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O País – A verdade como notícia

Donald Trump já é não Presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Há minutos, deixou a Casa Branca, na companhia da ex-primeira-dama Melania Trump, a caminho da Flórida.

O 45º presidente dos EUA foi transportado num voo, a partir da base aérea de Joint Base Andrews, em Maryland, rumo à Flórida.

Antes de partir, Trump e a esposa posicionaram-se junto a jornalistas e trocaram algumas palavras com os mesmos.

Trump proferiu discurso de despedida a partir da base aérea de Joint Base Andrews. Perante um pequeno grupo de familiares, conselheiros, seguidores e apoiantes, o Presidente cessante agradeceu pelo apoio durante o mandato.

“Ser Presidente [dos EUA] foi uma grande honra e um privilégio”, afirmou Trump, ovacionado. Falou do crescimento da economia, do investimento nas forças armadas e na busca da vacina contra a COVID-19 como algumas conquistas da governação.

Prosseguindo, o ex-Presidente dos EUA afirmou que muita coisa foi feita durante a sua governação, “e muita coisa está por fazer”.

Segundo Trump, o que fez não teria sido possível sem o suporte dos povo americano, bem como do Congresso.

“Quero agradecer ao Congresso e a todas as pessoas do Washington D.C”, disse Trump, com a esposa ao lado e ambos trajados de preto.

Num outro desenvolvimento, o Presidente cessante, falou do novo Coronavírus e desejou “muito amor” às famílias que sofrem da doença.   

Por quatro dias consecutivos, alguns jovens saíram à rua e envolveram-se em confrontos com a polícia, em protesto ao recolher obrigatório de quatro dias imposto pelo governo da Tunísia.

Em Tunes, centenas de jovens atiraram pedras e cocktails Molotov contra as autoridades, sobretudo em Ettadhamen, um bairro situado na periferia da capital, tal como descreve o Notícias ao Minuto.

Para conter as manifestações, as forças de segurança dispararam granadas de gás lacrimogéneo contra os manifestantes.

Em Sfax, segunda cidade mais populosa do país, durante os protestos foram incendiados pneus no meio das ruas.

Durante a noite registaram igualmente confrontos em Gafsa, onde os habitantes se revoltaram contra a proibição dos pontos de venda ambulante.

De acordo com a imprensa local, verificaram-se também alterações da ordem pública em Ket, na zona a norte de Bizert; Kasserine e em Sousse.

O Ministério do Interior da Tunísia, que anunciou na segunda-feira mais de 600 detenções em virtude das manifestações, ainda não forneceu dados referentes a eventuais detidos nas últimas horas.

Israel atacou postos militares do movimento islâmico Hamas na manhã desta segunda-feira, em resposta ao lançamento de dois foguetes em direcção à costa israelita, perto da cidade de Ashdod.

Os foguetes lançados fizeram soar os alarmes em Israel, caíram no mar e não causaram danos humanos, segundo os media locais.

Em resposta, os caças do exército de Israel bombardearam vários alvos do Hamas no enclave, “incluindo postos de escavação de túneis”, disse um porta-voz militar israelita num comunicado, citado pelo Notícias ao Minuto.

Os ataques causaram graves danos a duas instalações militares da organização islâmica ao sul da Faixa de Gaza, mas não foram registados feridos, segundo fontes da segurança local.

Israel frequentemente responde a este tipo de actos com ataques de retaliação contra o Hamas, que controla o enclave, e a quem responsabiliza por quaisquer incidentes originados na região.

Gaza está sob bloqueio israelita desde 2007 e em várias ocasiões este tipo de acções levou a escaladas militares maiores.

Na semana passada, o exército israelita também atacou instalações militares do Hamas perto da cerca de separação entre as duas regiões, em resposta a dois disparos de arma de fogo que partiram da Faixa de Gaza contra escavadoras militares israelitas.

O Departamento de Defesa norte-americano anunciou este sábado a intenção de incluir Israel no seu comando central para o Médio Oriente, com vista a consolidar a frente contra o Irão.

“A diminuição da tensão entre Israel e países árabes vizinhos, graças aos acordos de Abraão, dá aos Estados Unidos uma oportunidade estratégica de reunir parceiros-chave contra ameaças comuns no Médio Oriente”, justificou o Pentágono em comunicado, sem mencionar o Irão.

Os “Acordos de Abraão” visam uma normalização das relações entre os países árabes e Israel.

Segundo escreve o Notícias ao Minuto, os Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Sudão e Marrocos normalizaram as relações com Israel, sob a égide dos Estados Unidos, representados por Jared Kushner, genro e conselheiro do presidente Donald Trump. Após estas mudanças, o Pentágono considerou que as relações militares com Israel podem ser geridas pelo comando central do Médio Oriente e não pela direcção europeia do Centcom.

Os avanços diplomáticos permitiram pôr fim à ideia de que não seria possível qualquer acordo com Israel sem uma resolução do conflito israelo-palestiniano e deram a Washington a possibilidade de consolidar uma aliança com países árabes sunitas contra o Irão, considerado a principal ameaça à estabilidade da região.

Um sismo de magnitude 6,2 foi registado na manhã desta sexta-feira na ilha de Celebes, na Indonésia e causou a morte de 34 pessoas e centenas de feridos, informaram as autoridades locais, numa altura em que decorrem buscas nos escombros de um hospital e noutros edifícios.

“O hospital está destruído. Ruiu. Há doentes e pessoal do hospital presos nos escombros e estamos a retirá-los”, disse um responsável dos serviços de socorros na cidade de Mamuju, referindo que entre 10 a 20 pessoas ainda poderão estar presas.

De acordo com o Notícias ao Minuto, a agência de meteorologia e geofísica alertou para o perigo de réplicas “que poderão ser tão ou mais fortes” que o sismo registado, pedindo aos habitantes para se afastarem do mar, por haver risco de tsunami.

O forte sismo criou pânico na ilha, já abalada em Setembro de 2018 por um terramoto com magnitude de 7,5, seguido de um tsunami devastador, que provocou 4.300 mortes e desaparecidos e pelo menos 170 mil deslocados.

Um estudo preliminar divulgado esta quarta-feira aponta para a existência de mais duas variantes do novo Coronavírus, com comportamento semelhante à da variante britânica e que pode ser mais contagiosa, segundo investigadores norte-americanos.

As pesquisas indicam que uma das variantes sofreu uma mutação semelhante à registada no Reino Unido, enquanto outra, nunca vista, foi detectada em Columbus, no Estado do Ohio, onde se tornou na variante dominante em poucas semanas, escreve o Notícias ao Minuto.

“A variante de Columbus tem a base genética de casos semelhantes que estudámos, mas apresenta três mutações que significariam uma evolução muito importante”, afirmou o professor de patologia da Universidade de Ohio State, Dan Jones, citado pela agência noticiosa Efe.

De acordo com Jones, a nova variante “aumentou a transmissibilidade [do coronavírus] em comparação” com o vírus original, o que leva a crer que as medidas de confinamento não serão suficientes para impedir a propagação da estirpe.

As duas variantes têm origem em mutações dentro dos Estados Unidos e não foram importadas de outros países desde Março, quando foram iniciadas as sequenciações.

A investigação, que ainda não foi revista, aponta que o  SARS-CoV-2 está a experienciar um período de alterações significativas na sua composição genética. Entretanto, os investigadores dizem ser demasiado cedo para entender se as novas variantes estão a responder às vacinas que estão a ser administradas desde Dezembro à população em risco nos Estados Unidos.

Os rebeldes que lideram uma ofensiva contra o regime do Presidente da República Centro-Africana, Faustin Archange Touaderá, recentemente eleito, realizaram esta quarta-feira dois ataques simultâneos na entrada de Bangui, mas foram repelidos, segundo o Ministro do Interior centro-africano, Henri Wanzet Linguissara.

Os dois ataques também foram corroborados por dois funcionários da missão da Organização das Nações Unidas (ONU) na República Centro-Africana (MINUSCA), sob condição de anonimato.

Em duas frentes, a poucos quilómetros da capital, na madrugada de hoje, as brigadas do exército “foram atacadas simultaneamente mas, graças à bravura das nossas forças e ao apoio bilateral, conseguimos repelir os atacantes que estão actualmente em fuga”, disse o ministro centro-africano.

Estes são os primeiros confrontos nos arredores de Bangui desde que os rebeldes anunciaram uma ofensiva há quase um mês.

A RCA caiu no caos e na violência em 2013, após o derrube do então Presidente François Bozizé, por grupos armados juntos na Séléka, o que suscitou a oposição de outras milícias, agrupadas na anti-Balaka.

Desde então, o território centro-africano tem sido palco de confrontos comunitários entre estes grupos, que obrigaram quase um quarto dos 4,7 milhões de habitantes da RCA a abandonarem as suas casas, escreve o Notícias ao Minuto.

Dois ministros malawianos perderam a vida vítimas da COVID-19. Trata-se de Lingson Belekanyama, dos Governos Locais e Desenvolvimento Rural, e Sidik Mia, dos Transportes. O vírus matou igualmente o governador do Banco Central do Malawi, Francis Perkamoyo, e o principal secretário do Ministério da Informação, Ernest Kantchentche. A morte aconteceu ontem, anunciou o Governo.

Todos os 31 membros do Executivo do Malawi participaram numa reunião no gabinete presidencial a 21 de Dezembro. No dia seguinte, o ministro do Trabalho, Ken Kandodo, anunciou que estava infectado com o novo Coronavírus, tendo já recuperado. Outro ministro, Rashid Gaffar, está actualmente em isolamento na sua residência, escreve a DW.

O Presidente do Malawi, Lazarus Chakwera, não ficou indiferente a esta situação e ao aumento de infecções e mortes no seu país. Esta terça-feira decretou o estado de calamidade nacional e descreveu o actual cenário como um dos períodos mais negros da história do país.

O Malawi enfrenta uma nova onda de infecções pelo novo Coronavírus, com cerca de 30% dos casos confirmados registados só nas últimas duas semanas, acrescenta a DW.

Lazarus Chakwera afirmou, ainda esta terça-feira, que “a declaração do estado de calamidade é apenas o primeiro passo rumo à possível declaração de um estado de emergência sujeito a consultas e aprovação da Comissão de Defesa e Segurança da Assembleia Nacional”.

O Chefe de Estado lançou também um apelo à comunidade internacional para assistência ao país no combate à pandemia e anunciou que convocou uma reunião de emergência da Missão Presidencial para a COVID-19 no sentid0 de debater medidas adicionais que deverão entrar em vigor de imediato, na sequência da declaração do estado de calamidade em todo o país.

NYUSI ENDEREÇA CONDOLÊNCIAS AO HOMÓLOGO DO MALAWI PELA MORTE DE MEMBROS DO EXECUTIVO

O Presidente da República, Filipe Nyusi, endereçou esta terça-feira uma mensagem de condolências ao seu homólogo da República do Malawi, pela morte de membros do Governo.

“Foi com sentimento de profundo choque que tomei conhecimento da partida inesperada de Ministros do seu Governo, nomeadamente SediK Mia, vice-presidente do Malawi Congress Party e Ministro dos Transportes e Obras Públicas e o senhor Lingson Belekanyama, Ministro dos Governos Locais e Desenvolvimento Rural”, diz o Chefe do Estado, segundo uma nota enviada ao “O País”.

“O desaparecimento físico destes irmãos representa uma perda enorme não só para o povo, Governo e o Congress Party, mas também para todos nós”, lê-se na mensagem do Presidente da República, acrescentando que, está “confiante que o povo do Malawi encontrará forças para superar todos os obstáculos e transformar a dor e a perda irreparável destes membros do Governo em energias renovadas para responder com mais eficácia os desafios comuns decorrentes da COVID-19”.

Nyusi terminou endereçando “mais sentidas condolências ao povo e ao Governo do Malawi, bem como ao Malawi Congress Party e às famílias enlutadas”.

A Rússia anunciou esta terça-feira que vai prolongar a suspensão das ligações aéreas com o Reino Unido, dois dias após ter sido detectada a nova variante da COVID-19 num paciente russo que se encontrava no território britânico.

A suspensão dos voos entre os dois países foi declarada em finais de Dezembro passado e foi prolongada para 01 de Fevereiro. A medida visa “impedir a importação e propagação nova variante do Coronavírus”, segundo um decreto governamental, citado pelo Notícias ao Minuto.

A Rússia tinha reestabelecido as ligações aéreas com o Reino Unido, quatro meses depois do início da pandemia, depois das viagens terem sido interrompidas.

Especialistas afirmam que a variante da COVID-19, recentemente descoberta no Reino Unido, pode ser 50% a 74% mais contagiosa.

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