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O País – A verdade como notícia

O Presidente da República, Filipe Nyusi, reuniu-se, esta segunda-feira, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América (EUA), com o Secretário-geral das Nações Unidas (SG), António Guterres.

O encontro realiza-se a margem da 73ª sessão da assembleia geral das Nações Unidas.

Depois do encontro, o Presidente da República disse que o Secretário-geral das Nações Unidas manifestou-se optimista quanto aos resultados do processo de pacificação e reconciliação nacional no país.

Na reunião, António Guterres desejou que o processo continue desta forma, que haja credibilidade de ambas partes, mais confiança entre os moçambicanos, que os momentos não sejam cíclicos, que as coisas têm que fluir para frente e não voltar para trás.

A Rádio Moçambique diz que esta terça-feira, o Presidente da República, Filipe Nyusi vai discursar no plenário da assembleia geral das Nações Unidas.

A sessão está subordinada ao tema “Tornar as Nações Unidas Relevantes para Todas as Pessoas: Liderança Global e Responsabilidades Partilhadas para Sociedades Pacíficas, Equitativas e Sustentáveis”.

 

Os incêndios que atingiram a Grécia nas últimas horas fizeram pelo menos 50 mortos e mais de 100 feridos. Trata-se da pior ocorrência de fogos em mais de uma década, o estado de emergência já foi declarado.

Os incêndios são causados pela vaga de calor que se faz sentir, o pior caso dos incêndios é na região de Mati, popular entre os turistas locais, sobretudo reformados e crianças em acampamentos de férias, noticia o Expresso.

Segundo a Cruz Vermelha, 26 corpos foram encontrados, juntando-se à anterior contagem de 24 mortos. Muitas pessoas ficaram encurraladas pelas chamas enquanto tentavam fugir.

 

Os Estados Unidos da América (EUA) negaram qualquer ligação ao atentado de sábado, em Ahvaz, no Irão, a uma parada militar da Guarda Revolucionária, que provocou a morte de 25 pessoas, entre oficiais e civis, noticia Euronews.

Esta posição foi apresentada pela embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, que repudiou a acusação lançada pelo presidente iraniano, Hassan Rouhani, aconselhando-o para "olhar-se ao espelho" pela "opressão" a que submeteu o povo do seu próprio país.

"Foi a América que instigou este crime e que proporcionou aos atacantes os meios para levar a cabo estas agressões. Todos os envolvidos serão presos e castigados", afirmara este domingo Rouhani, estendendo ainda a responsabilidade aos aliados dos americanos no Golfo Pérsico.

 

José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos, foi preso preventivamente esta segunda-feira. A notícia foi confirmada pela defesa de José Filomeno dos Santos, citada pelo Observador.

Na última sexta-feira, José Filomeno dos Santos foi acusado pelo Ministério Público angolano dos crimes de associação criminosa, falsificação, tráfico de influências, burla, peculato e branqueamento de capitais. As acusações dizem respeito à presidência de José Filomeno dos Santos, também conhecido por “Zenú”, do Fundo Soberano de Angola (FSA).

José Filomeno dos Santos presidiu ao Fundo Soberano de Angola entre o ano da sua criação, em 2012, e janeiro de 2018, quando foi demitido do cargo pelo actual presidente, João Lourenço.

Ainda de acordo com o Observador que cita a mesma fonte da defesa do filho do ex-Presidente angolano, Jean-Claude Bastos Morais, empresário suíço-angolano, foi também detido.

 

 

A União Europeia (UE) quer cooperar com o continente africano no combate às migrações para o seu continente.

 O entanto, a UE continua dividida quanto à política de asilo e migração, facto evidenciado pela falta de progresso no tema da repartição de refugiados e migrantes durante a reunião informal de líderes na Áustria. O plano para o reforço das fronteiras também não é consensual, mas há convergência sobre o diálogo com África.

A título de exemplo, o chanceler da Áustria, Estado-membro que preside à União Europeia no segundo semestre do ano, defendeu a necessidade de os países do norte da África serem parceiros importantes para travar a ida de barcos para Europa e para reenviar migrantes para os países de trânsito e de origem.

Desta forma, União Europeia vê no Egipto um dos países ideais para iniciar este tipo de cooperação entre os dois continentes.

Para dar um início a esta cooperação entre os dois continentes, o chanceler da Áustria já manteve um encontro com o presidente egípcio e assegurou que o mesmo foi produtivo pelo que vai estender o mesmo diálogo a outros países africanos.

Ainda neste domingo, Donald Tusk vai reunir-se com o presidente egípcio, em Nova Iorque, antes da Assembleia-Geral da ONU, e deverá ter encontros com outros líderes africanos nas próximas semanas.

Em Julho, os líderes da União Europeia chegaram a um acordo sobre a possibilidade de criação de centros de desembarque em países terceiros, nomeadamente no norte de África, mas nenhum país dessa região se mostrou disponível para acolher esse tipo de infra-estrutura.

 A Conferência Internacional Oceans Meeting 2018 juntou em lisboa representantes de 72 países e oito organizações ligadas aos portos e navegação, para discutir a importância da economia azul global, que abrange todas as atividades que fazem uso dos recursos oceânicos, da pesca, à economia circular, ao transporte, à energia renovável e à biotecnologia – pois espera-se que cresça duas vezes mais.

Segundo a Euronews, as delegações ministeriais, organizações internacionais e a Comissão Europeia comprometeram-se a começar a praticar a chamada economia azul, reduzindo desperdício e deixando de poluir os mares. Inclui adoptar práticas como ir à procura de novos combustíveis, reduzir as emissões poluentes dos navios, cujo combustível contêm enxofre, reduzir o lixo marinho e ter portos virados para a ciência e defesa de oceanos.

Os compromissos da declaração assentam em três eixos principais: a economia circular azul, a "navegação verde" com redução das emissões poluentes e lixo marinho e os portos como centros de empresas inovadoras e organismos de investigação científica.

Dos portos, espera-se que dinamizem "comportamentos novos" nas indústrias assentes na navegação, disse Ana Paula Vitorino, a ministra do Mar de Portugal citada pela Euronews.

 

A empresária angolana, filha do antigo presidente daquele país, Isabel dos Santos contestou em tribunal a anulação do contrato de construção do novo porto na Barra do Dande, no valor de 1.500 milhões de dólares, noticia jornal Expresso.

Tudo começa quando a 29 de Junho deste ano, João Lourenço, actual Presidente daquele país revoga o decreto assinado a 20 de Setembro de 2017 por Eduardo dos Santos, que aprovava o projecto do porto da Barra do Dande, construção adjudicada já depois das eleições gerais de Agosto do ano transacto,

Na altura, João Lourenço justificou que tomou esta medida "por não se ter cumprido com os preceitos legais estabelecidos na Lei n.º 9/16, de 16 de junho, dos Contratos Públicos".

Daí, segundo o Expresso, que cita um antigo colaborador do ex-presidente angolano, José Eduardo dos Santos, a empresária viu-se lesada nos seus interesses, pelo que "era previsível que não ficasse de braços cruzados", disse.

Nesse sentido, é adiantado que Isabel dos Santos, cuja concessão fora-lhe atribuída na altura em que Eduardo dos Santos era chefe de Estado de Angola, instaurou uma acção cível contra João Lourenço, actual presidente do país.

 

Um atentado num desfile militar no Irão fez vários mortos, segundo confirmou a agência noticiosa iraniana Irna, citada pela Euronews. Sabe-se que entre as vítimas mortais estão civis e militares e há ainda cerca de vinte feridos. Os autores do atentado, que serão quatro ou cinco, foram abatidos pelas autoridades.

O ataque aconteceu na cidade de Ahvaz, no sudoeste do país. Os homens terão disparado contra uma bancada onde se encontravam vários responsáveis políticos a assistir ao desfile, que celebrava o aniversário do início da guerra com o Iraque, que durou de 1980 a 1988.

Os primeiros relatos descrevem os atacantes como 'Takfiri', um termo previamente usado para descrever o grupo extremista do Estado Islâmico.

 

O número de pessoas que morreram no naufrágio de um navio de passageiros no lago Vitória, na Tanzânia, subiu para 170, de acordo com os meios de comunicação locais. Entretanto, os resgates começaram na manhã deste sábado, onde já foram encontrados mais de 24 corpos.

Foi na tarde da última quinta-feira que um ferry-boate capotou, afundado mais de 300 passageiros no lago Vitória na Tanzânia. Até a altura da ocorrência, 130 pessoas eram tidas como mortas.

Depois de iniciadas as buscas no lago, o número de mortos subiu para 170 e já foram encontrados mais de 24 corpos.

O Presidente da Tanzânia, John Magufuli, já enviou condolências às famílias das vítimas mortais e desejou uma rápida recuperação aos passageiros que se encontram hospitalizados.

O ferry-boate pertence à Agência de Serviços Eletrónicos e Eletromecânicos da Tanzânia e naufragou enquanto fazia a ligação entre a península de Ukerewe e a ilha de Ukora, na zona sul do lago Vitória, o maior do continente africano.

 

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