais de 100 bombeiros que acorreram ao local, conseguiram retirar do hotel 70 pessoas. As chamas só foram extintas três horas depois do início do incêndio.

As tragédias com incêndios são comuns na China, devido a negligência regular de regras de segurança.

Segundo a agência de notícias Xinhua, já foi lançada uma investigação para apurar as causas do fogo.

Em Abril, 18 pessoas morreram num fogo num espaço de karaoke, e em Novembro passado, uma pensão no sul de Pequim ardeu, causando a morte a mais 19 pessoas.

 

A autoridades mexicanas detiveram 205 polícias acusados de pertencerem a grupos criminosos. De acordo com o secretário de segurança pública, Jesus Morales, dos 368 policiais que trabalhavam no município de Tehuacan 20 estavam em situação irregular.

As autoridades estaduais decidiram assumir o controlo da Polícia e de outros serviços, suspeitos de ligações com o crime organizado.

"Assumimos o controlo da prisão, do departamento da polícia, do departamento de trânsito e do centro de resposta imediata", acrescentou Morales, citado pelo Notícias ao Minuto.

No mesmo estado, em San Martin Texmelucan, 200 polícias já tinham sido desarmados e afastados das suas funções a dois de Maio por suspeita de conluio com grupos criminosos.

Outras operações semelhantes foram realizadas este ano em outras regiões do país.

 

Angola vai recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para reavivar a economia do país. O presidente daquele país, João Lourenço, defende que o pacote financeiro do FMI é seguro e difere-se do programa de resgate que foi para Portugal e Grécia.

Lourenço revelou que Angola vai beneficiar do financiamento do Fundo Monetário Internacional em condições melhores que o crédito de outros bancos comerciais, tendo garantido que não há nada a temer.

Segundo noticiou a Euronews, O FMI confirmou na última terça-feira ter recebido um pedido do Governo de Angola para o início de discussões de um programa económico ao abrigo do Programa de Financiamento Ampliado (Extended Fund Facility – EFF).

A medida, cujas negociações começarão em outubro próximo em Luanda, no quadro de nova missão, visa o apoio do FMI às políticas e reformas económicas definidas no Programa de Estabilização Macroeconómica (PEM) e no Plano de De-senvolvimento Nacional (PDN) de 2018 a 2022.

Na sequência do desaparecimento físico do antigo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, no sábado (18), em Berna, Suíça, vítima de doença, a organização vai homenageá-lo.

A homenagem consiste na assinatura do Livro de Condolências em sua memória, nos dias 28 e 29 de Agosto das nove às 16 horas, no escritório da ONU, em Maputo, segundo o comunicado disponibilizado à nossa redacção.

Kofi Annan perdeu a vida aos 80 anos, vítima de doença. Foi sétimo chefe da ONU, tendo dirigido a organização entre 1997 e 2006.

No dia 22 do mês em curso, realizou-se uma cerimónia de colocação de grinaldas na sede da ONU, em Nova Iorque, Estados Unidos de América (EUA), para lamentar a morte do ex-Secretário-Geral. Na ocasião, o actual Secretário-Geral, António Guterres, prestou homenagem ao seu antecessor e assinou um livro de condolências em memória de Annan.

"Estamos aqui para prestar homenagem a Kofi Annan, um dos melhores de nós, um homem que incorporou os valores das Nações Unidas e nos deixou orgulhosos de sermos seus colegas", disse Guterres, durante a cerimónia. "Os anos de Kofi Annan no cargo foram um momento emocionante. Ele apresentou novas ideias. Ele trouxe novas pessoas para a família das Nações Unidas. Ele falou apaixonadamente sobre nossa missão e nosso papel", descreve o documento.

Em Moçambique, o Livro de Condolências em memória de Kofi Annan estará aberto para assinatura aos membros do Governo, Organizações da Sociedade Civil (OSC), medias, parceiros de desenvolvimento e o público em geral.

Kofi Annan nasceu em Gana, fez carreira nas Nações Unidas até chegar à liderança da organização no novo milénio com dignidade e determinação incomparáveis.

 

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