Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

A guerra na Ucrânia pode anular metade do crescimento das transações internacionais esperado para 2022, segundo um estudo divulgado pala Organização Mundial do Comércio (OMC).

As repercussões do conflito armado entre a Ucrânia e a Rússia não se limitam apenas entre os dois territórios vizinhos, como em quase todos os países do mundo e de várias formas.

A Organização Mundial do Comércio previa um crescimento de trocas comerciais em 4.7 por cento em todo o mundo, mas na segunda-feira a instituição divulgou um estudo que indica que a guerra na Ucrânia vai anular esta meta para a metade, em torno de 2.4 por cento.

Segundo o documento, as projecções em baixa também poderão reduzir o crescimento do produto económico mundial a um intervalo situado entre 3.1 e 3.7 por cento este ano.

A Organização aponta como factores da descida do crescimento do comércio mundial, a subida dos preços dos produtos alimentares, de energia e à redução de mercadorias exportadas pela Federação Russa e a Ucrânia, importantes fornecedores de produtos alimentares e energéticos.

A Rússia e a Ucrânia representaram em 2019 uma produção em cerca de 25 por cento do milho mundial, 15 e 45 por cento da cevada e do girassol, respectivamente.

O ex-Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, não compareceu, ontem, ao tribunal para o início do seu julgamento por suborno e alegada corrupção na compra de armamento.

O advogado do ex-Presidente sul-africano, Dali Mpofu, justificou a ausência de Zuma na sala do Tribunal Superior de Pietermaritzburg, indicando “condições de saúde devido a uma emergência médica que ocorreu nas últimas horas”, acrescentando que “a defesa espera obter um justificativo por escrito ainda hoje”.

Dali Mpofu confirmou que o ex-governante solicitou, à justiça sul-africana, que o processo de corrupção de que é alvo seja “adiado por tempo indeterminado”, para que o antigo líder do Congresso Nacional Africano “possa prosseguir com os seus vários recursos judiciais”.

O juiz sul-africano, Piet Koen, ainda não respondeu ao pedido da defesa, sendo que já tinha, antes, ordenado que as audições prosseguissem mesmo na ausência de Jacob Zuma.

Na sua intervenção, o procurador público, Billy Downer, referiu que a data de segunda-feira para o início do julgamento foi marcada “após quase duas décadas de atrasos”, sublinhando que “o Estado é contra o adiamento indefinido do julgamento de Zuma

 

TRIBUNAL ADIA JULGAMENTO DE ZUMA

O Tribunal Superior de Pietermaritzburg, capital da província do KwaZulu-Natal, adiou para 17 de Maio o julgamento do ex-Presidente sul-africano Jacob Zuma por suborno e alegada corrupção pública na compra de armamento em 1999.

O  juiz Piet Koen anunciou que o adiamento do julgamento, a que Zuma faltou hoje, visa permitir que o Tribunal Superior de Recurso (SCA, na sigla em inglês) decida sobre um recurso judicial apresentado pelo ex-governante sul-africano contra a decisão de um coletivo de juízes do SCA em março.

O Destacamento de Operações Especiais “Azov”, mais conhecido como Batalhão de Azov, uma unidade neonazista da Guarda Nacional da Ucrânia, acusou ontem a Rússia de usar substâncias químicas em Mariupol, causando ferimentos há três pessoas.

Numa mensagem na plataforma Telegram, o fundador do Batalhão de Azov, Andriy Biletsky, disse, citado pelo Observador, que a Rússia espalhou uma substância venenosa de origem desconhecida através do drone que sobrevoou, na fábrica Azovstal, em Mariupol e há três pessoas com sinais de envenenamento químico.

De acordo com o órgão ucraniano Kyiv Independent, também citado pelo Observador, as vítimas deste ataque estão a sofrer de falta de ar e de problemas de coordenação motora.

O presidente da Ucrânia já tinha alertado num comunicado publicado no website da presidência que um porta-voz russo declarou que podiam ser utilizadas armas químicas contra Mariupol, escreve o Notícias ao Minuto.

Na mensgem, Volodymyr Zelensky lembrou que “a utilização de armas químicas pelo exército russo já foi discutida com os líderes mundiais” e considerou que “este momento significa que é necessário reagir à agressão russa de forma muito mais forte e rápida”.

O líder ucraniano afirmou também que a União Europeia começou a discutir um sexto pacote de sanções contra a Rússia.

“É tempo de fazer este pacote de tal forma que nem uma palavra sobre armas de destruição maciça seja mais ouvida do lado russo. Um embargo petrolífero contra a Rússia é um imperativo”, sublinhou.

Uma das primeiras reações internacionais foi a da ministra dos Negócios Estrangeiros britânica, Elizabeth Truss, que garantiu, numa mensagem na rede social Twitter, que o Reino Unido está a investigar o que aconteceu.

O Ministério da Saúde e Bem-estar do Botswana anunciou, hoje, a descoberta de uma nova variante da COVID-19. A nova variante foi detectada em quatro pessoas.

Chama-se Omicron BA.4 e BA.5. A informação sobre a sua descoberta é avançada pelo ministério da saúde e bem-estar do Botswana, neste comunicado de imprensa, em que a instituição diz que:

As mutações que foram detectadas, até agora, em quatro pessoas em Botsuana, foram observadas como uma nova sub-linhagem da variante Omicron.

Os quatro infectados são residentes e não residentes tsuanas, com idades compreendidas entre os 30 e 50 anos, sendo dois não residentes com histórico recente de viagens.

Devido a esse histórico de viagem reportado pelos infectados, o ministério da saúde não tem ainda clareza sobre a origem das infecções.

As autoridades da saúde do Botswana dizem que as quatros pessoas infectadas já tinham recebido a dosagem completa da vacina contra a COVID-19 e, neste momento, estão sob observação médica para a colecta de mais informações sobre o impacto potencial na disseminação e gravidade da estirpe.

Apesar da descoberta, ainda não se sabe se a nova variante é ou não mais mortífera ou transmissível que a Omicron.

O Ministério da Saúde do Botswana diz que, neste momento, aguarda orientações da Organização Mundial da Saúde para tomar os passos subsequentes.

A nova variante, Omicron BA.4 e BA.5, é anunciada cinco meses após a África do Sul ter anunciado a existência da variante Omicron.

Pelo menos 183 crianças morreram e 342 ficaram feridas na Ucrânia devido à guerra no país. Os números foram revelados, hoje, pela responsável dos Direitos Humanos do Parlamento ucraniano.

A responsável dos Direitos Humanos do Parlamento ucraniano, Liudmyla Denisova, explicou, numa mensagem publicada nas redes sociais, que é impossível determinar o número real de menores que foram vítimas da guerra, mas já foram registadas 183 mortes.

Liudmyla Denisova destacou ainda que vários menores de idade foram encontrados mortos com ferimentos de balas nas ruas das pequenas cidades da Ucrânia.

Na capital ucraniana, até agora, 16 menores foram mortos, o mesmo que na região de Sumy, enquanto em Jitomir foram registados 15 casos.

Ainda na mesma publicação, Liudmyla Denisova informou que 342 crianças ficaram feridas e muitas delas estão entre a vida e a morte.

A guerra já causou um número indeterminado de baixas militares e a fuga de mais de 11 milhões de pessoas, das quais 4,5 milhões para os países vizinhos.

Esta é a pior crise de refugiados na Europa desde a II Guerra Mundial e as Nações Unidas calculam que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária

O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, comparou a violência infligida sobre estrangeiros por grupos anti-imigrantes às estratégias usadas pelo regime do apartheid.

Ao longo da semana passada, houve demonstrações de ressentimento contra os imigrantes ilegais oriundos de países vizinhos em várias cidades sul-africanas.

São comuns os incidentes violentos, tendo-se registado o linchamento e imolação de um jovem do Zimbabué por parte de uma multidão enraivecida na vila de Diepsloot, a norte de Joanesburgo, escreve o Notícias ao Minuto.

“Vimos pessoas interpeladas na rua por simples cidadãos e forçadas a mostrar os seus documentos de identidade para justificar o seu estatuto”, disse o Presidente Ramaphosa, na sua nota de imprensa semanal. “Era assim que operavam os opressores do apartheid”, recorda o estadista.

A nota de imprensa prossegue descrevendo como os negros eram suspeitos por definição e detidos pela polícia quando se encontravam em zonas ditas “brancas”, sendo obrigados a mostrar um documento que comprovava a sua livre circulação (‘dompas’), cuja ausência significava prisão.

“Não podemos deixar estas injustiças reproduzirem-se”, referiu o Presidente, invocando a morte trágica de sete sul-africanos em Diepsloot, motivo da vaga de manifestações.

Ramaphosa avisou: “hoje, a nossa raiva é dirigida contra os cidadãos do Zimbábue, Moçambique, Nigéria ou Paquistão. Amanhã, a nossa raiva pode ser dirigida a nós mesmo”.

Segundo o Presidente, atacar suspeitos de um crime só porque são estrangeiros é imoral, racista e criminoso.

O presidente francês cessante, Emmanuel Macron, obteve 27,42% dos votos na primeira volta das eleições presidenciais em França, segundo o Ministério do Interior e quando estão contados 89% dos sufrágios, escreve o Notícias ao minuto.

Os resultados provisórios, divulgados na internet pelo referido ministério, indicam que a candidata da União Nacional (extrema-direita), Marine Le Pen, conseguiu 24,6 % dos votos e que o candidato da esquerda radical Jean-Luc Mélenchon obteve 20,8%.

A abstenção situa-se nos 27% e as cidades onde os votos ainda não foram contados são algumas das maiores da França, incluindo Paris.

Macron e Le Pen disputarão a segunda volta a 24 de Abril e o presidente francês poderá ser reeleito segundo sondagens realizadas após a primeira volta.

 

O ícone do cinema norte-americano, Will Smith, foi banido de participar das cerimónias de entrega do Oscar, pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. O banimento é resultado da bofetada que o actor deu ao comediante Chris Rock na última edição do prémio.

Face à interdição, Will Smith diz que “aceita e respeita a decisão da Academia”.

“O conselho decidiu, por um período de dez anos a partir do dia 8 de Abril de 2022, que o senhor Smith não poderá comparecer a qualquer evento da Academia, pessoal ou virtualmente, mas não limitado ao Oscar”, diz o comunicado assinado por David Rubin, presidente da entidade, citado pelo Notícias ao Minuto.

Nos próximos anos, o actor americano poderá concorrer ao prémio Oscar e até vencer, mas não poderá, com isso, participar do evento de entrega do mesmo.

Recorde-se que a agressão, transmitida ao vivo para todo o mundo, aconteceu depois que Chris Rock fez uma piada com a calvície da mulher de Will Smith, Jada Pinkett Smith, provocada por uma doença autoimune. A atitude dividiu a opinião das celebridades e da indústria cinematográfica.

Os franceses têm hoje a oportunidade de eleger o seu próximo dirigente. São cerca de 48,7 milhões de eleitores franceses que poderão votar num entre os 12 candidatos, incluindo o actual Chefe de Estado, Emmanuel Macron.

De acordo com o Notícias ao Minuto, que cita a Lusa, a lista de candidatos está recheada de aspirantes de diferentes alas políticas, como Marine Le Pen, do partido União Nacional (extrema-direita); Jean-Luc Mélenchon (extrema-esquerda); Valérie Pécresse, do maior partido de direita francês “Os Republicanos”; Éric Zemmour, polémico ex-jornalista e comentador político; Yannick Jadot, ecologista; Fabien Roussel, do Partido Comunista Francês; Nicolas Dupont-Aignan, do movimento “República de Pé; e Anne Hidalgo, do Partido Socialista.

Nos últimos dias, Macron tem visto as vantagens de ser o favorito para conquistar a primeira volta do escrutínio diminuírem, visto que a candidata Marine Le Pen está a ganhar terreno nas intenções de voto. A segunda volta terá lugar no próximo dia 24 de Abril.

“Sondagens divulgadas na sexta-feira indicavam que tanto Emmanuel Macron como Marine Le Pen podiam chegar ao primeiro lugar nas presidenciais de hoje, com o Presidente cessante a manter uma ligeira vantagem sobre a candidata da extrema-direita”, escreve a Lusa, citada pelo Notícias ao Minuto.

A França é a segunda economia do bloco de 27 membros da União Europeia (UE), a única com veto no Conselho de Segurança da ONU e a sua única potência nuclear.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE