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O País – A verdade como notícia

O presidente do Vietname, Tran Dai Quang, morreu esta sexta-feira, aos 61 anos vítima de doença prolongada.
Quang estava doente há muitos meses, mas continuou a desempenhar suas funções oficiais.  De acordo com a agência estatal de notícias VNA, citada pelo Notícias ao Minuto, a natureza exata de sua doença não foi revelada.

Além do cargo de Presidente, foi um dos principais homens-chave do regime, no poderoso Gabinete Político do Partido Comunista do Vietname, verdadeiro centro de poder, que nomeia o presidente.

A morte do presidente não deverá desestabilizar, portanto, o regime comunista, no poder há décadas, que teve tempo de se preparar para sua morte.

Tran Dai Quang, que foi ministro da Segurança Pública, principal pasta do regime autoritário, marcou o seu mandato com a repressão de qualquer voz discordante neste país onde estão detidos dezenas de presos políticos, 'bloggers' e jornalistas.

 

Quinze milhões de dólares destinados para compra de carros para parlamentares  passam para programa de luta contra cólera a mando do governo do Zimbabweano.

Governo do Zimbabwe decidiu usar o dinheiro que era para compra de veículos novos para o novo conselho de ministros e deputados para o combate contra cólera.

De acordo com NewsDay, o ministro de finanças do Zimbabwe, Mthuli Ncube, confirmou estas medidas de austeridade, dizendo que pelo menos 15 milhões de dólares que deviam ser destinados à compra de veículos serão usados para aliviar o surto de cólera que já matou mais de 30 pessoas e infectou pelo menos sete mil.

Ncube recentemente lançou uma iniciativa de apoio monetário para ajudar Zimbabwe a atingir 64 milhões de dólares necessários para combater o surto.

Todavia, o tweet do ministro das finanças que pede contribuição monetária gerou uma série de críticas por parte dos Zimbabwianos, de acordo com News 24.

O governo devia gastar mais de 20 milhões de dólares para comprar novos veículos para 350 parlamentares.

Ncube disse que ainda havia muito para se fazer em termos de criar soluções de curto e longo prazo para combater o surto de cólera.

As últimas actualizações dão conta que o presidente Emmerson Mnangagwa visitou quarta-feira o local que foi o epicentro da cólera.

De acordo com NewZiimbabwe.com, Mnagagwa disse que o governo estava a mobilizar mais recursos para combater o surto de cólera e melhorar o saneamento público.

“O índice de cólera está a decrescer. Estamos a mobilizar fundos para consertar todas as tubulações de Morton Jeffrey (obras de água) para todos os subúrbios aqui em Harare. Temos muitas organizações que incluem o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o MSF (medicamentos Sans Frontiers) do Zimbabwe, que estão a ajudar com tantas necessidades, “ disse Mnangagwa.

O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, diz que com a   chegada de Trump ao poder as relações que tinham sido restabelecidas no mandato de Barack Obama registaram um recuo.

"Queremos diálogo mas tem de ser entre iguais e que nos respeite, e que a nossa independência e soberania não sejam condicionadas porque não aceitamos imposições e não estamos dispostos a fazer concessões", disse Díaz-Canel.

O estadista cubano diz que os Estados Unidos querem impor o neoliberalismo na América Latina.

"Os norte-americanos não querem que Cuba se repita em outros pontos da América Latina" disse o presidente cubano, que acusa Trump de estar a "pressionar os povos" da região através de estratégias políticas e económicas como a "implementação" de "posições que são contrárias à Venezuela", disse Díaz-Canel em entrevista à Telesur, citado pelo Notícias ao Minuto.

 

O tufão Mangkhut que castigou com violência o arquipélago das Filipinas, deixando pelo menos oito mortos e forçando milhares de pessoas a deixar as casas, atinge a costa sul da China.
As autoridades dizem que o tufão produziu rajadas de 160 quilómetros por hora.

A maioria das lojas e serviços públicos está fechada, e mais de 800 vôos foram cancelados no Aeroporto Internacional de Hong Kong – afetando mais de 100.000 passageiros. Tanto em Macau como em Hong Kong os estabelecimentos ficaram sem mantimentos. Os residentes das duas Regiões Administrativas Especiais chinesas já preparavam-se para dias muito complicados.

Mais de 100 pessoas ficaram feridas quando a tempestade atingiu Hong Kong. E há notificacaoes de deslizamento de terra. Mangkhut perdeu o poder quando atingiu a terra, mas é considerada a tempestade mais forte de 2018.

Nem todos prestaram atenção aos avisos, no entanto. "Eu corri esta manhã. Adoro ar fresco e não há ninguém nas ruas, nem carros. Em dias normais, não podemos ver isso", disse Hao Chen, residente de Hong Kong, à BBC news.

O New York Time organiza o Fórum Democracia de Atenas 2018, um evento que terá lugar nos dias 16 e 18 de Setembro com o tema “Democracia em perigo: soluções para um mundo em mudança”. Durante o evento o prefeito de Atenas, Georgios Kaminis, apresentará o “Prémio Democracia da Cidade de Atenas” ao ex-Presidente de Moçambique, Joaquim Alberto Chissano.

Segundo noticiou a Greek News Agenda, o prémio é apresentado anualmente a um indivíduo ou organização, em reconhecimento a realizações reconhecidas globalmente, que demonstram um compromisso duradouro e convincente para o avanço da democracia.

O evento reúne jornalistas seniores, líderes empresariais internacionais, formuladores de políticas e especialistas para debater e discutir o estado actual da democracia com foco em novas soluções.

O fórum é organizado, pelo 4º ano consecutivo, pelo New York Times em cooperação com o Fundo das Nações Unidas para a Democracia (UNDEF), a Cidade de Atenas e o jornal grego Kathimerini, com o objetivo de refletir sobre o estado das democracias liberais e os principais desafios que enfrentam no mundo de hoje.
 

 

O fabricante alemão Volkswagen (VW) anunciou esta sexta-feira, que vai abandonar definitivamente a produção da viatura Carocha no próximo ano, lançando dois últimos modelos para celebrar os 70 anos de uma viatura que marcou a história do setor automóvel, segundo Notícias Ao Minuto.

“A perda do Carocha, depois de três gerações e mais de sete décadas, deverá provocar todo um conjunto de emoções aos fãs do Carocha, disse o presidente executivo da VW da América do Norte, Hinrich Woebcken.

A produção terminará definitivamente em Julho de 2019, na fábrica de Puebla, localizado no México.

 

Um homem matou a tiro cinco pessoas, incluindo a sua mulher, depois suicidou-se em frente a um polícia, esta quarta-feira, no Estado norte-americano da Califórnia, segundo Noticias Ao Minuto.

Segundo as autoridades, ainda são desconhecidas as motivações do crime.

"Não foram tiroteios sem ligação", explicou, Donny Youngblood, um agente do departamento do Xerife do condado de Kern, citado pela Associated Press, acrescentando ainda que houve seis pessoas mortas num curto espaço de tempo.

Primeiro o homem apareceu num negócio local com a mulher, pouco antes das 17h30, onde confrontou outro homem. "O suspeito, matou a pessoa na empresa de camionagem e depois baleou a mulher", a seguir, perseguiu e atirou sobre outra pessoa que apareceu. Posteriormente, seguiu para uma casa onde matou a tiro outras duas pessoas.

Quando saiu da casa fez carjacking a uma mulher e ao filho, que escaparam ilesos, quando o homem fugiu no carro. Durante a fuga foi visto por um agente da polícia e, ao aperceber-se, parou o carro num parque de estacionamento. Confrontado pelo polícia acabou por virar a arma para si próprio e disparar.

Há pelo menos 30 testemunhas que assistiram aos tiroteios que estão a ser interrogadas pelas autoridades como parte da investigação em curso. 

A identidade do homem ainda não é conhecida, muito menos a relação que teria com as vítimas, à exceção da mulher.

 

Mundo despede-se de Kofi Annan

Gana prestou último adeus ao antigo secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, num funeral estatal atendido por líderes africanos e a comunidade internacional que enfatizaram a sua luta pela paz mundial e humanismo.

Annan, laureado com Prémio Nobel da Paz em 2001, morreu num hospital suíço no mês passado aos 80 anos de idade. Os restos mortais foram, esta segunda-feira, transladados para Acra, capital do Gana, sua terra natal, onde é visto como um herói nacional.

Cerca de seis mil pessoas lotaram o auditório para o culto oficial de quinta-feira – o clímax de uma cerimónia fúnebre de vários dias, que viu seu caixão coberto com as cores nacionais do Gana, exibido para o público.

O actual secretário-geral da ONU, António Guterres, estava entre os dignitários presentes ao lado de ex-presidentes do Gana, líderes da Costa do Marfim, Libéria, Namíbia e Níger, e o príncipe herdeiro da Noruega. Moçambique esteve representado pelo antigo chefe de Estado, Joaquim Chissano.

Em discurso de homenagem, Guterres elogiou Annan, quem serviu como secretário-geral da ONU entre 1997 e 2006, como um líder excelente que nutre profunda fé no papel das Nações Unidas como uma força do bem.

“Numa altura em que enfrentamos tempos difíceis e turbulentos, permitam-nos inspirarmo-nos pelo legado de Kofi Annan,” disse Guterres.

“O nosso mundo precisa disso mais do que nunca”, acrescentou.  A cerimónia foi projectada em telas do lado de fora do auditório para as multidões que não podiam entrar no local. Muitas pessoas da capital estavam trajados de preto como sinal de respeito. Na quarta-feira, a família de Annan e os dignitários do Gana estavam entre as centenas para arquivar seu caixão em meio a ritos tradicionais de chefes locais e líderes de clãs.

Foi a 11 de Setembro de 2001, que o grupo Al-Qaeda coordenou um ataque suicida às torres gémeas da World Trade Center, em Nova Iorque. O ataque foi protagonizado por Osama Bin Laden, contra alvos civis.

Dezenove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros e fizeram colidir dois deles nas torres gémeas que vieram a desabar duas horas após os impactos, matando cerca de três mil pessoas de 80 nacionalidades diferentes.

O clima de insegurança instalou-se nos EUA e no mundo. Começou a ocupação de países que alegadamente acolhiam grupos terroristas. Os EUA invadiram o Afeganistão em 2001 e o Iraque em 2003.

Quase duas décadas após a tragédia, os avanços tecnológicos e científicos de extração e análise de DNA são cada vez mais uma esperança para os familiares das vítimas que nunca chegaram a ser identificadas. faltam ainda cerca de 1.100 vítimas por identificar.

 

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