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O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, manteve, hoje, uma conversa telefónica com seu homólogo da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, propondo a negociação como a melhor saída para o fim da guerra que já dura cerca de 60 dias.

Durante a conversa, o Chefe de Estado sul-africano abordou, igualmente, a dependência que vários países africanos têm das matérias-primas provenientes da Ucrânia.

“Tive uma conversa por telefone com o Presidente Zelensky, da Ucrânia, para discutir o conflito na Ucrânia e seu trágico custo humano, bem como suas ramificações globais”, escreveu Ramaphosa no Twitter.

O Presidente sul-africano disse ainda que, durante a conversa com Volodymyr Zelensky, ambos chegaram concordaram com o fim que a guerra deveria tomar.

“Concordamos com a necessidade de um fim negociado”, disse Ramaphosa, destacando, de seguida, a dependência dos países africanos dos produtos importados da Ucrânia, uma vez que “o conflito impactou o lugar da Ucrânia nas cadeias de suprimentos globais, incluindo sua posição como grande exportador de alimentos para nosso continente”.

Por seu turno, Zelensky prometeu futuramente estreitar, profundamente, as relações com a África do Sul, segundo revelou Ramaphosa.

Segundo escreve a Lusa, citada pelo Notícias ao Minuto, o Presidente ucraniano escreveu, no Twitter que “tive uma conversa telefónica com Cyril Ramaphosa, falei-lhe sobre a nossa resistência à agressão russa; falámos sobre a ameaça de uma crise alimentar global, o aprofundamento das relações com a República da África do Sul e a cooperação nas organizações internacionais”.

O ex-Presidente hondurenho, Juan Orlando Hernández, será, hoje, extraditado para os Estados Unidos da América, onde deverá responder pelos crimes relacionados com o tráfico de droga e uso de armas de que é acusado.

Segundo escreve a Lusa, citada pelo Notícias ao Minuto, a Secretaria de Segurança será responsável pela “execução da ordem de extradição”.

A ordem de extradição de Juan Hernández foi emitida no dia 13 do mês em curso, após a resolução sobre a extradição ter sido assinada pelos 15 magistrados que compõem o Supremo Tribunal de Justiça.

Há uma redução do número de novas infecções da COVID-19 em todo o mundo. Quem o diz é a Organização Mundial da Saúde (OMS), que estima que quase um quarto de contágios reduziu só na semana passada.

De acordo com o Notícias ao Minuto, que cita a Lusa, dados apontam que cerca de 5,59 milhões de infecções foram registadas no período entre 11 e 17 de Abril, o que representa uma redução de 24% quando comparado com a semana anterior. Em relação às mortes, houve uma redução de 21%.

A redução das infecções por COVID-19 foi registada em todo o mundo, principalmente o continente americano que teve dois por cento.

Face aos registos encorajadores, a OMS alerta que as “tendências devem ser interpretadas com cautela, pois vários países estão a mudar progressivamente as suas estratégias, relativamente aos testes à COVID-19, resultando em números gerais mais baixos de testes realizados e, consequentemente, números mais baixos de casos detectados”.

As estatísticas revelam que, entre os países que registaram maior número de novas infecções na semana passada, estão a Coreia do Sul, com mais de 972.000, França, com mais de 827.000, e a Alemanha, com mais de 769.000, segundo a OMS.

Em relação às mortes, os EUA são os que mais se notabilizaram, seguidos pela Rússia e Coreia do Sul, com 3.076, 1.784 e 1.671, respectivamente.

José Ramos-Horta, eleito pela segunda vez a Presidente da República de Timor-Leste, com 62,09% dos votos, tendo derrotado o actual Chefe de Estado, Francisco Guterres Lú-Olo, disse que vai trabalhar arduamente para honrar a confiança que a população timorense depositou em si para liderar o Estado durante os próximos cinco anos, escreve o Notícias ao Minuto.

“Foi uma grande lição democrática, uma fonte de inspiração para que trabalhe com todas as minhas capacidades para não falhar e não trair a confiança que o povo depositou em mim, a expectativa da população”, afirmou Ramos-Horta, numa conferência de imprensa na sede da campanha em Díli.

“O mundo vive, neste momento, vários problemas graves, mas pelo menos Timor-Leste mandou uma mensagem ao mundo de que a nossa democracia está forte”, acrescentou.

Ramos-Horta disse que, antes de tomar posse, vai dialogar com várias forças políticas. Aliás, é desejo do Presidente eleito promover diálogos amplos com todos os sectores políticos e sociais timorenses, mas com objectivos claros.

“Não tenho inimigos. Temos adversários políticos e é assim que funciona a democracia: uma confrontação de ideias, de programas, um debate claro. Isso é a democracia numa sociedade livre”, afirmou.

“E, por isso, vou procurar diálogo para restaurar a credibilidade da ‘casa sagrada’ que é o Parlamento, respeitando a Constituição e o regimento”, disse ainda.

No seu primeiro discurso público desde que venceu as eleições, Ramos-Horta disse que é crucial “normalizar a situação governativa para poder responder ao impacto económico”, especialmente tendo em conta a grave situação internacional que se vive actualmente.

José Ramos-Horta irá tomar posse, pela segunda vez, a 20 de Maio, data em que Timor-Leste celebra 20 anos da restauração da independência.

Ramos-Horta foi porta-voz da resistência timorense durante a ocupação pela Indonésia e, em 1996, recebeu o Prémio Nobel da Paz em conjunto com o bispo timorense Ximenes Belo.

Depois da independência, foi ministro dos Negócios Estrangeiros, primeiro-ministro e Presidente de Timor-Leste.

Oitenta e quatro instalações de saúde foram danificadas pelas inundações em KwaZulu-Natal, na África do Sul. Para reparar os danos, o Governo provincial diz que serão necessários cerca de 184 milhões de rands.

Continua por apurar o número de estragos e o impacto real das inundações que, na semana passada, devastaram a província de KwaZulu-Natal, e deixaram 448 pessoas mortas e mais de 40 mil deslocados.

Sobre os óbitos, as autoridades dizem que mais de 300 autópsias foram realizadas e os restantes corpos aguardam pelo mesmo processo. As comunidades foram orientadas a informar às autoridades sempre que identificarem corpos não reclamados.

Na terça-feira, o ministro e vice-ministro da Saúde visitaram KwaZulu-Natal. Num dos hospitais mais afectados, 40 camiões-cisternas tentavam fornecer água para mitigar a crise.

Segundo os dirigentes, em todas as unidades sanitárias afectadas pelas inundações, já há condições para o funcionamento normal, à excepção de um centro de saúde comunitário que teve de fechar as portas completamente devido à gravidade dos danos.

Contudo, os pacientes da referida unidade foram transferidos para outras instalações e o Governo mobilizou, igualmente, clínicas móveis para as áreas devastadas.

As tropas russas tomaram Kreminna, a primeira cidade do leste da Ucrânia, em Lugansk, na ofensiva para conquistar o Donbass (uma bacia hidrográfica com área de 98 900 km² e que compreende uma região histórica, geográfica e cultural do extremo leste da Ucrânia e sudoeste da Rússia).

De acordo com as autoridades da região, citadas pela Euronews, a cidade foi bombardeada continuamente e, em horas, ficou tomada pelos russos. As tropas ucranianas tiveram de se retirar.

Moradores que fugiram da cidade dizem que não conseguem contactar familiares e amigos que ficaram.

Na sua rede social telegram, o chefe da Administração Militar Regional anunciou o momento em que “Kreminna” é perdida para a Rússia.

“Neste momento, o controlo sobre a cidade de Kreminna está perdido”, escreveu Serhii Haidai, horas depois de ter publicado que a cidade estava a ser atacada em massa.

Haidai anunciou ainda que quatro civis foram abatidos a tiro enquanto tentavam fugir de carro.
“Os civis naquela instalação estavam lá apenas para serem usados como escudos humanos”, referiu Haidai.

 

São necessários mil milhões de rands para reconstruir KwaZulu-Natal da catástrofe causada pela chuva torrencial, que há uma semana fustiga a África do Sul. Só para a área de infra-estruturas rodoviárias, o custo preliminar está estimado em pelo menos 5.6 mil milhões de rands.

Ainda não há cálculos exactos dos danos resultantes da devastação causada pelas chuvas torrenciais em KwaZulu-Natal, na África do Sul. Porém, o governo diz que serão necessários mil miliões de rands para reerguer a província costeira onde a catástrofe deixou mortes, destruição de infra-estruturas essenciais e milhares de pessoas deslocadas.

“Queremos ser científicos e não alarmistas sobre isso, e garantir que cobrimos todos os sectores afectados”, disse o primeiro-ministro de KwaZulu-Natal, Sihle Zikalala, que, respondendo sobre um suposto saque de fundos, avisou que o governo provincial será implacável na prevenção de qualquer corrupção à medida que os recursos forem canalizados para recuperação e reconstrução.

“Queremos dizer, sem qualquer equívoco, que todos os recursos alocados para mitigar o impacto das enchentes e para o processo de recuperação e reconstrução serão utilizados de acordo com a rectidão fiscal, prestação de contas, transparência e abertura”, referiu.

Falando à imprensa, o governante disse que houve lições durante a gestão de fundos da COVID-19, daí que nenhuma má administração e fraude serão toleradas. Queremos assegurar que ninguém poderá encher bolsos à custa do sofrimento do povo.

Várias estradas, pontes e outras infra-estruturas essenciais foram completamente arrasadas, sendo eThekwini, iLembe, uGu e King Cetshwayo algumas áreas mais afectadas.
De acordo com Sihle Zikalala, além de 443 mortes e 63 pessoas desaparecidas, 13.556 residências foram afectadas. Destas mais de 8.329 casas parcialmente danificadas e 3.937 habitações completamente destruídas.

Citado pela News24, Zikalala afirmou que o custo preliminar estimado na área de infra-estruturas rodoviárias é de 5,6 mil milhões de rands e incluiu 1.369 projectos em toda a província.

O caos causado pelas chuvas torrenciais em KwaZulu-Natal, África do Sul, é demais para o problema limitar-se só à província devastada, disse o Presidente Cyril Ramaphosa, esta noite, numa comunicação à Nação, durante a qual declarou um Estado Nacional de Desastre e anunciou um plano de mitigação.

Segundo o Chefe de Estado sul-africano, diz a News24, “a designação de um desastre provincial é inadequada para lidar com os danos sofridos em KwaZulu-Natal. Este desastre tem implicações além de KwaZulu-Natal. Os danos no porto de Durban têm um impacto de longo alcance do que apenas em KwaZulu-Natal”.

Cyril Ramaphosa explicou que a tarefa imediata é abrigar as pessoas que foram deslocadas pelas inundações, que mataram, até esta segunda-feira, pelo menos 443 pessoas e outras 63 são dadas como desaparecidas.

A economia mais pujante da África Austral mergulhou num dos maiores dramas da sua história e urge recuperá-la, uma recuperação no meio do susto que ainda ensombra o país, desde que a pandemia da COVID-19 fustigou, sem precedentes, a terra do rand.

Ramaphosa assegurou que os preparativos para fornecer abrigos temporários às pessoas afectadas estão em andamento e espera-se que a construção dessas unidades comece até ao fim desta semana.

Ainda em relação às medidas para mitigar o sofrimento da população, a assistência financeira, através de um sistema de vouchers, está a ser disponibilizada às famílias de modo que reconstruam as suas casas parcialmente danificadas, acrescenta a News24, salientando o Presidente que advertiu sobre a necessidade de não haver espaço para corrupção.

Contudo, “um dos desafios mais urgentes nas áreas afectadas é garantir o fornecimento de água potável, comida e abrigo”, estando em curso, neste sentido, “um extenso trabalho para restabelecer os serviços básicos, como água, electricidade, saneamento e remoção de resíduos em várias áreas” de KwaZulu-Natal.

“Esses esforços estão a ser prejudicados por danos nos principais sistemas de abastecimento de água e inacessibilidade de algumas áreas. Portanto, o reparo em algumas dessas áreas levará tempo”, afirmou o Presidente sul-africano.

Prosseguindo, Ramaphosa informou que o Departamento de Água e Saneamento está a liderar os esforços para restaurar o abastecimento do precioso líquido em diferentes áreas do município de eThekwini, cujas infra-estruturas foram gravemente assoladas.

Na próxima semana, Ramaphosa vai solicitar uma sessão conjunta da Assembleia Nacional para garantir que supervisione as acções de socorro às populações, escreve a News24.

O Fundo de Solidariedade, criado no auge da pandemia da COVID-19, como plataforma para quaisquer acções de ajuda, abrirá uma conta bancária separada para os sul-africanos e parceiros internacionais doarem dinheiro para apoio.

A Agência Federal de Transportes Aéreos da Rússia prorrogou esta segunda-feira até 25 de Abril o encerramento temporário de 11 aeroportos no centro e sul do país, em vigor desde 24 de Fevereiro, quando a Rússia invadiu a Ucrânia, escreve a SIC Notícias.

Os aeroportos afectados pela medida, cujo prazo antes da nova prorrogação era 19 de Abril, estão localizados nas cidades de Anapa, Belgorod, Bryansk, Voronezh, Gelendzhik, Krasnodar, Kursk, Lipetsk, Rostov-on-Don, Simferopol e Elista.

Segundo a agência, citada pelo Notícias ao Minuto, todos os outros terminais aeroportuários, tanto para voos domésticos como internacionais, estão a funcionar normalmente.

A Rússia lançou a 24 de Fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou quase dois mil civis, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

Segundo as Nações Unidas, cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

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