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O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

A Rússia pediu apoio diplomático ao Brasil junto do Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial e G20 para combater as sanções impostas pelo Ocidente, na sequência da invasão à Ucrânia.

De acordo com a agência Reuters, citada pela CNN Portugal, que teve acesso à carta, o ministro das Finanças da Rússia, Anton Siluanov, escreveu ao ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, a pedir “apoio para evitar acusações políticas e tentativas de discriminação por parte de instituições financeiras internacionais e fóruns multilaterais”.

“Como sabe, a Rússia está a enfrentar um período desafiador de turbulências ao nível económico e financeiro, provocado pelas sanções impostas pelos Estados Unidos e os seus aliados”, acrescenta. Por isso, “agora, mais do que nunca, é crucial preservar um clima de trabalho construtivo e a capacidade de promover o diálogo no FMI, no Banco Mundial e no G20”.

Esta carta, que não faz qualquer menção à palavra guerra, tem a data de 30 de Março e foi entregue ao ministro da Economia brasileiro na quarta-feira pelo embaixador da Rússia em Brasília.

Confrontos entre manifestantes palestinianos e agentes da Polícia israelita, na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, o primeiro desde o início do Ramadão, provocaram cerca de 100 feridos esta manhã.

Segundo escreve o Notícias ao Minuto, 90 feridos foram transferidos para hospitais em Jerusalém e dezenas foram tratados no local.

O primeiro relatório, citado pela mesma fonte, dava conta de 59 feridos nos confrontos matinais na Cidade Velha de Jerusalém Oriental, um sector palestiniano ocupado, desde 1967, por Israel, número revisto em alta em menos de duas horas.

Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita, ao início do dia, dezenas de homens encapuzados, com bandeiras palestinianas e do movimento de resistência islâmica Hamas, no poder na Faixa de Gaza, entraram na esplanada com pedras e a Polícia foi forçada a entrar no local para dispersar a multidão e remover as pedras.

Na Esplanada, situa-se a mesquita de Al-Aqsa, construída numa colina, que é um dos locais mais sagrados dos judeus, o Monte do Templo, esperando as autoridades dezenas de milhares de palestinianos em Al-Aqsa para as orações dos muçulmanos hoje.

A Jordânia administra a Esplanada das Mesquitas, onde se encontram a Mesquita de Al-Aqsa e a Cúpula do Rochedo, mas o acesso ao local, mesmo junto ao Muro das Lamentações, é controlado por Israel.

A violência em Jerusalém surgiu na sequência de uma série de ataques em Israel e de operações israelitas na Cisjordânia, outro território ocupado desde 1967 pelo Estado judaico.

Desde 22 de Março, Israel foi atingido por quatro ataques, os dois primeiros por árabes israelitas ligados ao grupo extremista Estado Islâmico e os dois últimos por palestinianos da região de Jenin, na Cisjordânia, tendo morrido pelo menos 14 pessoas nesses ataques.

 

Subiu de 133 para 148 o número de pessoas que morreram nas Filipinas devido ao desabamento de terras e inundações causadas pela tempestade tropical Megi, de acordo com os últimos dados oficiais divulgados, esta quinta-feira, pelas autoridades locais.

Dezenas de pessoas ainda estão dadas como desaparecidas, já que a tempestade, a mais forte a atingir o arquipélago este ano, forçou vários milhares de pessoas a procurarem refúgio em centros de acolhimento.

Na província de Leyte, a mais afectada, os deslizamentos de terra devastadores destruíram comunidades agrícolas e pesqueiras, varrendo casas e transformando a paisagem.

A tempestade Megi entrou na costa leste das Filipinas no domingo, causando inundações e aluimentos de terras no centro e no sul do país.

O Papa Francisco visitou, ontem, em Roma, capital da Itália, um estabelecimento penitenciário para celebrar a missa de Quinta-feira Santa, a tradicional missa de lava-pés.

Durante a cerimónia, o Sumo Pontífice lavou e beijou os pés de 12 reclusos para recordar o gesto de humildade de Jesus para com os seus apóstolos na noite anterior à sua morte.

Segundo o Notícias ao Minuto, este é um gesto que acontece pela sexta vez numa cadeia, desde o início do seu pontificado, em 2013.

Na missa, participaram 200 reclusos e outros funcionários do estabelecimento prisional.

Nesta Sexta-feira Santa, segundo a CNN Brasil, dia em que os cristãos relembram a morte de Jesus por crucificação, Papa Francisco preside a dois serviços, incluindo uma procissão à luz de velas (Via Sacra) ao redor do Coliseu de Roma.

Na noite de sábado, o Papa deve celebrar uma missa da Vigília Pascal na Basílica de São Pedro. No domingo de Páscoa, o dia mais importante do calendário litúrgico cristão, o Sumo Pontífice reza a missa na Praça de São Pedro e, em seguida, entrega a sua mensagem e bênção semestral “Urbi et Orbi” à cidade e ao mundo.

O papa Francisco lançou, esta quinta-feira, na Itália, um livro, no qual apresenta o diálogo como arte política, a construção artesanal da paz e o desarmamento como uma escolha estratégica, escreve o Vatican News.

“Contra a guerra. A coragem de construir a paz”, do Papa Francisco, um ensaio sobre o clima de guerra que o mundo vive actualmente, sairá nas bancas de jornal, nesta próxima quinta-feira.

Segundo o Vaticano, o líder da Igreja Católica apresenta, no livro, uma dura condenação dos conflitos armados, classificando-os como um falhanço político, deixa pistas para a “construção artesanal da paz”, através do diálogo como “arte política”, e endurece o discurso em relação à guerra na Ucrânia.

A publicação deste livro coincide com as cerimónias da Quinta-feira Santa, o dia em que a Igreja Católica lembra a última ceia de Jesus Cristo com os discípulos antes de ser crucificado, dando, com essa celebração, início aos dias de comemoração da Páscoa.

Numa primeira fase, o livro será publicado apenas na Itália, onde será vendido nas livrarias locais e também distribuído como suplemento do jornal Corriere della Sera. Segundo o Vatican News, ainda não há planos para uma edição em português.

Segundo um excerto do livro divulgado pelo Vaticano, o Papa Francisco começa a obra recordando a sua peregrinação ao Iraque, em Março de 2021, dizendo ter experimentado “o desastre causado pela guerra, violência fratricida e terrorismo”.

“Vi os escombros das casas e as feridas dos corações, mas também sementes de esperança de renascimento. Nunca teria imaginado ver, um ano depois, um conflito irromper na Europa“, escreve Francisco. “Desde o início do meu serviço como bispo de Roma, falei sobre a Terceira Guerra Mundial, dizendo que já estamos a vivê-la, mesmo que ainda em pedaços. Esses pedaços tornaram-se cada vez maiores, soldando-se entre si. Tantas guerras estão a acontecer no mundo neste momento, causando imensa dor, vítimas inocentes, principalmente crianças.”

Essas são, lamenta Francisco, “as muitas guerras esquecidas, que, de vez em quando, reaparecem diante de nossos olhos desatentos”. O Papa, oriundo da América Latina, apresenta uma mensagem dirigida claramente aos europeus, que, após anos de esquecimento das várias guerras em curso no mundo, se viram surpreendidos pela guerra à sua porta.

“Quase de imprevisto, a guerra eclodiu perto de nós. A Ucrânia foi agredida e invadida”, assevera Francisco — um endurecimento do discurso do Papa em relação ao conflito na Ucrânia, depois de, numa primeira fase, ter evitado colocar a culpa do lado da Rússia, na esperança de manter abertas as vias de negociação, entretanto claramente reduzidas.

“Infelizmente, muitos civis inocentes, mulheres, crianças e idosos foram obrigados a viver em abrigos cavados no ventre da terra para fugir das bombas, com famílias que se dividem porque os maridos, pais e avôs ficam para lutar, enquanto esposas, mães e avós procuram refúgio após longas viagens de esperança e cruzam a fronteira buscando acolhimento em outros países que os recebem com grandeza de coração”, escreve o Papa.

“Diante das imagens angustiantes que vemos todos os dias, diante do choro de crianças e mulheres, só podemos gritar: Parem!”, resume Francisco. “A guerra não é a solução, a guerra é uma loucura, a guerra é um monstro, a guerra é um cancro que se auto-alimenta engolindo tudo! Além disso, a guerra é um sacrilégio, que destrói o que há de mais precioso na nossa terra, a vida humana, a inocência dos pequenos, a beleza da criação.”

HUMANIDADE TEM “MEMÓRIA CURTA”, DIZ O PAPA

O líder da Igreja Católica faz, depois, uma viagem histórica para lembrar que a solução para os conflitos deve ser o diálogo e não a guerra. “Não posso deixar de recordar a súplica com que, em 1962, São João XXIII pediu aos poderosos do seu tempo para deterem a escalada bélica que poderia levar o mundo ao abismo do conflito nuclear“, assinala Francisco, referindo-se ao modo como aquele Papa foi um mediador central entre John F. Kennedy e Nikita Khrushchov, durante a crise dos mísseis de Cuba, conseguindo evitar uma escalada no momento em que a Guerra Fria esteve mais próxima de evoluir para um conflito armado de grande escala.

Francisco recorda também as intervenções de Paulo VI e João Paulo II em favor da paz e critica a “memória curta” da humanidade. “Se tivéssemos uma memória, lembraríamos o que nossos avós e pais nos contaram, e sentiríamos a necessidade de paz, assim como nossos pulmões precisam de oxigénio”, escreve.

“A guerra altera tudo, é pura loucura, o seu único objectivo é a destruição e ela desenvolve-se e cresce através da destruição e, se tivéssemos memória, não gastaríamos dezenas, centenas de milhares de milhões de dólares em rearmamento, para nos equiparmos com armas cada vez mais sofisticadas, para aumentar o mercado e o tráfico de armas que acabam por matar crianças, mulheres e idosos: 1.981 mil milhões de dólares por ano, de acordo com os cálculos de um grande centro de investigação de Estocolmo“, diz o Papa. “Isto representa um aumento dramático de 2,6% no segundo ano da pandemia, quando todos os nossos esforços deveriam ter sido concentrados na saúde global e em salvar vidas humanas do vírus.”

 

TER ARMAS NUCLEARES É “IMORAL”, PAPA FRANCISCO

No entender de Francisco, a guerra “representa não apenas uma derrota da política, mas também uma rendição vergonhosa diante das forças do mal“, que deve ser evitada “antes de chegar à linha da frente”.

“Para isso, precisamos de diálogo, negociação, escuta, capacidade e criatividade diplomática, de uma política de longo alcance, capaz de construir um novo sistema de convivência que não se baseie mais nas armas, no poder das armas e na dissuasão”, escreve o Papa, que garante que a mera posse de armas nucleares é “imoral”.

“Em Novembro de 2019, em Hiroshima, cidade símbolo da Segunda Guerra Mundial, cujos habitantes foram trucidados, junto aos de Nagasaki, por duas bombas nucleares, reiterei que o uso da energia atómica para fins bélicos é, hoje mais do que nunca, um crime, não só contra o homem e sua dignidade, mas contra qualquer possibilidade de um futuro na nossa casa comum”, escreve Francisco. “O uso da energia atómica para fins de guerra é imoral, assim como a posse de armas atómicas é imoral.”

“Quem poderia imaginar que, menos de três anos depois, o espectro de uma guerra nuclear apareceria na Europa?”, questiona. “Passo a passo, estamos a caminhar para a catástrofe. Pedaço por pedaço, o mundo corre o risco de se tornar o cenário de uma única Terceira Guerra Mundial.”

“Caminhamos como se fosse inevitável. Em vez disso, devemos repetir com força: não, não é inevitável! Não, a guerra não é inevitável! Quando nos deixamos devorar por esse monstro representado pela guerra, quando permitimos que esse monstro levante a cabeça e guie nossas acções, todos perdemos, destruímos as criaturas de Deus, cometemos sacrilégio e preparamos um futuro de morte para nossos filhos e nossos netos”, acrescenta Francisco.

“Perante as imagens de morte que nos chegam da Ucrânia, é difícil ter esperança. No entanto, há sinais de esperança. Há milhões de pessoas que não aspiram à guerra, que não justificam a guerra, mas pedem a paz. Há milhões de jovens que nos pedem para fazer todo o possível e impossível para deter a guerra, para deter as guerras. É pensando primeiro neles, nos jovens e nas crianças, que devemos repetir juntos: nunca mais a guerra.”

“Ao mesmo tempo, comprometemo-nos a construir um mundo mais pacífico, mais justo, onde triunfe a paz, não a loucura da guerra; a justiça e não a injustiça da guerra; o perdão recíproco e não o ódio que divide e que nos faz ver no outro, no diferente de nós, um inimigo”, termina o Papa.

O número de mortos, na sequência da passagem da tempestade tropical Megi nas Filipinas, continua a subir. Dados mais recentes divulgados, ontem, pelas autoridades locais dão conta de que 115 pessoas morreram.

A maioria das vítimas, segundo Notícias ao Minuto, resultou de desabamentos de terras e inundações causadas pela tempestade mais forte a atingir o arquipélago este ano, e mais de 100 pessoas continuam desaparecidas.

Milhares de pessoas foram obrigadas a procurar abrigo em centros de acolhimento temporários.

Na província de Leyte, a mais atingida, desabamentos de terras destruíram comunidades de agricultores e pescadores, varrendo habitações e transformando a paisagem.

Megi entrou na costa leste das Filipinas no domingo, causando inundações e aluimentos de terra no centro e no sul do país.

No total, mais de 580 mil pessoas foram afectadas e 63 municípios continuavam, até ontem, sem energia eléctrica.

Megi é a primeira grande tempestade do ano a passar pelas Filipinas, a registar uma média de 20 tufões por ano.

Os cientistas têm alertado que tempestades afins estão a tornar-se mais fortes à medida que a temperatura do planeta sobe, devido às alterações climáticas desencadeadas pela acção humana.

Subiu para 50 o número de mortos provocados pelas inundações e deslizamentos de terra causados pela passagem da tempestade tropical Megi, nas Filipinas. As autoridades locais, citadas pelo Notícias ao Minuto, acreditam que as estatísticas de vítimas poderão aumentar.

As equipas de resgate permanecem no terreno para encontrar sobreviventes, no meio da lama e água.

As aldeias ao redor da cidade de Baybay, na província de Leyte, são as mais atingidas. Várias pessoas foram enterradas vivas.

Em Pilar, uma vila com cerca de 400 pessoas, no Município de Abuyog, cerca de 80% das casas foram empurradas para o mar, segundo deu conta um funcionário do governo à AFP, fonte citada pelo Notícias ao Minuto.

A agência nacional de desastres das Filipinas também relatou mortes na região sul de Davao, Mindanao e na província de Negros Orientals.

Mais de 100 mil pessoas nas ilhas do sul e leste das Filipinas foram afectadas pela tempestade, referem as autoridades locais.

Muitos fugiram das suas casas para abrigos ou terrenos mais altos no domingo, quando a tempestade, conhecida localmente como Agaton, atingiu o arquipélago com ventos de até 65 quilómetros por hora.

Os militares juntaram-se à guarda costeira, polícia e bombeiros nos esforços de busca e resgate, que foram prejudicados pelo mau tempo. É expectável que o número de mortos aumente à medida que o foco muda da busca de sobreviventes para a recuperação de corpos.

Pelo menos 43 pessoas morreram e seis continuam desaparecidas devido à passagem da tempestade tropical Megi, que atingiu a zona Centro e Sul das Filipinas. A informação foi divulgada, ontem, pelas autoridades locais citados pelo Notícias ao Minuto.

Dados do Conselho de Gestão e Redução de Riscos de Desastres filipino indicam que quase 35.000 pessoas foram deslocadas para centros temporários criados pelas autoridades.

A tempestade tropical Megi, batizada nas Filipinas como Agaton, entrou na costa leste do país no domingo, causando inundações e desabamentos de terra nos arquipélagos de Visayas e Mindadao, no centro e no sul do país.

O fenómeno já afectou mais de 580 mil pessoas e 63 municípios continuam sem energia.

A tempestade perdeu força e intensidade e encontra-se actualmente na ilha de Samar, onde se registou o maior número de mortos, 37, e os seis desaparecidos que estão a ser procurados.

Megi é a primeira grande tempestade do ano a passar pelo país, que regista uma média de 20 tufões por ano.

Várias pessoas foram baleadas numa plataforma do metro de Nova Iorque, nos Estados Unidos, durante a hora de ponta da manhã desta terça-feira. O incidente ocorreu em Brooklyn, pelas 8h30 locais.

As autoridades procuram um suspeito com uma máscara de gás e um colete reflector laranja, habitualmente usado por profissionais de construção.

Segundo um porta-voz do Corpo de Bombeiros de Nova Iorque, citado pelo Notícias ao Minuto, 13 pessoas foram transportadas para os hospitais locais. Os bombeiros responderam a relatos de fumo na estação da rua 36, em Sunset Park, onde encontraram várias pessoas baleadas e dispositivos não detonados.

Ainda não são conhecidos números exactos de vítimas, mas relatórios preliminares indicam que foram baleadas pelo menos cinco pessoas. Imagens a circular nas redes sociais mostram passageiros ensanguentados deitados no chão da estação.

Segundo a imprensa local, o suspeito foi descrito como um homem negro, com cerca de 1,65 de altura e 80 quilos de peso, apesar de ainda não existir confirmação oficial.

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