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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Trinta e cinco pessoas morreram numa colisão entre um autocarro e uma máquina de construção em Medina, na Arábia Saudita.

De acordo com a agência oficial saudita SPA há ainda registo de quatro feridos.

A polícia local diz que o acidente ocorreu na estrada que liga as cidades santas de Meca e Medina.

O antigo presidente brasileiro, Lula da Silva, diz que quer um julgamento justo e pediu a condenação de quem errou no seu julgamento. Lula voltou a insistir na sua inocência e diz que foi preso para não ser candidato à presidência da república.

Sobre as mensagens que Sérgio Moro, então juiz, terá trocado com procuradores da Lava Jato parecendo colaborar com a acusação, Lula não se mostrou surpreendido.

"Eu e os meus advogados já as tínhamos feito antes. Há quatro pessoas que sabem da verdade neste país. Deus sabe que eu estou inocente, eu sei que estou inocente, o Moro sabe que estou inocente e o Dallagnol sabe que estou inocente. Eu quero um julgamento justo. Se provarem com provas materiais que eu cometi algum delito, eu calo-me e cumpro a minha pena. Se não provarem, quero a minha liberdade e a condenação de quem errou", disse o antigo presidente.

Entre as pessoas que pretende ver condenadas, há um nome que se destaca: Sérgio Moro, o juiz que o condenou e que é o actual ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, e a quem chama de "ídolo de barro".

"Enquanto há uma unanimidade para condenar o Lula, há uma unanimidade para transformar o Moro em herói. E eu quero provar que o Moro é o bandido", disse o ex-presidente.

Passam hoje, seis meses após o incêndio que devastou a Catedral de Notre-Dame de Paris. As doações prometidas para a reconstrução da catedral aumentaram para 922 milhões de euros, anunciou nesta terça-feira o ministro da Cultura da França, citado pela Sic Notícias. 

A Catedral de Notre-Dame de Paris foi atingida por um incêndio a 15 de Abril de 2019. O  incêndio afectou o telhado do edifício e causou danos consideráveis.

"104 milhões de euros já foram entregues pelos doadores. É muito cedo para dizer se esta quantidade de doações será suficiente. O Estado assumirá as suas responsabilidades, não deixaremos o plano de Notre-Dame", declarou o ministro Franck Riester, numa conferência de imprensa em Paris.

O ministro da Cultura referiu que o andaime torcido e derretido no topo da catedral de Notre-Dame será removido “nas próximas semanas” para permitir o início dos trabalhos.

Franck Riester disse que o trabalho de restauro levaria mais alguns meses, juntamente com o trabalho paralelo para avaliar a solidez do edifício.

Riester negou que o Governo francês tenha demorado a reconhecer os potenciais efeitos nocivos do chumbo que derreteu do telhado da catedral.

O ministro esclareceu que as autoridades de saúde estão a recolher amostras regularmente em áreas ao redor de Notre-Dame para verificar se há chumbo.

 

A empresária angolana Isabel dos Santos, filha do ex-chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, afirmou à Lusa que o actual clima de "instabilidade" em Angola não é de confiança para os investidores e que é necessário assegurar que é um Estado de Direito "com separação de poderes".

Isabel dos Santos explicou que “estão a viver momentos difíceis, não há dúvida. Estamos a viver momentos de grandes dúvidas e o que é fundamental e importante é que se respeite o Estado de Direito. É muito importante que se respeitem as leis, é muito importante que não haja atropelos entre os três poderes, que as pessoas tenham confiança na Justiça”.

Em entrevista à agência Lusa, à margem da visita que realizou a Cabo Verde nos últimos dias, a empresária mostrou-se preocupada com os vários casos judiciais, mediáticos, em curso ou em investigação actualmente em Angola, a generalidade envolvendo elementos próximos do anterior Presidente da República e já apelidados por alguma opinião pública, como a própria Isabel dos Santos reconheceu, como uma caça às bruxas.

"Esses processos não são fáceis. Hoje, a título de exemplo, depois da minha saída da Sonangol (presidente do conselho de administração entre Junho de 2016 e novembro de 2017), houve vários relatos na media de possíveis inquéritos, processos ou inquietações. E aí nós vivemos num clima de especulação entre o que vem da media e o que efectivamente acontece ou não na realidade, o que cria muita confusão. Era importante, era bom haver um bocadinho mais de clareza do que se está a passar, porque as pessoas sentem que há confusão, que há muita informação que não é clara”, apontou a empresária.

“Portanto, há aqui alguma instabilidade que inspira uma falta de confiança", criticou.

Ao mesmo tempo, sublinha a preocupação com o pedido de renúncia ao cargo de presidente do Tribunal Supremo de Angola, apresentado este mês pelo juiz Rui Ferreira, que o próprio justificou com uma “campanha intensa e cruel de mentiras, deturpação de factos, intrigas, calúnias e insultos”.

“Como é que é possível haver campanhas de difamação ou de calúnia até ao ponto de um presidente de um Tribunal Supremo, que é um órgão importantíssimo, sentir a necessidade de não continuar no cargo que estava indicado para cinco anos. Eu acho que isso não é bom. Não transmite confiança aos investidores”, comentou Isabel dos Santos.

Considerada pela BBC uma das 100 mulheres mais influentes no mundo, Isabel dos Santos acrescenta que este episódio com Rui Ferreira que, então juiz presidente do Tribunal Constitucional, deu posse a João Lourenço, em Setembro de 2017, como novo Presidente da República, “não transmite confiança às pessoas” em Angola.
“Hoje este clima não é de confiança para os investidores poderem investir e para continuarmos a apostar”, sublinhou, insistindo que é urgente “assegurar às pessoas que existe um Estado de Direito” em Angola e “que existe efectivamente a separação dos poderes”.

 

Isabel dos Santos diz que endivida-se para investir

A mulher mais rica de África, a empresária angolana Isabel dos Santos diz que as recorrentes dúvidas sobre a origem dos seus investimentos resultam de "narrativa negativa", alegando que se tem endividado, para poder investir, sem recorrer ao erário público angolano.
Isabel dos Santos nega que usa dinheiro público. Atualmente, diz que trabalha com mais de 15 bancos em todo o mundo e que não se preocupa com as dúvidas que habitualmente se colocam sobre os seus investimentos.

"Trabalho com bancos em Cabo Verde, com bancos em outros países africanos, bancos que nos apoiam, que acreditam nos projectos, que acreditam na validade dos projetos que nós propomos. Portanto, tenho muitas dívidas, tenho muito financiamento por pagar, as taxas de juros são elevadas, nem sempre é fácil também ter essa sustentabilidade do negócio, para conseguir enfrentar toda a parte financeira dos negócios, mas também boas equipas e trabalhamos para isso", afirmou a empresária.

Questionada pela Lusa sobre as recorrentes dúvidas sobre a origem dos seus investimentos, a empresária angolana, com interesses na indústria, no sector da energia, na banca, na distribuição e retalha e nas telecomunicações, entre outras áreas, sobretudo em Angola e Portugal, afirma que está habituada a passar por complexos processos de avaliação de idoneidade, até tendo em conta as relações, nos negócios, com parceiros internacionais.

 

 

 

As duas ONG que gerem o navio humanitário Ocean Viking pediram à União Europeia (UE) que indique rapidamente um porto seguro para desembarcarem os 176 migrantes de diferentes países africanos que resgataram na costa da Líbia no fim-de-semana, informou Lusa.

"Já é a quarta vez desde o início das operações da Ocean Viking que esperamos por um lugar seguro para desembarcar", disse num comunicado a SOS Méditerranée, que administra o navio juntamente com os Médicos Sem Fronteiras (MSF).

Além disso, a nota referiu que os Governos "falharam" na implementação de "um mecanismo de desembarque previsível" e que os acordos alcançados pontualmente para cada ocasião "não podem ser a solução".

O navio deixou a zona de resgate na costa da Líbia e seguia para o norte. Na manhã de hoje, estava entre a ilha italiana de Lampedusa e Malta. As duas ONG recusaram-se a levar migrantes para Trípoli, como as autoridades líbias haviam indicado, porque não consideram a Líbia um país seguro.

No final do sábado, depois de a ONG Alarm Phone lançar um alerta sobre uma embarcação em perigo, o Ocean Viking resgatou 68 homens e seis menores não acompanhados nas proximidades de uma plataforma de petróleo.O segundo resgate, também graças a um aviso do Alarm Phone, permitiu resgatar 102 pessoas, entre as quais quatro mulheres grávidas e nove crianças menores de 16 anos.

"Mais uma vez, teremos de esperar com essas pessoas a bordo", disse a diretora-geral adjunta da SOS Méditerranée à agência de notícias EFE, sublinhando que parado, o Ocean Viking não pode continuar com seu trabalho de resgate que "tanta falta faz" nessa área.

Vários países liderados pela França e Alemanha concordaram no final de setembro num dispositivo para a distribuição de migrantes resgatados, mas apenas os do Mediterrâneo central.

 

Um veículo pesado, transportando passageiros, que circulava sobrelotado despistou-se e causou 11 mortes e 108 feridos, no Nepal.

O autocarro estava a viajar há cerca de uma hora quando se despistou e caiu num declive de cerca de 50 metros. Não é avançado quantos passageiros seguiam no veículo.

Seis pessoas tiveram morte imediata e as outras cinco morreram no hospital, de acordo com a mesma fonte. Dos 108 feridos que acorreram às urgências, 39 continuam internados.

Os passageiros vinham do festival Dashain, um festival hindu.

As causas do acidente estão a ser investigadas, embora a imprensa relembre as más condições das vias e a sobrelotação dos transportes públicos locais como possível causa.

Já são 18 mortos, 13 desaparecidos e 150 feridos na sequência da passagem do Tufão Hagibis, que atingiu este sábado o arquipélago nipónico, no Japão. Os dados são avançados pela emissora japonesa NHK, que tem transmitido imagens de áreas residenciais afectadas pelas inundações fluviais, citada pela Euronews. 

De acordo com a Agência Meteorológica do Japão, o Tufão Hagibis tocou a terra no sábado pouco antes das 19h00 (hora local) e, cerca de duas horas depois, chegou à capital japonesa com rajadas de vento até 200 quilómetros por hora. Até aqui, mais de sete milhões de pessoas foram aconselhadas a deixar as suas casas, tendo dezenas de milhares sido acolhidas em centros de acomodação. 

O Governo japonês mobilizou 27 mil membros das Forças de Autodefesa (exército) para dar assistência as vítimas.

Na província de Nagano, as chuvas torrenciais fizeram transbordar o rio Chikuma, arrastando consigo veículos. Na cidade de Sano, em Tochigi, a enchente no rio Akiyama afectou também uma área residencial, à qual já acorreram equipas de resgate, incluindo soldados.

Fumio Kishida, político do partido do executivo, afirmou que o Governo fará tudo o que estiver ao seu alcance durante as operações de socorro.

Kishida reconheceu também que as redes de energia do Japão precisam de ser fortalecidas, depois de quase 300 mil casas terem ficado sem eletricidade.

O tufão obrigou ao adiamento da qualificação para a corrida de Fórmula 1, em Suzuka, e ao cancelamento de três jogos do mundial de Râguebi.

 

O Partido Social Liberal (PSL), formação política que em 2018 levou ao poder o actual Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, vai ser alvo de uma auditoria externa. Segundo a imprensa brasileira, Jair Bolsonaro, pediu ao presidente do PSL, deputado Luciano Bivar, a realização de uma auditoria externa para prestação de contas.

Além do Bolsonaro, defendem a auditoria externa mais 21 deputados federais do PSL. Os deputados fizeram um pedido formal para que o partido forneça documentos e informações sobre as contas partidárias dos últimos cinco anos, incluindo os dados dos últimos meses.

No documento, os advogados de Bolsonaro afirmam que submeterão os dados a uma auditoria "externa" e "independente", e declaram que o objectivo é saber se a aplicação dos recursos públicos recebidos pelo PSL é feita de forma correta, segundo o portal de notícias da Globo (G1).

O texto diz ainda que uma análise preliminar nas prestações de contas entregues à Justiça Eleitoral mostra que estas "são sempre apresentadas de forma precária".

"O notório sucesso do PSL na campanha eleitoral de 2018, oportunidade em que elegeu 54 deputados federais, é o factor que resultou no súbito incremento de mais de 10 vezes nos recursos públicos que receberá neste ano. Com isso, calha a responsabilidade de rigoroso acompanhamento das despesas do partido", diz o texto, a que o G1 teve acesso.

Entre os autores do pedido estão dois filhos do chefe de Estado, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro.
A auditoria externa surge num período de crise interna do PSL.

 

Chefes de Estado na União Europeia, dentre eles Marcelo  Rebelo de Sousa, vão reunir-se hoje na Grécia para discutir assuntos como o Brexit e as crises económicas e dos refugiados.

A reunião tem como os seguintes temas “enfrentar com eficácia a crise económica e dos refugiados” e “encarar de forma conjunta os desafios modernos da segurança na UE  e nos estados-membros. além deste será também abordado o assunto do Brexit.

Rebelo de Sousa informou que no próximo ano o encontro do Grupo de Arraiolos se realiza em Lisboa, tendo precisamente como um dos pontos da agenda a política externa da UE.
 

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