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O País – A verdade como notícia

O congresso confirmou, esta quinta-feira, a vitória do democrata Joe Biden, nas eleições de 3 de Novembro passado.

A ratificação da vitória por parte do congresso era o passo final para a ascensão de Biden ao poder nos EUA, a partir de 20 de Janeiro corrente.

A ratificação, que teve início na quarta-feira, foi interrompida após apoiantes do presidente cessante dos EUA, Donald Trump, entrarem em confronto com as autoridades e invadirem o Capitólio, em Washington, na quarta-feira, segundo o Notícias ao Minuto.

Caos na construção histórica dos EUA. Pelo menos quatro pessoas morreram, entre elas uma mulher, vítimas de disparos, após serem socorridas para o hospital com várias outras , devido a confrontos entre os manifestantes pró-Trump e as autoridades policiais, esta quarta-feira, na sequência de uma invasão ao Capitólio, onde decorria o processo de ratificação das eleições de 3 de Novembro passado, ganhas por Joe Biden. Este considerou que a invasão é uma “insurreição” que atenta contra a democracia.

A invasão ao Capitólio foi orquestrada por apoiantes do Presidente cessante norte-americano, Donald Trump. Eles chegaram ao local e gritaram “We want Trump” [Nós queremos Trump]. Acto contínuo, tiraram fotos na construção histórica do país que se orgulha de ter uma democracia madura, consolidada e exemplar.

Com a invasão ao Capitólio, os apoiantes de Donald Trump inviabilizaram a ratificação, por parte do Colégio Eleitoral, da vitória do democrata Joe Biden nas eleições de 03 de Novembro passado, conforme avança o Notícias ao Minuto. Enquanto a discussão prosseguia no Senado e na Câmara de Representantes, a polícia do Capitólio começou a evacuar alguns prédios de escritórios do Congresso, por causa da presença de milhares de apoiantes de Trump, em Washington. Eles deslocaram-se para o local onde estavam a ser ratificados os resultados eleitorais.

No interior do Capitólio, segundo escreve o Notícias ao Minuto, legisladores, incluindo republicanos, usaram as suas contas na rede social Twitter para criticar a acção dos manifestantes, assegurando que não se iam deixar intimidar pela sua presença ou pelos seus apelos para que a contagem de votos do Colégio Eleitoral seja rejeitada.

Na rede social Twitter, Trump incitou inicialmente os apoiantes a deslocarem-se para a área do Capitólio e o inevitável aconteceu, com distúrbios provocados por vários apoiantes do presidente cessante que conseguiram entrar no edifício, obrigando à interrupção dos trabalhos, que seriam, posteriormente, suspensos. Num comício em frente à Casa Branca, Trump tinha pedido aos manifestantes para se dirigirem para o Capitólio e fazer ouvir a sua voz, em protesto contra o que considera ser uma “fraude eleitoral”, tendo mesmo dito que “nunca” aceitaria a sua derrota nas eleições de 3 de Novembro do ano passado.

Os manifestantes obedeceram ao comando do Presidente cessante e dirigiram-se para o Capitólio, tendo ultrapassado a oposição das forças de segurança. Estas, minutos depois, evacuaram os escritórios do Capitólio, por razões de segurança e, de seguida, aconselharam a suspensão dos trabalhos.

Logo a seguir, num novo “tweet”, Trump apelou aos apoiantes para se manterem pacíficos. “Por favor, apoiem a nossa Polícia do Capitólio e as forças de segurança. Eles estão verdadeiramente do lado do nosso país. Mantenham-se pacíficos!”, de acordo com o Notícias ao Minuto.

A confusão levou o presidente da Câmara de Washington D.C. a ordenar o recolher obrigatório e o Capitólio fechou as portas, com pedidos de reforço de outras forças policiais. As forças de segurança deram máscaras anti-gás aos legisladores que estavam em trabalho e começaram a evacuar a Câmara de Representantes e o Senado, retirando também das instalações o vice-Presidente Mike Pence.

Entretanto, o debate no senado foi retomado por volta das 20 horas (22 horas de Moçambique).

O ex-presidente dos EUA, Barack Obama considerou que a violência era uma “vergonha”, mas não uma “Surpresa”, devido à atitude de Donald Trump e dos republicanos.

Quem também não ficou indiferente à confusão no capitólio foi o antigo presidente Bill Clinton, que denunciou um “ataque sem precedentes” contra as instituições do país “alimentado por mais de quatro anos de política envenenada”.

As autoridades da Indonésia emitiram hoje um alerta à população, depois de o vulcão Merapi, um dos mais activos do mundo, ter começado a expelir rios de lava incandescente.

A erupção, acompanhada de sismos com cerca de dois minutos de duração, causou desabamento nas encostas do vulcão, disse a Agência de Geologia indonésia, referindo que a actividade do vulcão Merapi começou a aumentar na passada quinta-feira.

Como forma de evitar que o pior aconteça, o director da agência, Hanik Humaira, lançou um apelo à população para uma constante vigilância, estabelecendo um perímetro de segurança de cinco quilómetros em torno do vulcão.

O Merapi, com 2.968 metros de altura, localiza-se no limite entre a região especial de Yogyakarta e a província de Java Central, e é o vulcão mais activo do país e um dos mais activos do mundo.

A última grande erupção do Merapi aconteceu em 2010, tendo matado 347 pessoas e forçado 400 mil pessoas a abandonar as suas casas.

A polícia de Hong Kong deteve esta quarta-feira cerca de 50 activistas e políticos da oposição por alegada violação da controversa Lei de Segurança Nacional.

O jornal de Hong Kong South China Morning Post (SCMP), citado pelo Notícias ao Minuto indicou que o número de detidos é o mais elevado desde que a polémica Lei de Segurança Nacional entrou em vigor, a 30 de Junho, prevendo até prisão perpétua em casos de secessão ou conluio com forças estrangeiras.

A fonte refere que a maioria dos detidos tinha organizado ou participado nas ‘primárias’ promovidas pelo campo pró-democracia, como parte de uma estratégia para obter “mais de 35” deputados no Conselho Legislativo, com vista a assumir o controlo da legislatura que integra 70 membros.

O governo chinês criou o Gabinete de Salvaguarda da Segurança Nacional em Hong Kong, oito dias após a entrada em vigor da nova legislação e a polícia passou também a ter poderes reforçados, para garantir o cumprimento da lei, criticada pela comunidade internacional, advogados, assim como activistas .

O documento surgiu após repetidas advertências do poder comunista chinês contra a dissidência em Hong Kong, abalada em 2019 por sete meses de manifestações em defesa de reformas democráticas e quase sempre marcadas por confrontos com a polícia, que levaram à detenção de mais de nove mil pessoas.

O Presidente dos Estados Unidos a América (EUA), Donald Trump, prometeu uma “luta dos diabos” para se manter no cargo e pediu ao congresso que não ratificasse a votação do Colégio Eleitoral que confirmou a vitória de Biden.

As declarações foram feitas durante um comício realizado esta segunda-feira, na Geórgia, visando apoiar os candidatos republicanos ao Senado nas eleições de hoje, que vão determinar quem controlará a câmara alta do Congresso.

Durante o comício, Donald Trump dedicou a maior parte do discurso a queixar-se novamente do resultado das eleições presidenciais de 03 de Novembro último, que insiste ter ganho, escreve o Notícias ao Minuto.

Horas antes, em Washington, o presidente dos EUA tinha pressionado os legisladores republicanos a oporem-se formalmente à ratificação da vitória do democrata Joe Biden no Colégio Eleitoral, numa sessão conjunta do Congresso, agendada para quarta-feira.

Biden conquistou 306 votos do Colégio Eleitoral, ficando à frente de Trump, que obteve 232 votos.

O continente africano registou mais de 50 mil novas infecções da COVID-19 e 1.355 mortes, em 24 horas, segundo dados divulgados este domingo pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC).

O número de recuperados subiu para 2.316.147, com o registo de 36.750 pessoas livres da infecção.

A África Austral continua a região mais afectada pelo vírus, com 1.203.533 casos e 30.943 mortes.

Na mesma região, a África do Sul, o país mais atingido pela COVID-19 no continente, contabiliza um total de 1.073.887 infecções e 28.887 mortes, segundo escreve o Notícias ao Minuto.

O Norte de África é a segunda região mais afectada pela pandemia, com 936.251 casos de infecção e 24.434 vítimas mortais.

A África Oriental registou 323.785 casos positivos e 6.003 mortos, na África Ocidental o número de infecções é de 246.230 e o de mortes ascende às 3.278, enquanto a África Central regista 75.749 casos e 1.487 óbitos.

O Egito, segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, registou 7.687 mortos e 139.471 infectados, seguido pelo Marrocos, com 7.425 vítimas mortais e 440.970 infetados, escreve a fonte que temos vindo a citar.

Entre os seis países mais afectados estão também a Tunísia, com 4.730 mortes e 140.557 infetados, a Argélia, com 2.762 óbitos e 99.897 casos, a Etiópia, com 1.937 vítimas mortais e 124.652 infecções, e o Quénia, com 1.681 óbitos e 96.614 infetados.

O primeiro caso da COVID-19 em África surgiu no Egito, a 14 de Fevereiro, e a Nigéria foi o primeiro país da África subsariana a registar infecção, a 28 de Fevereiro, acrescenta o Notícias ao Minuto.

Pelo menos 84.588.500 infecções pelo novo Coronavírus foram diagnosticadas no mundo, desde o início da pandemia, na China, em Dezembro de 2019. Dos casos, 1.835.788 pessoas morreram e 47.562.641 recuperaram.

Os números sugerem um aumento de mais de 1,1 milhão de casos desde o começo do ano novo, segundo a universidade norte-americana Johns Hopkins, citada pelos Notícias ao Minuto. Na sexta-feira passada, os números situavam-se nos 83.474.757.

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais atingido pela pandemia, tanto em número de casos (mais de 20.427.780), como em mortes (mais de 350.186), seguido pela Índia, com mais de 10.323.965 e acima de 149.435 óbitos. O Brasil registava 7.716.405 casos, dos quais 195.725 óbitos, até este domingo.

Na Europa, entre os países mais atingidos por contágios figuram a Rússia (3.179.898), a França (2.700.480) e o Reino Unido (2.607.542), de acordo com o Notícias ao Minuto. A fonte acrescenta que, na América Latina, depois do Brasil surgem a Colômbia com 1.666.408 casos, a Argentina (1.634.834) e o México (1.443.544).

Itália (74.985), Reino Unido (74.682), França (65.048), Rússia (57.235) e Espanha (50.837) são os que registam o maior número de óbitos por causa da COVID-19.

Onze mineiros, todos de uma comunidade Xiita, morreram este domingo em resultado de um ataque praticado por homens armados próximo à mina de carvão de Machh, região do Baluchistão, no sudoeste do Paquistão.

Citando uma fonte da polícia paramilitar, Moazzam Ali Jatoi, o Notícias ao Minuto diz que o ataque ocorreu a 48 quilómetros a este de Quetta, capital da província do Baluchistão. Homens armados sequestraram e abriram fogo sobre um grupo de mineiros da minoria xiita Hazara.

Segundo o paramilitar, seis mineiros morreram no local e outros cinco foram socorridos para o hospital.

O ataque ainda não foi revindicado, mas o grupo extremista sunita Lashker-e-Jhangvi já havia atacado a minoria Hazara no passado, na instável província do Baluchistão.

Devido a dores nas costas, o Papa Francisco não presidiu à missa de Fim do Ano. Entretanto, na homília lida por um cardeal, o Sumo Pontífice reiterou os agradecimentos aos funcionários de saúde que mais fizeram para combater a pandemia da COVID-19.

Tanto 2020, como a missa do fim do ano no Vaticano mostraram-se atípicos. Um por ter sido marcado pela pandemia da COVID-19 que assolou milhões de vidas e a missa do Papa por ter registado a ausência do líder supremo da Igreja Católica, o Papa Francisco. O sumo pontífice não presidiu a cerimónia do final de ano, citando uma crise ciática dolorosa que se manifesta em dores nas costas. Sendo assim, o papa teve de ser substituído pelo cardeal Giovanni Battista Re que procedeu com a leitura da homilia.

Em mensagem de Fim do Ano, o Papa, na voz de um cardeal, reconheceu que era tentador as pessoas questionarem a bondade de Deus perante um ano marcado pela crise humanitária e económica.

Entretanto, Papa Francisco citou a parábola do Bom Samaritano que ajudou um judeu à beira da morte, sem questionar o sentido do que lhe havia acontecido, mas apenas limitando-se a praticar o bem.

Deste modo, o Papa Francisco elogiou a compaixão e gestos de solidariedade que se verificaram no mundo. De seguida, agradeceu a todas as pessoas que se voluntariaram para ajudar os mais necessitados em tempos da pandemia da COVID-19, sobretudo, os funcionários de saúde e professores.

“Os profissionais de saúde – médicos, enfermeiros, voluntários – estão na linha de frente e, por isso, estão sempre nas nossas orações e merecem a nossa gratidão; assim como muitos padres, religiosos e religiosas. E estamos a pensar concretamente nos directores e professores das escolas, que desempenham um papel fundamental na vida social e que enfrentam uma situação muito complexa”.

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