Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

A Rainha da Inglaterra, Elizabeth II aceitou o pedido do primeiro-ministro, Boris Johnson de suspender o parlamento britânico. A informação   é  avançada pelo jornal on-line britânico The Independent.

A suspensão em causa vai vigorar entre a segunda semana de Setembro até  14 de Outubro.

Com a suspensão, os deputados britânicos terão limitado para votar medidas que possam prevenir uma saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo.

O novo primeiro-ministro britânico assumiu que o Brexit iria acontecer no próximo dia 31 de outubro, independentemente de haver ou não acordo entre Londres e Bruxelas.

 

De acordo com o ministro da casa civil brasileiro, Onyx Lorenzoni, o governo brasileiro vai rejeitar ajuda de 20 milhões de dólares oferecido pelo G7 para combater incêndios na Amazónia. O anúncio da ajuda financeira foi feito pelo presidente francês, Emmanuel Macron.

"Agradecemos, mas talvez esses recursos sejam mais relevantes para reflorestar a Europa. Macron não consegue sequer evitar um previsível incêndio numa igreja que é património da humanidade (incêndio na Catedral de Notre-Dame) e quer ensinar o quê para nosso país? Ele tem muito o que cuidar em casa e nas colónias francesas", disse Onyx.
O ministro da casa civil acredita que Macron poderá ter "objectivos colonialistas" na ajuda atribuída pelo G7.

"O Brasil é uma nação democrática, livre e nunca teve práticas colonialistas e imperialistas como talvez seja o objetivo do francês Macron", acrescentou o ministro da Casa Civil.

As declarações de Onyx assemelham-se às do chefe de Estado do Brasil, Jair Bolsonaro, que quando confrontado com a oferta de ajuda do G7 mostrou ter dúvidas acerca das intenções desses países.

"Será que alguém ajuda alguém, a menos que seja pobre, sem retorno? Isto é, sem esperar por algo em troca", questionou Bolsonaro.

Posição diferente teve na segunda-feira o ministro do Meio Ambiente brasileiro, Ricardo Salles, que afirmou que a ajuda anunciada pelo G7 aos países atingidos pelos incêndios da Amazónia é "sempre bem-vinda".
 

Várias pessoas, entre as quais artistas, políticos e intelectuais brasileiros, marcharam ontem, na praia do Ipanema, em defesa da Amazónia e contra o presidente, Jair Bolsonaro.

Os manifestantes empunhavam cartazes onde se lia frases como “Queimem os fascistas, não o bosque” ou “Quanto vale o ar que respiras?”

O cantor Caetano Veloso, que também fazia parte dos manifestantes, disse que se juntou ao protesto para lutar pela natureza e contra as decisões que estão a ser tomadas pelo actual governo.

Caetano Veloso classificou como "inaceitável" a "postura oficial" de Bolsonaro no que ao Meio Ambiente diz respeito.

"Estou aqui para erguer a bandeira da preservação ambiental. Os incêndios na Amazónia reforçaram a importância de fazê-lo", afirmou o cantor.

No protesto de domingo participaram também, entre outros, a cantora Maria Gadu, o 'rapper' Criolo, as atrizes Sónia Braga, Maitê Proença e Alinne Moraes, o jornalista norte-americano Glenn Greenwald e o ex-ministro do Ambiente Carlos Minc, actualmente deputado estadual, que descreveu Bolsonaro e o actual detentor da pasta do Ambiente, Ricardo Salles, de "autênticos exterminadores do futuro sustentável".

O presidente norte-americano, Donald Trump, considera o actual primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, o homem certo para liderar o Brexit. Trump prometeu um acordo bilateral comercial rápido, assim que o Reino Unido deixar a União Europeia.

"É o homem certo para o trabalho", disse Trump, enquanto Boris Johnson afirmou que os dois países vão concluir "um fantástico acordo comercial assim que as barreiras forem removidas".

Trump assegurou que o acordo chegará rápido já que não há previsão de nenhum problema.

O Presidente norte-americano admitiu também que é possível que venha a convidar a Rússia para se juntar novamente ao encontro anual das economias mais avançadas do mundo, que em 2020 se realiza nos Estados Unidos.

A Rússia foi membro do que era então o Grupo dos Oito (G8), mas foi expulsa pela maioria dos outros países em 2014 devido à invasão da Ucrânia.

As nações europeias insistiram para que a Rússia cumpra primeiro os acordos de Minsk antes de ser autorizada a voltar. Trump não especificou sob que critérios iria convidar novamente Putin.

A guerra comercial entre Estados Unidos e China poderá ser o centro dos debates da cimeira do G7, que arranca hoje. A China anunciou taxas adicionais de 5% ou 10% para mais de 5 mil produtos norte-americanos a partir de Setembro uma resposta às tarifas já impostas por Washington aos produtos chineses.

O episódio mais recente na guerra comercial entre os dois gigantes tem repercussões em todo o mundo. Um efeito de tal forma grave que o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional corrigiram as previsões para o crescimento este ano.

Uma correção que vem com um alerta: um crescimento económico mais forte é essencial para reduzir a pobreza e melhorar a qualidade de vida.

Donald Trump não gostou. Em poucas horas, o presidente dos Estados Unidos disparou duas mãos cheias de tweets. Diz que a China "rouba" ano após ano, nas últimas décadas, "vastas quantias de dinheiro" e que isso tem de acabar. Ordena mesmo – com todas as letras – às empresas norte-americanas que procurem uma alternativa à China para a produção dos produtos.

O fosso entre ricos e pobres na maioria dos países do G7 continua sem diminuir. Juntos, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Japão tem mais de metade de toda a riqueza mundial. É nestes países que se concentram os mais ricos do mundo.

Um abrandamento económico – dizem os especialistas – significa também um agravamento das desigualdades.

 

 

Venezuela oferece ajuda para combater a “dolorosa tragédia” dos incêndios na Amazónia.

"No âmbito da irmandade latino-americana e como membro da comunidade amazónica, a Venezuela oferece a ajuda modesta que pode fornecer para mitigar esta dolorosa tragédia, com carácter imediato", explica-se num comunicado.

De acordo com relatórios de organizações ecologistas internacionais só no Brasil os incêndios florestais no Amazonas aumentaram 80% em relação a 2018. Por outro lado, grupos de defesa ambiental atribuem esse aumento a uma política agressiva de desflorestação por interesses vinculados com o agronegócio e outras práticas predatórias que geram altos impactos ambientais.

Por outro lado o governo do presidente Nicolás Maduro "solidariza-se com os povos e comunidades indígenas e camponesas do Brasil, Bolívia, Paraguai, Equador e Peru, as principais afectadas, e faz um chamado à conscientização dos actores económicos e institucionais que fazem vida nos países da bacia amazónica".

"A Venezuela sempre tem reivindicado os direitos das comunidades à terra, promovendo o desenvolvimento económico e ecologicamente sustentável, assim como o respeito pelos direitos inalienáveis da Pachamama, a nossa 'Mãe Terra'", acrescenta-se.

A Amazónia é a maior floresta tropical do mundo e possui a maior biodiversidade registada numa área do planeta.

Tem cerca de 5,5 milhões de quilómetros quadrados e inclui territórios do Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa (pertencente à França).

O Presidente francês, Emmanuel Macron, apelou para que os incêndios na Amazónia sejam discutidos na cimeira do G7, que se realiza este fim de semana, em Biarritz, sudoeste de França, por se tratar de uma "crise internacional".

A chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disseram ser prematuro considerar o regresso da Rússia ao G7, uma ideia avançada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.

"Se houvesse progressos com certeza que teríamos uma situação nova”, disse Merkel.

Boris Johnson, que efectuou à Alemanha a sua primeira deslocação ao estrangeiro desde que assumiu a chefia do Governo britânico, no passado dia 26 de Julho, concordou com as palavras da chanceler alemã.

"Penso da mesma maneira que a chanceler, que a situação que permitirá o regresso da Rússia ainda está por concretizar”, disse Johnson concordando com a chanceler alemã.

O primeiro-ministro britânico destacou as “provocações” da Rússia não somente na Ucrânia, mas em múltiplas outras ocasiões, citando “o uso de armas químicas em solo britânico”, em Salisbury, quando um ex-agente duplo russo e a sua filha caíram em coma após terem entrado em contacto com o agente neurotóxico Novitchok, em Março de 2018.

A questão será abordada na cimeira que o G7 realiza este fim de semana em Biarritz, sudoeste de França, em que participam os líderes dos membros: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.
 

O incêndio na floresta da Amazónia é cada vez mais crítico, tendo já batido novo recorde este ano. O Centro de Investigação espacial do Brasil INPE revela que desde Janeiro, já foram registados cerca de 73 mil incêndios na Amazónia, o que representa um aumento de 83% de incêndios em comparação ao mesmo período em 2018.

Jair Bolsonaro que tomou o poder este ano tem sido alvo de críticas de organizações ambientais por conta das suas políticas menos ecológicas. Bolsonaro acusa as ONGs ligadas à protecção do meio ambiente de terem ateado fogo na floresta amazónica. Quando confrontado com a imprensa, não chegou a fornecer nenhuma evidência que pudesse sustentar as acusações.

Um grupo de especialistas de meio ambiente e clima consideram as acusações de Bolsonaro irresponsáveis e uma fuga de responsabilidade das suas políticas contra meio-ambiente que ameaçam destruir a maior reserva de floresta tropical do mundo.  Bolsonaro tem apelado à transformação de Amazónia em fonte de riqueza por meio de desenvolvimento da agricultura e mineração.

Os cientistas ambientalistas acusam alguns agricultores e pastores de terem provocado fogo. Este mês, Noruega e Alemanha deixaram de financiar a proteção de Amazónias, por conta das políticas de Bolsonaro, líder da extrema-direita que ameaça sair do acordo de Paris à semelhança do presidente dos EUA, Donald Trump.

A secretária-geral adjunta da Organização das Nações Unidas (ONU) para Assuntos Humanitários, Ursula Mueller, disse que a pesar de considerar que a arquitectura da resposta humanitária da ONU é eficaz tudo depende da capacidade local e o poder das equipas de intervenção. Mueller disse que Moçambique é um exemplo positivo.

“A resposta aos ciclones Idai e Kenneth foi muito impressionante, a coordenação no terreno liderada pelo Governo, foi um enorme sucesso”, disse.

A responsável também destacou que as doações e o financiamento internacional foram disponibilizados rapidamente para a ajuda humanitária em Moçambique.

Para Ursula Mueller, o mais importante na resposta humanitária depois de um desastre natural são "as capacidades locais", porque "estes países estão encarregados" de dirigir as operações e a comunidade internacional junta-se para apoiar "os esforços dirigidos localmente", escreve o Notícias ao Minuto.

"Foi uma mulher que esteve a gerir a resposta ao desastre em Moçambique, o nome dela é Augusta Maita e eu conheci-a. Quando ela partilhou a sua história, de ter visto mulheres e crianças serem arrastadas pela corrente das inundações, fiquei muito comovida", disse Ursula Mueller.
 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE