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O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Pelo menos nove pessoas morreram hoje e 57 ficaram feridas num bombardeamento que visou uma base militar perto de Lviv, no oeste da Ucrânia, de acordo com um primeiro balanço das autoridades militares regionais ucranianas.

“Infelizmente, 57 pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas, nove heróis morreram”, indicou o governador militar da região de Lviv, Maxim Kozitsky, na plataforma Telegram, citada pelo Notícias ao minuto.

De acordo com informações preliminares, as forças russas dispararam oito mísseis, disse a administração regional de Lviv, num comunicado inicial.

A Rússia lançou a 24 de Fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 564 mortos e mais de 982 feridos entre a população civil e provocou a fuga de cerca de 4,5 milhões de pessoas, entre as quais 2,5 milhões para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

As autoridades italianas apreenderam, nesta sexta-feira, o maior iate à vela do mundo, pertencente ao empresário russo, Ande Igorevich Melnichenko. Avaliado em 530 milhões de euros, o “Sy A” foi confiscado na cidade de Trieste, na Itália, como forma de sancionar os magnatas que apoiam Vladimir Putin.

De acordo com o jornal Expresso, o “Sy A” foi confiscado como parte das medidas que a União Europeia está a tomar para punir os magnatas russos que apoiam Putin no Kremlin.

Ande Melnichenko, com uma riqueza estimada em 16 milhões de euros e classificado em 95.º lugar na lista mundial de multimilionários da revista Forbes, é presidente do conselho de administração da União Russa de Industriais e Empresários, de acordo com o diário “Corriere della  Sera”.

Com 142 metros de comprimento e 25 metros de altura, o “Sy A” é considerado o maior veleiro do mundo.

As apreensões não começaram por aqui. As autoridades italianas já apreenderam outras embarcações pertencentes a cidadãos russos conectados a Vladimir Putin.

Os Estados Unidos da América (EUA) vão aplicar sanções económicas contra duas pessoas e três entidades russas, acusadas de apoiarem o programa de desenvolvimento de mísseis norte-coreano, segundo escreve a imprensa internacional.

De acordo com o Departamento do Tesouro dos EUA, citado pela Lusa, as sanções “têm como alvo um grupo de indivíduos e empresas estrangeiras que estão a auxiliar o desenvolvimento contínuo das capacidades militares da Coreia do Norte”.

Com as sanções aplicadas, bloqueia-se o acesso a qualquer activo nos EUA detido pela Apollon, Zeel-M e RK Briz.

As sanções vão mais além. Segundo escreve a Lusa, o director da Apollon, Aleksandr Andreyevich Gayevoy, e o director da Zeel-M, Aleksandr Aleksandrovich Chasovnikov, que também controla a RK Briz, são alvo de sanções.

A Coreia do Norte tem protagonizado vários testes de mísseis desde o início do ano, alegando serem para desenvolvimento de satélites.

Entretanto, para os Estados Unidos trata-se de um ensaio de “elementos de um novo sistema” de mísseis balísticos intercontinentais e, possivelmente, a Coreia do Norte poderá disparar em breve esta arma para colocar um satélite espião em órbita, segundo escreve a Lusa, que cita a AP.

O Presidente moçambicano e o da África do Sul, Filipe Nyusi e Cyril Ramaphosa, respectivamente, apelaram ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para que crie condições para o diálogo entre a Rússia e a Ucrânia com vista a colocar um fim à invasão russa.

Os dois Chefes de Estado, que falavam, hoje, no fim da 3ª Sessão da Comissão Binacional entre a África do Sul e Moçambique, exortaram que se recorra “a uma abordagem equilibrada do conflito através do diálogo que atenderá as preocupações de segurança de ambas as partes no conflito”.

De acordo com a Lusa, a Assembleia-Geral da ONU aprovou uma resolução que condena a invasão russa à Ucrânia, com o apoio de 141 dos 193 Estados-membros das Nações Unidas.

Refira-se que a resolução contou com 35 abstenções, incluindo as da África do Sul, Moçambique e Angola.

Segundo o comunicado, a que a Lusa teve acesso, o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e o seu homólogo Cyril Ramaphosa reafirmaram “a urgência de reformar o Conselho de Segurança das Nações Unidas”.

O Presidente Ramaphosa reiterou o apoio da África do Sul à candidatura de Moçambique para o Conselho de Segurança da ONU como membro não permanente em 2022/23, salienta na nota.

Os ministros de Negócios Estrangeiros da Rússia e da Ucrânia, Sergei Lavrov e Dmytro Kuleba, estiveram, ontem, reunidos na Turquia. O encontro descrito por ambas partes como difícil não trouxe resultados no que diz respeito ao fim da guerra.

Duas semanas depois da invasão russa à Ucrânia, as tropas russas estão à porta de Kiev, capital ucraniana. De acordo com as autoridades locais, várias pessoas estão a abandonar a cidade.

As negociações havidas na semana passada entres as delegações dos dois países não foram suficientes para se encontrar uma solução para o fim do conflito.

Nesta quinta-feira, os ministros de Negócios Estrangeiros da Rússia e da Ucrânia, Sergei Lavrov e Dmytro Kuleba, estiveram reunidos em Antália, na Turquia, para negociar uma possível solução para pôr o fim as divergências entre os dois vizinhos.

O encontro, descrito por ambas as partes como difícil, não trouxe avanços no que diz respeito a um cessar-fogo, segundo escreve a imprensa internacional.

Em conferência de imprensa, Lavrov disse a jornalistas que o presidente russo, Vladimir Putin, nunca rejeitou um encontro com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Segundo o ministro russo, cabe aos negociadores que se têm encontrado na Bielorrússia preparar o terreno, para que os dois líderes se encontrem.

Na mesma quinta-feira, a guerra na Ucrânia, levou os líderes da União Europeia a reunirem-se no Palácio de Versalhes, tendo deixado claro que, neste momento, não existe forma da Ucrânia aderir rapidamente à União Europeia, como pretendia o governo de Kiev.

O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, anunciou ontem, na sua rede social Twitter, que a África do Sul foi abordada para mediar no conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

Ramaphosa disse que “o Presidente Vladimir Putin apreciou a nossa abordagem equilibrada, acreditamos que esta posição permite que ambas as partes sujeitem o conflito à mediação e negociação”.

“Com base nas nossas relações com a Federação Russa e como membro do BRICS, a África do Sul foi abordada para desempenhar um papel de mediação”, revelou o Presidente da África do Sul.

BRICS é um grupo de economias emergentes que integra o Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Para obter uma perspectiva da situação que está a desenrolar entre a Rússia e a Ucrânia, o Chefe do Estado sul-africano ressaltou que telefonou ao seu homólogo da Rússia, Vladimir Putin.

“Descrevi a nossa posição sobre o conflito que se desenrolou, bem como a nossa convicção de que o conflito deve ser resolvido por meio de mediação e negociação entre as partes e, se necessário, com a ajuda de agências que podem ajudar a encontrar uma solução para o conflito”, disse Ramaphosa, no Twitter.

Na segunda-feira, Cyril Ramaphosa defendeu que Pretória está firmemente do lado da paz e apelou para a negociação pacífica, através da Organização das Nações Unidas (ONU), no conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

“Houve quem dissesse que, ao se abster na votação condenando a operação militar da Rússia na Ucrânia, a África do Sul se colocou do lado errado da história. No entanto, a África do Sul está firmemente do lado da paz num momento em que outra guerra é algo de que o mundo não precisa, nem pode pagar”, frisou Ramaphosa.

O Presidente Ramaphosa explicou ainda que Pretória se absteve, na semana passada, na votação da resolução das Nações Unidas, que condenou a invasão russa à Ucrânia, porque a resolução não colocou, em primeiro plano, o apelo para um envolvimento significativo.

O Chefe de Estado sul-africano considerou que “o apelo para a negociação pacífica está alinhado com os valores sobre os quais a ONU foi fundada”.

“Estamos particularmente preocupados que o Conselho de Segurança da ONU não tenha sido capaz de cumprir a sua responsabilidade de manter a paz e a segurança”, considerou.

A guerra na Ucrânia chega, esta sexta-feira, ao seu 16º dia, marcado por acusações trocadas entre Rússia e Estados Unidos sobre criação de armas químicas.

 

A imprensa internacional noticiou que nesta quarta-feira, 14º dia da guerra na Ucrânia, um ataque atribuído a Rússia atingiu a maternidade de um hospital em Mariupol, cidade portuária no sudeste da Ucrânia. Durante o ataque, 17 pessoas ficaram feridas, incluindo funcionários e mulheres em trabalho de parto. Segundo Pavlo Krylenko, chefe da administração militar ucraniana, citado pela BBC News,  não há registo de crianças entre as vítimas.

O ataque foi condenado pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres que pediu fim da “violência sem sentido”.

“Os civis estão a pagar o preço mais alto por uma guerra que não tem nada a ver com eles. Esta violência sem sentido deve parar. Acabem com derramamento de sangue agora”, afirmou António Guterres numa mensagem publicada no Twitter.

A directora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Catherine Russell, citada pela Lusa, disse estar aterrorizada pelo ataque à unidade hospitalar.

“Ainda não sabemos o número de vítimas, mas tememos o pior”, referiu em comunicado Catherine Russel, destacando que a ofensiva deixou crianças e mulheres em trabalho de parto sob os escombros do edifício.

Para Catherine Russel este ataque “ressalta o terrível preço” que a guerra “está a provocar às crianças e famílias da Ucrânia”.

Informações avançadas pela imprensa internacional indicam que o ataque russo também atingiu um hospital pediátrico mas, não há informação de crianças feridas.

 

“ATACAR MATERNIDADE E PEDIATRIA É CRIME DE GUERRA E GENOCÍDIO”, DIZ ZELENSKY

O ataque da Força Aérea russa, esta quarta-feira, a um hospital de Mariupol é “um crime de guerra”, denunciou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky e apelou novamente ao encerramento do espaço aéreo ucraniano.

“Nunca fizemos, nem nunca faríamos algo como este crime de guerra nas cidades das regiões de Donetsk e Lugansk ou em qualquer outra região. Em nenhuma cidade da Terra. Porque somos humanos. E vocês?”, questionou o presidente Ucraniano.

Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) reiterou o seu apelo a uma resolução pacífica do conflito, condenando o ataque contra o hospital pediátrico.

Em Zhytomir, segundo a Euronews, um outro hospital também foi bombardeado. Segundo a OMS, há pelo menos 18 ataques confirmados contra instalações médicas ou ambulâncias desde o início da invasão, que fizeram uma dezena de mortos.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse, numa entrevista televisiva, que pondera desistir da adesão do seu país à NATO. O líder ucraniano disse também que está disponível para assinar um acordo sobre o estatuto dos territórios da região de Donbass, cuja independência foi reconhecida pelo presidente russo.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse várias vezes que a adesão da Ucrânia à Aliança Atlância, NATO, constituía uma ameaça para os interesses de Moscovo e tem alertado aos países do Ocidente para que não expandam a sua zona de influência militar junto das suas fronteiras.

Até recentemente, o presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, dizia que não iria ceder às exigências da Rússia da não adesão à Aliança Atlântica, muito menos reconhecer a autonomia dos territórios separatistas de Donetsk e Luhansk.

Segundo a CNN Portugal, o presidente ucraniano disse, durante uma entrevista a um canal televisivo americano, que não vai insistir na adesão da Ucrânia à NATO, uma das razões que levaram a Rússia a invadir o país vizinho.

“Quanto à NATO, moderei a minha posição sobre esta questão há algum tempo, quando percebi que a NATO não estava pronta para aceitar a Ucrânia”, disse o líder ucraniano.

Num outro sinal de abertura a negociações com Moscovo, Zelensky disse também que está disponível para um compromisso sobre o estatuto dos territórios separatistas no leste da Ucrânia, cuja independência foi reconhecida por Vladimir Putin, pouco antes de lançar o ataque militar.

Segundo disse Volodymyr Zelensky na entrevista, a Aliança Atlântica tem medo de tudo o que seja controverso e de um confronto com a Rússia e sublinhou que não quer ser o presidente de um país que implora de joelhos por uma adesão à NATO.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) decidiu suspender imediatamente a participação da Rússia e Bielorrússia de todas as suas instâncias, numa nova fase de medidas contra os dois países devido à invasão da Ucrânia, anunciou ontem a organização num comunicado publicado pela imprensa internacional.

Segundo a Lusa, a Rússia participava em quase 50 instâncias da OCDE, enquanto a Bielorrússia tinha uma participação limitada no sector educacional e no programa Eurásia, que também foi suspenso. A suspensão significa que ambos os países não podem participar a partir de agora nas reuniões destes comités e programas.

Na primeira fase de sanções, na sequência da invasão russa da Ucrânia, a OCDE tinham anunciado, em 25 de fevereiro, que encerrava formalmente o processo de adesão, paralisado em 2014 devido à anexação ilegal da Crimeia pela Rússia.

O Conselho de OCDE pediu depois ao secretário-geral, Mathias Cormann, que tomasse as medidas necessárias para fechar as instalações desta organização em Moscovo e terminar com todos os convites à Rússia a nível ministerial e nos órgãos em que figura na lista de convidados.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

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