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O País – A verdade como notícia

O atraso no fornecimento das doses Pfizer-BioNTech está a preocupar a Associação Austríaca de Médicos. Segundo a Associação a União Europeia devia ter comprado as vacinas contra a COVID-19 mais cedo.

“A União devia ter ordenado mais vacinas antes, então teríamos recebido as doses mais cedo e isto não teria acontecido, assim temos que viver dentro dos nossos limites. Falei ao telefone com o presidente da Pfizer esta manhã e a Pfizer mantém o acordo, e assume a entrega de 900 mil doses à Áustria nos primeiros três meses”, disse Thomas Szekeres, Presidente da Associação de Médicos austríaca.

Na Itália, segundo a Euronews, surge a ameaça de um processo contra a Pfizer e a AstraZeneca senão forem mantidos os prazos e a quantidade de doses, com salientou o primeiro-ministro Giuseppe Conte no Facebook. Afirma que se houver falhas irão receber apenas 3.4 milhões de doses no primeiro trimestre em vez de oito milhões de doses.

O ministro das Relações Exteriores, Luigi di Maio, afirmou estarem a “trabalhar no sentido de garantir que o plano de vacinação não sofre alterações. Nos próximos dias, através do nosso embaixador em Bruxelas, estamos a ativar todos os mecanismos para que, em conjunto com outros países e a Comissão Europeia, seja feito tudo para que os contratos com estes senhores sejam cumpridos”.

Os fornecimentos do centro de produção de vacinas em Puurs na Bélgica registaram problemas devido a questões de técnicas mas a Pfizer-BioNTech garante ter ampliado o processo para poder entregar duas mil milhões de doses este ano, escreve a Euronews.

O Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, garante a reeleição à primeira volta com 57 a 62% os votos, de acordo com a projeção da Universidade Católica.

A socialista Ana Gomes será a segunda mais votada, com 13 a 16% de votos. As projecções, segundo a RTP e o “Diário de Notícias”, apontam que Rebelo terá entre 57% e 62% dos votos, o que elimina a necessidade de uma segunda volta. Os dois órgãos citam sondagem da Universidade Católica.

As mesmas projecções indicam que André Ventura, do partido de extrema-direita, ficará em terceiro lugar, com nove a 12%. Sete candidatos concorriam à presidência, mas havia oito candidatos no boletim de voto. Isto porque que um dos concorrentes, Eduardo Baptista, o primeiro da lista, não se qualificou, mas acabou incluído na versão final do documento, diz de acordo uma fonte a que o G1 teve acesso.

A Procuradoria-Geral da República do Brasil pediu ao Supremo Tribunal de Justiça a abertura de um processo para investigar o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, por possível responsabilidade pelo colapso do sistema de saúde de Manaus devido à COVID-19.

O pedido ao Supremo Tribunal Federal foi feito este sábado pelo procurador-geral, Augusto Aras, que considerou as denúncias apresentadas por diferentes partidos políticos contra Pazzuello, pela sua alegada omissão no combate ao Coronavírus na maior cidade da Amazónia brasileira, de acordo com o Notícias ao Minuto.

Segundo as referidas denúncias da oposição, o ministro teve conhecimento com vários dias de antecedência de que o sistema sanitário de Manaus entraria em total colapso por falta de camas e de oxigénio para atender os doentes infectados, e não adoptou qualquer medida para evitar o agravamento da situação.

“Tendo em conta a situação calamitosa de Manaus, o procurador-geral considerou necessária a abertura de um processo para investigar os factos”, indicou a Procuradoria num comunicado.

Por sua vez, o ministro admitiu, num relatório enviado à Procuradoria-Geral, que a empresa White Martins, responsável pelo abastecimento de oxigénio hospitalar no Estado do Amazonas, alertou o Ministério da Saúde, no dia 08 de Janeiro corrente, que não tinha capacidade para responder à elevada procura de oxigénio.

O colapso sanitário de Manaus, elevou o número de mortes por COVID-19, obrigando o governo brasileiro a transprotar dezenas de doentes infectados para outras cidades e fornecer oxigénio para a cidade através de voos diários de aviões militares.

 

A tradição secular de usar a medicina herbal está a tornar-se mais popular durante a pandemia do coronavírus no Zimbabwe, uma vez que muitos consideram os remédios naturais eficazes para a cura e prevenção da doença.

Quintais de alguns zimbabweanos estão a ganhar cada vez mais uma tonalidade verde e não é de se espantar. É que muitos estão a apostar na medicina verde para curar ou prevenir-se da COVID-19.

“A minha avó costumava dar-nos esta planta para combater a tosse seca quando éramos jovens. Assim, cresci sabendo que qualquer tosse pode ser tratada usando estas ervas e decidi combater a COVID-19 usando a mesma planta, vaporizando assim como bebendo a mistura”, disse Precious Magwere, utilizadora da Medicina Tradicional.

Em Abril de 2020, o governo do Zimbabwe tinha autorizado ervanários a tratar doentes com Coronavírus. Contudo, os peritos médicos opuseram-se à ideia, dizendo que não está clinicamente provada. No entanto, alguns entusiastas da natureza são favoráveis à directiva do governo.

Cephas Msipa, ambientalista zimbabueano diz que “Trata-se de medicina baseada em provas. Pode dizer-se que na medicina ocidental é necessário um tipo de ensaio clínico baseado em placebo duplo cego, sim, não faz mal. Mas esses placebos duplo-cegos já foram feitos ao longo de séculos e séculos que esta informação tem sido transmitida ao longo de gerações e gerações. Este medicamento tem sido testado e experimentado para grupos de doenças”

Zimbabwe registou números relativamente baixos de casos de coronavírus e mortes em meses anteriores. No entanto, em Dezembro, os números duplicaram após as festas. O aumento dos casos levou ao governo a emitir um lockdown por 30 dias e o encerramento das fronteiras terrestres.

A inflação na Nigéria subiu 16% em Dezembro de 2020 pelo 16º mês consecutivo, atingindo um valor recorde de três anos, impulsionada pelo aumento dos custos dos alimentos juntamente com um índice de preços melhorado.

O negócio funciona a meio gás. Os clientes dizem-se sufocados com os preços. Assim vai uma das maiores economias africanas que cresceu a uma taxa média de 3,1% em 2020, em comparação com a média de 4% do resto do continente.

A Nigéria enfrenta a sua taxa de inflação mais elevada em mais de 3 anos, de 16%, segundo o Gabinete Nacional de Estatística. A economia do país ficou presa numa recessão e o valor da moeda local naira desvalorizou-se significativamente em relação a outras moedas estrangeiras como o dólar norte-americano.

Como resultado, os preços da maioria dos produtos, incluindo os produtos alimentares importados, são afectados negativamente. O custo médio de um saco de arroz é actualmente um pouco inferior a 100 dólares norte-americanos. No ano passado, foi pouco mais de 50 dólares.

Especialistas disseram que isto poderia empurrar mais pessoas para a pobreza porque os rendimentos da maioria dos nigerianos não subiram durante esse período. De acordo com o Banco Mundial, mais 7 milhões de nigerianos poderão mergulhar na pobreza este ano.

 

O número de casos positivos do novo Coronavírus no mundo tende aumentar. Contudo, na reunião por teleconferência dos líderes da União Europeia realizada esta quinta-feira, segundo a Euronews, os líderes europeus decidiram manter o espaço europeu interno aberto, o espaço Schengen a funcionar.

Os Estados-membros da UE vão poder fazer restrições nas fronteiras, tanto internas como externas, desde que sejam pontuais, no quadro da luta contra a COVID-19.

“Tendo em conta a grave situação de saúde, todas as viagens não essenciais deverão ser seriamente evitadas. Ao mesmo tempo, é absolutamente importante manter o mercado único em funcionamento. Por isso, no que diz respeito a trabalhadores e mercadorias, eles têm que cruzar fronteiras de forma suave. Isto é muito importante (…) Sobre as fronteiras externas nós também vamos ter que implementar medidas de segurança”, explicou Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia, citado pela Euronews.

Em relação a vacinação, Charles Michel, presidente do Conselho Europeu, disse que “os líderes querem que a vacinação seja acelerada e, sobre isso, os compromissos das empresas, no fornecimento, têm que ser respeitados. E ficou reafirmado que as vacinas devem ser distribuídas ao mesmo tempo e têm que ter em conta a população. Também reafirmámos a necessidade de acompanhar de perto o processo de vacinação. Todas as vias serão examinadas para garantir um fornecimento rápido, incluindo a distribuição antecipada para evitar atrasos”.

Horas depois da tomada de posse como Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Joe Biden anunciou o regresso do país à Organização Mundial da Saúde (OMS), ao Acordo de Paris, suspendeu a construção do muro com o México e instituiu o uso obrigatório da máscara para travar a COVID-19.

Foram ao todo, 17 decisões tomadas por Joe Biden horas depois de ser empossado como o quadragésimo sexto Presidente dos Estados Unidos da América.

Das decisões tomadas, nove delas são uma contrariedade às políticas da Administração Trump como é o caso do regresso do país à OMS, após sua retirada em Julho do ano passado porque Donald Trump acusava a OMS de má gestão da pandemia do novo Coronavírus e de conivência com o Governo chinês.

Ainda nas primeiras horas como Presidente da maior economia do mundo, Joe Biden anunciou a reintegração dos EUA no Acordo de Paris, no qual se tinham retirado, oficialmente e Donald Trump justificou a decisão com o facto de que o pacto global para conter as mudanças climáticas colocaria a economia e os trabalhadores americanos em “permanente desvantagem”, segundo escreve o jornal português Expresso.

O recém-empossado Presidente dos Estados Unidos pôs, igualmente, fim à construção do muro na fronteira com o México, uma das decisões de Donald Trump que custariam aos cofres do país pouco mais de 15 biliões de dólares.

Para conter a propagação do novo Coronavírus nos Estados Unidos, que já infectou mais de 24 milhões de pessoas e matou acima de 400 mil, Biden Lançou a iniciativa “100 Days Masking Challenge”, que desafia os norte-americanos a usarem máscara ao longo dos próximos 100 dias.

Além dessa campanha, o democrata criou o cargo de Coordenador da Resposta à COVID-19, que reporta directamente ao Presidente e faz a gestão da produção e distribuição das vacinas e equipamento médico.

Joe Biden termina, igualmente, com a Comissão de 1776 e ordena às agências para reverem as acções que asseguram a igualdade racial, exige que não-cidadãos sejam incluídos nos censos e tidos em conta na representação para o congresso, põe fim ao impedimento de cidadãos de sete países maioritariamente muçulmanos de entrarem nos EUA e reverte a expansão da autoridade de controlo de imigração.

Joe Biden e Kamala Harris já foram investidos a Presidente e vice-Presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Prestaram juramento no Capitólio. Joe Biden disse que a transição do poder foi “tranquila” e a “democracia prevaleceu”. O democrata apelou para um trabalho no sentido de edificar uma América melhor do que a actual.

Joe Biden prestou juramento perante o presidente do Supremo Tribunal, John Roberts, sobre as escadas do Capitólio, em Washington. No momento do seu primeiro discurso na qualidade de 46º Presidente dos EUA, afirmou que a Nação tem muito a reparar e muito a construir.

“Há muito para reparar, para restaurar, para curar e para ganhar”, afirmou Biden, para quem “a América tem de ser melhor do que isto”.

“Vamos levantarmo-nos. É tempo de sermos arrojados porque há tanta coisa para fazer. Prometo-vos que vamos ser julgados pela forma como vamos gerir esta crise”, afirmou Joe Biden, acrescentando: “vamos escrever o próximo grande capítulo da história dos Estados Unidos”.

No discurso, o novo Presidente norte-americano falou do recomeçou de um novo capítulo história dos EUA. É necessário “começar de novo” e provar a “união” dos americanos.

Aliás, Biden considerou que “falar de união pode parecer uma fantasia parva”, mas destacou a sua importância, porque com ela “podemos fazer coisas grandes, podemos corrigir erros, podemos pôr crianças em escolas seguras, podemos derrotar vírus mortais, podemos dar justiça racial, podemos dar aos EUA a força de liderança”.

O Presidente encerrou o discurso desejando “que Deus abençoe a América e que proteja as nossas tropas”.

Uma explosão num edifício localizado no centro de Madrid provocou, pelo menos, dois mortos e vários feridos. A explosão terá sido provocada quando dois trabalhadores faziam a revisão de uma caldeira.

Três andares do edifício localizado no centro de Madrid ficaram totalmente destruídos, há poucos minutos, provocando caos na cidade.

O edifício fica próximo a um lar de idosos, mas nenhum terá sito afectado pela explosão, tal como refere o El Pais.

Neste momento, muitos agentes da polícia e pessoal das forças de protecção civil estão no local que foi completamente isolado, estando em curso a evacuação de transeuntes, escreve o Notícias ao Minuto.

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