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O País – A verdade como notícia

Começou nesta segunda-feira o julgamento do traficante mexicano mais temido e poderoso do mundo, Joaquín Guzmán “El Chapo” Loera, conhecido como “El Chapo”, que significa “o baixinho” em português.

Sob custódia policial desde 2016, na Prisão de Alta Segurança do Sul de Manhattan, El Chapo está a ser julgado no Tribunal Federal de Brooklyn, em Nova Iorque. Há pelo menos 16 testemunhas contra ele, na sua maioria antigos  rivais que colaboraram com as autoridades americanas.

Quem é El Chapo?

Joaquín Guzmán “El Chapo” Loera é um cidadão mexicano que nasceu há 61 anos, teve uma infância pobre e começou a vender drogas aos 15 anos. Em 1989 fundou o Cartel de Sinaloa, tornou-se o maior traficante de drogas do mundo, chegou a entrar na lista dos bilionários da Revista Forbes.

É acusado de traficar 155 toneladas de cocaína para os Estados Unidos, e quantidades não especificadas de canábis sativa, heroína e drogas sintéticas ao longo de 25 anos.

Foi preso duas vezes, em 1993 e em 2004 e fugiu da prisão. Apesar de ter criado uma boa imagem, na cidade local, Sinaloa, a partir de obras sociais que realizava, no âmbito geral era impiedoso e muito agressivo com os rivais e traidores.

A campanha para as eleições intercalares tornou-se num braço de ferro entre o antigo e o actual presidente dos Estados Unidos. Barack Obama e Donald Trump têm trocado galhardetes sobre vários temas, sendo que, para além do dossier da saúde, a imigração é a questão que mais controvérsia tem gerado.

Sobre a ordem que Trump deu para atirar sobre os migrantes na fronteira com o México, em caso de confronto, Trump esclarece que nunca falou em disparar contra ninguém. Mas se os militares forem atacados, os responsáveis ficarão na cadeia durante muito tempo, escreve o Euronews.

Já Obama deparou-se com um incidente em Miami. Um apoiante republicano infiltrou-se no encontro para o contestar. Acabou por ser retirado, com Obama a ironizar: "Porque é que aqueles que ganharam as eleições andam sempre tão nervosos?". E continuou: "Quando ganhámos a presidência, estava tudo bem".

O escrutínio decorre no próximo dia seis. Estão em causa os 435 assentos da Câmara dos Representantes e um terço do Senado.

 

O presidente do Zimbábue, Emmerson Mnangagwa, anunciou na última quinta-feira a descoberta de potenciais depósitos de petróleo e gás no distrito de Muzarabani, no norte do país, que faz fronteira com Moçambique.

A empresa de mineração australiana Invictus Energy, em parceria com o governo, deverá realizar a perfuração de exploração nos próximos anos para confirmar e determinar se as quantidades são comercializáveis.

Mnangagwa citado pela BBC News afirmou: " fomos informados pela Invictus que as conclusões são positivas e apontam para depósitos de petróleo e gás na área de Muzarabani".

Zimbabwe é um país rico em recursos como platina, ouro, ferro e diamantes, no entanto está a passar por uma crise económica a quase uma década. A descoberta de petróleo e gás poderia ser uma esperança para governo e para os Zimbabueanos que vivem na sua maioria na pobreza.

As eleições intercalares da próxima Terça-Feira, para a constituição do Senado e da Câmara dos Representantes, os dois órgãos do Congresso norte-americano, apresentam-se como um clássico referendo à Presidência de Donald Trump.

A questão-chave nestas eleições é a seguinte: vai, o Partido Democrata, curar-se das feridas da derrota nas eleições presidenciais de 2016, alcançando vitórias significativas, quer no Senado, quer na Camara dos Representantes? Ou, pelo contrário, serão, os Republicanos, capazes de manter o controlo de ambas as câmaras do Congresso?

Estão em disputa 35, dos 100 lugares do Senado e os todos os 425 lugares na Câmara dos Representantes estão em disputa. Os resultados da disputa serão uma indicação clara do que os eleitores poderão dizer nas eleições presidenciais de 2020.

Regra geral, em eleições camararias, o partido que detém a presidência está na defensiva, pois dois anos após a sua eleição, são sobretudo as suas politicas que estão na mesa do debate, do que as propostas de alternativa da oposição. Nessa perspectiva, os democratas, para quem algumas políticas de Trump atacam as próprias fundações da democracia americana, investem todas as suas energias para uma vitória onde esta parece mais provável: o controlo, precisamente, do principal órgão legislativo da nação, a Camara dos Representantes.

Esta Quarta-Feira visitamos algumas sedes estratégicas, quer dos Democratas, quer dos Republicanos, na capital californiana, Los Angeles. No contacto tido na ebuliente sede da campanha dos Democratas, o senador democrata Kevin de León, usou termos fortes, para enfatizar a relevância destas eleições, ao classifica-las como “históricas”, “únicas”, “sem precedentes na história política americana”, devido à natureza e impacto das questões ora em debate, face às políticas da administração Trump.

E quais são, então, tais questões? Quer nos discursos eleitoralistas, quer nos debates e analises na imprensa, o destaque vai para a migração, o programa social de saúde, o livre controlo de natalidade, em que se situa a questão do aborto, e politicas de ambiente, associadas por sua vez ao crescimento das cidades, incluindo em termos populacionais. “Precisamos de alcançar uma maioria confortável na Camara dos Representates para travarmos a administração Trump, de aprovar mais leis que ponham em causa as fundações da nossa democracia”, enfatiza Kevin de León.

Por sua vez, e abordando agora a problemática da migração,  Christy Smith, que concorre para a Assembleia Estadual da Califórnia, é muito enfática, declarando ser plano dos democratas promover politicas e legislação favoráveis à plena integração dos emigrantes ilegais, garantindo-lhes acesso ao trabalho, de acordo com as condições do mercado.”Nunca imaginei em toda a minha vida ver militares no nosso exército confrontando emigrantes nas nossas fronteiras, muito menos ver crianças separadas dos pais, porque estes não tem documento americano”, enfatiza.

Já do lado dos Republicanos o discurso vai no sentido totalmente oposto: a emigração deve ser estritamente controlada. “É uma questão de sobrevivência da nossa nação!”, diz enfaticamente Shawn Steel, membro do Comité Nacional Republicano de Califórnia, que nos recebeu nos escritórios centrais do aconselhamento jurídico dos Republicanos. “Nenhuma nação pode aceitar, impavidamente, ser invadido por indivíduos não identificados. Sim, trata-se mesmo de invasão a nossa nação!”, sublinha o teatral conselheiro de propaganda Republicano. Ele chega mesmo a comparar a emigração para os EUA, sobretudo a partir de países latino-americanos, às invasões barbaras dos seculos IV e V e diz: “É por isso que quase todos os europeus têm sangue mongol!”

 Por seu lado, Robert Shrum, Director do Unruh Institute of Politics e professor de Ciencia: Politica Pratica na Universidade da Califórnia do Sul mostra-se optimista quanto ao desempenho eleitoral dos democratas, nomeadamente em sede da Camara dos Representantes. Sustenta as suas expectativas em pelo menos quatro factores associados, a saber: uma “indisfarçável” impopularidade do Presidente Donald Trump; uma nova postura discursiva dos democratas que, ao contrario do “desastre estratégico” nas presidenciais de 2016, eles agora falam do que pretendem fazer, em vez de passar o tempo a atacar Trump; e o factor voto das minorias, integradas por latinos e asiáticos, alem dos africano-americanos. O quarto factor seria o voto feminino, incluindo “de mulheres educadas que abandonam o Partido Republicano, “irritadas” com as políticas “hostis” de Trump.

Segundo o Professor Robert Shrum, as políticas de Donald Trump sobre a migração, programa social de saúde e a liberdade reprodutiva da mulher mobilizaram as consciências dos grupos-alvos de tais políticas, e os latinos, que geralmente se abstêm de votar, desta vez parece que, mobilizados pelos democratas, vão votar em percentagens históricas.

Os dados estão lançados, rumo a uma muito provável super Terça-feira, 6 de Novembro.

O presidente norte-americano, Donald Trump, admite ter enviado 15 mil militares para a fronteira com o México, um contingente três vezes maior do que aquele que os EUA tem no Iraque.

"Ninguém vai entrar. Não vamos deixar as pessoas entrarem" diz o presidente norte-americano, acrescentando que há evidência do caráter "rude" das pessoas das duas caravanas conhecidas.

Trump anuncia que está a estudar seriamente a possibilidade de parar qualquer ajuda a estes países, por "nada estarem a fazer pelos americanos", escreve a Euronews.

O Secretário norte-americano da Defesa veio entretanto reafirmar a prontidão dos militares para colaborarem com a polícia e os serviços de fronteiras. "Não fazemos teatro neste departamento", garante James Mattis, na resposta às acusações de que esta manobra tem o único propósito de desviar a atenção das eleições de 6 de Novembro.

Duas caravanas com cerca de 6 mil pessoas procedentes da América Central estão agora no sul do México. Trump anunciou o destacamento de 5 mil e 200 soldados para a fronteira que vão juntar-se aos cerca de 2 mil e 100 membros da Guarda Nacional.

O juiz brasileiro, Sérgio Moro, responsável pelo processo Lava Jato, que levou à condenação do antigo Presidente do Brasil, Lula da Silva, por corrupção, aceitou esta quinta-feira, ser ministro da Justiça, na administração de Jair Bolsonaro.

A informação é avançada pelo Notícias ao Minuto.

Segundo a fonte acima citada, Moro deslocou-se ao Rio de Janeiro, onde se reuniu durante cerca de una hora e meia com o recém-eleito presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, que já tinha revelado interesse em nomear o juiz como ministro de Justiça ou membro do Supremo Tribunal Federal do Brasil quando abrisse vaga.

Um helicóptero do exército que transportava altos funcionários despenhou-se, esta quarta-feira, na província de Farah, no Afeganistão, provocando a morte de 25 pessoas.

Segundo o porta-voz do governador da província, Naser Mehdi, o helicóptero caiu pouco depois de descolar do distrito de Anar Dara, mas ainda não é conhecida a causa do acidente, escreve o Notícias ao Minuto.

Entre os passageiros encontravam-se funcionários do governo regional e altos comandantes militares, nomeadamente o vice-comandante da área oeste do Afeganistão e o chefe do Conselho Provincial de Farah.

De acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP), os talibãs já reivindicaram o ataque.

 

A ex-secretária do Estado norte-americano, Hillary Clinton, quer voltar a disputar as eleições presidenciais.

Depois de  derrotada por Donald trump, nas eleições de 2016, a democrata Hillary Clinton mostrou vontade de se candidatar novamente às presidenciais dos Estados Unidos.  Considerando a sua experiência profissional como Senadora por Nova Iorque entre 2001 e 2009 e secretária do estado norte-americano entre 2009 e 2013, Clinton diz que se sente preparada para disputar o cargo de presidente dos Estados Unidos nas eleições de 2020.

Caso seja eleita, a prioridade de Clinton seria de melhorar as relações internacionais dos Estados Unidos que se encontram numa situação crítica com administração de Trump. Entretanto, a democrata de 71 anos afirma que vai melhor se posicionar após as eleições intercalares de 06 de Novembro.

O candidato da extrema-direita às eleições no Brasil, Jair Bolsonaro, venceu as eleições presidenciais na segunda volta. Bolsonaro é o 38° Presidente da República do Brasil com 55,14% da preferência dos brasileiro.

O sucessor de Michel Temer promete “mais Brasil e menos Brasília”
"Somos declarados vencedores desse pleito, seguindo o ensinamento de Deus", disse Jair Bolsonaro, num primeiro discurso depois de ser eleito 38.º Presidente da República Federativa do Brasil, escreve a Euronews.

O capitão na reserva do Exército, candidato pelo Partido Social Liberal (PSL), afirmou que existem condições de governabilidade e agradeceu ao povo brasileiro, a quem apelou para "juntos cumprir a missão".

O 38.° Presidente do Brasil garantiu que irá liderar um governo defensor da Constituição, da democracia e da liberdade.

"Isso é uma promessa, não de um partido, não é a palavra vã de um homem, é um juramento a Deus", garantiu Bolsonaro, anunciando um "governo decente", com o objectivo de transformar o Brasil numa "próspera, livre e grande nação."

Bolsonaro disse ainda que defende a liberdade e que irá guiar um governo que defenda e proteja os direitos do cidadão que cumpre seus deveres e respeita as leis.

“Elas são para todos porque assim será o nosso governo: constitucional e democrático”, declarou.

Bolsonaro venceu as eleições com 55,14% dos votos e Fernando Haddad ficou com 44,86%.

 

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