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Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

O primeiro dia de regresso às aulas foi marcado por um ataque numa escola, na cidade de Enshi, na China, onde oito crianças perderam a vida e duas ficaram feridas. O suspeito é um homem de 40 anos identificado como Yu, que segundo testemunhas foi libertado, em Junho, após cumprir pena por tentativa de homicídio.

Em Junho do ano passado, duas crianças foram esfaqueadas até à morte por um homem, à porta de uma escola primária em Xangai.

Em Abril do mesmo ano, nove crianças foram mortas numa escola na província de Shaanxi, por um atacante que alegadamente era ex-aluno da instituição.

Estes incidentes são normalmente protagonizados por pessoas com problemas psicológicos ou ressentimentos com a sociedade.

A lei chinesa proíbe rigorosamente a venda e posse de armas de fogo, pelo que os ataques são geralmente feitos com facas, explosivos de fabrico artesanal ou por atropelamento.

O primeiro dia de regresso às aulas foi marcado por um ataque numa escola, na cidade de Enshi, na China, onde oito crianças perderam a vida e duas ficaram feridas. O suspeito é um homem de 40 anos identificado como Yu, que segundo testemunhas foi libertado, em Junho, após cumprir pena por tentativa de homicídio.

Em Junho do ano passado, duas crianças foram esfaqueadas até à morte por um homem, à porta de uma escola primária em Xangai.

Em Abril do mesmo ano, nove crianças foram mortas numa escola na província de Shaanxi, por um atacante que alegadamente era ex-aluno da instituição.

Estes incidentes são normalmente protagonizados por pessoas com problemas psicológicos ou ressentimentos com a sociedade.

A lei chinesa proíbe rigorosamente a venda e posse de armas de fogo, pelo que os ataques são geralmente feitos com facas, explosivos de fabrico artesanal ou por atropelamento.

Pelo menos 100 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas depois de ataques aéreos da coligação liderada pela Arábia Saudita num centro de detenção dirigido por rebeldes Houthis, no Iémen, no domingo.

O centro de detenção, na província de Dhamar, no sudoeste do país, tinha cerca de 170 detidos. Franz Rauchenstein, responsável da delegação da Cruz Vermelha no Iémen, citado pela Lusa visitou o local do ataque e afirmou que poucos detidos sobreviveram.

Segundo Franz Rauchenstein, no local 40 feridos estavam a receber tratamento e o número de mortos poderá aumentar. 

A coligação liderada pela Arábia Saudita, que mantém a guerra contra os Houthis  (apoiados pelo Irão) desde 2015, tem enfrentado críticas internacionais por ataques aéreos que atingiram escolas, hospitais e festas de casamento, matando milhares de civis.

O ataque deste domingo foi considerado mais mortal da coligação este ano no Iémen.

 

Hong Kong regista mais um dia de protestos intensos que chegam a bloquear as vias de circulação. Esta segunda-feira, milhares de estudantes universitários e das diversas escolas faltaram às aulas para juntar-se aos protestantes que se opõem a proposta de lei de extradição dos indiciados para China continental. Além desta proposta contestada, os manifestantes exigem reformas democráticas como sufrágio universal e demissão da chefe do executivo de Hong Kong.

As manifestações têm, de vez em quando, sido violentas, com a polícia a disparar gás lacrimogéneo, jatos de água e balas de borracha contra protestantes que têm atirado pedras, bombas de petróleo, mais conhecidas por molotov e colocado barricadas nas estradas.

O governo de Pequim, embora mantenha apoio a chefe do executivo Carrie Lam, nega estar a interferir directamente em Hong Kong e acusa as forças do Ocidente de agitar as pessoas a manifestarem-se.
 

Aumenta tensão no governo e parlamento britânicos sobre a possibilidade da saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo, tal como planeja o novo primeiro-ministro Boris Johnson.

O governo britânico de Boris Johnson ameaça expulsar do seu partido todos os membros que se opuserem à saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo. O parlamento britânico vai tentar a partir de amanhã uma moção de censura contra o governo. 

Esta terça-feira, o parlamento britânico vai arrancar com as actividades de uma semana, antes de ser suspenso por cerca de um mês. Em corrida contra o tempo, a oposição parlamentar tem buscado apoio de alguns deputados do partido no poder para avançar com uma moção de censura contra o governo de Boris Johnson que insiste num brexit sem acordo. 

Esta segunda-feira, uma fonte governamental próxima ao Primeiro-Ministro britânico, citado pela agência britânica Reuters, disse que Johnson tem ameaçado os membros do seu partido conservador com expulsão caso votem contra o brexit sem acordo.

Os rebeldes conservadores poderão perder qualquer oportunidade de candidatar-se pelo partido no poder nas próximas eleições. Caso governo dos conservadores seja derrotado esta semana, o Reino Unido poderá convocar eleições gerais antecipadas.

 

O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse que o impasse comercial entre os EUA e a China vai forçar Pequim a adoptar uma linha mais moderada com Hong Kong. Trump traça um pior cenário na antiga colónia britânica sem a pressão dos EUA sobre a China.

"Sem as negociações comerciais, Hong Kong enfrentaria mais dificuldades", disse o chefe de Estado norte-americano, que já deu a entender que só chegará a acordo com a China se Pequim tratar Hong Kong "de forma humana".

Os manifestantes exigem agora a retirada definitiva da lei da extradição, a libertação dos manifestantes detidos, que as ações dos protestos não sejam identificadas como motins, um inquérito independente à violência policial, a demissão da chefe de governo Carrie Lam e sufrágio universal nas eleições para este cargo e para o Conselho Legislativo, o parlamento de Hong Kong.

O movimento que tem liderado desde Junho os maiores protestos em Hong Kong cancelou a manifestação e a marcha previstas para este sábado, após perder o recurso contra a decisão da polícia de proibir as iniciativas.

O julgamento de cinco homens que enfrentam a pena de morte por alegadamente serem organizadores do ataque terrorista de 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, vai começar em 11 de Janeiro de 2021.

Segundo o jornal New York Times, entre os cinco homens suspeitos está Khalid Shaikh Mohammed, considerado o cérebro do 11 de setembro, que causou cerca de três mil mortos.

Khalid Shaikh Mohamed foi detido em 2003 e está, desde 2006, na base militar de Guantánamo (Cuba). O juiz Shane Cohen, da Força Aérea, decidiu a data em que o júri militar será selecionado numa base localizada em Cuba, de acordo com uma ordem que inclui um calendário para o início do processo judicial em Janeiro de 2021.

O calendário do juiz militar define a data de 01 de Outubro como o prazo final para os procuradores entregarem uma lista de informações aos advogados de defesa.

Os cinco alegados envolvidos no processo judicial foram acusados no dia 05 de Maio de 2012, numa sala especial de segurança nacional num tribunal de Guantánamo.

Esta é a primeira vez que um juiz estabelece uma data de início para o julgamento, apesar de pedidos dos procuradores desde 2012 a dois magistrados anteriores.

Os ataques ou atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001 foram uma série de ataques suicidas contra os Estados Unidos coordenados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda em 11 de Setembro de 2001.

Na manhã daquele dia, dezanove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros. Dois desses aviões fizeram-nos colidir intencionalmente contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque, matando todos a bordo e muitas das pessoas que trabalhavam nos edifícios.

Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos. O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C. O, e o quarto avião caiu num campo aberto próximo de Shanksville, na Pensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controlo da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.

Quase três mil pessoas morreram durante os ataques de 11 de Setembro, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões. A esmagadora maioria das vítimas eram civis, incluindo cidadãos de mais de 70 países.

 

O Ministério Público brasileiro pediu à polícia federal que actue com urgência para evitar ataques a indígenas que vivem no centro da Amazónia. O apelo foi feito depois que líderes indígenas denunciaram que um grupo invadiu as suas terras, construiu casas ilegais e ameaçou de morte os líderes da comunidade.

O Ministério informou que, nessa região, a desflorestação, os incêndios e as invasões são "problemas crónicos" e estão relacionados com a construção da central hidroelétrica de Belo Monte.

"Enquanto os conflitos se expandem devido à intensa migração promovida pelo Governo brasileiro para a região das obras da hidroeléctrica, a fiscalização ambiental tem sido cada vez menor, situação que se agravou em 2019", afirmou o Ministério Público.

Líderes indígenas que vivem na região denunciaram também que os incêndios estão a deixar as crianças doentes e a matar animais.

O diretor da 'Survival International', Stephen Corry, afirmou que “esses incêndios terríveis não são acidentais”.

"O ataque à Amazónia é facilitado por causa do ataque de Bolsonaro (Presidente Brasileiro) aos povos indígenas e ao meio ambiente num nível que não vemos há 50 anos", adiantou.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, anunciou hoje que o Parlamento vai ser suspenso durante a segunda semana de Setembro até 14 de Outubro, duas semanas antes da data prevista para o Brexit, a 31 de outubro.

De acordo com a medida anunciada pelo primeiro-ministro, a sessão legislativa é suspensa a 10 de setembro até 14 de outubro, dia em que retoma os trabalhos com o tradicional discurso da Rainha Isabel II, com o programa do Governo britânico.

"Os deputados terão muito tempo para debater o programa do Governo e a sua abordagem ao Brexit antes do Conselho Europeu (a 17 e 18 de outubro) e podem, uma vez conhecido o resultado, depois votar a 21 e 22 de outubro", disse Johnson à televisão Sky citada pela Lusa ao confirmar que pediu permissão à Rainha Isabel II para suspender o Parlamento por cinco semanas.

"Se eu conseguir concluir um acordo com a União Europeia, o Parlamento poderá então aprovar a lei para a ratificação do acordo antes de 31 de outubro", sustentou.

 

Oposição britânica reage com indignação à suspensão do parlamento

Os deputados britânicos da oposição reagiram com indignação às notícias sobre a intenção do primeiro-ministro de suspender o Parlamento.

A BBC divulgou que o executivo britânico ia pedir à Rainha Isabel II a suspensão do Parlamento até meados de Outubro, quando pretende apresentar o programa de Governo para a próxima legislatura.

A medida controversa iria impedir, segundo a BBC, que os deputados britânicos, que retomam os trabalhos em Setembro, tivessem tempo suficiente para travar uma saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo.

"Parece que Boris Johnson poderá estar prestes a fechar o parlamento para forçar um Brexit sem acordo. A menos que os deputados se unam para o parar. O dia de hoje entrará para a história como um dia negro para a democracia britânica", escreveu a chefe do governo escocês, Nicola Sturgeon, na rede social Twitter.

Ainda no Twitter, Thomas Watson do partido Trabalhista, disse que “esta acção é uma afronta escandalosa à nossa democracia. Não podemos deixar que tal aconteça". "Fechar o parlamento seria um acto de cobardia de Boris Johnson", reagiu, por seu turno, a líder dos Liberais Democratas, Jo Swinson, considerando que o primeiro-ministro britânico está a escolher um "rumo perigoso e inaceitável".

Para a líder do grupo dos Independentes e antiga deputada conservadora, Anna Soubry, a democracia está a ser "ameaçada por um primeiro-ministro impiedoso".

Segundo a agência noticiosa espanhola EFE, o jornal britânico indicava ter tido acesso a mensagens trocadas entre assessores governamentais, de acordo com as quais Johnson terá questionado o procurador-geral, Geoffrey Cox, sobre a possibilidade de o parlamento poder ser suspenso a 9 de Setembro.

 

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