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O País – A verdade como notícia

O incêndio florestal mais violento da América já matou 42 pessoas e 200 estão desaparecidas, com perto de 50.000 hectares de área ardida. Os ventos fortes de 80 quilómetros por hora que se faziam sentir empurraram as chamas rapidamente e muitos moradores ficaram com dificuldades para escapar.

Segundo whaignton Post, Paradise (na Califórnia) era uma cidade habitada por uma população de 27 000 pessoas, na sua maioria aposentada, a média de idade era de 50 anos. Os moradores sobreviventes estão espalhados pelos abrigos e hotéis e casas de família longe das chamas que deve ser a oito quilómetros da cidade.

O fogo mais destrutivo da história da Califórnia, destruiu mais de 6.000 edifícios, na maioria deles eram residências.

Bombeiros locais dizem que a ordem de prioridades é "salvar vidas, proteger propriedades e conter a linha das chamas”.

 Uma habitante de Paradise citada pelo Euronews diz que "todos perderam algo, são bairros completos que se evaporaram".

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump declarou o estado de emergência federal, disponibilizou fundos para ajudar os bombeiros e oferecer assistência às populações afectadas.

 

Há cada vez menos bebés no mundo, quanto mais o país for rico a taxa de natalidade tende a diminuir, a Europa ocidental, os EUA, a Coreia do Sul e o Japão são as regiões mais afectadas.

No entanto um cenário contrário se verifica no continente africano que regista as maiores taxas de fertilidade, com uma média de sete filhos por mulher. As revelações foram feitas por um estudo divulgado, pela revista científica “The Lancet”, citado pela BBC News.

O estudo feito em 195 países entre os anos 1950 e 2017, concluiu que a taxa de natalidade caiu para menos da metade dos valores registados nos anos 50, e em alguns países são apresentados taxa de fertilidade insuficientes para renovação de gerações.

A taxa de natalidade tem tendência a reduzir porque, segundo o artigo da BBC News, com o desenvolvimento da medicina há menos mortes prematuras,  as mulheres concebem menos porque estão seguras de que os bebés vão viver; há maior acesso à contracepção e mais mulheres tem acesso a educação e ao trabalho, tornando deste modo as mulheres mas activas na provisão de recursos, consequentemente adiam a maternidade.

O impacto disto tudo  é que os países mais afectados enfrentarão o envelhecimento e o encolhimento das populações e mundo terá de se adequar as novas mudanças da demografia. O estudo diz que “os países afectados deverão considerar o aumento da imigração, que pode criar seus próprios problemas, ou introduzir políticas para encorajar as mulheres a terem mais filhos, que muitas vezes fracassam”.

O continente africano apresenta um cenário oposto do resto, o estudo apresentou 10 países africanos que apresentam maiores taxas de fertilidade, no topo está o Níger que apresenta em média mais de sete filhos por mulher, a seguir Chade com mais de seis, Somália, Mali, com seis, o Sudão, Burkina Faso, Burundi, Uganda e Angola com mais de cinco.

Há mais de uma semana que o governo tanzaniano instou o povo a denunciar os supostos homossexuais. A oposição e grupos internacionais de direitos humanos acusam o governo do presidente John Magufuli de autoritarismo e intolerância a pessoas diferentes.

Por sua vez, os Estados Unidos condenaram a instauração de um comité governamental para identificação e detenção de pessoas da comunidade LGBT.

“Estamos preocupados com a contínua perseguição e detenção de pessoas marginalizadas, incluindo lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros que procuram exercer o seu direito de livre expressão e associação. A deterioração de direitos humanos e Estado do direito na Tanzânia impede a segurança, paz e prosperidade económica no país”.

Lê-se no comunicado emitido pelo Departamento do Estado norte-americano, citado por Reuters. Desde que o governo instou o povo a denunciar indivíduos gays, algumas pessoas fugiram das suas casas.

 

 

Mais de 60 chefes de Estado, Governos e 15 dirigentes de organizações internacionais participaram neste domingo na cerimónia de lembrança dos mortos da Grande Guerra, num contexto em que se assinalam a 11 de Novembro, 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial.

A cerimónia oficial aconteceu em Paris, França e foi dirigida por Emmanuel Macron, Presidente da França, ao lado de Angela Merkel a Chanceler Alemã.

Foi nesta data que se assinou o armistício que colocou fim a Primeira Grande Guerra (1914-1918) entre os Aliados (Rússia, França, império britânico, Itália e EUA) e a Alemanha. A Guerra de quatro anos que vitimou mais de 20 milhões de pessoas entre civis e militares.

Segundo o washington post, durante o discurso, Macron denunciou aqueles que evocam sentimentos nacionalistas para prejudicar os outros e alertou sobre os perigos, chamando o nacionalismo de uma traição aos valores morais. "O patriotismo é exatamente o oposto do nacionalismo: o nacionalismo é uma traição ao patriotismo. Ao buscar nossos próprios interesses em primeiro lugar, sem consideração pelos outros, nós apagamos a coisa que uma nação considera mais preciosa, aquela que lhe dá vida e a torna grande: seus valores morais", disse Macron.

A imprensa internacional, como é o caso do Washignton post, Euronews, The New York Times, entre outros acreditam que as declarações de Macron podem ter sido dirigidas à Trump, por sempre ter seguido ideias de sempre se colocar a América em primeiro e nas últimas eleições intercalares ter-se assumido “nacionalista”.

A casa Branca suspendeu a acreditação de um jornalista da cadeia televisiva norte-americana, CNN, Jim Acosta, após uma tensa troca de palavras com o Presidente dos EUA, Donald Trump.

O confronto verbal começou após o jornalista ter questionado Trump a propósito da caravana de migrantes da América Latina que se dirige para a fronteira no sul dos Estados Unidos, avança o Notícias ao Minuto.

Jim Acosta tentou colocar uma pergunta adicional, Trump recusou responder e disse "Já chega!", enquanto uma funcionária da equipa da Casa Branca procurava, sem sucesso, retirar o microfone das mãos do jornalista.

"O Presidente Trump acredita numa imprensa livre. Nós nunca vamos tolerar, no entanto, um repórter que pouse a sua mão numa jovem que estava apenas a tentar fazer o seu trabalho como Jornalista, CNN, Acreditaçãoestagiária", publicou na rede social Twitter a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, procurando justificar a decisão de suspender a acreditação do jornalista da CNN.

Mais de três milhões de raparigas no continente africano, ainda podem ser sujeitas a prática de mutilação genital feminina.

A mutilação genital feminina é uma prática que consiste na remoção da genitália externa, no órgão sexual da mulher, incluindo o clítoris. De acordo com o estudo de BMJ Global Health, a África Oriental teve, em 2016, uma redução de oito por cento de casos, dos 71 por cento em 1995.

No norte da África, houve, em 2015, uma redução de 14 por cento em relação aos 60 por cento em 1990. Já na África Ocidental, até 2017, registou-se uma queda de cerca de 25 por cento dos casos em relação a 1995, quando havia 71 por cento dos casos.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância estima que mais de 200 milhões de mulheres foram submetidas à prática de mutilação genital feminina no mundo, sobretudo em África e Médio Oriente.

A mutilação genital é um ritual de passagem que pode acarretar vários de doenças de infecção, infertilidade, problemas menstruais e hemorragia fatal.

Doze pessoas morreram e 11 ficaram feridas durante um tiroteio em um restaurante na Califórnia. A tragédia ocorreu durante uma festa para estudantes, maioritariamente universitários, no Borderlinebar.

Dentre os mortos está um agente da polícia que tentava neutralizar a ameaça, escreve a Euronews.

De acordo com testemunhas o atirador abriu fogo utilizando uma arma semi-automática. O mesmo foi abatido no interior do bar.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recorreu ao Twitter para fazer a sua primeira reação ao tiroteio.

"Recebi todas as informações sobre o terrível tiroteio na Califórnia. Estão no local a polícia e os socorristas, juntamente com o FBI. Estão dadas como mortas, nesta altura, 13 pessoas. O atirador está também morto, assim como o primeiro agente da polícia a entrar no bar", escreveu Trump citado pelo Notícias ao Minuto.

A polícia norte-americana revelou que o responsável pelo tiroteio que causou a morte de 12 pessoas, tem 29 anos de idade, falta ainda por saber o seu nome e nacionalidade.

Depois de oito anos de domínio Republicano os Democratas recuperaram a maioria na câmara dos representantes nos EUA.

Apesar da indecisão ainda reinar em alguns estados, as projeções dão ao partido democrata à eleição de 229 congressistas contra 206 dos republicanos. A confirmar-se, democratas "roubam" mais de 30 lugares ao Partido Republicano, número que ultrapassa largamente os 23 lugares que necessitavam para recuperar a maioria.

As eleições intercalares nos Estados Unidos eram vistas como um teste ao mandato de Donald Trump. Mais que mostrar a crescente insatisfação, a vitória democrata tem potencial para criar um bloqueio aos projectos mais polémicos da administração Trump, como o polémico muro na fronteira com o México, e colocar o presidente sob um escrutínio nunca antes visto.

A maioria na Câmara dos Representantes permite ao Partido Democrata investigar as declarações fiscais de Trump, os possíveis conflitos de interesse e às alegadas ligações à Rússia que ensombraram a sua campanha presidencial em 2016.

Ainda assim, Donald Trump não deixou de cantar vitória. Apesar de ter perdido a maioria na Câmara dos Representantes, o presidente norte-americano reforçou o controlo que já detinha no Senado.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, vai receber o prémio José Aparecido de Oliveira pela sua contribuição na promoção da língua portuguesa. O prémio será atribuído pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Para além da promoção e difusão da língua portuguesa, Guterres recebe o prémio pela sua actuação singular com projeção internacional, na defesa e promoção dos princípios e valores da CPLP, escreve o Notícias ao Minuto.

O prémio homenageia a ação do embaixador José Aparecido de Oliveira, que "marcou, de forma indelével, o surgimento da CPLP, convertendo em realidade um sonho acalentado pelos povos dos países de língua portuguesa, espalhados por quatro continentes, e fazendo do seu autor um arauto do futuro", lê-se no comunicado citado pelo Notícias ao Minuto

O prémio, criado em 2011, seria atribuído pela primeira vez no ano seguinte ao antigo Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

Em 2014, receberam a distinção o antigo Presidente e primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, e a Igreja Católica Timorense, enquanto em 2016 os distinguidos foram o antigo chefe de Estado português Jorge Sampaio, o ex-secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas para África, Carlos Lopes e o embaixador Lauro Barbosa da Silva Moreira, diplomata de carreira do Brasil e primeiro representante permanente junto da CPLP.

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