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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Morreu hoje aos 86 anos o Presidente francês, Jacques Chirac, o segundo chefe de Estado que passou maior tempo no poder de França. Chirac governou o país entre 1995 e 2007. Durante a sua liderança, Chirac natural de Paris, tentou elevar o estatuto de França como agente activo na comunidade internacional.

O antigo presidente francês também será lembrado pela sua forte oposição à invasão dos Estados Unidos no Iraque em 2003. Após sua saída da esfera política, Chirac sofreu de problemas neurológicos, tendo sido hospitalizado várias vezes.

Chirac morreu esta manhã pacificamente rodeado pela sua família, informou o seu neto Frederic Salat-Baroux a Reuters.

 

O primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan, disse que a situação na Caxemira "vai piorar" e alertou para o risco de uma guerra entre o Paquistão e a Índia.

"Isso é apenas o começo. Vai piorar e há potencial para dois países atómicos se encontrarem em algum momento", disse Khan sobre a tensão em torno da Caxemira, durante uma conferência de imprensa à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que se realiza em Nova Iorque.

Milhares de pessoas continuam detidas na Caxemira indiana, desde que em Agosto o Governo indiano retirou o estatuto especial da região e impós pesadas restrições aos direitos de circulação e reunião de pessoas, além de cortar as redes de telecomunicações e Internet.

Imran Khan acusou ainda o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, de racista e deu entender que descarta uma reunião bilateral com a Índia durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Trump também se ofereceu para mediar o conflito, mas insistiu que isso depende da vontade dos dois países.
 

A Assembleia Geral da ONU, que tem lugar em Nova York, tem como foco da sua agenda as alterações climáticas, as ameaças no Golfo Pérsico e na Faixa de Gaza e as crises na Síria, Iémen e Venezuela

Outra questão premente é a escalada da tensão, tal como já disse Guterres, "muito perigosa" no Golfo Pérsico, tendo o Irão e Arábia Saudita como principais potências da região.

Os ataques a refinarias de petróleo da Arábia Saudita, a 14 deste mês, foram um dos eventos mais recentes que sobressaltaram o mundo e deverão ser abordados por vários Estados-membros da ONU, principalmente os que têm interesses económicos naquele país ou que são também países produtores de petróleo.

Os conflitos israelo-palestiniano e regionais no Iémen, Síria e Afeganistão, que se prolongam há vários anos, deverão ser entre os mais abordados, depois de a ONU ter dito, com vários relatórios, que a crise humanitária no Iémen, país que vive em guerra desde 20014, é a pior da actualidade e poderá ser a pior do século.

A crise política na Venezuela continua, alastrada a uma crise económica e social e prevê-se que a comunidade internacional veja a Assembleia Geral como uma oportunidade para colocar ainda mais pressão sobre o regime de Nicolás Maduro, que já anunciou que não vai estar presente em Nova Iorque.

Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela e Presidente autoproclamado do país, anunciou que vai entregar à ONU provas de violações dos Direitos Humanos na Venezuela.

Com o mundo de olhos postos no combate às alterações climáticas e, nomeadamente, sobre a região da Amazónia e a luta pelos direitos humanos dos povos indígenas, o Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, prometeu levar a Amazónia na agenda, sendo o primeiro a abrir hoje o debate geral, como tradição, antes do Presidente dos Estados Unidos.

Sete estudantes morreram, esta segunda-feira, na sequência do desmoronamento de uma escola em Nairóbi, no Quénia. No entanto, estes números poderão vir a aumentar, uma vez que ainda estão a decorrer as operações de resgate.

"Sete alunos morreram, há vários feridos após o colapso de uma sala de aula do Previous Talent Academy de Dagoretti", relatou no Twitter a organização St John Ambulance, envolvida nas operações de resgate.

De acordo com o porta-voz do governo do Quénia, Cyrus Oguma, 57 estudantes foram levados para o hospital para receber tratamento, escreve a imprensa internacional.

A escola estava instalada num edifício de dois andares construído com madeira e painéis de metal.

Pelo menos 10 crianças continuam presas nos escombros da escola, referiu, por sua vez, a agência de notícias Associated Press (AP).

 

O surto do ébola mostra-se cada vez mais preocupante dia-pós-dia, sobretudo, quando há informações de que países vizinhos da República Democrática do Congo têm registado casos de alguns pacientes contaminados. Por isso, a partilha de qualquer informação sobre ébola é crucial para o combate a esta epidemia hemorrágica.

Entretanto, a OMS acusa a Tanzânia de negar partilhar informação sobre o eventual surto do ébola neste país, quando há informações que dão conta que uma mulher de 34 anos teria morrido vítima do vírus de Ébola em Dar-es-Salam,  no passado dia 8 deste mês.

Ademais, as autoridades da Tanzânia teriam realizado dois testes de ébola, sendo que o primeiro deu negativo e ainda não são conhecidos os resultados do segundo.

Entretanto, o Governo da Tanzânia informou no último fim-de-semana que não identificou nenhum caso do ébola, mas não se pronunciou sobre a morte de uma mulher cujo teste de ébola deu positivo. Desde início do ano passado, o surto do ébola fez mais de dois mil mortos na República Democrática do Congo.

A República Democrática do Congo vai testar em breve uma nova vacina contra ébola fabricada pela empresa norte-americana Johnson & Johnson, informou News 24.

 

A polícia na capital egípcia deteve várias pessoas, que participaram ontem nas manifestações a exigir a renúncia do presidente Abdel Fattah al-Sisi.

Desafiaram o risco de prisão e denunciaram alegados esquemas de corrupção no seio do Governo e das Forças Armadas.
Durante os protestos de sexta-feira, na capital egípcia, centenas de manifestantes juntaram-se na praça Tahrir, o epicentro da revolução de 2011, em pleno florescimento da Primavera Árabe, que levou à queda do então presidente Hosni Mubarak.

As autoridades apressaram-se a dispersar os manifestantes com recurso ao gás lacrimogéneo, até porque as manifestações estão proibidas por uma lei adotada em 2013, na sequência do golpe militar liderado por al-Sisi.
Os protestos começaram depois de uma série de vídeos publicados nas redes sociais, incluindo os do empresário e actor egípcio no exílio em Espanha, Mohamed Ali.
Os meios de comunicação social estatais noticiaram que as pessoas se reuniram apenas "para tirar selfies e fazer vídeos."

 

Em defesa do meio ambiente, jovens e activistas de diversas partes do mundo se uniram na greve mundial pelo clima, para exigir medidas urgentes contra o aquecimento global.
As manifestações ocorrem em mais de 150 países, entre eles Estados Unidos, Alemanha, Grécia, Japão, Austrália e Brasil.
De Londres a Berlim, de Paris a Lisboa, milhares de pessoas tomaram as ruas das cidades europeias, para que os políticos tomem decisões mais amigas do ambiente.

As manifestações, lideradas por estudantes e abertas a todos, são em várias línguas, mas a mensagem é só uma e dirige-se a Nova Iorque, onde, por estes dias, líderes de todo o mundo estão reunidos na cimeira do clima das Nações Unidas.
"As autoridades não querem saber dos agricultores, dos mineiros e das famílias com crianças. Sabemos de fontes científicas que vão ser os mais afectados pela crise climática", lamenta uma manifestante polaca.
No ano passado, as emissões de carbono atingiram um valor record.

Os cientistas alertam para os efeitos: secas e ondas de calor, redução de glaciares, aumento do nível do mar e inundações. Uma crise ainda sem resposta, que os jovens apelam aos políticos para encontrar.

Os Estados Unidos da América vão enviar mais tropas e dispositivos militares para a Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. A medida visa reforçar a segurança na região depois dos ataques contra instalações petrolíferas da Arábia Saudita.

“Este é apenas o primeiro passo, outras medidas adicionais poderão ser implementadas”. Foi assim que o secretário da Defesa norte-americano, Mark Esper descreveu o envio de reforços militares para o Golfo Pérsico, depois dos ataques contra instalações petrolíferas na Arábia Saudita.

Apesar de serem reivindicados pelos rebeldes iemenitas Houthis, Washington e Riade responsabilizam o Irão pelos ataques que levaram ao aumento do preço de petróleo no mercado internacional.
Em conferência de imprensa, o secretário da Defesa explicou que com o envio de reforços militares, os Estados Unidos pretendem garantir o livre fluxo de comércio através do estreito de Ormuz, a protecção e defesa da ordem internacional, baseada em regras, e tentar convencer os iranianos a regressarem ao caminho diplomático.
Entretanto, o Irão já reagiu ao envio de militares norte-americanos ao Golfo Pérsico. Citado pela France Press, o chefe da Guarda Revolucionária, corpo de elite das forças armadas iranianas, afirmou que o Irão nunca irá permitir que uma guerra invada o seu território e que quem quiser que a sua terra se torne o principal campo de batalha, que avance.
 

O antigo presidente tunisino, Zine El-Abidine Ben Ali, perdeu a vida aos 83 anos de idade, na Arábia Saudita onde esteve exilado por oito anos. Ben Ali foi presidente da Tunísia entre 1987 a 2011.

Ben Ali fugiu do país em 2011, na sequência de uma onda de protestos contra o regime ditador que ele liderava, a revolução Jasmim. Essa revolução abriu portas à Primavera Árabe que ditou o fim do presidente à frente dos destinos da Tunísia.

A morte do ditador acontece poucos dias depois de os tunisinos terem sido chamados às urnas para eleger o segundo chefe de Estado em democracia.

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