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Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Novo balanço aponta para 30 mortos e 156 feridos devido ao sismo que abalou a Indonésia. O anterior balanço apontava para 23 mortos.

"30 pessoas morreram e 156 ficaram feridas", disse o porta-voz da agência de gestão de desastres, Agus Wibowo.

Cerca de 15.000 pessoas foram levadas para abrigos, após o sismo de magnitude 6,5 na escala de Richter que ocorreu a nordeste de Ambon, na província das Molucas.

A Indonésia, um arquipélago de 17.000 ilhas e ilhotas que foi formado pela convergência de três grandes placas tectónicas, está localizada no Anel de Fogo do Pacífico, uma área de alta actividade sísmica.

Pelo menos 36 pessoas morreram e outras 36 ficaram feridas no sábado, devido a uma colisão entre um autocarro e um camião na China, comunicou hoje a agência de notícias estatal Xinhua.

O autocarro, que transportava 69 pessoas, embateu no camião numa via rápida na província de Jiangsu, ao norte de Xangai.

Segundo os primeiros elementos da investigação, citados pela Xinhua, o acidente foi causado por um pneu furado.

Dados avançados pela mesma fonte, indicam que os últimos números de segurança rodoviária, em 2015, registaram 58.000 mortos.

 

O professor e pesquisador da área da comunicação Nelson Traquina, morreu na quinta-feira, mas a sua morte foi divulgada este sábado pelos jornalistas, pesquisadores e docentes que o conheciam.

Nelson Traquina, um académico de reputação internacional, morreu, aos 71 anos, em Massachusetts, nos EUA, onde residia há alguns anos, vítima de ataque cardíaco.

Foi um pioneiro na investigação e estudos do jornalismo em Portugal e um autor profícuo. "Jornalismo: Questões, Teorias e Estórias" (1993) é uma obra fundamental da disciplina das Ciências da Comunicação nacional.

Nelson Traquina nasceu nos EUA em 17 de Setembro de 1948, filho de pais açorianos. Lecionou na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, na Universidade Nova de Lisboa, desde o início dos anos 80 e obteve a cátedra em 1997.

A faculdade, numa nota de pesar, lembrou que o professor foi correspondente em Portugal da agência noticiosa United Press International (UPI), "tendo chegado ao país no rescaldo da revolução de Abril, depois de um percurso académico nos Estados Unidos – licenciatura em Política Internacional no Assumption College e mestrado em Política Internacional na Universidade de Denver – e em França – diploma em Comunicação Social e Política na Universidade de Paris I e doutoramento em Sociologia na Universidade de Paris V".

 

O ex-presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, foi enterrado este sábado na aldeia de Kutama na presença de familiares e centenas de seguidores.

Contra a vontade do governo do Presidente zimbabwiano, Emmerson Mnangagwa, os restos mortais de Robert Mugabe, libertador do Zimbabwe e fundador da ZANU-PF, foram este sábado a enterrar na vila de Kutama, sua terra natal.

Mnangagwa insistiu que os restos mortais de Mugabe, considerado herói nacional, fossem depositados no monumento dos heróis nacionais, mas de acordo com a família Mugabe, fazia parte do desejo do finado que seu enterro fosse na sua terra natal. Após uma longa polémica, as autoridades governamentais conformaram-se com a decisão da família.

Mugabe faleceu aos 95 anos em Singapura, onde foi receber tratamento médico contra o cancro. O ex-Presidente do Zimbabwe desde 1980, ano da independência do país, foi deposto do poder pelo seu “braço-direito” Emmerson Mnangagwa, em 2017, depois de tentar promover a sua esposa, Grace Mugabe, à sua sucessão.

Segundo o sobrinho Leo Mugabe, desde a sua chegada de Singapura, o corpo de Mugabe sempre esteve sob a vigilância da família, alegadamente para se evitar que as autoridades se apropriassem de algumas partes do cadáver para fins rituais, avançou Reuters.

 

Continuam as manifestacoes contra o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi, acusado de corrupção pela oposição. Desde que começaram as manifestacoes, cerca de duas mil pessoas foram detidas.

As demonstrações contra al-Sisi começaram a 20 de Setembro corrente, na cidade do Cairo e a iniciativa surgiu na internet.

No total, organizações de defesa dos direitos humanos estimam que tenham sido detidas cerca de duas mil pessoas na sequência da sua participação nas manifestações, entre elas jornalistas, activistas políticos e até crianças. Algumas foram detidas enquanto se manifestavam, outras foram levadas de suas casas.

De regresso de Nova Iorque, da Assembleia Geral da ONU, al-Sisi foi recebido no Cairo por uma multidão de simpatizantes e disse que pretende convocar manifestação em seu próprio apoio e que conta que egípcios saiam às ruas aos milhões.

As manifestações no país são fortemente reprimidas desde que Sissi liderou o golpe militar que depôs Mohammed Morsi. Morsi tinha origem na Irmandade Muçulmana, entretanto proibida. Desde 2013, qualquer indício de dissidência é reprimido e milhares de islamitas militantes, bem como militantes laicos e bloggers encontram-se detidos.

 

O terremoto que atingiu o arquipélago das Molucas, na Indonésia, provocou 23 mortes e 100 feridos, danificando vários edifícios, incluindo uma universidade.

O terremoto de magnitude 6,5, de acordo com o Instituto Geofísico dos Estados Unidos (USGS), teve o seu epicentro a 37 quilómetros a nordeste de Ambon, na província das Molucas.

A Indonésia, um arquipélago de 17.000 ilhas e ilhotas que foi formado pela convergência de três grandes placas tectónicas, está localizada no Anel de Fogo do Pacífico, uma área de alta actividade sísmica.

Em 2004, um tsunami matou 220.000 pessoas na região do Oceano Índico, incluindo 170.000 na Indonésia, logo após o Natal, tendo sido desencadeado por um sismo de magnitude 9,1 na costa de Sumatra.

Robert Mugabe não será mais enterrado no monumento dos heróis nacionais. O ex-presidente do Zimbabwe será enterrado na sua terra natal. A medida foi anunciada pelo governo zimbabwiano.

O governo do Zimbabwe acabou por ceder ao desejo da família Mugabe sobre o enterro daquele que é considerado o herói nacional. Robert Mugabe vai definitivamente ser enterrado em Zvimba, sua terra natal e não no monumento dos heróis nacionais como o governo havia previsto.

Todavia, a família vai ter todo o apoio necessário do governo para que haja um enterro condigno. Sendo assim, o monumento de mármore e granito projectado pelos arquitectos da Coreia do Norte já não vai acolher o corpo do libertador e ex-Presidente do Zimbabwe que esteve no poder há 37 anos.

Mugabe morreu aos 95 anos em Singapura no dia 06 de Setembro, vítima de doença. O homem que dizia que só Deus o poderia tirar do poder, em 2017 foi forçado a abandonar a liderança do Zimbabwe por meio de golpe militar com apoio de Emmerson Mnangagwa, actual presidente daquele país.

 

 

O presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, pediu durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, aos Estados Unidos e Europa, fim das sanções económicas ao país.

"Desde que tomei posse muito foi alcançado, como os indicadores económicos a recuperarem e com a estabilização do crescimento", com a melhoria das políticas macroeconómicas e com "austeridade e disciplina fiscal", afirmou Emmerson Mnangagwa.

O presidente disse que o Zimbabwe está em transição e a tentar ultrapassar o colapso económico, com uma moeda fragilizada devido às sanções económicas ilegais impostas ao país.

Mnangagwa disse ainda que as sanções dos EUA e da Europa estão a "desacelerar o progresso" e a "punir os mais pobres e vulneráveis da sociedade".

Os EUA e a União Europeia impuseram sanções há quase duas décadas devido às violações de direitos no país. Em Agosto, os EUA colocaram na lista de sanções um ex-general do exército do Zimbabwe que comandou as tropas acusadas de matarem seis civis, há um ano, durante as eleições.

Desabamento de uma mina de ouro ilegal, no Chade, faz vários mortos. O acidente ocorreu perto da fronteira com a Líbia, uma zona que está em estado de emergência.

"Uma mina entrou em colapso, não posso dizer exactamente quantas pessoas estão mortas, mas há muitas pessoas a trabalhar nessas minas. Deve haver muitos mortos, isso é certo", disse o ministro da Defesa e Segurança do Chade, Mahamat Abali Salah.

De acordo com testemunhas há cerca de trinta mortos, escreve a imprensa internacional.

"Não posso fazer uma avaliação precisa, porque deslocamos tropas esta manhã", disse o ministro Abali Salah, acrescentando que as autoridades ainda aguardam um relatório sobre a situação.

A área de Tibesti, ao longo da fronteira com a Líbia, está fora da actuação das forças de segurança de N'Djamena e o solo, em alguns lugares, está cheio de túneis ou minas abertos a partir de estruturas precárias, na qual operam centenas de garimpeiros ilegais para gangues que controlam certas localidades.

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