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Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

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Os restos mortais de Robert Mugabe só vão ser enterrados daqui a 30 dias. A família confirma que foi determinada a construção de uma capela no Acre dos Heróis, cujas obras vão levar 30 dias.

Depois do velório de Estado este sábado, domingo foi dedicado às pessoas mais próximas da família Mugabe. O corpo do antigo presidente permaneceu todo dia no seu Palácio, o famoso blueroof situado em Harare. Enquanto outros aguardavam actualização sobre o funeral privado, outros entraram dentro da casa para dar apoio aos enlutados.

Depois de uma concertação de cerca de meia hora, os líderes tradicionais subiram ao palácio para informar que esta segunda-feira o corpo de Mugabe segue para Zimba, sua terra natal, a cerca de 160 quilómetros do centro de Harare, como confirmou o porta-voz da família. “O corpo virá para Zimba amanhã de manhã e vai pernoitar aqui em Zimba e regressa a Harare na terça-feira”, disse Leo Mugabe.

Mas uma das principais notícias do dia é a confirmação da família sobre a informação que já circula dando conta de que o enterro do ícone do pan-africanismo não acontecerá esse mês.

O porta-voz dos Mugabe’s explica que isso sucede “porque os preparativos no Acre dos Heróis são longos. Então o Governo disse que vai levar 30 dias para preparar o lugar onde vai ser enterrado”, avançou.

Uma das questões que ficam por esclarecer é onde o corpo de Mugabe vai permanecer até a data do funeral, visto que desde a sua chegada na quarta-feira tem estado na casa da família. Leo Mugabe fala de dois caminhos possíveis. “Ele vai ter que ficar na morgue. Mas existem dois caminhos para fazer isso: outro é conservá-lo. Mas os chefes vão decidir o que vamos fazer”, terminou.

Depois da conclusão do velório pelos líderes tradicionais aguardar-se pela conclusão da capela no Acre Nacional dos Heróis do Zimbabwe.

A Tunísia, prepara-se para eleições presidenciais este domingo com 26 candidatos a pretenderem o cargo de chefe de Estado naquele país, considerado berço da Primavera Árabe.

Entre os candidatos está o magnata dos media, Nabil Karoui, que se encontra detido, acusado de evasão fiscal e lavagem de dinheiro.

Também corre à presidência o primeiro-ministro Youssef Chahed, num momento em que os tunisinos estão bastante desencantados com o caminho da democracia.

Mohamed Moncef Marzouki, que foi o presidente interino entre 2012 e 2014, também se apresenta à eleição, pedindo ajuda à União Europeia para a jovem democracia tunisina.

"Apoiar a democracia na Tunísia é apoiar uma economia nacional capaz de absorver o desemprego e acabar com a pobreza. Porque a pobreza e o desemprego produzem terrorismo e imigração que a Europa não quer, então se não quer receber grupos de imigrantes e ser prejudicada por qualquer tipo de terrorismo, deve fornecer o potencial para estabilizar a democracia através de uma economia forte e isso é muito simples."

Os sete milhões de eleitores tunisinos são chamados às urnas na sequência da morte do presidente Beji Caid Essebsi, em Julho passado.

Esta eleição presidencial poderia ser um recomeço político para a Tunísia, mas a democracia tem tardado melhorar a vida dos tunisinos e teme-se que a taxa de abstenção possa ser bastante elevada.

 

Milhares de zimbabweanos despediram-se hoje de Robert Mugabe, o antigo presidente da República e fundador da nação.

A cerimónia teve lugar no Estádio Nacional de Harare e contou com a presença de 11 chefes de Estado e do Governo, incluindo o Estadista moçambicano, Filipe Nyusi. Através de discursos, os líderes africanos prestaram a última homenagem ao antigo Presidente zimbabweano, destacando as suas qualidades de nacionalista e combatente pela liberdade e independência dos países africanos.

"Mugabe lutou para preservar a liberdade, bem-estar e a independência nacional", disse Emmerson Mnangagwa, Presidente do Zimbabwe.

O sucessor de Mugabe na liderança do Estado zimbabweano, Mnangagwa descreveu o antigo Estadista como um herói que criou um Estado, ensinou uma geração e inspirou todo o continente. Mnangagwa disse que os zimbabweanos vão continuar a respeitar os ensinamentos e os exemplos de Mugabe.

O Estadista zimbabweano fez questão de lembrar o papel dos líderes da região na luta pela independência do Zimbabwe, com detalhe para Samora Machel, primeiro Presidente de Moçambique

Quem também usou da palavra na última despedida de Mugabe foi o Presidente da África do Sul, Ciryl Ramapshosa, que foi vaiado pelos zimbabweanos presentes no estádio devido aos ataques contra estrangeiros que acontecem na maior economia africana. Ramaphosa aproveitou o momento para pedir desculpas e assegurar que o povo sul-africano não é xenófobo.

"Estou aqui como africano a expressar o meu pesar e pedir desculpas por tudo o que aconteceu no nosso país", disse Ciryl Ramaphosa

Depois de pedir desculpas pela violência contra estrangeiros que acontece na África do Sul, Ramaphosa retomou o seu discurso, no qual descreveu Mugabe como um líder que deu tudo pela libertação do povo sul-africano do domínio do apartheid.

Já o Estadista queniano, Uhuru Kenyatta, descreveu Mugabe como "um grande ícone da libertação africana, um líder visionário e um lutador incansável pela dignidade africana".

O presidente do Quénia lembrou ainda Mugabe como um grande panafricanista que defendia soluções africanas para problemas africanos.

O libertador e fundador da nação zimbabweano, Robert Mugabe foi Presidente do Zimbabwe durante 37 anos e em 2017 foi forçado a deixar o poder após um golpe de militares. Mugabe morreu vítima de doença aos 95 anos em Singapura, onde recebia tratamento médico.

Seus restos mortais serão depositados no Acre dos Heróis zimbabweanos, depois de a família ter recuado da sua decisão de enterrar Mugabe na sua terra natal. A cerimónia oficial no monumento dos heróis zimbabweanos decorre este domingo.

Um incêndio no Hospital Badim, no Rio de Janeiro, provocou a morte de nove pessoas. De acordo com as autoridades locais o número de mortos poderá subir, uma vez que os bombeiros continuam a procurar por pessoas que estão desaparecidas no interior do edifício.

No momento em que o incêndio deflagrou 103 pessoas estavam na unidade hospitalar. Os funcionários deram logo início à evacuação do edifício e os pacientes foram sendo retirados.

Só posteriormente, dezenas de pacientes, entre os quais pacientes com quadros clínicos mais graves e pacientes mais idosos, foram transferidos para outras unidades de saúde.

Outros pacientes foram levados para um prédio anexo que também faz parte do Hospital do Badim.

A direcção do hospital acredita que a origem do incêndio seja um curto-circuito.
 

Robert Mugabe vai mesmo ser enterrado no acre dos heróis zimbabwianos. A família recuou da decisão de não levar Mugabe ao monumento dos heróis mas nega que tenha sido por pressão do Governo. Este sábado Mugabe será velado na presença de vários chefes de Estado.

Passar pela estrada que dá acesso a casa de Robert Mugabe era algo muito difícil antes da sua morte. Mas agora a residência dos Mugabe’s é bastante movimentada, muitos vem ao chamado Blueroof, prestar condolências a família enlutada.

A escrita Gunchungo, o clã a que pertence a família, faz a recepção a mansão onde foram montadas tendas e disponibilizadas cadeiras a tempo inteiro para receber os convidados. E é a partir daqui onde durante a manhã saiu o corpo de Mugabe para mais um dia de adeus pelos zimbabwianos.

Desta vez Grace Mugabe não acompanhou o cortejo. Embarcaram na aeronave os filhos de Mugabe.

O destino era mais uma vez o Rofaro’s Stadium para que os zimbabwianos que não puderam despedir-se de Mugabe esta quinta-feira pudessem o fazer. Com o estádio menos cheio, o velório foi mais ordeiro.

Em nome da família, o porta-voz, Leo Mugabe informou que foi dada luz verde para que o enterro do antigo Presidente aconteça no Acre dos Herois.

A família recusa que tenha havido desentendimento com o Governo e afirma que tratou-se de uma decisão sem pressão.
Entretanto ainda não há data prevista para o enterro. No domingo Mugabe será levado ao acre dos heróis mas o corpo regressará a casa para que os líderes tradicionais também façam velório.

 

Robert Mugabe será o centésimo trigésimo quinto zimbabwiano cujos restos mortais serão depositados no Acre dos Heróis. A caminho do funeral do antigo Presidente, a STV visitou o monumento dedicado aos heróis.

Acre Nacional dos Heróis do Zimbabwé, está situado há sete quilómetros do centro de Harare. À chegada chama atenção a bandeira em meia haste, mostrando que o país está em luto nacional.

O terreno tem 230 mil metros, no seu interior está localizado um monumento. A infra-estrutura foi erguida após a independência em 1980 e serve para homenagear os guerrilheiros da luta de libertação e actualmente zimbabwianos cuja dedicação ou compromisso com o país justificam seu enterro no santuário. O design feito por norte-coreanos, assemelha-se ao do Cemitério dos Mártires Revolucionários em Taesong-guy?k, nos arredores de Pyongyang.

A estátua de bronze com três guerrilheiros, um mastro de bandeira e um artifício ornamentado reconhece os guerrilheiros não identificados que perderam suas vidas durante a guerra de libertação. Em lados opostos estão duas listas com todos os nomes dos heróis cujos restos mortais jazem aqui, um dos quais é de Joshua Nkomo, vice-presidente do Zimbabwe entre 1987 a 1999 e líder e fundador da ZAPU, movimento que uniu-se a ZANU para formar o partido ZANU-PF.

A curadora do momento fala de mais de uma centena de heróis que estão aqui. Mugabe será o número 135.

Esta sexta-feira, após o aval da família para que o enterro aconteça aqui várias equipas estiveram no acre para preparar as condições necessárias, incluindo alguns filhos de Robert Mugabe. Os preparativos ainda estão na fase inicial.

O monumento fica próximo ao National Sport Stadium onde este sábado vai decorrer o velório com a presença de vários chefes de Estado e de Governo.

 
 

O tribunal de apelação de Edimburgo declarou esta quarta-feira que a suspensão do parlamento britânico era ilegal por ter como objectivo evitar a discussão sobre o Brexit. No entanto, Boris Johnson afirmou que o motivo desta prorrogação não estaria, de todo, relacionado com a saída do Reino Unido da União Europeia.

Esta quinta-feira, Boris Johnson rejeitou todas acusações de que mentiu à Rainha Isabel II sobre a suspensão do parlamento, avança a CNN.

Os jornalistas perguntaram ao primeiro-ministro britânico se tinha mentido à Rainha depois de um tribunal escocês ter considerado ilegal a suspensão do parlamento.

"Não. O Tribunal Superior de Inglaterra concorda plenamente connosco, mas o Supremo terá de decidir", respondeu Boris Johnson, que pediu uma intervenção da Rainha para resolver o impasse do Brexit.

"Precisamos de um discurso da Rainha, temos de fazer todo o tipo de coisas a nível nacional", asseverou.

O primeiro-ministro continua a defender que usou um mecanismo legítimo para suspender o parlamento, mas a oposição continua a criticar a decisão. Os trabalhos no parlamento britânico só serão retomados no dia 15 de outubro.

 

 

O libertador do Zimbabwe, Robert Mugabe, vai ser enterrado na sua terra natal não no Acre dos Heróis nacionais. A decisão foi hoje anunciada pela família Mugabe.

Parece o fim da polémica sobre o local de enterro do ex-Presidente Robert Mugabe que faleceu aos 95 anos num hospital de Singapura.

A família Mugabe voltou esta quinta-feira a contrariar os planos do governo do Zimbabwe que pretendia que Robert Mugabe fosse enterrado no monumento de Acre dos Heróis em Harare este Domingo.

Alguns parentes de Mugabe que continuam amargurados com o golpe militar que forçou o ex-Presidente a deixar o poder exigem que Mugabe seja enterrado na sua terra natal, Blue Roof, ou na segunda ou na terça-feira.

As cerimónias fúnebres contaram com a presença de vários líderes mundiais, incluindo o ex-Presidente de Moçambique, Joaquim Chissano, o Presidente da China, Xi Jinping e o ex-líder da Cuba, Raul Castro.

O pan-africanista que esteve a liderar Zimbabwe desde 1980 deixou o poder em 2017, após uma governação marcada de repressão violenta contra opositores e má gestão da economia.

 

Milhares de zimbabwianos prestaram hoje o último adeus ao antigo presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe. A família de Mugabe recusou que os restos mortos do histórico líder fossem depositados no monumento dos heróis e decidiu que o funeral será na sua terra natal.

As 15 horas desta quinta-feira chegavam os restos mortais de Robert Mugabe ao Rufaro Stadium, arredores da capital, Harare.

Milhares de zimbabwianos aguardavam o histórico líder, que dirigiu os destinos deste país por 37 anos, para a cerimónia de velório de corpo presente. A família Mugabe também esteve no local, com destaque para a viúva, Grace Mugabe, filhos, pessoas próximas aos Mugabe’s, além de autoridades locais.

Um-a-um os zimbabwianos tiveram a oportunidade de ver e prestar o último adeus ao antigo presidente. A disputa era grande, afinal o Estádio com capacidade para 35 mil pessoas estava quase cheio e haviam apenas duas horas para a cerimónia.

A polícia e as forças armadas ajudavam a garantir o cumprimento de todas as condições de segurança. O povo do Zimbabwe chora Mugabe.

Até ao fim da manhã desta quinta-feira permanecia um mistério onde o ex-presidente, falecido sexta-feira em Singapura, seria enterrado. Só no início da tarde, ao fim de um encontro entre a família e membros do Governo liderado pelo Presidente Emmerson Mnanguagua, é que foi anunciado que o funeral acontecerá na terra natal de Robert Mugabe, uma recursa ao desejo governamental de que os mesmos restos fossem depositados no monumento dedicado aos heróis.

Quando eram 17 horas a urna deixou o estádio… carregada por soldados até a um helicóptero… onde seguiu também a família.

 

 

 

 

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