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O País – A verdade como notícia

Dias depois da detenção preventiva do ex-presidente do Fundo Soberano de Angola e filho do ex-Presidente de Angola, José Filomeno dos Santos, as autoridades angolanas detiveram, esta sexta-feira, o presidente da Fundação Eduardo dos Santos, Ismael Diogo, depois de não ter comparecido nos serviços de investigação criminal angolanos, avançou o jornal Expresso.

Em causa está a apropriação indevida de 20 milhões de dólares dos cofres do Conselho Nacional de Carregadores, gerido pelo antigo ministro dos transportes, Augusto Tomás, que, na semana passada, foi detido por alegada má gestão e desvio de fundos.

“A PGR vem por este meio levar ao conhecimento público que, na sequência do processo-crime n.º 23/18, que corre termos na Direção de Investigação e Ação Penal, referente à investigação de fraudes financeiras no Conselho Nacional de Carregadores, foi constituído arguido o cidadão Ismael Diogo da Silva", lê-se no documento da procuradoria angolana.

Segundo o porta-voz do Serviço Penitenciário Angolano, Ismael Diogo foi detido depois de se recusar a responder a várias notificações da justiça, relacionadas com uma acusação sobre o recebimento indevido de milhares de dólares provenientes do Conselho Nacional de Carregadores.

Neste mesmo caso, está igualmente detido, há uma semana, o antigo ministro dos Transportes de Angola, Augusto Tomás, e vários administradores do Conselho Nacional de Carregadores, órgão afecto ao Ministério dos Transportes, acusados de má gestão e desvio de fundos.

O Presidente da Fundação Eduardo dos Santos está agora preso no mesmo local onde José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, está em prisão preventiva, desde a semana passada.

Presidente do Sudão do Sul manda libertar prisioneiros de guerraO presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir ordenou a libertação de todos os prisioneiros de guerra e detentos políticos. A medida é parte de um acordo de paz assinado no mês passado com o líder rebelde Riek Machar.

A decisão presidencial está em consonância com o artigo 6º do Capítulo II (Acordo de Cessar Permanente e Arranjos de Segurança Transitória) da seção I dedicado ao cessar-fogo permanente.

Vários combatentes e partidários de Machar estão detidos, juntamente com activistas e outros críticos do governo de Kiir. Muitos deles, presos em instalações militares da capital, Juba.

Segundo a BBC, Riek Machar deverá retornar ao governo como um dos cinco vice-presidentes. A libertação de prisioneiros de guerra é um dos passos mais aguardados pelos grupos de oposição, considerando esta uma medida concreta para tranquilizar os combatentes.

O objectivo do acordo de paz é acabar com mais de cinco anos de guerra civil no Sudão do Sul, que se tornou independente em 2011.

Kiir ressaltou a necessidade de observar plenamente o estado de direito e de não cometer ataques contra civis no país. Disse ainda que os tribunais militares seriam criados para punir os criminosos de qualquer agressão contra civis.

"Estou ansioso para estar com ele para o nosso segundo encontro, que será realizado brevemente", disse Donald Trump, citado pela RTP Notícias.

Reagiu assim o Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, esta quarta-feira, depois de ter recebido mais uma carta extraordinária do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, mostrando-se otimista em relação às negociações em curso.

O chefe de Estado norte-americano já tinha deixado elogios a outras cartas que recebeu do Pyongyang.

Donald Trump afirmou anteriormente que planeia um segundo encontro com o líder da Coreia do Norte, "num futuro não muito distante", ainda que o local onde vai decorrer esteja por determinar, mas que "provavelmente não será o mesmo".

Em junho realizou-se em Singapura um encontro histórico entre Donald Trump e Kim Jong-un, tendo ficado acordado que iriam trabalhar para a desnuclearização da Coreia do Norte, mas acabaram por surgir divergências na forma de avançar com este processo.

 

Em uma tentativa de aumentar o turismo, o Departamento de Assuntos Internos relaxou as regras de viagem para estrangeiros que visitam a África do Sul com menores de idade.

O ministro dos Assuntos Internos, Malusi Gigaba, anunciou na terça-feira que a documentação que comprova o consentimento dos pais para um menor viajar não é mais uma exigência. No entanto, é altamente recomendável que os viajantes tenham essa documentação, disse, citado pelo 24 News.

"Nossos funcionários de imigração só insistirão na documentação por exceção, em situações de alto risco, e não para todos os viajantes, de acordo com a prática de vários outros países", disse Gigaba.

Gigaba acrescentou que, em vez de ser negada a entrada onde a documentação está ausente, os viajantes terão a oportunidade de provar o consentimento dos pais.
Gigaba disse que essas mudanças seriam implementadas antes da época festiva.

Os sul-africanos, no entanto, ainda serão obrigados a comprovar o consentimento dos pais e ter uma certidão de nascimento completa se quiserem viajar para o exterior com seus filhos menores.

O ministro também anunciou um passaporte para menores que eventualmente verão o fim das certidões de nascimento integrais, já que o documento terá os detalhes de contacto de ambos os pais.

Essas alterações seguem o anúncio do presidente Cyril Ramaphosa, na sexta-feira, sobre mudanças no regime de vistos como parte do plano de estímulo econômico e recuperação.

Um livro divulgado recentemente nos Estados Unidos da América (EUA) sobre administração de Donald Trump, Presidente daquele país, diz que o Hezbollah, uma organização paramilitar e considerada terrorista pelo ocidente, com base no líbano, está envolvido no tráfico de marfim em Moçambique.

De acordo com a obra “Fear”, escrita pelo escritor e jornalista norte-americano do Washington Post, Bob Woodward, citada recentemente pela VOA, “entre 30 a 50 agentes do movimento libanês Hezbollah operam em Moçambique onde estão envolvidos no tráfico de pontas de marfim”.

Segundo o livro, a presença de elementos do movimento libanês Hezzbollah em Moçambique foi discutida ao mais alto nível na Casa Branca

De acordo com a VOA, o livro abalou a cena política em Washington quando foi recentemente publicado, pelas alegações que faz de caos e lutas internas na administração do Presidente Donald Trump.

Mas o livro dá também detalhes sobre discussões envolvendo questões internacionais como a crescente força militar e as suas actividades, não só no Médio Oriente mas em redor do mundo.

“Derek Harvey que foi conselheiro para o Médio Oriente do Presidente Donald Trump até Julho de 2017 teve um encontro na Casa Branca com Jared Kushner, conselheiro (e genro) do Presidente Trump a quem apresentou dados dos serviços de espionagem americanos sobre o Hezbollah que Harvey considerava “a preocupação número um no Médio Oriente”, revela a VOA.

As informações revelam que o Hezbollah possuía “48.000 militares a tempo inteiro no Líbano onde constituem uma ameaça existencial a Israel” e ainda “8.000 forças expedicionárias na Síria, Iémen e unidades de comandos através da região”.

“Para além disso possuem 30 a 50 homens na Colômbia, Venezuela, África do Sul, Moçambique e Quénia”, diz o livro que acrescenta que o Irão tem estado “a pagar as contas do Hezbollah que ascendem a milhões de dólares por ano”.

“Isso não inclui o dinheiro que o Hezbollah obtém através da lavagem de dinheiro, tráfico de seres humanos, negócios de cocaína e ópio e a venda de pontas de marfim de Moçambique”, diz o livro que não adianta outros pormenores.

Rota Shuidong

Uma investigação divulgada ano passado pele Agência de Investigação Ambiental (EIA), baseada na Inglaterra, revelou que um grupo de cidadãos chineses, oriundos da cidade de Shuidong, dominam o tráfico ilegal de marfim do nosso continente para a Ásia e têm preferência pelo porto da capital de Cabo Delgado.

“Francamente, é mais fácil fazer este negócio em Moçambique, é mais fácil de operar. Na Tanzânia, nem pense nisso. Podemos mover qualquer coisa através da Pemba. Todos estão comprados”, confessou um dos traficantes aos investigadores da EIA.

A resultou de cerca de três anos de trabalho envolvendo agentes infiltrados desta EIA, e conseguiu apurar que 80% do tráfico de marfim que entra na China é controlado por mais de uma dezena de sindicatos do crime muito bem organizado que estabeleceu-se em África desde os ano 90.

A investigação revela que a “localização geográfica da cidade de Shuidong justifica o seu papel como o centro do tráfico de marfim. Está próxima a este do mais movimento porto do mundo, Hong Kong, que é também uma das rotas preferenciais dos grandes carregamentos de marfim. A da cidade situa-se a província de Guangxi, que faz uma fronteira porosa com o Norte do Vietnam onde está localizado o porto Hai Phong, outro local de trânsito muito usado pelos traficantes.

 

 

Governo americano aplica novas sanções contra pessoas próximas ao Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

As sansoes abrangem a primeira-dama, Cilia Flores, e a vice-presidente, Delcy Rodríguez.

Segundo o Departamento do Tesouro parte das ações inclui o congelamento de um jato particular, avaliado em 20 milhões de dólares, cujo dono é acusado de ligação com o presidente da Assembleia Nacional Constituinte e braço direito de Maduro, Diosdado Cabello.

“O presidente Maduro confia em seu círculo próximo para manter seu controle do poder à medida que seu regime sistematicamente saqueia a riqueza da Venezuela. Continuamos sancionando seus parceiros mais leais, que permitem que Maduro reforce seu controle sobre os militares e o governo enquanto o povo sofre”, afirmou em comunicado o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin.

Também são alvos das sanções o ministro do Poder Popular para Comunicação e Informação, Jorge Rodríguez, e o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López.

O Tesouro americano ressaltou que as medidas punitivas “não são permanentes” e que têm como objetivo mudar o comportamento da Venezuela.

 

João Lourenço tomou posse como Presidente de Angola a 26 de Setembro de 2017. Quando assumiu funções, o terceiro chefe de Estado angolano assumiu o compromisso de "tratar" dos "problemas da nação" ao longo do mandato de cinco anos com uma "governação inclusiva".

"Neste novo ciclo político, legitimado nas urnas, a Constituição será a nossa bússola de orientação e as leis o nosso critério de decisão", apontou na altura João Lourenço, citado pela DW, falando pela primeira vez como novo Presidente de Angola.

Desde então, a administração de João Lourenço tem vindo a surpreender angolanos com discursos e algumas acções como as exonerações de vários gestores públicos, onde foram alvos figuras como a empresária Isabel dos Santos e José Filomeno dos Santos (que está em prisão preventiva por envolvimento numa transferência ilícita de 500 milhões de dólares e má gestão no Fundo Soberano de Angola), filhos do ex-Presidente José Eduardo dos Santos.

Em apenas um ano de governação o Presidente angolano afastou pelo menos 230 governantes, administradores de empresas públicas e altas chefias militares – e o povo passou a chamar-lhe "exonerador implacável".

Pelo menos sete pessoas morreram e cinco estão desaparecidas na sequência de uma enxurrada que atingiu as ruas da cidade de Periban, no México.

O anterior balanço apontava para cinco mortos em Periban, localizado na parte ocidental do estado mexicano de Michoacán.

As autoridades adiantaram que das cinco pessoas desaparecidas, encontram-se dois adultos e três crianças.

As chuvas fortes originaram que as águas do rio Cutio subissem, tendo ocorrido uma enxurrada na cidade de Periban, onde cerca de 40 casas, ao longo das margens do rio, foram destruídas.

A Organização das Nações Unidas (ONU) inaugurou esta segunda-feira, em Nova Iorque, nos Estados Unidos de America (EUA), em sua sede, a estátua de Nelson Mandela, noticia Rádio Moçambique.

A cerimónia contou com a presença da viúva de Nelson Mandela, Graça Machel, chefe das Nações Unidas, António Guterres, que na ocasião disse que Mandela é “um dos grandes líderes da humanidade”.

Graça Machel disse na ocasião que a vida e obra de Nelson Mandela reflectem os objectivos da criação da ONU, baseados na paz e bem-estar das nações. No seu discurso, a viúva de Nelson Mandela desafiou os líderes mundiais a colocarem seus egos e política partidária de lado, para honrar o seu legado e acabar com a "violência sem sentido" que assola o mundo.

 

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