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Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, visita, hoje, Moscovo, onde vai manter encontros com Vladimir Putin e discutir sobre a ofensiva na Ucrânia. A deslocação de Guterres acontece dias depois das críticas de antigos dirigentes das Nações Unidas à alegada falta de proactividade em relação ao conflito e paz na Ucrânia.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas tem sido alvo de críticas pela sua alegada passividade em tomar medidas concretas para travar a guerra na Ucrânia.

Na semana passada, mais de 200 antigos dirigentes das Nações Unidas enviaram uma carta a António Guterres, pedindo para que seja mais proactivo na mediação do conflito no país invadido pela Rússia, há dois meses.

Segundo os dirigentes, a inércia de Guterres em relação à guerra na Ucrânia poderia levar as Nações Unidas à irrelevância.

Para mudar a situação, o secretário-geral das Nações Unidas visita, esta terça-feira, Moscovo, onde irá encontrar-se com o presidente russo, Vladimir Putin, e com o chefe da diplomacia russa, para discutir sobre a ofensiva na Ucrânia.

Segundo a imprensa internacional, Guterres disse que a organização que representa precisa de passos urgentes para salvar vidas, pôr fim ao sofrimento humano e trazer paz à Ucrânia.

Na sua deslocação a Moscovo, o secretário-geral das Nações Unidas considerou a tensão entre a Rússia, a Ucrânia e o mundo um momento de grande perigo, daí que gostaria de discutir, pessoalmente, medidas urgentes com Vladimir Putin, para trazer a paz à Ucrânia, e o futuro do multilateralismo com base na Carta das Nações Unidas e no direito internacional.

Esta terça-feira, a Rússia acusou a Ucrânia de impedir a saída de civis numa região da cidade portuária de Mariupol, apesar da criação do corredor humanitário para o resgate de civis.

Por sua vez, a vice-primeira-ministra ucraniana informou que o anúncio russo de um corredor humanitário não foi acordado com a Ucrânia e o país considera que a iniciativa não é segura e, por isso, o cessar-fogo não aconteceu, sobretudo porque a Rússia já violou outros acordos relativos semelhantes para a retirada de civis.

Prometeu e cumpriu. O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, prometeu reforçar capacidade nuclear do país a “velocidade máxima”.

De acordo com os meios de comunicação públicos norte-coreanos, citados pela Euronews, Kim Jong-un fez o anúncio durante um grande desfile militar em Pyongyang, na segunda-feira, para assinalar os 90 anos das forças armadas da Coreia do Norte.

Kim Jong-un afirmou que o país vai preparar-se para poder utilizar armas nucleares a qualquer altura. Kim disse ainda que não terá outra escolha perante uma eventual interferência estrangeira que procure um conflito militar ou que interfira nos interesses fundamentais da nação.

O aniversário assinala-se numa altura em que a Coreia do Norte está a realizar um número recorde de testes, incluindo o de um “novo tipo” de míssil balístico intercontinental, escreve a Euronews.

A Rússia anunciou hoje um cessar-fogo na cidade de Mariupol, na Ucrânia, para permitir a retirada de civis do complexo industrial Azovstal, onde está o último bastião de resistência da cidade sitiada há várias semanas.

A guerra na Ucrânia já se arrasta há cerca dois meses, desde que a Rússia lançou um ataque em 24 de Fevereiro, uma ofensiva militar que, segundo a ONU, já matou mais de dois mil civis, podendo o número de vítimas ser muito mais.

Os dados a ONU, citada pelo Notícias ao Minuto, apontam, ainda, que já causou a fuga de mais de 12 milhões de pessoas, das quais mais de 5,16 milhões para fora do país.

Os Estados Unidos da América (EUA) aprovaram, recentemente, o financiamento militar estrangeiro para Ucrânia e outros 15 países aliados e parceiros de 713 milhões de dólares. Do valor a ser desembolsado, grande parte será para Ucrânia, com orçamento de 322 milhões de dólares.

A informação foi avançada pelo secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, e o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, citados pela imprensa internacional, numa visita feita à Ucrânia, onde asseguraram que o seu presidente, Joe Biden, vai nomear Bridget Brink, actual embaixadora na Eslováquia, como nova embaixadora na Ucrânia.

Segundo avançou Lloyd Austin, a Ucrânia tem possibilidade de vencer a guerra contra a Rússia, mas é necessário ter um equipamento e o apoio certos. “A primeira coisa para ganhar é acreditar que se pode ganhar. E eles [ucranianos] estão convencidos de que podem ganhar (…) podem ganhar se tiverem o equipamento certo, o apoio certo”.

Esta foi a visita norte-americana de mais alto nível à capital da Ucrânia desde o início da invasão, tendo apenas sido confirmada pela Casa Branca após o regresso de Blinken e Austin à Polónia.

Uma explosão, numa refinaria ilegal de petróleo no sul da Nigéria, na floresta Abaezi, deixou a região abalada com a morte de mais de 100 pessoas, este fim-de-semana.

A explosão ocorrida entre os estados de Imo e Níger causou vários estragos. Há, ainda, segundo o Notícias ao Minuto, entre os escombros corpos carbonizados. A chuva que caiu no fim-de-semana não ajudou as equipas de salvamento.

Testemunhas pediram ao governo nacional para investigar, à medida que a criação de refinarias ilegais se prolifera pelo país.
O Presidente nigeriano, Muhammadu Buhari considera que a explosão foi uma catástrofe.

As refinarias ilegais têm criado problemas e riscos na Nigéria pois, se por um lado, as difíceis condições económicas levam muitos a arriscar a vida no negócio, o processo destas refinarias não é mais seguro e tem provocado graves acidentes.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, felicitou, ontem, Emmanuel Macron pela sua reeleição ao cargo de Presidente da França.

“Parabéns a Emmanuel Macron pela sua reeleição como Presidente da República Francesa. A França é um dos nossos aliados mais próximos e mais importantes. Estou ansioso por continuar a trabalhar em conjunto em questões-chave, tanto para os nossos países como para o mundo”, escreveu Boris Johnson na sua rede social Twitter, citado pelo Notícias ao Minuto.

O chanceler alemão, Olaf Scholz, também através do Twitter, felicitou Macron. “Anseio pela nossa boa e contínua cooperação”, rematou.

O Já o chefe do Governo italiano, Mario Draghi, considerou a vitória de Emmanuel Macron nas eleições presidenciais francesas uma notícia maravilhosa para toda a Europa.

“A vitória de Emmanuel Macron nas eleições presidenciais francesas é uma notícia maravilhosa para toda a Europa”, afirmou Draghi numa declaração oficial.

Volodymyr Zelensky também felicitou o Presidente francês. Na sua conta Twitter,  Zelensky  considerou Macron um verdadeiro amigo da Ucrânia.

“Desejo-lhe mais sucesso para o bem do povo. Agradeço seu apoio e estou convencido de que estamos a caminhar juntos em direção a novas vitórias. Rumo a uma Europa forte e unida!”, declarou Zelensky.

Umaro Sissoco Embaló, Presidente da Guiné-Bissau, felicitou no domingo à noite o seu homólogo francês, Emmanuel Macron.
“As minhas calorosas felicitações a Emmanuel Macron pela sua brilhante reeleição. Desejo-lhe todo o sucesso no seu mandato presidencial nos próximos cinco anos” escreveu Embaló na rede social Twitter.

Emmanuel Macron foi  reeleito Presidente da França, obtendo entre 57,6% e 58,20% dos votos na segunda volta das eleições, contra 41,80% e 43% de Marine le Pen, a candidata de extrema-direita, segundo as primeiras projecções.

Em 2017, a primeira vez que os dois se enfrentaram nas eleições presidenciais, o centrista Emmanuel Macron venceu com 66,10% dos votos, contra 33,90% de Marine le Pen, ou seja com uma vantagem significativamente mais clara do que nas eleições de hoje, escreve Notícias ao Minuto.

Emmanuel Macron vence as eleições em França e renova mandato como Presidente. A diferença para Le Pen é mais curta do que em 2017, pelo que se congratulou.

“O resultado desta noite, por si só, representa uma vitória”. As ideias que representamos atingem novos patamares na noite das eleições, com mais de 43% dos votos. Milhões dos nossos compatriotas escolheram a União Nacional. Estendo a minha mais profunda gratidão àqueles que confiaram em mim na primeira volta e aos milhões que se juntaram a nós na segunda”, afirmou a líder de extrema-direita, apelidando os resultados desta noite de “vitória retumbante. “Um grande vento de liberdade poderia ter-se levantado sobre o país. A escolha das urnas, que respeito, decidiu de outra maneira”, declarou Le Pen no discurso de derrota, no Pavilhão d’Armenonville, no nordeste de Paris.

“Mais do que nunca, continuarei o meu compromisso com a França e com os franceses. Hoje não tenho ressentimentos nem rancores. Já fomos enterrados mil vezes e mil vezes a história provou que estavam errados aqueles que previam ou esperavam o nosso desaparecimento”, afirmou Marine Le Pen, que prometeu uma “grande batalha eleitoral” nas legislativas, que também se realizam este ano.

Os líderes da União Europeia (UE) felicitaram Emmanuel Macron pela sua reeleição como Presidente da França, com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, a congratular-se por a Europa poder “contar com a França por mais cinco anos”.

“Nestes tempos turbulentos, precisamos de uma Europa forte e de uma França totalmente comprometida com uma UE mais soberana e estratégica”, escreveu Charles Michel, que representa os Estados-membros, no Twitter.

No mesmo sentido, pronunciou-se a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. “Estou ansiosa para continuar a nossa excelente cooperação. Juntos, avançaremos com a França e a Europa”, afirmou.

Na sua intervenção, poucos minutos depois de serem conhecidas as primeiras projecções, tanto Marine Le Pen como Jean-Luc Mélenchon lançaram a sua campanha para as eleições legislativas de Junho em França, ao dizerem, de formas distintas, que a sua batalha começava ontem. É nessas eleições que contam reequilibrar forças e posicionar-se como contrapoder ao Presidente eleito.

“A terceira volta começa esta noite. Nós podemos vencer Macron. Um outro mundo ainda é possível”, declarou Mélenchon, do partido França Insubmissa, que conseguiu o terceiro lugar na primeira volta com apenas menos 400 mil votos do que Marine Le Pen, candidata da União Nacional.

Esta, por sua vez, declarou: “Lançamos esta noite a grande batalha das legislativas, com todos os que tiveram a coragem de se opor a Emmanuel Macron.”

A candidata de extrema-direita Marine Le Pen conseguiu o resultado mais alto das suas três candidaturas presidenciais, estimando-se que tenha obtido à volta de 42% dos votos – uma diferença assinalável para os 34% que conseguiu em 2017 e os 18% de 2012, quando não passou à segunda volta.

Nas últimas eleições, de 2017, a candidata da extrema-direita disputou a segunda volta com Emmanuel Macron, sofrendo uma derrota com 34% face aos 66% de Macron.

Já em 2012, a primeira vez que se apresentou a votos em eleições presidenciais, Marine Le Pen não chegou à segunda volta, acabando atrás do socialista François Hollande e do então presidente em exercício Nicolas Sarkozy (Hollande venceu a segunda volta).

Mesmo assim, Marine Le Pen conseguiu, na altura, superar as votações do pai, Jean-Marie Le Pen, tanto em percentagem como em número de votos, apesar de o pai ter chegado, uma vez, à segunda volta, em 2002 (que perdeu para Jacques Chirac, com uma diferença gigante de 82% para 18%). O pai, fundador do partido então chamado Frente Nacional (mudou o nome em 2018), concorreu a cinco eleições desde 1974 (falhou uma, em 1981, por não ter conseguido assinaturas suficientes).

O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, foi reeleito líder do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), ao obter o apoio unânime de mais de 2.000 delegados.

A nomeação foi apresentada pelo primeiro vice-presidente do PSUV, Diosdado Cabello, durante o V Congresso.

De acordo com o Notícias ao Minuto, o dirigente sublinhou que durante os últimos quatro anos, o PSUV tinha conseguido grandes vitórias para a revolução.

Após a votação, os delegados dos partidos discutiram e aprovaram um novo código de “ética de responsabilidade e disciplina revolucionária” e elegeram também a nova direcção nacional, composta por 40 membros, que devem seguir a “conduta exemplar dos revolucionários”.

Os eleitores franceses são hoje chamados novamente às urnas para escolher o futuro Presidente da França, numa segunda volta que, tal como aconteceu em 2017, é disputada pelo centrista Emmanuel Macron e pela líder da extrema-direita Marine Le Pen.

Na primeira volta, realizada a 10 de Abril, Macron, o Presidente cessante, foi o mais votado dos 12 candidatos na corrida, obtendo 27,85% dos votos, seguido de Le Pen, com 23,15%, segundo os resultados oficiais. Em todo o país, cerca de 48,7 milhões de eleitores franceses são chamados a votar.

Segundo o Notícias ao Minuto, os eleitores podem votar nas urnas entre as 08:00 locais e as 19:00, na maior parte do país, e até às 20:00, nas grandes cidades.

Também em Portugal, 16.023 eleitores inscritos poderão exercer o seu direito de voto nas representações diplomáticas francesas em três cidades: Lisboa, Porto e Faro. Em 2017, o número total de eleitores em Portugal rondou os 14.000.

A campanha eleitoral para esta segunda volta ficou marcada pelo único debate televisivo entre os dois rivais políticos.

O poder de compra dos franceses, a guerra na Ucrânia, a gestão da pandemia de COVID-19, a segurança ou a imigração foram alguns dos temas que dominaram o debate entre os candidatos presidenciais que, segundo a maioria dos estudos de opinião efetuados logo após o frente-a-frente, foi vencido pelo atual Presidente francês.

No contacto directo com os eleitores, os dois candidatos dramatizaram o discurso e lançaram todos os esforços possíveis para conquistar, sobretudo, os votos dos apoiantes de Jean-Luc Mélenchon (esquerda radical), que na primeira volta das eleições foi o terceiro mais votado (22%), e mobilizar os abstencionistas.

Na reta final da campanha, Macron recebeu um apoio de peso, com os primeiros-ministros de Portugal e Espanha e o chanceler alemão a apelarem à votação no governante francês, defendendo que a França deve permanecer do lado dos valores da Europa.

As últimas sondagens mostram que Emmanuel Macron tem entre 10 a 15% de vantagem na intenção de voto face a Marine Le Pen.

A sondagem com maior distância entre o actual Presidente e a líder da extrema-direita é o estudo elaborado pelo gabinete Ipsos-Sopra Steria para a rádio Franceinfo e para o jornal “Le Parisien”, com Macron a chegar a 57% da intenção de votos e Le Pen a ter 43%.

A par das questões internas, o resultado da eleição presidencial em França terá implicações internacionais, numa altura em que o mundo testemunha um conflito na Europa, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 24 de fevereiro.

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