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O País – A verdade como notícia

Pouco depois de decolar da capital, Jacarta, na Indonésia, um vôo da companhia aérea “low cost da Indonésia”, a Lion Air, caiu no mar com 188 pessoas a bordo.

O recém-lançado Boeing 737 MAX 8, fez seu primeiro voo em Julho, de acordo com a página airfleets, citada pelo MSN notícias. O voo estava indo para Pangkal Pinang, uma cidade localizada a uma hora ao norte da megalópole indonésia, 13 minutos depois da decolagem a torre perdeu toda comunicação com os pilotos.

"É verdade que perdemos o contato com o voo Lion Air JT 610. Transmitimos a informação às equipes de resgate", declarou um porta-voz de AirNav Indonésia em um comunicado.

O director da agência nacional de emergência, Muhammad Syaugi, confirmou o acidente.

Os serviços de resgate da Indonésia encontraram os primeiros cadáveres entre os destroços do avião da Lion Air. De acordo com o chefe das operações de resgate, Agus Hariono, os restos mortais foram encontrados a oito quilómetros a Este da península de Tanjung Karawang, local onde o avião desapareceu dos radares do aeroporto de Jacarta.

O Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) de Angola expulsou 2.411 cidadãos de diversas nacionalidades e deteve outros 618 por permanência e auxílio à imigração ilegal. A informação foi avançada pelo oficial de comunicação do SME , Orlando Muhongo, escreve a Euronews citando a Agência Lusa.

Num balanço das actividades desenvolvidas pelo SME no decurso da última semana, o oficial de informação disse igualmente que foram impedidos de entrar no país, e consequentemente reembarcados, 1.681 cidadãos de diversas nacionalidades.

"Desse total, 1.678 foram reembarcados por falta de documentos de viagem, um por falta de visto de entrada, um por pender sobre si uma interdição de entrada e um por visto que não consta dos sistemas", explicou Muhongo.

Orlando Muhongo salientou também que foram impedidos de sair de Angola 16 cidadãos nacionais, sendo 11 por falta de meios de subsistência, um por mau estado de conservação do passaporte e dois por caducidade de termo de responsabilidade dos progenitores.

Dois outros foram autuados por tentarem embarcar com valores monetários acima do estipulado legalmente e um por pender sobre si interdição de saída por "burla e defraudação".

Na segunda volta das eleições Presidenciais 147 milhões de brasileiros vão às urnas para escolher 14 governadores regionais e o novo Presidente, numa disputa de dois candidatos, neste Domingo.

Jair Bolsonaro candidato da estrema direita tem uma ampla vantagem sobre o candidato da esquerda Ferando Haddad. A BBC News cita a Pesquisa da Datafolha em que mostra Bolsonaro com 55% e Haddad com 45% na véspera das eleições.

A linha que separa os dois candidatos está ligada a questões de violência que o Brasil tem vivido, enquanto Bolsonaro promete preencher o seu gabinete com generais e o porte livre das armas, Haddad diz que vai melhorar o controlo de armas e garantir que o movimento de armas seja melhor rastreado.

Embora os brasileiros estejam preocupados com a violência crescente, e haja uma grande crítica pública em relação aos discursos ”belicistas” do candidato da extrema-direita, na sua maioria acredita que a estratégia de Bolsonaro possa funcionar.

Segundo a BBC News, para muitos brasileiros, combater a violência é a prioridade número um e Bolsonaro colocou o combate ao crime no centro da sua campanha.

No ano passado, houve um recorde de 63.880 assassinatos no Brasil, e os cidadãos brasileiros dizem que a violência saiu do controle.

No atual cenário ganham importância os eleitores que ainda não decidiram seu candidato ou pretendem anular o voto – 14% dos votantes, que podem reverter a situação, caso votem em Haddad, que acredita no controlo das armas de forma estratégica.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra-se preocupada com a poluição do ar que causa cerca de sete milhões de mortes por ano, o que corresponde a até 1/3 das mortes por acidente vascular cerebral, câncer de pulmão e doenças cardíacas.

Entretanto, a OMS entre os dias 30 de Outubro a 1 de Novembro de 2018 organiza na sua sede, em Genebra, em colaboração com a ONU e várias organizações ligadas ao meio ambiente e clima, a primeira Conferência Global sobre Poluição do Ar e Saúde.

A Conferência responde a um mandato da Assembleia Mundial da Saúde para combater uma das causas mais significativas de mortalidade prematura do mundo, a poluição do ar. E tem o objectivo de apresentar evidências, identificar lacunas e soluções, que serão direcionados a profissionais e outros representantes técnicos e políticos do setor de saúde e outros sectores relevantes.

Segundo o site da OMS, a poluição do ar doméstico é um dos principais causadores de morte nos lares rurais e urbanos pobres. E considera que existem estratégias acessíveis e conscientes para reduzir as principais emissões poluentes dos setores de transporte, energia, agricultura, resíduos e habitação.

Serão discutidas também, na conferência estratégias e soluções a serem adoptadas por países e cidades para melhorar a qualidade do ar a nível urbano e familiar, como colaborações intersectoriais entre os setores de saúde, meio ambiente e desenvolvimento para reduzir a poluição do ar e mitigar as mudanças climáticas; criação de parcerias e advocacia com países e cidades, parceiros da ONU, agências de desenvolvimento, pesquisa, universidade e sociedade civil.

 

Um ataque com arma de fogo, na sinagoga Árvore da Vida, nos EUA, fez onze mortos. O ataque aconteceu enquanto realizava-se um serviço religioso.

O suspeito do ataque, identificado como Robert Bowers, de 46 anos, foi levado sob custódia após ser ferido quando forças especiais da polícia entraram no edifício.

De acordo com a Euronews, alguns meios de comunicação social indicam que Bowers gritou "todos os judeus devem morrer", enquanto disparava sobre as pessoas presentes na sinagoga.

Ninguém ficou indiferente ao ataque a tiro na sinagoga. Donald Trump foi um dos primeiros a reagir.

"Este acto perverso de assassinato em massa é pura maldade, difícil de acreditar e francamente inimaginável. A nossa nação e o mundo estão chocados e foram tomados pela dor", disse Trump.

Já o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, manifestou-se profundamente chocado com o que considerou uma lembrança dolorosa do contínuo antissemitismo, escreve o Notícias ao Minuto citando um comunicado.

"O tiroteio de Pittsburgh é uma dolorosa lembrança do contínuo antissemitismo. Judeus em todo o mundo continuam a ser atacados por nenhuma outra razão que não a sua identidade. Antissemitismo é uma ameaça aos valores democráticos e à paz e não deve ter lugar no século XXI", é referido no comunicado.

A China e a Rússia têm um telemóvel particular do Presidente dos Estados Unidos de América (EUA), Donald Trump, sob escuta.

A informação foi avançada esta quinta-feira, pelo Noticias ao Minuto, que cita altos funcionários da administração norte-americana.

Os Serviços de Inteligência dos EUA e assessores do Presidente, segundo o New York Times, um jornal de referência naquele país, Trump continua a utilizar o telemóvel e recusa-se de entregar, apesar dos avisos.

Segundo a Inteligência dos EUA, citado pelo Noticias ao Minuto, a China pretende usar o que aprende com as conversas pessoais de Trump, como o Presidente pensa, que argumentos defende e quem o ouve, para ganhar vantagens nas disputas comerciais com os Estados Unidos.

"Quando o presidente Trump liga a velhos amigos num dos seus iPhones para falar (…) os espiões chineses estão sempre a ouvir", pode ler-se na notícia do jornal norte-americano e no website do Notícias ao Minuto.

"Os assessores de Trump já o alertaram repetidas vezes de que suas chamadas não são seguras e disseram-lhe que espiões russos também costumam espionar as chamadas", apontou a mesma publicação.

 

Os Estados Unidos da América (EUA) anunciaram esta quarta-feira, que vão revogar os vistos dos agentes sauditas que, alegadamente, estão envolvidos na morte do jornalista Jamal Khashoggi, de forma a impedir que entrem naquele país.

A informação é divulgada pelo Notícias ao Minuto, citando o diplomata norte-americano, Mike Pompeo, que em conferência de imprensa, em Washington, nos EUA, disse “Estamos a tomar as medidas apropriadas, o que inclui a revogação dos vistos”.

Mike Pompeo explicou que isso significa que os suspeitos sauditas, cujo número não é especificado, deixarão de poder entrar nos Estados Unidos, passando a constar na lista de não admitidos.

"Estas sanções não serão as últimas por parte dos Estados Unidos neste caso", garantiu Mike Pompeo, indicando que o país está a equacionar "medidas adicionais para responsabilizar os responsáveis".

Com estas medidas, segundo Pompeo pretende-se "deixar muito claro que os Estados Unidos não vão tolerar este tipo de actos para silenciar jornalistas".

Mike Pompeo precisou que os sauditas abrangidos pelas medidas punitivas agora anunciadas pertenciam aos "serviços de inteligência, ao círculo real, ao Ministério das Relações Exteriores e a outros ministérios sauditas".

Jamal Khashoggi, um colaborador do jornal norte-americano The Washington Post e um reconhecido crítico do homem forte do regime saudita, o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, foi assassinado em 02 de outubro dentro do consulado saudita em Istambul, Turquia, onde se dirigiu para obter documentação para casar com a noiva, uma cidadã turca.

 

Os serviços secretos norte-americanos interceptaram dois engenhos explosivos enviados por correio ao ex-presidente dos EUA, Barack Obama e à antiga Secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton. A notícia é avançada pela Euronews que acrescenta que os pacotes suspeitos foram identificados durante uma inspecção de rotina e os destinatários nunca estiveram em perigo.

Os aparelhos eram semelhantes aos encontrados na segunda-feira na casa do bilionário George Soros. O ponto em comum entre os três alvos é o Partido Democrata, Obama e Clinton são os dois nomes fortes no partido em termos políticos enquanto o bilionário e filantropo é um dos seus principais financiadores.

Apesar de terem circulado rumores de que a Casa Branca tinha sido também um dos alvos, e Euronews refere que a informação foi prontamente desmentida. E diz que o certo é que a descoberta dos engenhos explosivos torna ainda mais escaldante o duelo entre Democratas e Republicanos para as eleições de 6 de Novembro, e onde o partido de Donald Trump corre o risco de perder a maioria no Congresso.

O ambiente de "guerrilha política" deixou os Estados Unidos em alerta máximo e o edifício da Time Warner, em Nova Iorque, também foi evacuado esta quarta-feira devido à existência de um pacote suspeito entre a correspondência.

A polícia nova-iorquina acredita tratar-se igualmente de um engenho explosivo mas crê ter a situação sob controlo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou todos os atentados numa publicação na sua conta no Twitter.

“Condenamos a tentativa de ataques contra o antigo presidente Obama, os Clintons, a CNN outros. Estas acções cobardes são desprezíveis e não têm lugar neste país. Grato pela resposta rápida dos Serviços Secretos e da FBI. Os responsáveis serão levados à justiça”.

 

O Presidente norte-americano, Donald Trump, quer tirar os Estados Unidos do acordo nuclear com a Rússia, essa medida poderá fazer com que os EUA e a Rússia voltem aos tempos da guerra fria.

A administração Trump alega violações por parte da Rússia para este abandono do tratado. O Conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, anunciou no Twitter que vai a Moscovo para reuniões com as autoridades russas, incluindo com o chefe da diplomacia Serguei Lavrov, escreve o Euronews.

Para o analista Dmitry Oreshkin, o facto de esta ser uma nova geração de políticos faz com que o cenário seja ainda pior: "Estamos a mergulhar, de novo, na situação da guerra fria, como no fim da União Soviética, com consequências semelhantes. Mas agora pode ser pior, porque Putin pertence a uma geração que não viveu a guerra. São pessoas que não têm tanto medo da guerra como tinham as da geração de Brejnev. Acreditam que conseguem amedrontar o Ocidente se usarem as técnicas adequadas".

O acordo que Trump quer agora denunciar foi assinado em 1987, em Washington, pelo presidente americano da altura, Ronald Reagan e pelo líder da então União Soviética Mikhail Gorbachev. O tratado resistiu ao fim da URSS e a várias transformações políticas, mas pode não sobreviver a Trump e Putin.

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