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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, vai apresentar a sua demissão ao Presidente da República, Sergio Mattarella. A decisão foi confirmada durante a sua intervenção no Senado.

Na ocasião Giuseppe Conte criticou o Vice Primeiro-Ministro da Itália, Matteo Salvini acusando-o de oportunismo e “irresponsabilidade institucional”, por ter desencadeado uma crise "que levou o país a uma espiral de incerteza política e financeira".

"A crise actual enfraquece a ação deste governo. Aproveito a oportunidade para comunicar que apresentarei minha demissão de chefe de governo ao presidente da República", afirmou Conte, na sua intervenção no Senado. Uma decisão tomada após Salvini e a sua formação de extrema-direita terem apresentado uma moção de censura contra o primerio-ministro.

Salvini, e a sua formação de extrema-direita, a Liga, são responsáveis pela moção de censura, contra o ainda chefe do executivo. Cabe agora ao chefe de Estado decidir o que fazer.

 

Primeiro-ministro italiano, Demissão, Matteo Salvini,  Giuseppe Conte

Mais de 60 pessoas morreram e mais de 180 ficaram feridas este sábado em Cabul, Afeganistão, quando um homem-suicida se fez explodir. Nem as forças governamentais nem os rebeldes talibãs reivindicam o ataque.

Um casamento trágico. Pelo menos, 60 pessoas morreram e 182 ficaram feridas no ontem, quando um homem-bomba se fez explodir numa cerimónia de casamento em Cabul, Afeganistão.

Este massacre que inclui crianças e mulheres ocorre numa altura em que os Estados Unidos têm mantido negociações com os rebeldes talibãs para retirar as tropas norte-americanas que apoiam o governo afegão.

Entretanto, tanto os talibãs como tropas governamentais negam a responsabilidade pelo ataque. Ainda no sábado, houve outro ataque não reivindicado numa mesquita, onde morreram quatro pessoas, incluindo o irmão do líder dos talibãs.

Desde 2001, os talibãs lutam para derrubar o governo afegão e instituir um Estado Islâmico.

 

 

Pode considerar-se o fim da instabilidade política no Sudão que durava desde Dezembro do ano passado. A coligação da oposição e a Junta militar assinaram este Sábado o acordo final de transferência de poder aos civis.

O novo conselho governamental será composto por cinco militares e seis civis que vão liderar o país durante três anos, até a realização das novas eleições.

Dezenas de milhares saíram às ruas de Cartum para comemorar a vitória de um governo civil. Durante as manifestações, dezenas de pessoas morreram e centenas foram detidos no Sudão, um país pobre mais rico em petróleo.

A Instabilidade no Sudão é vista como factor crucial para pacificação da Líbia e combate contra terrorismo no Egipto.

 

 

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusa o presidente norte-americano, Donald Trump, de estar a fazer aos venezuelanos o mesmo que o ditador alemão Adolf Hitler fez ao povo judeu.

"Eles estão a fazer, mais ou menos, o que os nazis fizeram aos povos da Europa nos anos 1940, o que os nazis fizeram ao povo judeu", afirmou Nicolás Maduro.

Maduro reiterou que os Estados Unidos estão a atacar as importações, exportações e contas bancárias da Venezuela, e afirmou que tem um plano para enfrentar o bloqueio do governo de Trump, mas não especificou.

A crise política, económica e social venezuelana agravou em finais de janeiro último, depois de o presidente do parlamento Juan Guaidó, jurar assumir as funções de presidente interino do país.

Mais de quatro milhões de venezuelanos abandonaram o país, desde 2015, para fugirem à crise
 

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusa o ex-presidente colombiano, Álvaro Ubire, de liderar um plano para assassinar líderes venezuelanos.

"Tomei conhecimento de um plano dirigido por Álvaro Uribe, com a participação do embaixador colombiano nos Estados Unidos, Francisco Santos, um plano (…) de entrada na Venezuela de 32 mercenários para tentarem assassinar-me e assassinar os líderes da revolução", acusou Nicolás Maduro.
 
Em 4 de Agosto, Maduro foi alvo de um atentado falhado, em que foram usados 'drones' durante uma cerimónia militar.
Segundo as autoridades venezuelanas, foi uma tentativa de ataque dirigida a partir de Washington, com a participação da Colômbia, o que Bogotá desmentiu.

A oposição, que conta com o apoio de mais de 50 países, incluindo Portugal, defende que para resolver a crise Maduro deve ser afastado do poder, deve ser designado um governo de transição e convocadas eleições livres e transparentes.
Mais de quatro milhões de venezuelanos abandonaram o país, desde 2015, de acordo com dados da ONU.
 

A justiça brasileira levantou o sigilo judicial dos bens dos sócios da Odebrecht. O desembargador Alexandre Lazzarini afirma não ser plausível que os credores, que têm poder de voto na assembleia do grupo, não tenham acesso a todos os documentos do processo.

Até então, as informações sobre os bens particulares dos sócios e administradores do grupo Odebrecht estavam apenas disponíveis para o próprio juiz do caso, para o Ministério Público e para a administradora judicial.

Em defesa da manutenção do sigilo, a Odebrecht alegou que o 5.º artigo da Constituição garante a inviolabilidade de dados patrimoniais e bancários.

"As informações digitais serão espalhadas em questão de segundos, em total desrespeito à intimidade de cada um dos indivíduos afectados", declarou o grupo empresarial.

O grupo acrescentou ainda que a manutenção do sigilo não traz quaisquer prejuízos aos credores.

O grupo empresarial, que actua em ramos como construção, engenharia, energia e química, chegou a ser a maior empreiteira do país sul-americano, mas viu os negócios cederem após a Operação Lava-Jato ter revelado um esquema de corrupção montado por executivos do grupo.

A recuperação judicial da Odebrecht envolve 21 empresas do grupo, incluindo a 'holding' ODB e a Kieppe, que congrega a participação da família Odebrecht.

Actualmente, o grupo empresarial tem 48 mil funcionários e, no auge, chegou a ter 180 mil empregados, segundo números divulgados pelo próprio grupo empresarial.

A recuperação judicial é uma medida jurídica que protege empresas de serem levadas à falência, visando garantir a reestruturação dos negócios e a redefinição de um plano de resgate financeiro da companhia.

Em nota aos funcionários, o presidente da Odebrecht, Luciano Guidolin, apontou que a recuperação judicial é a medida mais adequada neste momento.

Por recear a falta de bens, caso o Reino Unido saia da União Europeia sem acordo, britânicos armazenam alimentos, bebidas e medicamentos.

Entre os que estão a armazenar provisões, 74% acumulam alimentos, 50% medicamentos para uso próprio, 46% bebidas e 43% medicamentos para outros elementos da família.

A indústria alimentar britânica advertiu na semana passada que uma ruptura sem acordo com a UE poderia provocar o desabastecimento no país durante “semanas ou meses”.

A Federação Britânica de Alimentação e Bebidas (FDF) pediu ao Governo que aligeire as regras da concorrência para que as empresas possam cooperar de forma mais estreita e, assim, assegurar a chegada dos alimentos a todo o país.

“Teremos que decidir para onde vão os camiões para manter activa a cadeia de suprimentos. Nesse cenário, teremos que trabalhar com os nossos concorrentes, pelo que o Governo deveria suspender as leis da concorrência”, disse à BBC o responsável de uma empresa britânica.

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson sublinhou que é a favor de romper os laços com o bloco comunitário no dia 31 de Outubro, mesmo sem terem sido acordadas com Bruxelas as condições de saída, escreve a Lusa.

Boris Johnson assegurou que não aceitará um pacto que inclua a polémica cláusula para garantir que não se estabelece uma fronteira entre a República da Irlanda e a região britânica da Irlanda do Norte, uma disposição que a UE tem considerado até agora irrenunciável.
 

O número de mortes, na sequência da passagem Tufão na China subiu para 44, e  16 pessoas continuam desaparecidas, comunicou hoje a imprensa estatal da China.

Segundo a imprensa citada pela Lusa, as equipas de resgate continuam a procura das pessoas desaparecidas.

O nono e mais forte tufão do ano afectou 6,68 milhões de habitantes na província de Zhejiang, leste da China, entre os quais 1,26 milhão tiveram de ser retirados. As chuvas torrenciais e ventos fortes danificaram 234.000 hectares de plantações, causando danos económicos directos de 24 mil milhões de yuans (3 mil milhões de euros).

O Lekima atingiu na madrugada de sábado a cidade de Wenling, em Zhejiang, e no mesmo dia, à noite, chegou a Qingdao, na província de Shandong.

Em Shandong, cinco pessoas morreram e sete desapareceram, enquanto 1,66 milhão foram afectadas, entre as quais 183.800 tiveram de ser realocadas, informaram as autoridades.

Na sexta-feira, a China emitiu um alerta máximo para as áreas costeiras da província de Zhejiang, dada a previsão de ventos e chuvas fortes.

O alerta vermelho, emitido pela China, é o mais alto do sistema de alertas, de quatro níveis, levando as autoridades a preparar evacuações, suspender ligações ferroviárias, viagens aéreas e a exigir o regresso de embarcações aos portos.

 

Já são mais de 140 pessoas que morreram vítimas de inundações em três estados da India. Centenas de milhares de pessoas tiveram de ser transferidas para zonas seguras.

Chuvas torrenciais em Estados indianos de Karnataka, Kerala e Maharshtra já fizeram 140 mortos, incluindo inundações e deslizamentos de terra. Há receios que o número de vítimas mortais possa aumentar. Centenas de milhares de pessoas foram obrigadas a buscar abrigo em campos de refugiados.

“Há cinco ou seis dias que estão todos presos nas aldeias inundadas, animais e tudo. Está tudo preso lá. As pessoas estão a enfrentar muitos problemas. Veio água de todas as direções. Entrou em todas as casas."

Mais de 1300 centros de reassentamento foram montados em 14 distritos do estado de Kerala. Todos os anos, as chuvas torrenciais custam a vida a centenas de pessoas na índia.

 

 

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