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O País – A verdade como notícia

Em apenas um dia, os Estados Unidos da América (EUA) registaram 3.500 óbitos e 227.796 novas infecções pela COVID-19. Deste modo, o país soma 19.943.695 casos positivos e 341.845 mortos desde o início da pandemia.

O Estado de Nova Iorque continua a ser o mais atingido pela pandemia, com 37.983 mortes, seguido pelo Texas, com 27.942, de acordo com o Notícias ao Minuto.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos e com mais infecções confirmadas. O Instituto de Métricas e Avaliação da Saúde da Universidade de Washington estimou que até o fim do mandato de Donald Trump, a 20 de Janeiro corrente, 420 mil pessoas terão morrido por COVID-19. O número poderá subir para 560 mil até 01 de Abril, aponta a fonte que citamos.

A União Europeia (UE) condenou o ataque com mísseis contra o governo de unidade nacional no Iémen que matou 25 pessoas e feriu 110, na quarta-feira.

O executivo do Iémen, cujos membros escaparam ilesos do ataque com recurso a quatro mísseis balísticos, atribuiu a autoria dos ataques aos rebeldes Huthi, com os quais estão em guerra desde o final de 2014.

Para a UE, “o conflito no Iémen só pode ter uma solução política” e que está “fortemente comprometida com a soberania, independência, estabilidade e integridade territorial” do país, além de que continuará a “apoiar todos os esforços para uma solução pacífica”, segundo escreve o Notícias ao Minuto.

“É um acto de violência inaceitável num momento chave para a implementação dos acordos de Riade para uma solução política completa”, afirmou, em comunicado, um porta-voz do alto representante comunitário para a Política Externa, Josep Borrell.

Entretanto, Josep Borrell diz que o ataque “não deve desanimar” as partes em conflito a trabalhar com o enviado especial das Nações Unidas, Martin Griffiths, para alcançar um acordo de cessar-fogo em todo o país e retomar as negociações políticas.

A guerra no Iémen mergulhou o país, o mais pobre da Península Arábica, na pior crise humanitária do mundo, segundo a ONU, com quase toda a população à beira da fome e ameaçada por epidemias.

Finalmente o acordo de Comércio e Cooperação pós-Brexit negociado entre o Reino Unido e a União Europeia foi assinado na manhã desta quarta-feira, em Bruxelas, pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

Segundo a Euronews, os documentos foram enviados para Londres, para receberem a assinatura formal do primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson.

O acordo, segundo a fonte, foi alcançado na véspera de natal, uma semana antes do fim do prazo e recebeu a aprovação dos 27 Estados-membros da UE para entrar em vigor, provisoriamente, a partir de 1 de janeiro de 2021, logo após o fim do período de transição pós-Brexit que manteve o Reino Unido no mercado único e na união aduaneira até agora.

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido aprovou a vacina conjunta contra a COVID-19, desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford para uso de emergência, de acordo com informações avançadas pela BBC.

Na segunda-feira, segundo a Euronews, o ministro de Estado britânico, Michael Gove, disse que a aprovação da vacina poderia igualmente acelerar o levantamento de confinamentos rígidos no país.

A primeira vacina a ser aprovada pelo regulador britânico foi a desenvolvida em conjunto pela multinacional farmacêutica norte-americana Pfizer e a biotecnológica alemã BioNTech.

Até ao momento, de acordo com estatísticas do executivo britânico, citados pela Euronews, a vacina Pfizer-BioNTech foi administrada a 600 mil pessoas em território britânico.

O Reino Unido tornou-se no primeiro país do mundo a dar luz verde à vacina da AstraZeneca e Universidade de Oxford.

O Reino Unido já encomendou 100 milhões de doses desta vacina, de modo a poder inocular 50 milhões de cidadãos britânicos, escreve a fonte.

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden acusa o governo Trump de falta de transparência na passagem de testemunho.

Segundo a Euronews, Joe Biden fala de “obstáculos” na comunicação que travam a equipa de transição e que podem minar a segurança nacional dos Estados Unidos

Biden diz ter encontrado obstáculos da parte da liderança política no Departamento de Defesa e no Escritório de Gestão e Orçamento, mas não estão a obter todas as informações necessárias da parte da administração cessante, em domínios importantes como a segurança nacional”. Na sua opinião, segundo a Euronews, diz tratar-se de uma “irresponsabilidade”.

Joe Biden toma posse a 20 de Janeiro de 2021.

O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, elevou esta segunda-feira o nível de lockdown, de um para três, até 15 de Janeiro próximo, devido ao aumento de infecções pela COVID-19.

No domingo, o Ministério da Saúde sul-africano anunciou 1.004.413 casos da COVID-19 e 26.735 mortos, numa altura em que o país enfrenta uma nova variante do vírus.

Cyril Ramaphosa disse que a África do Sul regressou a uma “forma ajustada” de restrições e o “o inevitável” aconteceu: todas as reuniões internas e externas são proibidas durante os próximos 14 dias, excepto os funerais, idas aos restaurantes, aos ginásios, por exemplo.

Aliás, “no nível três”, os funerais não podem ser assistidos por mais de 50 pessoas. Todas as empresas devem operar com capacidade limitada, para acautelar o distanciamento social.

O recolher obrigatório a nível nacional será agora alargado das 21h00 às 06h00. Os locais não essenciais, tais como restaurantes e lojas, devem fechar às 20h00.

Os indivíduos são obrigados a usar uma máscara em público e os infractores poderão enfrentar acções judiciais, incluindo uma multa ou mesmo prisão (não mais de seis meses).

No mês passado, as taxas de transmissão dispararam, impulsionando a segunda vaga da COVID-19 em Mzansi.  Uma nova estirpe da doença também estimulou a propagação acelerada. Várias atenuações têm sido implementadas e foram declaradas “áreas quentes” no Cabo Ocidental e no Cabo Oriental, enumerou o Presidente da África do Sul, admitindo que as limitações impostas em relação às reuniões não foram suficientes para conter o vírus.

Por isso, segundo o estadista sul-africano, são “necessárias” intervenções mais fortes”.

“Estamos ainda a meses de um lançamento da vacina” para a imunização em massa da população. Com acção em vista, “a luz pode estar no fim do túnel, mas está teimosamente muito longe de onde estamos neste momento”, afirmou Cyril Ramaphosa, para quem “os bloqueios e a estrita adesão aos protocolos de saúde” de modo a travar a propagação da COVID-19 “continuam a ser as únicas intervenções disponíveis” na África do Sul, assim como no mundo.

“Parece que vamos começar o novo ano como vivemos a este ano” prestes a terminar: “com medo de um inimigo resiliente, implacável e invisível. Os regulamentos de nível três estarão em vigor até 15 de Janeiro de 2021”, anunciou Ramaphosa.

Decorreram ontem as eleições na República Centro-Africana sob um clima de tensão e medo. As forças da ONU dizem ter repelido grupos rebeldes em duas cidades.

Apesar dos apelos da coligação dos partidos da oposição para que as eleições fossem adiadas, as mesmas decorreram este domingo sob um clima de medo. Bangui, capital da República Centro-Africana, foi a cidade que registou relativamente maior afluência de eleitores, devido à forte presença dos militares do Ruanda e das Nações Unidas.

Em cidades como Bria e Paoua, as forças da missão da paz da ONU afirmam ter repelido com sucesso grupos rebeldes, permitindo que a votação ocorresse normalmente.

Os rebeldes liderados pelo ex-presidente François Bozizé ameaçam tomar de assalto Bangui e têm exigido um governo de transição naquele país. Alguns eleitores relataram distúrbios e tiroteios em Bambari, cidade sob o controlo dos rebeldes.

O principal líder da oposição, Anicet Dologuele, acredita que mais da metade dos eleitores registados não exerceram o seu direito. Actualmente, o governo do presidente Touadera controla somente uma fracção do território nacional.

Os casos positivos da COVID-19 na vizinha África do Sul já ultrapassam um milhão. Espera-se que mais de 10% da população sul-africana esteja vacinada no primeiro semestre de 2021.

Em nove dias, casos positivos na África do Sul subiram dos 900 mil para mais de um milhão. Quanto ao número de óbitos, o país conta com pelo menos 26 735 mortos, sendo que só no sábado houve 214 mortos.

O novo recorde tanto dos infectados como dos mortos, em grande parte, deve-se a nova variante do coronavírus descoberta este mês, assim como o levantamento das restrições no âmbito da celebração natalícia.

Com a nova variante, África do Sul viu os seus voos serem interditados no Reino Unido, França, Alemanha, Arábia Saudita, Suíça e Sudão. O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, prometeu vacinar cinco milhões de residentes equivalente a 10% da população, até meados do próximo ano.

Depois vários dias de recusa e de milhões de pessoas perderem os seus subsídios de desemprego, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu assinar no domingo o novo plano de estímulo à economia para fazer face à situação da pandemia no país.

Donald Trump assinou o projecto de lei no valor de 2,3 biliões de dólares  no domingo à tarde na sua residência em Mar-a-Lago, Flórida, onde se encontra de férias, confirmou a Casa Branca, citada pela Lusa.

Segundo a fonte, este valor inclui o segundo plano de estímulo aprovado este ano, de 900 mil milhões de dólares e 1,4 biliões de dólares para financiar a Administração até setembro de 2021.

No início, segundo a Euronews, Donald Trump devolveu o documento ao Congresso, situação que deixou temporariamente milhões de pessoas sem ajudas para o desemprego.

Trump já tinha criticado o pacote de estímulos por considerar que 600 dólares de apoio não eram suficientes para os norte-americanos, apelidando mesmo o pacote de 900 mil milhões de dólares “uma desgraça”.

Mesmo assim acabou por promulgar o projecto de lei, dizendo ser sua responsabilidade proteger as pessoas da crise económica. Pediu ainda ao Congresso que alterasse o valor de 600 para 2.000 dólares e cortasse os gastos supérfluos.

A recusa inicial de Trump levou o presidente eleito, Joe Biden, a acusá-lo de “abdicar das suas responsabilidades” e mesmo os republicanos o avisaram que se insistisse, seria lembrado pelo caos e miséria que tinha infligido à população.

Com a aprovação do Trump, os subsídios ao desemprego que tinham sido suspensos foram repostos, quanto ao aumento no valor, ainda terá de ser discutido no Congresso.

 

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