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Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

O Prémio Nobel da Paz 2019 foi atribuído ao primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed. O prémio foi anunciado, esta sexta-feira, pela Real Academia de Ciências da Suécia. Este foi o 100º prémio atribuído pelo Comité Nobel de Oslo.

A assinatura do acordo de paz que pós fim a duas décadas de hostilidades com a Eritreia foi o motivo da atribuição do Nobel da Paz ao primeiro-ministro.

O Nobel da Paz é concedido para distinguir “a pessoa que fez mais ou melhor trabalho em prol da fraternidade entre as nações, da abolição ou redução de exércitos permanentes e da realização e promoção de congressos de paz”, determinou o industrial Alfred Nobel no seu testamento.

O prémio já foi entregue por 99 vezes, consagrando 89 homens e 17 mulheres. Em 2014, a estudante paquistanesa Malala Yousafzai, de 17 anos, tornou-se o laureado mais jovem de sempre.

O Prémio Nobel da Paz será anunciado esta sexta-feira. Greta Thunberg, Papa Francisco, Lula da Silva e Raoni Metuktire estão entre os indicados, mas Thunberg lidera as bolsas de aposta.

Sites de apostas colocam a activista como favorita para o Nobel da Paz. Greta numa de suas entrevistas comentou a possibilidade de ser nomeada para edicção deste ano e disse que a premiação seria um reconhecimento do seu movimento.

A trajectória global da activista começou em Agosto do ano passado, quando a menina passou a sentar-se sozinha em frente ao Parlamento da Suécia, em Estocolmo, todas as quartas-feiras, portando um cartaz com os dizeres “greve escolar pelo clima”.  

A revista norte-americana estadunidense Time, uma das mais influentes do mundo considera que o líder indígena brasileiro, Raoni, é o candidato com mais chance de levar o prémio.

já o escultor e activista dos Direitos Humanos argentino, Adolfo Pérez Esquivel, que venceu o Nobel da Paz em 1980, defende que Lula deve ser o vencedor do prémio.

“Não sabemos o que pode ocorrer, mas seria muito importante que fosse outorgado a Lula. Seria o primeiro Prêmio Nobel do Brasil”, destacou.

A dupla Olga Tokarcuzk e Peter Handke é vencedora dos prémios Nobel da Literatura 2018 e 2019. 

A polaca Tokarczuk recebe o prémio “por uma imaginação narrativa que, com paixão enciclopédica, representa o atravessar de fronteiras enquanto forma de vida”. Ao passo que o austríaco Handke é reconhecido “por uma obra influente que, com engenho linguístico, explorou a periferia e a especificidade da experiência humana”.

O Prémio Nobel da Literatura voltou a ser atribuído após um ano de interrupção. A edição do ano passado foi cancelada na sequência de um escândalo de corrupção e assédio sexual dentro do Comité. O Nobel de 2019 é o primeiro decidido por um novo júri, com o qual a Academia Sueca espera recuperar a sua reputação. 
 

Os Estados Unidos da América e representantes da oposição venezuelana assinaram um acordo que prevê alocação de 98 milhões de dólares para aprofundar acções para uma mudança de regime na Venezuela.

De acordo com Juan Guaidó, trata-se de um acordo histórico bilateral que fortalecerá as capacidades para cessar a usurpação presidencial e garantir a liberdade da Venezuela.

Os recursos aprovados pelos EUA vão ser "administrados por organizações e fundações internacionais, para apoiar o desenvolvimento de uma política estrangeira legítima e aumentar a pressão internacional, combater a censura e a manipulação ditatorial", além da defesa e protecção de activos (venezuelanos) no estrangeiro.

A verba destina-se, também, a fortalecer o plano de recuperação da Venezuela, o apoio à sociedade civil, a defesa dos direitos humanos e a luta por eleições verdadeiramente livres.

"Este acordo reafirma a confiança e apoio firme da administração do presidente Donald Trump e do Congresso dos EUA ao presidente (do parlamento) Juan Guaidó, perante uma ditadura cada vez mais débil e isolada", explica.

O Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, já nomeou António Costa para Primeiro-ministro após ouvir os partidos com representação parlamentar. António Costa procura agora firmar acordos para viabilizar a sua governação.

Não havia muita coisa por se analisar, estava claro que António Costa teria novo mandato como Primeiro-ministro. Ainda assim, Marcelo Rebelo de Sousa reservou o dia todo para ouvir os 10 partidos com assento parlamentar.

Nenhum dos partidos se opôs ao nome de António Costa, mas só depois das 21 horas de Moçambique é que a indigitação foi concretizada. Para viabilizar um Governo estável como recomendou o Presidente, António Costa precisa de acordos com alguns partidos.

Ainda em Belém, o Bloco de Esquerda mostrou-se disponível a firmar um acordo com o Partido Socialista que ganhou as eleições de domingo sem maioria absoluta.

Enquanto isso, o recém-chegado ao parlamento deputado do Chega, promete que vai opor-se ao Governo de António Costa. O mesmo posicionamento foi tomado por Jerónimo de Sousa, do CDU-PCP.

Esta manhã António Costa começou as visitas a sedes dos partidos políticos com que poderá assinar acordos, tendo começado pelo PAN e pelo LIVRE.

Quanto ao Governo, o primeiro-ministro português ainda não começou a formar, mas garante que não será muito diferente do anterior e poderá contar com alguns ministros do último executivo.
 

O Partido Socialista (PS) venceu as eleições legislativas deste domingo com 36, 5 por cento dos votos. no seu discurso de vitória, António Costa afirmou que o PS reforçou claramente a sua posição e que a direita sofreu uma derrota histórica. O líder do PS disse que os portugueses gostaram da geringonça e desejam continuidade da actual solução política.

O Partido Socialista elegeu pelo menos 106 deputados. Sem maioria absoluta, o PS vê-se obrigado a negociar    para garantir estabilidade de governação ao longo dos próximos anos.

António Costa afirmou que "vai procurar junto dos parceiros parlamentares renovar a solução política" que sustentou o último Governo.

"Os portugueses gostaram da geringonça e desejam a continuidade da actual solução política", disse o primeiro-ministro. "Agora com o PS mais forte", acrescentou, ressalvando que ao longo dos últimos anos se reforçou a "credibilidade" de Portugal.

A Turquia vai desencadear uma intervenção militar no norte da Síria, por isso a Casa Branca anunciou a retirada das tropas dos EUA estacionadas na Síria na fronteira com a Turquia.

"As forças americanas não apoiarão nem se envolverão na operação e as forças americanas, que derrotaram o Estado Islâmico não estarão mais nas imediações", disse a Casa Branca em comunicado, citado pelo Notícias ao Minuto.

O Presidente turco disse no sábado que "está iminente" uma intervenção militar em território sírio contra milícias curdas e que terminou a paciência de Ancara para esperar pelo apoio dos Estados Unidos.

"Fizemos todos os preparativos, concluímos os planos da operação. Demos as ordens necessárias", disse o chefe de Estado turco, num discurso perante membros do Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), do qual é líder.

A Turquia vem pressionando os Estados Unidos para criar uma zona dita segura na Síria, uma faixa de 30 quilómetros ao longo da fronteira, onde planeia reinstalar refugiados sírios.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, encorajou o Camarões a continuar adoptar medida de confiança e reconciliação. Guterres saudou a libertação de 102 membros do partido Movimento para o Renascimento dos Camarões.

"O secretário-geral congratula-se também com a realização do diálogo nacional" e pede para que decorra uma "continuação efectiva".

Maurice Kamto, candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2018, foi libertado no sábado, em Yaoundé, ao fim de nove meses de detenção. O opositor foi detido no final de janeiro, com centenas de apoiantes, na sequência de manifestações pacíficas contra os resultados das presidenciais.

Os Camarões, durante anos um país relativamente pacífico na África Central, têm vivido recentemente várias crises.

No Norte, o país encontra-se sob a ameaça do grupo radical Boko Haram, enquanto nas regiões Noroeste e Sudoeste, onde vive sobretudo a minoria anglófona, confrontos entre grupos armados independentistas e militares causaram, nos últimos dois anos, cerca de três mil mortos, de acordo com organizações não-governamentais (ONG).
 

São mais de 10,8 milhões de eleitores recenseados que já estão a votar, este domingo, chamados às urnas para escolher a constituição da Assembleia da República de Portugal na próxima legislatura e de onde sairá o novo Governo. A estas legislativas concorrem 20 partidos políticos e uma coligação, o maior número de sempre, embora apenas 15 se apresentem a todos os círculos eleitorais do país.

Os principais concorrentes são o Partido Socialista – PS, Partido Social-Democrata – PSD, Centro Democrático e Social – DCS, Bloco de Esquerda e Partido Comunista de Portugal – PCP.  

Os portugueses são chamados a eleger 230 deputados, divididos por 22 círculos (18 no Continente, dois nas regiões autónomas e círculos da emigração-Europa e Fora da Europa). O círculo eleitoral de Lisboa é aquele onde são eleitos mais deputados, 48, seguindo-se o Porto, com 40 deputados. Em relação às legislativas de 2015, o número de mandatos de deputado a atribuir nos círculos, Lisboa e Porto ganharam um lugar cada.

As mesas de voto para as eleições legislativas abriram às 08hrs locais, nove horas de Moçambique, devendo encerra às 19h00.

Especialistas dizem que, este domingo é natural que a abstenção aumente nestas legislativas. Isto porque o parlamento português decidiu tornar automático o recenseamento dos emigrantes, o que alarga o número de registos, receando-se que a maioria tenderá a não votar, por desinteresse ou pelas dificuldades logísticas. O que falta saber é se, apesar disso, a participação sobe – como aconteceu nas mais recentes eleições europeias.
 

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