Skip to main content

O País – A verdade como notícia

O governo da Arábia Saudita reagiu às acusações sobre danos civis no Raide do passado dia 9 na região norte do Iémen.

Através de uma nota de esclarecimento enviada à nossa redacção, a embaixada do Reino da Arábia Saudita em Maputo, apresenta a sua versão e diz que nenhuma criança morreu na ofensiva da coligação.

“Temos a honra de informar que o porta-voz das Forças Oficiais da Coligação, o Coronel Turki Al-Malki, informou que os ataques aéreos realizados no Iémen na quinta-feira, dia 9 de Agosto, 2018, foi um ataque contra alvo legítimo e não havia crianças no autocarro” refere a nota enviada à nossa redacção.

A coligação contraria assim, informações avançadas pelos rebeldes Houthis, posteriormente replicadas na imprensa internacional que, citando uma nota da Cruz Vermelha Internacional, davam conta de que o ataque, junto de um mercado em Dahyan, na província de Saada, resultou na morte de 52 pessoas, incluindo crianças que estavam num autocarro escolar.

As novas taxas alfandegárias entre os Estados Unidos e a China entram em vigor a partir desta quinta-feira. A medida está deixar empresários e investidores apavorados.

Os principais produtos penalizados são bens industriais, incluindo tratores, tubos de plástico ou instrumentos de medição.

A China promete retaliar com taxas semelhantes aos produtos oriundos dos EUA, incluindo produtos energéticos, como o carvão, e automóveis.

Washington acusa a China de forçar empresas estrangeiras a transferirem tecnologia, em troca de acesso ao mercado chinês.

A China fabrica 90% dos telemóveis e 80% dos computadores do mundo, mas depende de tecnologia e componentes oriundos dos EUA, Europa e Japão, que ficam com a maior margem de lucro.

O líder norte-americano já avisou que caso Pequim rejeite ceder às exigências norte-americanas e continue a retaliar, irá punir ainda mais produtos chineses, até um total de 550 mil milhões de dólares.

Com o foco no investimento económico, o Presidente de Angola está de visita à Alemanha. A convite de Ângela Merkel, João Lourenço está em Berlim para atrair novos investidores para o país africano, sobretudo na área da energia, Defesa, na vigilância e segurança marítima. Na primeira conferência de imprensa conjunta, a chanceler alemã enalteceu alguns feitos de João Lourenço.

“O novo presidente angolano trouxe um novo impulso em relação a reformas em muitas áreas, desde questões económicas até a estratégia de descentralização e melhoria da liberdade de imprensa. Alemanha quer ser um parceiro bom e fiável para Angola durante este processo de mudança”.

O chefe de Estado angolano está preparado para avançar com a proposta de criação de uma câmara de comércio entre os dois países. Nesta conferência de imprensa, João Lourenço falou ainda do trabalho que está a ser feito em Angola para controlar o surto de Ébola que está a afetar os países vizinho. Só na vizinha República Democrática do Congo, o surto já matou mais de 50 pessoas.

Cientistas da NASA confirmaram nesta quarta-feira a presença de água gelada na superfície da Lua. A descoberta, já publicada na revista científica norte-americana PNAS, vem juntar-se a vários estudos já realizados sobre a presença de água na Lua, segundo noticia a Euronews.

A descoberta foi feita pela NASA que espera que a água em estado sólido seja um recurso para futuras viagens à Lua. A água encontra-se nos polos norte e sul do satélite natural da Terra, em crateras onde os raios de sol não conseguem alcançar e a temperatura nunca ultrapassa 150 graus Celsius negativos.

 A água está igualmente presente em Mercúrio e Marte, onde um lago de água no estado líquido foi recentemente detectado.

Acredita-se, inclusive, que o gelo poderia ser transformado em água potável para os ocupantes de uma base lunar, ou "dividido" em hidrogênio e oxigênio para ser usado como combustível de foguete. O oxigênio dividido também poderia, tecnicamente, ser usado pelos astronautas para respirar.

A água está igualmente presente em Mercúrio e Marte, onde um lago de água no estado líquido foi recentemente detetado.

Gelo de superfície já foi encontrado em outros corpos celestes do Sistema Solar, como o polo Norte do planeta Mercúrio e no planeta anão Ceres.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escreveu na quarta-feira no Twitter que ordenou o Secretário do Estado norte-americano, Mike Pompeo, para estudar de perto a “expropriação da terra e fazendas” bem como “o massacre dos fazendeiros” na África do Sul. Estes pronunciamentos forçaram Pretória a acusar Trump de fomentar divisões raciais na África do Sul.

O Twitter de Trump voltou a tornar aceso o debate sobre expropriação da terra na África do Sul, um país que continua racialmente dividido e marcado de desigualdades 25 anos depois de Nelson Mandela ter assumido o poder e colocado fim no apartheid.

Logo após a mensagem de Trump, o rand desvalorizou-se em mais de 1.5 porcento contra o dólar, nas transições comerciais desta quinta-feira.

“Eu pedi ao secretário de Estado @secPompeo para estudar de perto a expropriação de terra e fazendas na África do Sul e massacre de fazendeiros”, lê-se no Twitter de Trump.

O tweet de Trump parece uma resposta à notícia de Fox News que se focou, ontem, em assuntos de terra da África do Sul e morte dos brancos fazendeiros.

A porta-voz do Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, disse que Trump foi “mal-informado” e o Ministério de Negócios Estrangeiros procuraria esclarecimentos da parte da embaixada dos EUA na Pretória órgãos

“África do Sul repudia veementemente a má percepção que tende a dividir a nossa nação e lembrar-nos o nosso passado colonial”, lê-se no tweet da conta do governo da África do Sul.

Ramaphosa anunciou no dia 1 de Agosto que o partido no poder, ANC, planeia alterar a constituição e permitir a expropriação de terra sem indemnização, numa altura em que a minoria branca continua a deter maior parte do território sul-africano.

O presidente sul-africano garantiu que nenhuma medida poderia prejudicar o crescimento da economia e segurança alimentar. Nenhuma terra foi apropriada, desde que a reforma de terra foi anunciada, disse o ANC.

O líder de EFF, Julius Malema, que submeteu a proposta de expropriação de terra sem indemnização, disse a Trump para manter-se longe do debate. “Nós queremos enviar uma forte mensagem ao presidente de EUA para manter-se fora da África do Sul. Você já causou problemas demais para África.”

 

O Facebook retirou 652 páginas que identificou como parte de campanhas coordenadas de desinformação originadas do Irão e da Rússia.

De acordo com a CNN, as páginas e grupos, alguns deles chamados de “Liberty Front Press”, espalham desinformação nos EUA, Reino Unido, América Latina e no Oriente Médio.

O Facebook disse que as campanhas coordenadas originadas no Irã incluíam 254 páginas no Facebook e 116 contas no Instagram que acumularam mais de um milhão de seguidores nos dois serviços.

As empresas de mídia vêm lutando para proteger suas plataformas antes das eleições dos EUA em Novembro, de modo a evitar a desinformação generalizada que se observou durante as presidenciais de 2016.

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, disse que as tentativas da empresa de identificar páginas, grupos e contas falsas estão ornando a rede social mais segura.
A revelação do Facebook veio depois que a Microsoft (MSFT) assumiu o controle de sites que a inteligência militar russa poderia ter tentado usar para hackear políticos americanos.

"Esta operação de influência ligada ao Irã visa promover narrativas políticas alinhadas com os interesses iranianos, incluindo temas anti-sauditas, anti-israelenses e pró-palestinos", disse Lee Foster, analista da FireEye.

A FireEye observou que a actividade ligada ao Irã que descobriu não parece ter sido planejada como uma tentativa de influenciar as eleições de 2018 dos EUA.
O Facebook está a trabalhar com a polícia dos EUA em uma investigação em andamento, e está a seguir páginas suspeitas há meses.

 

Estados Unidos preparam novas sanções contra Rússia, devido à sua suposta interferência nas eleições norte-americanas de 2016. A Rússia considera as novas sanções uma declaração de guerra económica.

Mais sanções draconianas contra Moscovo é a promessa dos Estados Unidos como forma de punir Rússia por alegadamente ter interferido nas eleições de 2016. As sanções estão relacionadas com a exportação de componentes eletrónicos e outras tecnologias.

Se a Rússia não mudar de comportamento serão levantadas ainda mais sanções, diz o ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido que pede uma postura mais firme tanto dos EUA como da União Europeia.

Este movimento surge depois do envenenamento de um ex-espião russo no Reino Unido. Londres atribuiu a responsabilidade do ataque a Moscovo. O Congresso também pede mais acção para punir a Rússia pela anexação da Crimeia, pelo envolvimento na guerra da Síria e pelos ataques cibernéticos.

Donald Trump tem repetido que gostaria de melhorar os laços com Moscovo, mas os Estados Unidos recusam-se a esquecer os crimes do passado. O governo russo já havia prometido que vai encarar as sanções como guerra económica e responderia com a mesma moeda.

Um grupo de talibãs atacou três autocarros e fez mais de 100 reféns, incluindo mulheres e criança, avançou a agência de notícias Associated Press citada pelo Notícias ao Minuto.

Esta situação acontece mesmo depois de o Presidente afegão, Ashraf Gani, ter anunciado um cessar-fogo condicional com os talibãs durante o feriado muçulmano de Eid al-Adha.

Até o momento não houve nenhuma declaração por parte do movimento talibã sobre o destino dos capturados.

De acordo com o chefe do conselho provincial de Kunduz, Mohammad Yusouf Ayubi, os talibãs pararam três autocarros numa estrada perto do distrito de Khan Abad e obrigaram os passageiros a irem com eles.

O responsável acredita que os elementos do movimento estavam à procura de membros do governo e das forças de segurança, que geralmente se deslocam a casa nos feriados.

 

As chuvas que começaram em 8 de agosto provocaram enchentes, deslizamento de terra, casas e pontes entraram em colapso em Kerala, na índia. Cerca de 800 mil pessoas foram deslocadas e mais de 350 morreram nas consideradas piores enchentes do século, segundo a agência de notícias Press Trust of India, citada pela Euronews.

Os oficiais estimam que mais de 6.200 quilômetros de estrada foram danificados, e danos causados no geral em três mil milhões de dolares. Um dos principais aeroportos do estado, na cidade de Kochi, foi fechado.

A contaminação de fontes de água potável e as más condições de higiene fazem as autoridades temerem o surgimento de doenças.

Anil Vasudevan, que cuida da gestão de desastres no departamento de saúde de Kerala, citado pela Reuters, disse que o estado está nos preparativos para o combate a qualquer surto de doenças nos centros de acomodação, estão a ser distribuídos medicamentos preventivos e intensificaram medidas de limpeza.

O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, prometeu disponibilizar 70 milhões de dólares para ajuda de emergência.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE