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Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

A Amnistia Internacional (AI) divulgou um relatório a denunciar os abusos cometidos pelas forças policiais durante os manifestantes dos protestos pró-democracia em Hong Kong.

Para fazer o relatório a Organização Não Governamental de defesa dos direitos humanos entrevistou 21 detidos, advogados e profissionais de saúde.

"Quase todos os entrevistados descreveram ter sido espancados com cassetetes durante a detenção, mesmo que não representassem uma ameaça", sendo que "85% dos entrevistados foram hospitalizados como resultado da agressão e três passaram pelo menos cinco dias no hospital", afirmou a AI.

A ação da polícia de Hong Kong para controlar os manifestantes na rua "tem sido transmitida em direto para o mundo ver", mas "muito menos visível tem sido a abundância de abusos da polícia contra manifestantes detidos", afirmou Bequelin.

A AI "pede uma investigação independente e imparcial que resulte em acusações, justiça e reparação, uma vez que existe pouca confiança nos mecanismos internos existentes".

Explosão de um carro armadilhado contra um edifício dos serviços secretos afegãos causou a morte de 10 pessoas e deixou 85 feridos. O ataque atingiu também o hospital da cidade. O porta-voz dos talibãs, Qari Yusuf Ahmadi, reivindicou o atentado.

Um outro atentado ocorrido ontem contra um edifício governamental na província de Nangarhar, deixou 12 pessoas feridas, um dia depois de dois atentados que causaram cerca de 50 mortos.

Os dois atentados foram reivindicados pelos talibãs, que já ameaçaram boicotar todo o processo eleitoral com violência, para impedir a realização, por considerarem que o processo é manipulado por potências estrangeiras.

Subiu para 20 número de vítimas em ataque suicida a um hospital no Afeganistão. O acidente aconteceu hoje, por volta 06h00 (hora local) quando um homem detonou os explosivos que estavam num camião, próximo a um hospital na cidade de Qalat, capital da província de Zabul, no sul do Afeganistão, disse à agência EFE o porta-voz do governador regional, Gul Islam Seyal.

Segundo Gul Islam Seyal, a forte explosão ocorreu na porta principal do hospital, destruindo várias casas próximas e uma escola, onde quatro crianças morreram.

A fonte disse ainda que quatro dos 20 mortos são estudantes incluindo um grande número de profissionais de saúde, pacientes e vizinhos de casas próximas. "Vários feridos estão em estado crítico", afirmou Seyal.

Os feridos foram transportados para outros hospitais de Qalat e para a cidade vizinha de Kandahar.

O porta-voz dos talibãs, Zabihullah Mujahid, reivindicou o ataque e declarou que este era dirigido contra um edifício da Direção Nacional de Segurança (NDS- serviços de informação).

No entanto, para Seyal, o objetivo dos talibãs era o hospital.

 

O presidente da Libéria, George Weah, apoia a constituição de um tribunal de guerra para julgar os crimes de guerra cometidos durante o conflito que abalou o país.

Em carta dirigida ao parlamento Weah escreveu: "Apelo ao parlamento que aconselhe e oriente todas as medidas legislativas e outras que sejam necessárias para a aplicação do relatório CVR (Comissão para a Verdade e a Reconciliação), incluindo o estabelecimento do Tribunal para os Crimes de Guerra e Económicos".

O representante da plataforma de defesa dos direitos humanos no país e o Secretariado para o Estabelecimento de um Tribunal de Crimes de Guerra na Libéria, apoiam a decisão do presidente.

"O apoio do Presidente Weah a um tribunal para julgar crimes de guerra é um passo importante para as vítimas e para ajudar a garantir que a violência que trouxe tanta dor e perda à Libéria não volta a acontecer".

Durante aqueles anos de conflito armado, os liberianos sofreram o desrespeito generalizado das leis internacionais humanitárias e de direitos humanos, como assassínios de massa, violações e outras forças de violência sexual, execuções sumárias, mutilações e torturas, além do recurso a crianças-soldado.

A empresa petrolífera Aramco vai voltar a produção normal dos 5.7 milhões de barris de petróleo por dia no final de Setembro, depois de as suas instalações petrolíferas terem sofrido ataques reivindicados pelos rebeldes Houthis do Iémen.

Estes ataques haviam feito que o preço do petróleo pelo menos no mercado asiático subisse para cerca de 20%.

Os Estados Unidos e Arábia Saudita acusam o governo iraniano de estar envolvido nos ataques. O governo saudita diz que em breve vai revelar evidências de que os ataques não vieram do Iémen, mas sim do Irão.

Embora os Estados Unidos tenham prometido uma resposta armada, o presidente Donald Trump disse que não gostaria de fazer guerra. O governo iraniano também diz que não quer conflito no Médio Oriente, e nega estar envolvido em ataques de sabotagem à economia saudita e do mundo.
 

 

Depois dos ataques contra as suas principais instalações petrolíferas, a Arábia Saudita anunciou uma investigação internacional e alerta para ameaça iraniana.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita disse que "as ameaças iranianas não atingem apenas o reino (saudita), mas os seus efeitos atingem o Médio Oriente e o mundo".

Apesar de reivindicado pelos rebeldes Houthis, que lutam contra a coligação internacional liderada pela Arábia Saudita no Iémen, o Governo de Riade deixa a entender que o Irão estará por detrás do ataque e alerta para o efeito da estratégia de Teerão, considerando que a ameaça terrorista ainda não terminou.

O Irão nega as acusações de autoria do ataque, admitindo que tenha sido feito pelos rebeldes Houthis, em legítima defesa, contra os bombardeamentos sauditas no Iémen.

O porta-voz da coligação, Turki al Malki, disse estar convencido de que o ataque não partiu do Iémen, recusando por isso a reivindicação dos rebeldes Houthis, que considera terem feito aquela assunção para servir os interesses iranianos.

Sete pessoas morreram e duas ficaram feridas, na Colômbia, depois de uma avioneta cair em várias casas. De acordo como El País, o aparelho tinha acabado de descolar do aeroporto Guillermo León Valencia.

As causas da queda ainda são desconhecidas, mas as autoridades já avançaram que o acidente pode ter sido causado por falhas mecânicas.

"Lamentamos muito o acidente ocorrido com uma avioneta. O relatório não é animador, sete pessoas foram encontradas mortas, duas estão no hospital de San José", afirmou o autarca local, Cesar Gómez Castro.

O responsável adiantou que as equipas no terreno e as forças militares isolaram o local do acidente para procederem aos trabalhos de resgate das vítimas.

O Primeiro-Ministro britânico diz que está determinado a concretizar a saída do Reino Unido da União Europeia a 31 de Outubro custe o que custar. Boris Johnson rejeitou hoje o adiamento do Brexit.

Desde o início da campanha, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, sempre defendeu a saída do Reino Unido da União Europeia a 31 de Outubro com ou sem acordo. Mas passado algum tempo, a sua promessa parece ter poucas chances para concretizar-se depois de o Parlamento britânico ter chumbado o seu plano de Brexit sem acordo e ter aprovado uma petição para prolongar-se o prazo de Brexit.

Entretanto, no encontro realizado esta segunda-feira com Jean-Claude Juncker presidente da Comissão Europeia, o primeiro-ministro britânico rejeitou o adiamento do Brexit, uma decisão que já era esperada.

Em uma entrevista, no fim-de-semana, Johnson chegou a comparar-se à personagem de banda desenhada, Hulk, dizendo quanto mais provocado e impedido, mais rebela-se e solta-se das amarras.

Já ex-primeiro-ministro britânico, David Cameron, chamou Johnson de mentiroso, que apenas apoiou a campanha de saída do Reino Unido da União Europeia para ganhar protagonismo.

 

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Mousavi, considera as acusações do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, de insensatas. Os EUA responsabilizam a República Islâmica por um ataque de drones contra duas instalações petrolíferas sauditas.

"Tais acusações e observações estéreis e indiscriminadas são incompreensíveis e insensatas", disse o porta-voz.

O ataque que foi reivindicado pelos rebeldes iemenitas Huthis provocou incêndios nas duas petrolíferas obrigando a Arábia Saudita, o maior exportador mundial de petróleo, a reduzir temporariamente a produção para metade.

O ataque foi condenado "firmemente" pela Casa Branca e Pompeo acusou o Irão de ter "lançado um ataque sem precedentes contra o fornecimento energético mundial".

Para Moussavi, estas declarações pretendem "minar a reputação de um país, para criar um quadro para no futuro lhe aplicar sanções".

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