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Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

O Rand Sul-Africano passou a ser moeda de referência nas transferências monetárias, entre países da África Austral.  
A medida foi tornada pública, no terceiro encontro de Utilizadores do Sistema de Liquidação Regional da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), que reuniu em Luanda os representantes dos Bancos centrais e comerciais dos países da comunidade.
Andrew Mugabi Presidente do Sistema de Pagamentos da SADC referiu a saída da reunião que a plataforma já está activa e operacional desde fim de julho, já foram feitas 1,5 milhões de transações através da plataforma e que existem disponíveis 6 biliões de rands que equivalem 408 mil milhões de dólares para outras transferências.

Para o representante do Nedbank do Zimbabwe o lançamento desta plataforma vai permitir um maior controle e prevenção contra o Branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo na região, e poderá impulsionar o desenvolvimento do continente Africano.

A realização deste Encontro de Utilizadores do Sistema de Liquidação Regional da SADC em Angola, trará, entre outros, os benefícios da criação de networking entre os utilizadores, especialistas e responsáveis dos sistemas de pagamentos dos distintos bancos centrais e comerciais e da abordagem conjunta sobre os desafios actuais impostos pelo desenvolvimento tecnológico, globalização e intensificação dos negócios, bem como da apresentação de propostas para a solução dos diversos constrangimentos que o referido sistema apresenta.
O último encontro de Utilizadores do Sistema de Liquidação Regional da SADC foi realizado em Maputo, em 2018.

 

 

O Presidente dos EUA quer que o governo da China investigue o filho do antigo vice-presidente e possível candidato às eleições de 2020.
Em declarações aos jornalistas, na Casa Branca, o presidente norte-americano esclareceu que ainda não falou sobre o assunto com o homólogo chinês mas que essa hipótese está em cima da mesa.
“Ainda não. Mas é certamente uma questão em que podemos começar a pensar. Porque tenho a certeza que o Presidente Xi não quer estar sob avaliação porque mil milhões de dólares são retirados de seu país por uma pessoa que acabou de ser expulsa da marinha. Ele foi expulso da marinha, de repente, e está a receber milhões de dólares. Sabem o que se chama a isso? Uma recompensa".

Donald Trump está a enfrentar um inquérito no Congresso, depois de ter sido alvo de uma denúncia por ter pressionado o presidente ucraniano.
Esta quinta-feira, Kurt Volker, o enviado especial do Presidente para a Ucrânia, foi ouvido pelo comité dos Serviços Secretos do Congresso.
Trump acusa os democratas de desonestidade e já disse que Adam Schiff, o congressista que está à frente do inquérito com vista à abertura do processo de destituição, devia ser preso por traição.

 

 

Os portugueses vivendo fora do país já votaram e o número de eleitores triplicou quando comparado com o do escrutínio de 2015.

É mentira que António Costa teria deixado de acompanhar de perto os incêndios de Pedrógão Grande em 2017 por estar de férias. Segundo a Euronews, Costa esteve no terreno sim e só foi de férias um mês depois. As acusações surgiram sexta-feira no último dia de campanha eleitoral rumo às eleições legislativas deste domingo.

Após perder a calma com a acusação, António Costa pediu desculpas em Lisboa, onde fechou a campanha do Partido Socialista. Na mesma cidade, trabalhadores dos registos e notariado cumpriam o último dia de uma greve de duas semanas.

Foi também em Lisboa onde o PSD decidiu fechar a sua campanha. Com sorriso no rosto, Rui Rio prometeu respeitar o veredicto que virá das urnas, sublinhando que é o povo quem manda.
A contagem de votos dos portugueses que votaram no estrangeiro já começou e dados indicam para o aumento da participação. Para este ano, são mais de 97 mil votos recebidos até sexta-feira, o que representava o triplo do verificado nas eleições de 2015.

 

 

Dezenas de pessoas, incluindo o primeiro-ministro de Portugal, António Costa, marcaram presença este sábado nas cerimónias fúnebres do fundador do CDS, Freitas do Amaral, recordado, sobretudo, como "um homem de coragem".

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa entregou a bandeira nacional à viúva de Diogo Freitas do Amaral no final do enterro no cemitério da Guia, em Cascais.
Marcelo Rebelo de Sousa reconheceu os feitos de Freitas do Amaral e a sua coragem nos últimos dias da sua vida. Em comunicação a imprensa declarou que acompanhou os últimos momentos do académico:
“Anteontem tinha prestado homenagem em nome de Portugal, ontem vim como amigo, hoje volto como Presidente da República e também amigo, recordando o homem, o patriota, o democrata, o europeísta, o espírito universal. Um grande professor, um grande jurista e agradecemo-lo naturalmente em nome de todos os portugueses e dos milhares e milhares que com ele conviveram ao longo da vida…Ele mostrou coragem em vida, mas mostrou o que é muito mais difícil, coragem perante a morte”.
Diogo Freitas do Amaral, fundador dos democratas-cristãos, morreu na última quinta-feira, aos 78 anos.
 

 

 

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusa a Organização das Nações Unidas (ONU) de não prestar ajuda prometida ao seu país.

"Prometeram vilas e castelos, uma suposta ajuda humanitária, e nem um copo de água chegou", disse Nicolás Maduro.

No entanto, Maduro agradeceu a cooperação que mantêm com hospitais venezuelanos a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-americana da Saúde (OPS), que fazem parte do sistema internacional da ONU.

Nicolás Maduro explicou que o seu Governo esforça-se constantemente para garantir saúde aos venezuelanos, "de qualidade, pública e universal".

Por outro lado, voltou a acusar os Estados Unidos de estarem a estrangular economicamente a Venezuela e de bloquearem os recursos do país com sanções unilaterais.

"Apesar de toda essa guerra económica e sanções, não temos deixado de investir os dólares que temos, os euros, os petros (criptomoeda venezuelana) e os iuanes, em equipamentos da mais alta tecnologia mundial, para fazê-la chegar ao povo, sem discriminação de nenhum tipo", disse.

O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa e o presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, reúnem-se hoje para discutir sobre as ligações comerciais e a cooperação política entre os dois países, num períodos em que as duas economias enfrentam dificuldades. Os actos de xenofobia que afectaram os nigerianos, na África do Sul ameaçam dominar o diálogo.

A visita de Buhari, que se faz acompanhar de 10 governadores e ministros, estava já planeada antes dos episódios que mataram pelo menos 12 pessoas na África do Sul.

Esta violência revoltou a administração de Buhari e levou centenas de trabalhadores nigerianos expatriados a regressarem ao seu país.

Alvos de ataques motivados por vingança, várias empresas sul-africanas foram obrigadas a encerrar temporariamente.

A Presidência da Nigéria afirmou que Buhari iria utilizar a visita de Estado para discutir "o bem-estar dos nigerianos e encontrar um meio-termo para a construção de uma relação harmoniosa".

Os dois líderes vão participar num fórum negocial e presidir a um encontro da comissão binacional África do Sul-Nigéria, que pretende estimular a cooperação entre os países.

Milhares de pessoas saíram às ruas para exigir a renúncia do presidente do Haiti, Jovenel Moisei. Várias pessoas ficaram feridas na sequência da repressão da Polícia, que tentava impedir os manifestantes de chegarem à praça Champ de Mars, nos arredores do Palácio Nacional.

O líder do Sector Democrático e Popular, André Michel, prometeu que a "mobilização vai continuar" e pediu respeito pela "decisão das pessoas que exigem a saída de Jovenel Moise", a quem acusam de corrupção.

Os protestos de terça-feira fecharam escolas e afectaram serviços públicos e transportes.

No mesmo dia, várias organizações de defesa dos direitos humanos pediram ao Presidente haitiano que "tome uma decisão histórica para evitar o aprofundamento da crise política".

Apesar das manifestações, o Governo continua com a nomeação de ministros e secretários de Estado.

A profunda crise económica e política no Haiti agravou-se no final de Agosto, com a escassez de combustível.

Combates entre milícias da coligação anti-Balaka e o grupo União para a Paz no sul da República Centro-Africana (RCA) provocaram mais de 10 mortos.

Os combates ocorreram nas localidades de Bangao e Liotom, na prefeitura de Ouaka, no sul do país, afirmaram os responsáveis da Missão das Nações Unidas no país (MINUSCA, na sigla em inglês), que falaram de pelo menos 12 mortes, sob anonimato.

"As pessoas fugiram para selva e as localidades à volta ficaram desertas", adiantou à AFP Benoît Nguipouganza, diretor da ONG Caritas, em Bambari.

A UPC emitiu um comunicado em que acusa os anti-Balaka de a ter atacado e matado "11 pessoas". Os anti-Balaka ainda não reagiram.
A RCA caiu no caos e na violência em 2013, depois do derrube do ex-Presidente François Bozizé por grupos armados juntos na Séléka, o que suscitou a oposição de outras milícias, agrupadas sob a designação anti-Balaka.

Um acordo de paz foi assinado em Cartum, capital do Sudão, no início de Fevereiro pelo Governo e por 14 grupos armados. Um mês mais tarde, as partes entenderam-se sobre um governo inclusivo, no âmbito do processo de paz.

Um estudo recentemente divulgado pelo Carnegie Middle East Center, uma instituição de pesquisa baseada em Beirute, capital do Líbano, prevê que a Argélia poderá sofrer uma crise económica, numa altura em que continua a enfrentar um impasse sobre a situação política.

O estúdio, divulgado em finais de agosto descreve a "crise económica" como iminente realçando o facto da economia daquele país depender fortemente de exportações de hidrocarbonetos e o registo de uma depreciação de 46% no preço do Brent, num espaço de cinco anos.

O estudo refere que “se o preço do petróleo bruto manter-se acima de 60 dólares, a Argélia exigiria 116 dólares por um barril,  para equilibrar o seu orçamento”.

Uma análise da economia interna, citando previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) indica que a inflação continua a crescer, saindo dos 4,3% registados em 2018 para 5,6% em 2019.

Os pesquisadores realçam ainda o facto das reservas cambiais do país também estarem em queda.

“Se em 2014 representavam $ 193,6 biliões, no passado mês de Abril não cresceram para além de $ 79,9 biliões” e prevê-se que “os números deverão cair para 64 biliões até o final de 2019 e 47,8 biliões até o final de 2020”.

O estudo lembra igualmente que o governo argelino usou a impressão de bilhetes de tesouro, em Outubro de 2017 para financiar o défice orçamental.

Segundo o diário argelino l’Expression, no passado mês de Setembro o chefe de Estado interino, Abdelkader Bensalah, o primeiro-ministro Noureddine Bedoui falou de uma "proposta do Governo, concernente a um possível recurso ao financiamento externo das instituições financeiras mundiais de desenvolvimento, com vista a financiar projectos económicos estruturais e rentáveis ".

Manifestações contínuas

Desde Fevereiro de 2019, a Argélia é palco de protestos contra o poder e os militares que persistem, apesar da renúncia do ex-presidente, Abdelaziz Bouteflika.

No passado sábado, 28 de Setembro, a presidente da Sub-comissão  de Direitos Humanos do Parlamento Europeu, Marie Arena, reagiu à onda de prisões políticas na Argélia, destacando as exigências dos manifestantes.

"(Eles) exigem efectivamente que as eleições sejam organizadas, mas não sob o modelo actual, nem sob o regime actual, nem com as regras do regime actual. Eles exigem que haja mudanças na Constituição, que haja pluralismo político, que haja liberdade de expressão e associação, o que não é o caso actual na Argélia".

 

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