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O País – A verdade como notícia

O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa teve o resultado positivo ao teste do novo Coronavírus, segundo informou esta segunda-feira a presidência.

Apesar de não apresentar sintomas da infecção, o Chefe de Estado português encontra-se em isolamento por precaução, escreve o Globo.

Devido à infecção, Rebelo de Sousa cancelou toda a agenda para os próximos dias, inclusive uma audiência com representantes dos partidos políticos que estava prevista para esta terça.

O presidente de Portugal tem 72 anos de idade e faz parte do grupo de risco para a COVID-19.

O país vizinho anunciou, esta segunda-feira, o encerramento de seis fronteiras mais movimentadas, entre elas a de Lebombo. A medida, segundo o Presidente da República, Cyril Ramaphosa, visa evitar a propagação da COVID-19.

“Para reduzir o congestionamento e o alto risco de transmissão”, o Governo “decidiu que os 20 pontos de entrada terrestres que estão actualmente abertos ficarão fechados até 15 de Fevereiro para entrada e saída” no geral, disse o Chefe do Estado sul-africano, para quem “isso inclui os seis postos de fronteira mais movimentados, que são Beitbridge, Lebombo, Maseru Bridge, Oshoek, Ficksburg e Kopfontein”.

Cyril Ramaphosa explicou ainda que as entradas e saídas daquele país só serão permitidas para questões essenciais já determinadas, tais como emergência médica, transporte de comida e combustível.

“As pessoas ainda poderão entrar ou sair do país para: o transporte de combustível, carga e mercadorias, atenção médica de emergência para uma condição de risco de vida, o retorno de cidadãos sul-africanos, residentes permanentes ou pessoas com outros vistos válidos, diplomatas, a partida de estrangeiros e diariamente passageiros de países vizinhos que frequentam a escola na África do Sul”.

Além das medidas acima referidas, Cyril Ramaphosa manteve as medidas de alerta de nível três (lockdown). Segundo explicou, elas manter-se-ão em vigor até que a África do Sul ultrapasse o pico de novas infecções e haja certeza de que a taxa de transmissão caiu o suficiente para permitir aliviar com segurança as restrições actuais.

“Desejo expressar o meu apreço à comunidade religiosa em particular pelo seu apoio e compreensão durante esta pandemia. As organizações religiosas não apenas tiveram que limitar ou ajustar a natureza do culto e outras actividades, mas também forneceram aconselhamento, apoio, esquemas de alimentação e outros serviços sociais às comunidades”, afirmou o Presidente sul-africano.

Prosseguindo, Ramaphosa disse mais: “numa época em que as pessoas precisam de conforto material e espiritual, é lamentável que as restrições às reuniões religiosas e outras reuniões tenham que permanecer”, mas “a pesquisa identificou vários riscos que surgem de serviços religiosos e outras reuniões. Isso inclui os riscos associados a espaços fechados, grupos grandes, proximidade de outras pessoas, permanecer por muito tempo em um lugar e falar e cantar alto”.

O Chefe do Estado lembrou que teria dito, há dias, que “a tempestade de Coronavírus é muito mais violenta e mais destrutiva do que qualquer outra que conhecemos. Estamos agora no centro da tempestade. Não sabemos quanto tempo vai durar ou quanto pior vai ficar. Mas sabemos o que precisamos fazer para enfrentar a tempestade. Sabemos o que precisamos fazer para proteger a nós mesmos e aos que estão ao nosso redor (…)”.

De acordo com Ramaphosa, a maioria das medidas que foram anunciadas a 28 de Dezembro passado permanecerão em vigor.

Dado o risco de transmissão generalizada, a maioria das reuniões internas e externas não será permitida. “Isso inclui encontros sociais, encontros religiosos, eventos políticos, reuniões tradicionais do conselho e encontros em campos desportivos”.

“Como antes, isso não inclui funerais e outras excepções limitadas, conforme detalhado nos regulamentos, como restaurantes, museus e academias. Os funerais não podem ter mais de 50 pessoas, sendo necessário distanciamento social, higienização das mãos e uso de máscara”, recordou.

Segundo o estadista, o horário do toque de recolher agora começa às 21h00 e termina mais cedo, às 05h00. “Continua a ser obrigatório para todas as pessoas o uso de máscara em espaço público. A venda de álcool em pontos de venda e o consumo de álcool no local ainda não são permitidos”.

“Os serviços de saúde em várias partes do país relataram que a proibição da venda de álcool reduziu significativamente o número de casos de traumas atendidos no nossos hospitais durante o período do Ano Novo. É vital que continuemos a proteger os nossos serviços de saúde neste momento crucial”, apelou Ramaphosa.

As autoridades de saúde do Japão detectaram uma nova variante da COVID-19 distinta das identificadas no Reino Unido e África do Sul, em passageiros oriundos do Brasil.

Apesar de a variante detectada “ter semelhanças com as estirpes” identificadas recentemente no Reino Unido e na África do Sul, “que são motivo de preocupação por serem mais contagiosas”, o tipo de vírus em causa não parece ter sido identificado antes, explicou o Centro Nacional de Doenças Infecciosas nipónico (NIID).

Através de um comunicado, as autoridades brasileiras explicaram às autoridades japonesas que “a nova variante possui 12 mutações, sendo que uma delas é a mesma encontrada em variantes já identificadas no Reino Unido e na África do Sul, o que implica um maior potencial de transmissão do vírus”, escreve o Notícias ao Minuto.

De acordo com as autoridades japonesas, para já “é difícil determinar a infecciosidade, patogenicidade ou impacto nos testes e vacinas’’.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, declarou um novo estado de emergência em Tóquio e na área metropolitana durante um mês, devido ao aumento de casos do novo Coronavírus.

Arrancou, este domingo, a campanha para as eleições presidenciais em Portugal, com a maioria dos candidatos a centrar as acções na parte da manhã, antes do recolher domiciliário às 13h00 (15h00 em Moçambique), devido à pandemia da COVID-19.

A “caça ao voto” iniciou às 10h30 [12h30 em Moçambique]. Este fim-de-semama está proibida a circulação entre todos os concelhos de Portugal continental [entre as 23h00 de 8 de Janeiro e às 05h00 de 11 de Janeiro] e entrou em vigor o recolher domiciliário em 253 concelhos, às 13h00.

Contudo, apesar de a actividade político-partidária não ser abrangida pelas restrições do estado de emergência, alguns candidatos optaram por adaptar as campanhas, reduzindo os contactos de rua ou limitando os horários, escreve o Notícias ao Minuto.

O Presidente da República e candidato à sua reeleição, Marcelo Rebelo de Sousa, não tem actividades de campanha previstas até dia 18 deste mês, por estar em quarentena, em consequência do contacto que teve com uma pessoa infectada pelo novo Coronavírus.

Para este domingo, Marisa Matias, uma das candidatas, reúne-se com antigos trabalhadores de uma fábrica, no museu da Cerâmica, localizado em Loures. No período da tarde participa de um comício mas em formato virtual.

Outra candidata, Ana Gomes, tinha programado a campanha no distrito de Setúbal, durante a manhã, mas decidiu cancelar por conta da pandemia e anunciou que todas as acções no terreno, planificadas até ao final da “caça ao voto”, estão dependentes das novas medidas, que deverão ser anunciadas na próxima quarta-feira.

Outro candidato que alterou a agenda por conta das restrições impostas pela COVID-19 foi João Ferreira, que marcou um comício para as 11h00 de Portugal, no Coliseu do Porto. Esta é a sua única actividade de hoje.

Ainda na manhã deste domingo, Vitorino Silva começou a campanha às 10h30 de Portugal, no Forte de Peniche, na Prainha de São Pedro.

Por sua vez, André Ventura, diferente dos outros candidatos, arranca a campanha no período da tarde, pelas 17h00, no distrito de Beja, com uma concentração no Cineteatro Municipal de Serpa.

Um avião da companhia aérea Sriwijaya Air com 62 passageiros a bordo caiu este sábado, após ter sumido dos radares, quatro minutos depois da decolagem perto da costa de Jacarta, na Indonésia.

Um porta-voz do organismo indonésio de busca e resgate, informou, em conferência de imprensa, que o Boeing caiu ao mar ao largo da costa de Jacarta e que são desconhecidas ainda as causas do acidente, escreve o Notícias ao Minuto.

Segundo o site FlightRadar24, citado pela Globo, o Boeing 737-500 fazia o voo 182 e perdeu mais de 10 mil pés de altitude em menos de um minuto enquanto rumava à cidade de Pontianak, na ilha de Bornéu. Por volta das 14h40 de Jacarta, o Boeing desapareceu. A viagem duraria cerca de uma hora e 30 minutos.

O ministro dos Transportes da Indonésia, Budi Karya, disse em entrevista colectiva que 62 pessoas estavam a bordo, incluindo 12 tripulantes.

Moradores disseram a um jornal local que ouviram um estrondo próximo ao horário que o avião perdeu contacto.

As autoridades  afirmam ter enviado um navio de resgate para as operações de busca.

Dez bebés morreram asfixiados, este sábado, num incêndio ocorrido numa maternidade no Estado indiano de Maharashtra, no oeste da Índia. Os médicos conseguiram salvar sete recém-nascidos.

Os bombeiros impediram a propagação do incêndio, com origem na unidade neonatal.

“Tragédia em Bhandara, Maharashtra, onde perdemos jovens vidas preciosas”, foi assim como o primeiro-ministro indiano, Narenda Modi, descreveu a ocorrência através da rede social Twitter.

O líder da oposição Rahul Gandhi disse tratar-se de mortes “extremamente trágicas”, segundo o Notícias ao Minuto.

As autoridades locais ordenaram um inquérito, na sequência de mais um acidente num estabelecimento hospitalar.

Em 2011, mais de 90 pessoas morreram num incêndio, num hospital em Calcutá, no Estado de Bengala Ocidental, no leste do país.

Em Agosto de 2020, um fogo no hospital de Ahmedabad, no estado de Gujarat (noroeste) causou oito mortos, alguns dos quais doentes com COVID-19.

Em Novembro último, cinco pacientes com COVID-19 morreram num incêndio ocorrido numa clínica em Rajkot, também no Estado de Gujarat.

De acordo com o Notícias ao Minuto, estes incidentes levaram o Supremo Tribunal indiano a pedir um relatório sobre a segurança dos hospitais que recebem doentes infectados com o novo Coronavírus.

O Reino de Eswatini está em lockdown por pelo menos duas semanas, desde a meia-noite de sexta-feira, e agravou as restrições para conter o aumento de infecções pela COVID-19.

De acordo com o primeiro-ministro de Eswatini, Themba Masuku, encontros com aglomerações são proibidos, excepto nos funerais, que são limitados a duas horas e com participação máxima de 50 pessoas.

As autoridades explicaram que indivíduos de diferentes famílias são obrigados a observar o distanciamento social de pelo menos um metro.

As máscaras faciais são obrigatórias nos transportes e outros locais públicos. Ademais, o Reino de Eswatini aconselha trabalhar em casa, sempre que possível e as empresas devem fechar até às 18h00.

As restrições nos sectores de venda e consumo de álcool mantêm-se, devendo a actividades ser exercida apenas das 11h00 às 16h00 entre segunda e quinta-feira. O recolher obrigatório permanece em vigor das 23h00 às 04h00.

Segundo as autoridades, o transporte transfronteiriço de carga não será permitido durante o período noturno do toque de recolher, excepto para indústrias envolvidas em serviços médicos essenciais. Entretanto, deve haver cumprimento dos protocolos e padrões estabelecidos pela SADC.

Themba Masuku disse que as viagens ao exterior são proibidas, excepto para fins essenciais, tais como médicos, estudo, trabalho e negócios. “Os nossos oficiais de fronteira examinarão cuidadosamente toda a documentação para verificar se está” conforme e obedece os requisitos impostos pelas autoridades.

O presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump, informou, esta sexta-feira, que não estará presente na cerimónia de tomada de posse de Joe Biden e Kamala Harris, no dia 20 de Janeiro, no Capitólio.

“A todos os que me perguntaram, não irei à tomada de posse a 20 de Janeiro”, anunciou Trump, numa publicação através da sua página oficial do Twitter, hoje, segundo escreve o Notícias ao Minuto.

Refira-se que cinco pessoas morreram na invasão do Capitólio, sede do parlamento dos Estados Unidos, por apoiantes de Trump, para contestar o resultado das eleições de 03 de Novembro, que consideram fraudulentas, diz a fonte que citamos.

O presidente do Gana, Nana Akufo-Addo, foi empossado para o segundo mandato após uma noite marcada por violência entre deputados, por alegado roubo de urnas durante a eleição do novo presidente do parlamento, tendo sido necessária a intervenção do exército.

Nana Akufo-Addo tomou posse esta quinta-feira perante um parlamento dividido e liderado pelo deputado da oposição, Alban Bagbin, que conseguiu garantir 138 votos contra 136, segundo a Dw.

“Estou confiante que ambos seremos guiados pelo supremo interesse da nação e que defenderemos a boa governação nos assuntos de Estado”, assumiu o presidente que saudou a eleição de Bagbin e destacou os esforços feitos visando o desenvolvimento económico do país durante o seu primeiro mandato, marcado pela pandemia da COVID-19.

O Gana, um país conhecido por ser um exemplo democrático na África Ocidental, realizou eleições presidenciais e legislativas com calma e sem problemas. No entanto, nos dias seguintes, a violência pós-eleitoral fez vários mortos e feridos.

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