Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Um homem armado com uma faca atacou várias pessoas, na última noite, em Paris, fazendo sete feridos, incluindo quatro em estado grave, um dos quais atingido na cabeça e outro no peito. A agressão aconteceu à saída de um cinema junto ao canal de l'Ourq, na zona norte da capital francesa, informa a Euronews.

Populares tentaram parar o agressor, atirando-lhe bolas de petanca, mas, o homem conseguiu fugir e atacou depois dois turistas britânicos, um facto confirmado pelas autoridades do Reino Unido, antes de ser detido pela polícia. Segundo fontes próximas da investigação, citadas pela agência France Presse, trata-se de um homem de nacionalidade afegã.

De acordo com a Procuradoria de Paris, os feridos foram transportados para hospitais da capital francesa. Ainda não é conhecido o prognóstico relativamente aos feridos que estão em estado crítico.

As autoridades já estão a investigar este ataque. O Le Parisien cita uma fonte próxima da investigação que refere que não há provas de que se trate de um ataque terrorista, embora nesta altura ainda não haja uma informação oficial.

Nunca foi hábito de Obama fazer críticas directas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas desta vez, em discurso na universidade Illinois quebrou as regras, acusando Trump de tentar relações amigáveis com a Rússia comunista.

"Estão a minar as nossas alianças, aproximando-se da Rússia. O que aconteceu com o partido republicano? O princípio central de organização na política externa era a luta contra o comunismo, e agora estão a aproximar-se do ex-chefe da principal organização de serviços secretos da União Soviética."

Obama também não deixou escapar ao polémico artigo publicado pela New York times sob anonimato que fala duma suposta resistência dentro da Casa Branca contra as políticas de Trump, bem como os ataques do actual presidente norte-americano contra a liberdade da imprensa.

"Quando era presidente, ataquei muito a Fox News, mas nunca me ouviram a ameaçar acabar com eles ou chamá-los de inimigos do povo.".

Disse Obama, referindo-se às ameaças de Trump em fechar o The New York Times por recusar-se a revelar o autor do artigo que se supõe ser um republicano. Por sua vez, quando perguntado sobre o que pensava dos pronunciamentos de Obama, Trump respondeu que esteve a tirar uma soneca ao longo de todo discurso.

É o fim daquilo que se chamava governo bicéfalo em Angola. O antigo presidente da Angola, José Eduardo dos Santos, deixou este sábado a liderança do MPLA. Agora, João Lourenço é o presidente tanto da Angola quanto do partido no poder, MPLA. A tomada de posse decorreu no Complexo de Belas no VI Congresso Extraordinário do MPLA, onde Lourenço recebeu 98% de votos sem contestação.

João Lourenço, presidente de 64 anos de idade, reiterou o seu compromisso na luta contra corrupção.

“Nesta cruzada (anti-corrupção), o MPLA deve tomar a liderança, ocupar a trincheira da frente, posicionar-se na vanguarda, mesmo que os primeiros a cair sejam os membros do partido ou os líderes do mesmo”.

Por sua vez, José Eduardo dos Santos, que esteve 39 anos na liderança do partido, diz que sai do cargo de cabeça erguida, mas admite que tenha cometido erros.

“Não há actos humanos sem erros, e eu aceito que tenha cometido alguns”.

De acordo com o País, jornal diário angolano, João Lourenço agora tem todo o poder, e já não tem desculpas para fracassar.

O ex-presidente angolano, José Eduardo dos Santos, que cessou hoje as suas funções como presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) assumiu, no discurso de abertura do sexto congresso extraordinário do MPLA, ter cometido erros durante a sua governação, mas garante que sai de cabeça erguida.

"Não existe, naturalmente, qualquer actividade humana isenta de erros e assumo que também os cometi, pois só deste modo os podemos ultrapassar", disse dos Santos.

José Eduardo assumiu o cargo como Chefe do Estado angolano em 21 de Setembro de 1979, após a morte do então presidente António Agostinho Neto. Dos Santos disse estar pronto para passar a liderança do partido ao próximo presidente.

"Deixo-vos o meu modesto legado, para que continuem a trilhar os caminhos das nossas figuras", afirmou.

 

Em uma decisão histórica, a Suprema Corte da Índia determinou que o sexo gay não é mais uma ofensa criminal, nesta quinta-feira. A decisão anula o julgamento de 2013 que confirmou uma lei da era colonial, conhecida como seção 377, segundo a qual o sexo gay é categorizado como uma "ofensa não natural", escreveu  a BBC News.

O tribunal decidiu que a discriminação com base na orientação sexual é uma violação fundamental dos direitos. Grupos LGBT em cidades de todo o país celebram a decisão como o "início de uma nova era".

Embora a opinião pública nas maiores cidades da Índia tenha sido a favor de desmantelar a lei, a realidade para os membros da comunidade LGBT na Índia rural é diferente. Continua a existir uma forte oposição entre grupos religiosos e comunidades rurais conservadoras. Eles acreditam que ainda vai demorar um pouco até que as atitudes mudem e a comunidade tenha plena aceitação.

Mas as leis quase sempre desempenham um papel importante na mudança de mentalidade e, reconhecendo o direito da comunidade ao amor, a Suprema Corte restaurou a dignidade que lhes foi negada por muito tempo.

Depois de deixar a Presidência da República de Angola no ano passado, José Eduardo dos Santos vai aposentar-se da política este sábado, 8 de Setembro, num congresso em que mais de trezentos delegados vão eleger o único candidato à sucessão de actual presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), João Lourenço, actual vice-presidente do partido e chefe de Estado, escreve a DW.

O fim da carreira política de José Eduardo dos Santos está a ser marcado por várias homenagens promovidas pelas estruturas do seu partido. Entretanto, muitos angolanos não poupam críticas ao ex-Presidente.

Há quem o recorde como o "Arquiteto da Paz", mas muitos apontam a má qualidade no sector do ensino, da saúde e do saneamento básico, bem como o índice de pobreza em que vive a maioria dos angolanos, como a herança de José Eduardo dos Santos.

José Eduardo dos Santos, de 76 anos, assumiu a liderança do MPLA e do país em setembro de 1979, então com 37 anos.

 

Um estudo revelado pelo Fundo das Nações Unidas (UNICEF) sobre “Uma lição diária #PôrFIMàViolência nas escola”, refere que metade dos alunos em idades entre 13 a 15 anos já passaram por uma situação de violência na escola, em todo mundo. O relatório aponta para cerca de 150 milhões de adolescentes que dizem ter passado por situações de violência.

De acordo com o Notícias ao Minuto, o relatório que enumera as várias formas de violência que os alunos enfrentam no interior e no exterior da sala de aula, adianta que cerca de um em cada três adolescentes entre os 13 e os 15 anos sofre ´bullying´ e uma proporção sensivelmente igual está envolvida em confrontos físicos.

A UNICEF indica que no ano passado, foram confirmados 396 ataques contra escolas na República Democrática de Congo, 26 no Sudão do Sul, 67 na Síria e 20 no Iémen.

De acordo com a UNICEF, os estudantes lidam também com outras formas de violência, como ataques sexuais e violência baseada no género.

A diretora executiva da UNICEF, Henrietta H. Fore, considera que "a educação é a chave para a construção de sociedades pacíficas", mas, para milhões de crianças em todo o mundo, a escola não é um lugar seguro".

"Todos os dias, existem alunos que enfrentam vários perigos, entre os quais confrontos físicos, pressão para se juntarem a gangues, 'bullying'. A curto-prazo, isto tem efeitos na sua aprendizagem e, a longo-prazo, pode levar à depressão, à ansiedade e até mesmo ao suicídio. A violência é uma lição que não se esquece e nenhuma criança deveria ter de a experimentar", refere a diretora executiva da UNICEF.

O relatório é lançado no âmbito da campanha global "#PôrFIMàViolência", que tem como objetivo chamar a atenção e incentivar à ação para que seja posto fim à violência nas escolas e imediações e do qual fazem parte várias organizações, entre as quais a UNICEF.

 

O candidato do Partido Social Liberal às presidenciais no Brasil, Jair Bolsonaro, foi esfaqueado na região no tórax durante a campanha que fazia em Juiz de Fora, no Estado de Minas Gerais. O caso aconteceu por volta das 15h40 (20h40 em Moçambique).

Segundo o G1 que cita a Polícia Militar, um suspeito foi preso.

Ainda de acordo com o site brasileiro que cita um dos filhos de Bolsonaro, o ferimento foi superficial e seu pai passa bem.

No momento em que foi esfaqueado, Bolsonaro estava no ombro de apoiantes e enquanto acenava para seus simpatizantes, fou esfaqueado.

 

Uganda é um país da Africa oriental, que fez parte de um estudo publicado na revista médica The Lancet, uma compilação de pesquisas feitas em 168 países, que destaca os perigos para a saúde, a falta de prática de exercícios físicos.

O relatório sobre os níveis de inactividade física em todo o mundo descobriu que Uganda é a nação mais activa do mundo, segundo noticia a BBCNews.

Constatou-se em geral que, apenas 5,5% dos ugandenses não fazem actividade física suficiente – definida como pelo menos 150 minutos de intensidade moderada ou 75 minutos de actividade física de intensidade vigorosa por semana como define a Organização Mundial da Saúde.

É que a maioria da população ugandesa é rural, trabalha de forma activa nas suas farmas e fazendas o que influencia de grande forma para estas estatísticas.  Ao mesmo tempo a pesquisa alerta, as áreas urbana onde as pessoas estão se tornar sedentárias, especialmente quando se tornam mais ricas.

A nação menos activa do mundo é o Kuwait, situado no nordeste da península Arábica na Ásia Ocidental, onde 67% da população não está suficientemente activa, diz o relatório. A Mauritânia, com 41,3% é o país menos activo da África Subsaariana.

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE