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O País – A verdade como notícia

Mais de 10 milhões de pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra a COVID-19 e quase 500 mil receberam a segunda, no Reino Unido.

Os dados oficiais, segundo a Euronews, foram anunciados no dia em que foram reportados 19.202 novos casos, em 24 horas no país.

“Embora haja alguns sinais de esperança, o número de pacientes, com COVID, internados nos hospitais está a começar a diminuir pela primeira vez desde o início desta nova vaga. O nível de infecção ainda é elevado”, afirmou Boris Johnson numa comunicação ao país e lamentava mais 1.322 vidas perdidas em 24 horas.

O governo do Reino Unido alargou o intervalo entre as duas doses para vacinar mais pessoas. Pretende-se chegar aos 15 milhões até meados de Fevereiro e reduzir o número de hospitalizações.

O Reino Unido está a apostar nos testes porta a porta, numa altura em que o país se depara com a nova variante da COVID-19.

A Euronews avança que residentes com 16 anos ou mais, estão a ser aconselhados a ficar em casa e a fazer o teste, independentemente de apresentarem sintomas.

“Já identificámos 105 casos desta variante aqui. Onze desses casos parecem não ter nenhuma ligação com viagens internacionais. Atualmente, não há provas que esta variante seja mais grave. Mas é preciso analisá-la e é isso que vamos fazer”, disse Matt Hancock, Secretário da Saúde do Reino Unido

O número de pessoas contaminadas pela COVID-19 no mundo continua aumentar e a preocupar o Governo Israelita.
Para conter a propagação da COVID-19, o gabinete do primeiro-ministro e o ministério da Saúde de Israel em comunicado conjunto anunciaram ontem o prolongamento por cinco dias das medidas de confinamento que deixariam de ter efeito à meia-noite

O novo presidente norte-americano, Joe Biden, avançou com uma proposta para duplicar o salário mínimo, com vista a tirar milhões de cidadãos da pobreza. O projecto de lei já está na mesa dos legisladores.

A medida é considerada uma “revolução social” para os mais pobres dos Estados Unidos da América, segundo refere a agência France Presse (AFP), citada pelo Notícias ao Minuto.

“Mesmo antes da pandemia, o salário mínimo federal de 7,25 dólares (cerca de 543 meticais) por hora era economicamente e moralmente indefensável”, afirmou o democrata do Estado da Virgínia, Bobby Scott, na apresentação do projeto de lei.

Para a nova secretária do Tesouro, Janet Yellen, “o aumento do salário mínimo vai tirar dezenas de milhões de americanos da pobreza, ao mesmo tempo que cria oportunidades para inúmeras pequenas empresas em todo o país”.

Entretanto, a crise económica causada pela pandemia afecta principalmente as pequenas empresas, especialmente o sector da restauração, que não vê com bons olhos a proposta incluída no plano de resgate de 1.900 mil milhões de dólares.

Neste sentido, o vice-presidente da Federação Nacional de Restaurantes, Sean Kennedy, saudou a proposta, até porque entende a obrigação de pagar esse salário mínimo integralmente. Contudo, considera que a mesma “terá custos insuperáveis” para muitos estabelecimentos que não terão outra escolha a não ser dispensar funcionários ou fechar definitivamente as portas, prevê Kennedy.

Portugal é um dos cinco países mais afectados pela COVID-19. Por esta razão, o Governo alemão anunciou esta sexta-feira que os cidadãos portugueses vão ficar, a partir de hoje, proibidos de entrar na Alemanha.

A decisão, segundo Notícias ao Minuto, que numa primeira fase vigorará até 17 de Fevereiro, obriga ao encerramento das fronteiras terrestres, marítimas e aéreas a viajantes oriundos de Portugal, Reino Unido, Irlanda, Brasil e África do Sul, cinco países fortemente assolados pelo novo Coronavírus.

Segundo o documento do Ministério da Saúde alemão, citado pela Lusa, a medida foi tomada para “proteger a população” e “limitar a propagação da nova variante” da COVID-19.

Contudo, as restrições incluem várias excepções, nomeadamente para os alemães que vivam nos países a que diz respeito a nova decisão e para os residentes portugueses, britânicos, irlandeses, brasileiros e sul-africanos que residam na Alemanha, bem como os passageiros em trânsito ou ainda a circulação de mercadorias. Entre as excepções figuram ainda os transportes por razões de saúde.

Na quinta-feira, o Governo de Portugal proibiu a saída de portugueses do país, ficando interditadas deslocações para fora do território continental efectuadas por qualquer via, designadamente rodoviária, ferroviária, aérea, fluvial ou marítima.

O decreto, segundo Notícias ao Minuto, nesse sentido foi publicado sexta-feira no Diário da República, na medida legal que regulamenta o estado de emergência em Portugal.

Os relatos que circulavam sobre uma “tentativa de envenenamento” através de uma carta, do Chefe do Estado da Tunísia, Kais Saied, foram confirmadas esta quinta-feira pelo gabinete do Presidente.

Segundo o comunicado, citado pela agência Associated Press (AP), uma carta foi recebida na segunda-feira de um “remetente desconhecido” e dirigida a Kais Saied.

Esta quinta-feira, o gabinete do Presidente anunciou que a carta foi aberta pela principal assessora do Chefe do Estado que neste momento encontra-se internada no hospital militar da Tunísia.

“Ao abri-la, a assessora não encontrou nenhum documento escrito, mas a sua saúde deteriorou-se rapidamente. Ela subitamente sentiu-se fraca, quase perdeu a visão e teve uma enxaqueca”, relatou o documento, adiantando ainda que outro funcionário que estava na mesma sala sentiu-se também doente.

A carta foi enviada para análise num departamento especial do Ministério do Interior, indica a AP.

O porta-voz da procuradoria de Túnis, Mohsen Dali, disse que uma brigada especial das forças de segurança está a investigar o caso.
O comunicado do gabinete do Presidente afirma também que a decisão de não divulgar a informação no dia do incidente foi tomada “para evitar o pânico” entre a população.

A nota sublinha que Saied “não foi afectado” pela carta envenenada e estava com boa saúde.

Milhares de pessoas saíram,  esta quarta-feira, à rua para protestar contra a entrada em vigor da lei que proíbe o aborto na Polónia. O edifício do Tribunal Constitucional, em Varsóvia, foi o epicentro dos protestos, convocados pelo movimento “Greve das Mulheres” e outras organizações dos direitos femininos., escreve o Observador.

Segundo a Euronews, o anúncio foi feito pelo governo através das redes sociais.

Em Outubro, o Tribunal Constitucional proibiu a interrupção voluntária da gravidez por malformações do feto. O aborto é permitido apenas em casos de violação, incesto ou quando a vida da mãe está em perigo.

Estão previstos novos protestos para esta quinta-feira, escreve a Euronews.

A Polónia já tinha uma das leis do aborto mais rigorosas da União Europeia. Segundo dados oficiais, citados pela estação televisiva de informação (Euronhews), registam-se anualmente pelo menos 2.000 abortos legais no país. Ilegalmente ou no estrangeiro serão feitas 200 mil interrupções voluntárias da gravidez, de acordo com organizações não governamentais.

Estados Unidos anunciaram ontem que vão comprar 200 milhões de doses adicionais das duas vacinas contra a COVID-19 que receberam autorização de uso no país, as das farmacêuticas Pfizer e Moderna.

“Acreditamos que em breve seremos capazes de confirmar a compra de 100 milhões de doses de cada uma das duas vacinas que Agência Federal de Saúde norte-americana autorizou no país”, disse Biden em declarações na Casa Branca, citado pela Euronews.

Segundo o Chefe do Estado são mais 100 milhões de doses de Pfizer e outras 100 de Moderna. “Duzentos milhões de doses adicionais daquelas que o Governo federal havia previamente garantido”, referiu.

Com esta compra, segundo Joe Biden, os Estados Unidos vão aumentar, de 400 milhões para 600 milhões, o número de doses de vacinas em seu poder.
“Essas vacinas são suficientes para vacinar 300 milhões de norte-americanos entre o final do verão e o início do outono”, disse Biden, já que tanto a vacina da Pfizer quanto a da Moderna requerem duas doses da vacina para cada pessoa.

Segundo o jornal The Washington Post, estima-se que cerca de 260 milhões de pessoas nos Estados Unidos sejam consideradas “elegíveis” para receberem a vacina, embora tanto a Pfizer quanto a Moderna tenham iniciado testes em crianças de até 12 anos e, dependendo dos resultados, esse número poderá aumentar.

O primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, vai apresentar a sua demissão esta terça-feira, por falta de apoio à sua coligação parlamentar, após a crise provocada pelo abandono do partido Itália Viva, de Matteo Renzi.

Segundo a fonte, Conte vai apresentar a sua demissão no Conselho de Ministros. Após a comunicação, Conte vai dirigir-se ao Palácio Quirinale, em Roma, para apresentar a renúncia ao Presidente do país Sérgio Mattarella.

A intenção de Conte é conseguir que o chefe de Estado italiano proceda a uma nova nomeação para formação de Governo, a terceira em dois anos e meio, que permita ultrapassar a falta de apoio no Senado, após o abandono da coligação por parte do partido de Matteo Renzi.

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