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O País – A verdade como notícia

Ex-presidente discursou duranrte a abertura do 1º Forum de Pensamentos Mundial de Crítico na cidade de Buenos Aires. A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) declarou que fará “aliança até com o diabo” para combater o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

"A gente fará aliança até com o diabo para combatê-los. Agora, tem que ter uma espinha dorsal. Tem que ter um coração. E o coração é antineoliberal e antiautoritário neofascista. Essa a nossa solução”, afirmou Dilma durante a abertura do 1º Fórum de Pensamentos Mundial de Crítico, realizado na cidade de Buenos Aires, na Argentina.

"Eles deixaram claro que não basta ganhar de nós eleitoralmente. Eles dizem, de forma clara, que querem agora destroçar o partido", afirmou. Dilma disse ainda que a reacção contra o PT surgiu porque a sigla é a de maior hegemonia na esquerda brasileira e afirmou que o partido não saiu derrotada das eleições gerais deste ano.

"Não tivemos uma derrota estratégica. Elegemos a maior bancada no Congresso. Elegemos, partidariamente, o maior número de governadores", avaliou a ex-presidente.

O republicano Rick Scott foi declarado vencedor na disputa pelo Senado dos EUA contra o actual Senador, o democrata Bill Nelson, depois da recontagem das urnas, no último domingo.

Scott que é o do mesmo partido do presidente dos EUA, Donald Trump, segundo a agência de notícias Reuters, ganhou com 10.033 votos, o que corresponde a 50,05% dos votos contra Nelson que teve 49,93%, uma margem de menos 0.5 de diferença, motivo que levou a recontagem.

A vitória de Scott deu aos republicanos, duas cadeiras do Senado da Florida, somando 52 cadeiras nos 100 membros do Senado dos EUA.

A Flórida é o terceiro estado mais populoso dos EUA e um campo de batalha regular em corridas presidenciais, porque o Estado é conhecido por apresentar resultados surpresos, não tem um partido preferido.

Scott entrou na política a partir do mundo dos negócios, tendo acumulado uma fortuna pessoal como executivo de saúde. Financiou suas campanhas, e ganhou o governo em 2010 e 2014.

Nelson tem sido uma referência na política da Flórida desde que ele ganhou um assento na assembleia estadual em 1972, serviu na Câmara dos Deputados dos EUA e ocupou vários cargos no governo.

A suruma passou a faltar em lojas do Canadá desde o primeiro dia de legalização, há um mês. Na província de Newfoundland, Thomas Clarke foi um dos primeiros vendedores a distribuir a droga legalmente, a partir da meia-noite do dia 17 de Outubro. Ele vendeu tudo no primeiro dia e ficou sem estoque em menos de uma semana.

No Québec, as lojas da Société Québécoise du Cannabis actualmente só abrem de quinta a domingo devido à restrição de estoque. A província de New Brunswick teve 12 das 20 lojas brevemente fechadas por falta de abastecimento.

Em nota, a agência regional responsável pela venda de cannabis disse que encomendou um grande estoque para abastecer as lojas, mas recebeu apenas 20% ou 30% do pedido. Um relatório publicado no início de Outubro pelo Instituto CD Howe, um think tank de Toronto, estimava que o estoque legal da droga iria dar conta de cerca de 30% a 60% da demanda total nos primeiros meses de legalização. Mas especialistas do sector dizem que a escassez é pior do que se esperava.

Patrick Wallace, dono da loja Waldo 420 em Alberta, disse que deve demorar cerca de 18 meses até que a produção dê conta da demanda. A agência Health Canada, que autoriza as licenças para os produtores da planta cannabis, disse que trabalhou intensamente nos primeiros meses antes da legalização para aumentar o número de fornecedores legais. A agência pediu paciência.

“É importante lembrar que a legalização no dia 17 de Outubro veio após quase um século de criminalização, e foi o lançamento e regulação de um novo sector inteiro no nosso país. E como qualquer nova indústria onde há demanda considerável, esperamos que haja épocas em que os estoques de alguns produtos fiquem baixos e, em alguns casos, acabem”, disse a agência, em nota.

Sobre preocupação de que a escassez empurre consumidores de volta para o mercado negro, o governo federal disse que acabar com os fornecedores ilegais vai levar um tempo – assim como foi nos Estados americanos que legalizaram o produto.

Também há relatos de falta de cannabis medicinal, que é legal no Canadá desde 2001. A Health Canada diz que trabalha com grupos de pacientes e com a indústria da cannabis para entender quais produtos ou variedades estão faltando mais. E acrescentou que espera que “vendedores autorizados tomem medidas razoáveis para garantir que pacientes registrados continuem a ter acesso aos produtos que precisam para fins médicos”.

O Instituto Angus Reid, fundação para pesquisas sem fins lucrativos, publicou uma pesquisa indicando que um em cada oito canadenses usaram cannabis desde a legalização. A Health Canada diz que produtores distribuíram mais de 14,6 mil kg de cannabis seca e 370 litros de óleo da planta até o momento e informaram um estoque de mais de 90 mil kg de produto seco e 41 mil litros de óleo.

O maior incêndio da história dos EUA, que já provocou mais 70 mortos, mais 600 desaparecidos, e destruição de mais de 10 mil casas está a criar uma camada espessa de fumo tóxico, em algumas escolas, empresas e atrações turísticas de cidades vizinhas como Magalia e Concow, que tiveram de encerrar.

Segundo a Euronews, até quinta-feira, as autoridades disseram que 40% do incêndio na região de Paradise estava controlado. Mas os Ventos fortes transportam gases poluentes e nocivos por centenas de quilômetros, e nos níveis atuais, o fumo pode causar dificuldades respiratórias até mesmo em indivíduos saudáveis.

Mais de 200 mil pessoas encontram-se em campos improvisados.

O incêndio em Paradise, localidade com cerca de 27 mil habitantes, é o mais mortífero da história da Califórnia. As chamas já consumiram 572 quilómetros quadrados.

As Forças Armadas dos EUA planejam reduzir o número dos militares envolvidos nas operações antiterroristas emu África nos próximos anos, frente à estratégia de defesa nacional do Pentágono que prevê conter as ameaças provenientes da Rússia e China.

Neste ano, o Pentágono anunciou como sua prioridade a contenção da China e da Rússia após mais de uma década ter estado concentrado no combate aos islamistas.

Em outras regiões do mundo, incluindo na África Ocidental, os EUA mudarão o foco da assistência táctica para a assessoria, assistência, intermediação e cooperação na área da inteligência.

Um oficial estadunidense afirmou que a redução das tropas deverá decorrer nos próximos três anos e poderá incluir países como os Camarões, Quénia e Mali. Nesta semana, ex-funcionários da administração norte-americana divulgaram um relatório, encomendado pelo Congresso, segundo o qual os militares têm falta de recursos para financiar suas necessidades e atingir os objectivos declarados pelo secretário de Defesa, James Mattis, no início deste ano.

Tanto a Rússia como a China também têm interesses nos países africanos. Durante a Guerra Fria, a União Soviética prestava ajuda humanitária a diversos países africanos. Após o colapso da URSS, a Rússia tentou restabelecer alguns desses laços. Desde 2014, a Rússia assinou 19 acordos de cooperação militar com países da África Subsaariana, entre os quais a Etiópia, Nigéria e Zimbabwe.

Pequim, por sua parte, anunciou em 2015 assistência e empréstimos de 60 bilhões de dólares aos países africanos para ajudar no desenvolvimento do continente.

Cuba começou a retirada de médicos do Brasil, depois das declarações do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. Segundo a agência de notícias Reuters, o líder da extrema-direita, questionou as qualificações dos médicos, e acusou o governo comunista de Cuba de manter 75% do seu salário e se recusar a deixar suas famílias se juntarem a eles.

"Eu nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi assistida por um médico cubano. Será que nós devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia? Isso é injusto. Isso é desumano", questionou Bolsonaro.

Os primeiros 196 médicos, dos cerca de 8.000 médicos cubanos que trabalham em áreas pobres e remotas do Brasil, já foram recebidos em Havana pelo vice-ministro da Saúde de Cuba. E o governo brasileiro já vai selecionar médicos locais para substituir os cubanos que partem no final deste mês.

No entanto, a saúde é a exportação mais lucrativa de Cuba. O programa de ajuda "Mais Médicos" opera em 67 países e faz da ilha USD 11 bilhões por ano.

Até 2016, os profissionais cubanos estavam em 24 países da América Latina e do Caribe; 27 da África subsahariana, inclusive em Moçambique; dois do Oriente Médio e da África setentrional; sete da Ásia Oriental e do Pacífico, além da Rússia e Portugal.

Ocorreu na noite desta quinta-feira, um acidente com um autocarro que provocou a morte de mais de 40 pessoas, no distrito de Gwanda, a 550 quilómetros a sul de Harare, em Zimbabwe. A informação foi avançada pelas autoridades locais, segundo a SIC.

O Porta-voz da polícia, Charity Charamba, disse ainda que na sequência do acidente 20 pessoas ficaram feridas, algumas das quais sofreram queimaduras graves.

Ao que tudo indica, um passageiro levava uma bilha de gás que explodiu. Mas as autoridades policiais ainda vão apurar os reais motivos do incêndio.

A Serra Leoa foi o epicentro da maior epidemia de Ébola. Em três países da África Ocidental, a Serra Leoa, a Guiné Conacri e a Libéria, pelo menos 11 mil pessoas morreram e mais de 28 mil foram diagnosticadas com a doença entre Dezembro de 2013 e maio de 2016. Uma crise sanitária sem precedentes que originou um esforço de investigação que começa a dar os primeiros frutos.

A região de Kambia foi uma das mais afectadas pela epidemia. Aldeias inteiras foram isoladas. As famílias deixaram de conviver devido ao medo de serem contaminadas. A economia local desmoronou-se. Por todas essas razões, a região da Serra Leoa foi seleccionada pelos cientistas de um projecto europeu para participar nos testes de uma vacina contra o Ébola.

Os ensaios clínicos, na Serra Leoa, envolvem mais de mil voluntários, incluindo crianças e jovens. Todos os voluntários são seguidos de perto pelas equipas médicas, antes e depois da injecção e são informados regularmente sobre a doença, os sintomas e as formas de prevenção.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a taxa de mortalidade do Ébola varia entre 50 e 90%. Mas, agora, há esperança. Segundo os cientistas envolvidos no projecto europeu, dos ensaios clínicos da nova vacina são promissores.

As amostras de sangue dos voluntários são analisadas nos novos laboratórios da região que foram construídos a partir do zero, no âmbito do projecto de investigação europeu. A região não está ligada à rede eléctrica nacional. Foi preciso instalar geradores de electricidade para alimentar os equipamentos sofisticados usados pelos investigadores.

O protocolo dos ensaios clínicos que estão em curso na Serra Leoa foi desenvolvido na Holanda. Os investigadores holandeses estão em contacto com as equipas no terreno. Em paralelo à investigação, o envolvimento das comunidades locais é um elemento chave para o sucesso dos ensaios clínicos.

O projecto de investigação em torno do vírus Ébola faz parte de uma iniciativa intitulada Medicinas Inovadoras, a maior parceria público-privado na área da saúde a nível mundial. Com um orçamento de 3,2 mil milhões de euros, a iniciativa é financiada pela Comissão Europeia e pela indústria farmacêutica. O objectivo é partilhar conhecimento sobre o desenvolvimento da próxima geração de vacinas, medicamentos e tratamentos contra várias doenças, incluindo o vírus Ébola.

O ex-presidente brasileiro, Lula da Silva, irá depor hoje em tribunal, num processo em que é acusado de ter recebido benefícios ilícitos.

O processo e a operação Lava Jato estavam sob a responsabilidade do juiz Sérgio Moro, que recentemente se afastou do caso após aceitar a nomeação para o Ministério da Justiça no futuro governo do Presidente eleito, Jair Bolsonaro, escreve o Notícias ao Minuto.

Líderes do partido dos Trabalhadores e membros dos movimentos sociais prevêem realizar protestos na sede da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula da Silva está preso e em frente ao edifício da justiça onde irá depor.

Os procuradores afirmam que algumas reformas feitas pelas construtoras Odebrecht e OAS numa quinta frequentada por Lula da Silva e sua família teriam sido pagas como parte de um acordo de suborno para que estas empresas fossem beneficiadas em contratos com a Petrobras.

Os advogados de defesa de Lula da Silva afirmaram nos autos do processo que o ex-Presidente não é dono do imóvel e que apenas frequentava o local.

Lula da Silva já foi condenado noutro processo da Operação Lava Jato, que investigou a propriedade um apartamento de luxo na cidade do Guarujá e actualmente cumpre uma pena de 12 anos e um mês de prisão.

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