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O País – A verdade como notícia

Uganda é um país da Africa oriental, que fez parte de um estudo publicado na revista médica The Lancet, uma compilação de pesquisas feitas em 168 países, que destaca os perigos para a saúde, a falta de prática de exercícios físicos.

O relatório sobre os níveis de inactividade física em todo o mundo descobriu que Uganda é a nação mais activa do mundo, segundo noticia a BBCNews.

Constatou-se em geral que, apenas 5,5% dos ugandenses não fazem actividade física suficiente – definida como pelo menos 150 minutos de intensidade moderada ou 75 minutos de actividade física de intensidade vigorosa por semana como define a Organização Mundial da Saúde.

É que a maioria da população ugandesa é rural, trabalha de forma activa nas suas farmas e fazendas o que influencia de grande forma para estas estatísticas.  Ao mesmo tempo a pesquisa alerta, as áreas urbana onde as pessoas estão se tornar sedentárias, especialmente quando se tornam mais ricas.

A nação menos activa do mundo é o Kuwait, situado no nordeste da península Arábica na Ásia Ocidental, onde 67% da população não está suficientemente activa, diz o relatório. A Mauritânia, com 41,3% é o país menos activo da África Subsaariana.

 

O sinistro aconteceu nesta quarta-feira no sul do país, no troço de linha férrea entre o Namibe e a Bibala, e envolveu um comboio que transportava granito e outro que fazia a manutenção da via. Pelo menos 18 pessoas morreram e 14 ficaram feridas.

O que transportava granito negro estava ao serviço dos Caminhos-de-Ferro-de-Moçamedes (CFM), a outra estava ao serviço de uma empresa chinesa e fazia a manutenção da linha, segundo noticia Euronews.

O Presidente angolano, João Lorenço, que  está actualmente em Pequim, a acompanhar o fórum China-África, reagiu à notícia da colisão, na sua conta do Twiter .

"Trata-se de um acontecimento trágico em consequência do qual várias famílias perderam os seus entes queridos, sobre cuja memória me inclino com dor e tristeza", escreveu João Lourenço.

O segundo comandante do Serviço de Proteção Civil e Bombeiros do Namibe revelou que os 18 mortos incluem jovens que trabalhavam no serviço de manutenção dos caminhos-de-ferro e os quatro maquinistas, dois deles chineses, que conduziam ambos os comboios.

Dos 14 feridos registados, 10 estão em estado grave e foram, por isso, encaminhados para o hospital central da província de Huíla. Os restantes já tiveram alta.

Esta foi a primeira colisão de comboios nos CFM desde que a empresa chegou ao planalto da Huíla, a 31 de maio de 1923, mas o segundo acidente depois do descarrilamento de uma composição de carga em Fevereiro deste ano na zona da Mapunda, no Lubango, sem provocar vítimas, especifica a Angop. citado pela Euronews.

A atriz brasileira Beatriz Segall perdeu a vida esta quarta-feira, aos 92 anos de idade, segundo informou o G1, citando a assessoria do hospital Albert Einstein, onde ela estava internada.

Beatriz Segall tinha sido internada por problemas respiratórios. A assessoria do hospital, citada pelo G1 também informou que a atriz, que morreu por volta das 12 horas (17 de Moçambique), será velada no próprio hospital e o corpo cremado nesta quinta feira.

Beatriz Segall interpretou novelas como: Vale Tudo e Lado a Lado (Rede Globo) e Bicho do Mato (Record).

 

O ex-presidente brasileiro, Lula da Silva, vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à ONU para que possa disputar as eleições presidenciais.

O STF decidiu que Lula da Silva não poderá concorrer às eleições de Outubro por ter sido condenado por corrupção.

Lula criou em 2010 uma legislação que proíbe que se candidatem a cargos públicos os condenados em segunda instância por um tribunal colectivo, como é o seu caso.

Segundo escreveu o Notícias ao Minuto, o ex-estadista brasileiro que lidera todas intenções de voto, alega que foi condenado injustamente e que é alvo de perseguições políticas.

O recurso à ONU visa que a organização se pronuncie sobre a recusa de as autoridades brasileiras acatarem uma determinação do Comité dos Direitos Humanos das Nações Unidas, que pediu ao Brasil que permita ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva exercer todos os seus direitos políticos como candidato enquanto estiver na prisão.

Já o recurso ao Supremo Tribunal Federal, a mais alta instância judicial no Brasil, será para que Lula da Silva possa ter direito a registar a sua candidatura.

Caso os novos recursos sejam rejeitados, o PT só tem até 11 de Setembro para apresentar um novo candidato, que, segundo dirigentes do partido, seria Fernando Haddad.

 

Pelo menos 87 elefantes foram mortos nas últimas semanas e cinco rinocerontes brancos abatidos nos últimos três meses no Botswana. O que constitui uma ameaça a existência de elefantes no continente africano.

Segundo noticia a BBCNews, as carcaças dos elefantes foram encontradas pela organização Elefantes Sem Fronteiras, durante um levantamento aéreo, no santuário de elefantes no Delta do Okavango. Em todo o continente africano, os elefantes são caçados devido ao valor que o marfim atinge no mercado internacional, sobretudo o asiático.

O facto acontece num contexto em que o Botswana tem uma reputação de abordagem implacável aos caçadores. O país era considerado um refúgio seguro para a espécie devido à acção decisiva da sua unidade de combate à caça ilegal, escapou muitas vezes, em grande parte das perdas de elefantes vistas em outros lugares do continente, como Moçambique, Angola e Namíbia.

Até 2015, Botswana tinha uma das maiores populações africanas de elefantes, contabilizando em cerca de 130 mil. Um cenário bem diferente no resto do continente, que indicava a perda de um terço da população continental, a Tanzânia, por exemplo, perdeu 60% dos seus elefantes em cinco anos.

O aumento do abate ilegal destes animais coincide com a recente decisão governamental de desarmar as unidades de combate à caça furtiva.

Durante a cerimónia de abertura do Diálogo de Alto Nível entre Líderes e Representantes Comerciais de China e África, em Beijing, o Presidente chinês, Xi Jinping, afirmou que apoia a inclusão de África no projecto de infra-estruturas internacionais lançado pela China e que o mesmo não tem condições políticas.

“A China está pronta a reforçar a cooperação com África, visando construir um desenvolvimento de alta qualidade, que se ajuste às condições nacionais e seja inclusivo e benéfico para todos”, afirmou Xi Jinping, citado pelo Notícias ao Minuto.

O líder chinês frisou que a cooperação China-África é uma forma de atingir prosperidade comum, com benefícios para ambos os povos.

"A China não interfere nos assuntos internos de África e não impõe a sua vontade sobre África", acrescentou.
A cimeira contará com três novos países, incluindo São Tomé e Príncipe, que se junta aos restantes países africanos de língua portuguesa, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique.

O primeiro Fórum de Cooperação China-África aconteceu em Pequim, em 2006, e a segunda edição decorreu na África do Sul, em 2015.

 

A decisão dos EUA de suspender o financiamento aos refugiados palestinianos é um "ataque flagrante", disse um porta-voz do presidente Mahmoud Abbas. Washington disse, na sexta-feira, que vai cortar todo o apoio à Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), segundo noticiou Euronews.

O porta-voz da agência Chris Gunness recorreu ao Twitter para expressar publicamente o desagrado face a esta decisão. Atualmente, os EUA financiam cerca de 30% das operações da UNRWA.

A agência fornece serviços, incluindo de saúde e de educação, a mais de 5 milhões de refugiados palestinianos em todo o Médio Oriente. O anúncio surge uma semana depois dos EUA terem anunciado a canalização de 200 milhões de dólares, para programas de ajuda na Cisjordânia e em Gaza.

A Alemanha já disse que vai aumentar as contribuições. A Jordânia, UE, Turquia, Japão e Suécia vão reunir-se na próxima Assembleia Geral da ONU para evitar a falta de financiamento.

A UNRWA, com 68 anos de história, presta serviços a cerca de 5 milhões de refugiados palestinos na Jordânia, Líbano, Síria, Cisjordânia e Gaza. A maioria é descendente dos cerca de 700 mil palestinos que foram expulsos de suas casas ou fugiram dos combates na guerra de 1948, que levou à criação do Estado de Israel.

Decorreu neste sábado o funeral do antigo político norte-americano John McCain. Barrack Obama e George Bush foram escolhidos para dar discurso de homenagem ao senador republicano.

Foi o próprio McCain, falecido aos 82 anos, que pediu a George W. Bush e Barack Obama, que o derrotaram na corrida à Casa Branca que lhe fizessem elogios fúnebres na missa, na Catedral Nacional em Washington.

"O presidente Bush e eu estamos entre os poucos sortudos que competiram contra o John no mais alto nível na política. Ele fez de nós melhores presidentes. Assim como tornou o Senado melhor. Assim como fez este país melhor. Por isso, alguém como o John ter-me pedido, quando ainda estava vivo, para falar sobre ele quando morresse, é uma honra preciosa e singular”.

John McCain e a família planearam o funeral ao detalhe, tendo o antigo candidato presidencial deixado bem claro que não queria que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estivesse presente.

Diretor – geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) diz que a ameaça de Donald Trump em retirar os Estados Unidos da organização não é motivo de pânico. Roberto Azevedo reagia às ameaças feitas pelo presidente norte-americano.

Na última quinta-feira, Donald Trump ameaçou retirar os Estados Unidos da OMC pelo facto de aquela instituição ter permitido que a Europa e a China retaliassem as altas taxas alfandegárias norte-americanas.

Em resposta às ameaças de Trump, o director – geral da OMC disse que a retirada dos EUA da Organização não constituem motivo de pânico, afirmando que as preocupações dos Estados Unidos acerca de áreas da OMC que gostariam de melhorar não são novas.

Já o antecessor de Azevedo, Pascal Lamy, em entrevista à euronews, disse que tem que se preparar um sistema da Organização Mundial do Comércio sem os Estados Unidos e acrescenta que estes perderiam os benefícios de pertencer à organização. As suas exportações seriam submetidas a todo o tipo de medidas comerciais que os outros quisessem impor-lhes, incluindo de preservação da propriedade intelectual. Não é o cenário que os outros desejam, mas têm de estar preparados.

Refira-se que Trump criticou nomeadamente o papel de árbitro da OMC nos conflitos comerciais entre países, afirmando que os Estados Unidos saem sempre prejudicado.

 

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