Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

A África do Sul registou ontem o maior número de casos da COVID-19, dos últimos três meses. O ministro da Saúde considerou que se trata do ressurgimento de infecções preocupantes e o sector espera que a situação não saia do controlo.

O Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis na África do Sul anunciou que na sexta-feira houve 4.631 novas infecções pela COVID-19, e no dia anterior tinham sido registados 4.406 novos casos, o que mostra um aumento de quase 1.300 pessoas com o vírus face à média da semana passada.

Mais da metade das 4.631 novas infecções na sexta-feira foi registada na província de Gauteng, a mais populosa, que inclui Joanesburgo, enquanto a província de KwaZulu-Natal, há dias arrasada pelas inundações, registou o segundo maior número de novos casos.

O ministro sul-africano da Saúde, Joe Phaahla, confirmou que, nos últimos dias, há sinais preocupantes de um aumento de infecções. Entretanto, o sector espera que haja mais estabilidade no controlo da pandemia.

No início de Março, o país esteve 48 horas sem uma única morte relacionada com a COVID-19, tendo sido a primeira vez que tal aconteceu desde 2020.

A informação é avançada pelo jornal La Nación, citado pela Lusa, que explica que a razão que leva o Papa a recuar da intenção de ir a Kyiv é não querer colocar em causa o fim da guerra. Francisco disse, igualmente, que não se iria encontrar com o líder ortodoxo russo Cirilo.

Segundo escreve o Notícias ao Minuto, que cita a Lusa, o líder máximo da Igreja Católica diz que não pode “fazer algo que coloque em risco objectivos mais elevados, que são o fim da guerra, uma trégua ou mesmo um corredor humanitário. De que serviria o Papa ir a Kyiv se a guerra continuar no dia seguinte?”.

Sobre a sua relação com o patriarca ortodoxo russo, Francisco diz ser muito boa. O Vaticano esteve a organizar um encontro entre os dois líderes, que deveria ocorrer em Junho, em Jerusalém, considerado um território neutro, mas o mesmo foi suspenso.

“A nossa diplomacia entendeu que um encontro dos dois neste momento poderia causar muita confusão. Sempre promovi o diálogo inter-religioso. Quando era arcebispo de Buenos Aires, reuni cristãos, judeus e muçulmanos num diálogo frutífero, iniciativas das quais mais me orgulho. É a mesma política que promovo no Vaticano”, declarou Francisco.

Mesmo sem poder realizar a visita a Kyiv e ao líder ortodoxo russo, o Papa diz estar disponível e disposto para pôr fim à guerra na Ucrânia, que já matou mais de dois mil civis e fuga de mais de 12 milhões de pessoas, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

De acordo com a Lusa, citada pelo Notícias ao Minuto, o Papa Francisco encontrou-se com o patriarca ortodoxo russo em 2016, em Havana, sendo esta a primeira vez em que os chefes das duas igrejas se reuniram depois do Grande Cisma de 1054.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, vai visitar a Ucrânia na próxima quinta-feira, após reunir-se em Moscovo, na terça-feira, com o presidente russo Vladimir Putin, comunicou o líder da ONU.

De acordo com uma nota enviada às redacções, segundo o Observador, o António Guterres terá uma reunião de trabalho com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Dmytro Kuleba, e será recebido pelo presidente, Volodymyr Zelenskyy.

“Guterres vai encontrar-se também com os membros das agências da ONU para discutir o reforço da assistência humanitária ao povo da Ucrânia”, acrescenta-se no mesmo comunicado.

O líder das Nações Unidas visita Moscovo, na Federação Russa, a 26 de Abril, onde vai encontrar-se com Vladimir Putin. Guterres terá em Moscovo uma reunião de trabalho e um almoço com o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, e será recebido pelo presidente russo.

A confirmação da visita surge após um pedido feito na terça-feira passada pelo próprio secretário-geral, que, através de uma carta entregue à Missão Permanente da Federação Russa nas Nações Unidas, pediu para ser recebido por Putin.

“O secretário-geral disse que, neste momento de grande perigo e consequências, gostaria de discutir medidas urgentes para trazer a paz à Ucrânia e o futuro do multilateralismo com base na Carta das Nações Unidas e no direito internacional”, disse na quarta-feira o porta-voz do secretário-geral, Stéphane Dujarric.

A viagem de Guterres à Rússia acontece num momento em que o secretário-geral da ONU está a ser duramente criticado pela alegada passividade em tomar medidas concretas para travar a guerra na Ucrânia.

Esta semana, mais de 200 antigos dirigentes da ONU dirigiram uma carta a António Guterres, com um apelo para que seja mais proactivo em relação a esse conflito.

Três civis morreram e mais sete ficaram feridos, esta sexta-feira, após bombardeamentos na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, numa altura em que as forças russas intensificam os ataques no território. A denúncia é das autoridades ucranianas citadas pelo Notícias ao Minuto.

Numa publicação no Telegram, o governador ucraniano, Pavlo Kyrylenko, salientou as mortes de mais três moradores  numa pequena cidade e em duas vilas.

Kyrylenko disse ainda que na tarde de ontem, os russos abriram fogo em 20 territórios povoados na região administrativa de Donetsk e destruíram 34 instalações de infraestrutura civil.

No mesmo dia, o gabinete do procurador de Kharkiv disse no Telegram que foram descobertos dois corpos carbonizados perto da cidade de Izyum. Na publicação, ainda acusou os soldados russos de torturar os moradores e queimar os seus corpos.

 

Morreu, hoje, aos 90 anos, o ex-Presidente queniano, Mwai Kibaki, que liderou o país durante mais de uma década.

A informação foi divulgada pelo actual Presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta, que afirmou que Mwai Kibaki será sempre lembrado como um cavalheiro na política do país.

O Antigo professor de economia, formado no Uganda e em Londres, tornou-se o terceiro Presidente da história do Quénia em 2002, ao terminar com a governação autoritária de Daniel Arap Moi, que durou mais de 24 anos.

O ex-chefe de Estado foi vice-Presidente, de 1978 até 1988, e assumiu outros cargos de gabinete, sendo ministro de Finanças, de 1978 até 1981, ministro do Interior, de 1982 até 1988 e ministro da Saúde, de 1988 até 1991.

De todos cargos, notabilizou-se como ministro das Finanças pelo seu papel no desenvolvimento da economia queniana, protagonizado pelo plano Vision 2030, mantido pelo seu sucessor, o actual estadista do país.

Foi decretado um período de luto nacional até ao pôr-do-sol no dia em que Kibaki vai ser enterrado, com todas as bandeiras em meia haste.

O Presidente ruandês, Paul Kagame, negou hoje que o seu país esteja “a negociar seres humanos”, nas suas primeiras declarações sobre um plano do Reino Unido para enviar requerentes de asilo para o Ruanda.

“Não estamos a negociar seres humanos, por favor. Na realidade estamos a ajudar”, disse o chefe de Estado, num seminário virtual com a Universidade Brown, nos Estados Unidos, segundo noticia o Notícias ao Minuto.

De acordo com o controverso plano, anunciado na semana passada pelo chefe do executivo britânico, Boris Johnson (Partido Conservador), o Reino Unido irá transferir para o Ruanda os requerentes de asilo que atravessam o Canal da Mancha, como parte de uma nova estratégia de combate à imigração ilegal e aos grupos criminosos que a apoiam.

Kagame, que estava numa visita à República do Congo, Jamaica e Barbados quando o acordo foi assinado, disse hoje que seria errado pensar que o Ruanda está a receber dinheiro pelos migrantes.

O Presidente ruandês explicou que o Reino Unido abordou o seu país por causa da forma como Kigali lidou com a crise dos migrantes na Líbia. Disse, ainda, que em 2018, quando liderava a União Africana, decidiu oferecer abrigo aos migrantes bloqueados na Líbia quando tentavam chegar à Europa.

De acordo com o Notícias ao Minuto, quase mil migrantes foram acolhidos pelo Ruanda desde então, tendo dois terços deles sido realocados em países europeus e no Canadá.

Kagame considerou ter-se tratado de um processo bem-sucedido para o Reino Unido e outros países europeus, que “têm problemas com as migrações”.

O plano do Governo britânico passa por reenviar homens solteiros que chegam ao Reino Unido provenientes do outro lado do Canal da Mancha em pequenas embarcações, fazendo-os voar 6.400 quilómetros até ao Ruanda, enquanto os seus pedidos de asilo são processados.

No âmbito do acordo, inspirado nos que se aplicam na Austrália e em Israel, Londres financiará inicialmente o dispositivo no valor de 120 milhões de libras (144 milhões de euros) e o Governo ruandês esclareceu que ofereceria a possibilidade aos migrantes de se estabelecerem permanentemente no país, se assim o desejarem.

A iniciativa foi criticada pela Igreja anglicana, políticos e pela ONU, através do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), que expressou, no dia do anúncio, a sua forte oposição ao plano britânico.

Mais de 160 organizações não-governamentais classificaram a medida como “cruel e mesquinha”, tendo sido também criticada por alguns deputados conservadores, enquanto o líder da oposição trabalhista, Keir Starmer, a apelidou de “impraticável” e com custos “exorbitantes”.

Os migrantes há muito que chegam ao Reino Unido através do norte de França, seja escondidos em camiões ou em ferries, ou – cada vez mais desde que a pandemia de COVID-19 fechou outras rotas em 2020 – em jangadas e pequenas embarcações, em travessias organizados por traficantes.

Mais de 28.000 pessoas entraram no Reino Unido em pequenas embarcações no ano passado, contra 8.500 em 2020 e apenas 300 em 2018. O registo de mortes não tem parado de aumentar.

Os governos britânico e francês trabalharam durante anos para impedir as travessias do canal, sem grande sucesso, trocando frequentemente acusações sobre quem é o culpado do fracasso.

O presidente da Ucrânia revelou, ontem, que o seu homólogo russo Vladimir Putin se recusa a estabelecer um cessar-fogo temporário durante a Páscoa ortodoxa, que começou a ser assinalada hoje. Volodymyr Zelensky diz que a posição russa “mostra muito bem como os líderes deste Estado tratam realmente a fé cristã”.

Segundo escreve o Notícias ao Minuto, inclusive o Papa Francisco e o secretário-geral da ONU, António Guterres, tinham apelado para o estabelecimento de um cessar-fogo de quatro dias para que os fiéis cristãos pudessem celebrar a Páscoa ortodoxa.

“Infelizmente, a Rússia rejeitou a proposta de estabelecer uma trégua” e isso “mostra muito bem como os líderes deste Estado tratam realmente a fé cristã”, disse o líder ucraniano, citado pelo Notícias ao Minuto, acrescentando que “mantemos a esperança. Esperança pela paz, esperança que a vida vença a morte”.

Até hoje, no seu 57.º dia, a ofensiva militar russa na Ucrânia já matou quase dois mil civis, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) acusou, esta quinta-feira, o Presidente angolano, João Lourenço, de usar as suas deslocações às províncias, onde tem inaugurado diversas infra-estruturas, como actos de campanha eleitoral, criticando o financiamento público “encapotado” aos actos político-partidários, escreve o Observador.

As críticas, segundo a fonte, surgiram durante o debate sobre transparência eleitoral na Assembleia Nacional, iniciativa do grupo parlamentar do MPLA (no poder) que não poupou também farpas aos seus principais opositores, a quem recomendou que preparassem as suas máquinas partidárias e evitassem o “discurso da desconfiança”.

Franco Marcolino Nhani, deputado da UNITA, salientou que a transparência eleitoral é requerida não apenas no período eleitoral, mas também no que o antecede “quando se definem as regras do jogo”, criticando o que apelidou de “financiamento público encapotado” do partido do poder, nomeadamente o uso de automóveis, aviões e outros recursos públicos que são usados por titulares de cargos públicos para fins partidários durante o período pré- e eleitoral, em violação da lei.

“Esta discussão só será útil se todos os envolvidos assumirem o compromisso de corrigir o que está mal em matéria de transparência eleitoral e passarem das palavras a actos”, atirou Franco Marcolino.

O deputado da UNITA deu como exemplo as visitas recentes do Presidente João Lourenço, também presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e cabeça de lista do partido às eleições gerais previstas para Agosto de 2022, ao Cuando Cubango e no Cunene, onde “mandaram fechar escolas públicas, usando exercícios fraudulentos ou coação”.

“Utilizaram exercício da função pública do Presidente da República para obrigar alunos e professores a participarem em actividade político-partidário”, denunciou o parlamentar da UNITA, acrescentando que as desigualdades e vantagens ilícitas do candidato natural a Presidente estão a aumentar à medida que aumentou “arbitrariamente” o seu período de campanha eleitoral efectiva de 30 para mais de 120 dias.

“O Presidente em funções faz todas as inaugurações antes da campanha eleitoral, transformando-as em acto político-partidário de campanha, usando recursos e funcionários públicos e paralisando a actividade produtiva do Estado”, criticou, dizendo que as actividades de campanha eleitoral “mascaradas de inauguração de obras públicas” são actos que constituem “violação grosseira” dos princípios constitucionais da transparência eleitoral.

João Lourenço, que foi no início do mês ao Cunene, iniciou, esta quinta-feira, uma visita a Cabinda, onde vai inaugurar um hospital e um terminal marítimo de passageiros. No sábado, já nas vestes de líder do MPLA, João Lourenço preside a um comício naquela que é a região mais a norte do país, onde vários movimentos independentistas reclamam a autodeterminação.

Dez pessoas morreram e outras 40 ficaram feridas, ontem, após uma explosão numa mesquita muçulmana xiita, no norte do Afeganistão, anunciaram as fontes médicas citadas pelo Notícias ao Minuto.

Segundo o Notícias ao Minuto, Ghawsuddin Anwari, médico responsável pelo principal hospital ao norte de Mazar-e-Sharif, declarou à agência noticiosa norte-americana Associated Press que os mortos e feridos foram levados em ambulâncias e carros particulares para o centro hospitalar.

A explosão na mesquita Sai Doken, ao norte de Mazar-e-Sharif, ocorreu quando muitos fiéis estavam a orar no local, numa altura em que os muçulmanos celebram o mês sagrado do Ramadão e jejuam do nascer ao pôr-do-sol.

“Uma explosão numa mesquita dos nossos irmãos xiitas [minoria no Afeganistão] matou 10 pessoas e feriu outras 15”, disse Asif Waziri, porta-voz da polícia da província de Balkh, da qual Mazar-e-Sharif é a capital.

Também esta quinta-feira, no bairro de Dasht-e-Barchi, em Cabul, onde a maioria dos habitantes é xiita da minoria hazara, uma bomba colocada numa estrada explodiu e feriu duas crianças, de acordo com a SIC Notícias que cita a AP.

Dois dias antes, na mesma zona, várias explosões contra instituições de ensino mataram pelo menos seis pessoas, a maioria crianças, e feriram outras 17.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE