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O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Mais de 8.400 pessoas, das quais 1.700 crianças, foram alojadas temporariamente na província de KwaZulu-Natal, onde as cheias mataram recentemente mais de 400 pessoas, anunciaram as autoridades sul-africanas, esta quinta-feira.

“Conseguimos estabelecer 98 abrigos, onde estão alojadas mais de 8.400 pessoas, em salões comunitários, instalações religiosas, outras estruturas temporárias dentro da comunidade. A maioria das pessoas são mulheres, mais de 4.000, crianças, mais de 1.700, e também mais de 1.000 idosos”, referiu o ministro da Saúde Joe Phaahla”, confirmaram as autoridades.

Segundo o balanço das operações de assistência em curso, comunicado pelo governante sul-africano à imprensa local, “mais de 3.000 vítimas do desastre natural receberam até à data um subsídio social de socorro de cerca de 5 milhões de rands”.

Joe Phaahla estimou em 185 milhões de rands a reconstrução das infraestruturas de Saúde pública danificadas pelas cheias em KwaZulu-Natal, na costa oriental da África do Sul.

“Os cuidados de saúde continuam a ser prestados às comunidades deslocadas que estão actualmente abrigadas em salões comunitários”, salientou o ministro da Saúde sul-africano, acrescentando que “algumas instalações têm água parcialmente restaurada, mas outras continuam a ser abastecidas por camiões-cisterna”.

Já a ministra do Ensino Básico, Angie Motshekga, adiantou que as inundações danificaram mais de 630 escolas, 101 foram consideradas inacessíveis e 124 sofreram grandes danos, em que pelo menos 64 alunos morreram, e cinco crianças permanecem desaparecidas.

Ao declarar o estado de calamidade nacional, o Presidente da República anunciou a disponibilização imediata de mil milhões de rands para assistir as vítimas das cheias.

Pelo menos 14 mulheres morreram, esta quinta-feira, num deslizamento de terra numa mina ilegal, na Indonésia. A notícia foi confirmada pela Polícia local, citada pelo Notícias ao Minuto.

Segundo o chefe de polícia do distrito de Mandailing Natal, no norte da ilha de Sumatra, antes do deslizamento de terra, as autoridades tinham fechado as minas de ouro ilegais numa área remota do distrito, a principal fonte de ouro garimpado tradicionalmente pelos moradores.

Quando aconteceu o deslizamento, que atingiu uma operação de mineração de ouro não autorizada no país, as mulheres estavam a trabalhar num poço com cerca de dois metros de profundidade.

As operações informais de mineração são comuns na Indonésia, dando um meio de subsistência a milhares de pessoas, que trabalham em condições perigosas, com alto risco de ferimentos graves ou morte.

Deslizamentos de terra, inundações e colapsos de túneis são apenas alguns dos perigos enfrentados pelos mineradores.

Grande parte do processamento de minério de ouro envolve mercúrio e cianeto, substâncias altamente tóxicas, e os trabalhadores frequentemente usam pouca ou nenhuma proteção.

O último grande acidente relacionado com a mineração do país ocorreu em Fevereiro de 2019, causando 40 mortos, quando uma estrutura de madeira improvisada numa mina de ouro ilegal na província de Celebes do Norte desabou devido a mudanças no solo e ao grande número de buracos de mineração.

Há empresas europeias que já tencionam aderir ao novo modelo de pagamento do gás russo em rublos.

Após a decisão da Rússia de cortar o fornecimento de gás à Polónia e Bulgária por não pagarem em moeda russa, os distribuidores de gás na Alemanha, Áustria, Hungria e Eslováquia planeiam criar contas em rublos no Gazprombank, na Suíça, para satisfazerem às exigências impostas.

O facto é que os dias para o pagamento do gás estão cada vez mais a aproximar-se ao fim para algumas empresas que pretendem adquirir o combustível russo, como, por exemplo, a Uniper e OMV.

O ultimato foi reiterado, esta quarta-feira, pelo porta-voz da Presidência Rússia, Dmitry Peskov, que assegurou que a única forma que os outros países têm para comprar o gás russo é através do pagamento em rublos, pelo que, se não o fizessem, seria cortado o fornecimento do combustível.

Empresas, como a italiana Eni, estão ainda a avaliar as suas opções, uma vez que têm até ao fim de Maio próximo para fazer o seu pagamento.

A medida imposta pela Rússia e a aceitação das empresas europeias podem prejudicar os efeitos das sanções, ameaçar a unidade do bloco e fornecer mais dinheiro à Rússia.

Esta quarta-feira, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apelou ao bloco europeu para não aderir ao que chamou de chantagem da Rússia.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, encontra-se em Kiev para uma conversa com Volodymyr Zelensky, com vista a criar condições para a retirada de civis do complexo de Azovstal, em Mariupol.

António Guterres chegou na tarde de ontem a Ucrânia e, numa conferência de imprensa, disse que a sua prioridade imediata é criar condições para salvar civis que se encontram retidos na fábrica metalúrgica Azovstal em Mariupol, no sul da Ucrânia.

“Esta operação é particularmente delicada, porque não se trata de pessoas que estão nas suas casas, ou em sítios públicos para serem evacuadas. Tratam-se de pessoas que estão, digamos, dentro de uma fortaleza subterrânea em condições verdadeiramente dramáticas. Há um problema de confiança das pessoas que podem sair, mas também de que isto não é utilizado indevidamente por outros actores”, afirmou o líder da ONU, citado pela DW.

Debaixo de críticas e depois de ser acusado de passividade em relação à invasão da Ucrânia, António Guterres defendeu-se dizendo que “nunca são conseguidos todos os objectivos”.

Antes destas declarações, Guterres afirmou, através de uma publicação na rede social Twitter, que chegava a Kiev com o intuito de “continuar com o trabalho para alargar o apoio humanitário e assegurar a retirada de civis das zonas de combate”.

A prémio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, foi novamente condenada ao abrigo de uma lei anticorrupção, num processo que a União Europeia considera politicamente motivado pela Junta Militar para excluir a antiga líder birmanesa da vida política.

Sob prisão domiciliária, desde o golpe militar de 01 de Fevereiro do ano passado, a líder deposta pelos militares em Myanmar conheceu, na quarta-feira, uma nova condenação, a terceira num intervalo de cinco meses, devendo permanecer mais cinco anos de prisão ao abrigo da lei anticorrupção birmanesa.

Para a União Europeia, o julgamento de Aung San Suu Kyi foi motivado politicamente. Representa um novo passo para o desmantelamento do Estado de Direito, uma nova violação flagrante dos direitos humanos na Birmânia e outro grande revés para a democracia no país desde o golpe militar de 01 de Fevereiro de 2021.

Nabila Massrali, porta-voz do chefe da diplomacia europeia Josep Borrell, disse que os procedimentos tomados pela Junta Militar são uma clara tentativa de excluir os líderes democraticamente eleitos, incluindo a ex-líder birmanesa e o seu partido, a Liga Nacional para a Democracia, do processo de diálogo inclusivo.

Aung San Suu Kyi, de 76 anos de idade, cumpre a pena de prisão domiciliária há mais de um ano e, assim, deve permanecer durante o seu julgamento. A ex-líder é acusada de uma multiplicidade de crimes, entre os quais a violação de uma lei sobre segredos de Estado, fraude eleitoral, sedição e corrupção, e corre, por isso, risco de um cumulativo de décadas de prisão.

O Governo angolano disse, ontem, que acabou a sensação de impunidade no país, reafirmou que a luta contra a corrupção, iniciada em 2017, continua no topo da governação e os resultados do processo estão à vista de todos.

A 26 Setembro de 2017, o general na reserva João Lourenço tomou posse como o terceiro Presidente que Angola conhece desde a sua independência, em Novembro de 1975.

A poucos meses do fim do mandato, o ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República de Angola, Adão de Almeida, considera que o combate cerrado à corrupção, iniciado no mandato de João Lourenço, há quase quatro anos, tem sido feito, não com palavras, mas com acção concreta.

Os resultados estão visíveis aos olhos de todos, acabou a sensação de impunidade, melhorou, substancialmente, a qualidade da despesa pública e aumentou, consideravelmente, o rigor na gestão da coisa pública, afirmou Adão de Almeida.

O dirigente não parou por aí, tendo dito que apoiar o combate à corrupção não é uma opção, é uma obrigação patriótica de cada angolano, daí que a luta contra o mal deve ser de todos.

Adão de Almeida defendeu, outrossim, que, entre os angolanos, o crime de peculato assume particular destaque, mas não esgota o vasto leque de condutas que lesam o erário, corroem os pilares da sociedade e comprometem o normal funcionamento da actividade económica.

O ministro falava terça-feira, em Luanda, numa conferência promovida no âmbito das celebrações dos 43 anos da Procuradoria-Geral da República de Angola, tendo, como pano de fundo, a abordagem sobre a recuperação de activos.

E vincou que a realização da justiça, que se quer plena e efectiva, passa por trazer ao domínio público os bens que dele foram ilicitamente subtraídos.

 

 

 

A junta militar maliana acusou as Forças Armadas francesas de “espionagem” e “subversão”, após o Estado-Maior francês ter divulgado vídeos feitos por um ‘drone’ perto de uma base no centro do Mali, entregue pela França.

As autoridades “observaram desde o início do ano mais de cinquenta casos deliberados de violação do espaço aéreo maliano por aeronaves estrangeiras, em particular operadas por forças francesas”, refere Bamako num comunicado citado pela DW.

“Um dos casos mais recentes de violação do espaço aéreo maliano foi a presença ilegal de um ‘drone’ das forças francesas, em 20 de Abril de 2022, sobre a base de Gossi”, pode ler-se num comunicado divulgado pela força no poder em Bamako.

Segundo o Governo do Mali, além de espionagem, as forças francesas são culpadas de subversão ao publicar imagens falsas, fabricadas do zero, para acusar [os soldados malianos] de serem os autores dos assassinatos de civis.

A justiça militar do Mali anunciou também, esta terça-feira ,a abertura de uma investigação após a descoberta de uma vala comum em Gossi (centro), onde Paris acusa mercenários russos de terem enterrado corpos perto de uma ex-base militar francesa.

Segundo a DW, a investigação foi aberta pelo promotor público do tribunal militar de Bamako “por instruções do Ministério da Defesa”.

Segundo a nota, um procurador deslocou-se a Gossi em 23 de Abril, acompanhado por vários investigadores para esclarecer os factos e a opinião pública será regularmente informada do andamento da investigação, cujos resultados serão tornados públicos.

No dia 21 de Abril, dois dias depois de entregar a base de Gossi às Forças Armadas do Mali o exército francês comprometeu-se a combater o que descreveu como um ataque informativo e publicou um vídeo em que surgem o que Paris alega serem mercenários russos a enterrarem corpos perto da base.

As imagens, registadas por um aparelho aéreo não tripulado, mostram soldados a cobrirem corpos com areia e noutra sequência das imagens aparecem dois desses soldados a filmarem os corpos semienterrados.

O Estado-Maior francês garante que são soldados caucasianos e sugere que se trata de membros da empresa militar privada russa Wagner, que identificou em vídeos e fotos tiradas noutros locais.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera elevado o risco de propagação do Ébola na República Democrática do Congo (RDC), mas diz que o país está mais bem preparada que no passado para enfrentar o novo surto que foi detectado.

A razão deste alerta para o risco deve-se às fortes ligações da área afectada com a capital e os Estados vizinhos, justificou a OMS citada pelo Notícias ao Minuto.

“Há que ter cuidado. Mbandaka está muito ligada a Kinshasa. Há que estar alerta e ser vigilante”, disse em Genebra o director de Emergências Sanitárias da OMS, Michel Ryan.

O novo surto foi declarado este fim-de-semana e já matou duas pessoas. Mais de 140 pessoas, consideradas como contactos, estão a ter seguimento epidemiológico na cidade de Mbandaka, capital da província do Equador, no noroeste do país.

Para Ibrahima Socé Fall, director adjunto da OMS para as respostas a emergências, é preocupante que o Ébola tenha voltado a ser detectado em uma zona urbana e com uma elevada densidade demográfica.

“Há risco de propagação através do rio para países como a República Centro-Africana ou a República do Congo (Brazaville). Por isso, estamos a trabalhar com as autoridades e a mobilizar as comunidades, para não perder nenhuma cadeia de transmissão”, acrescentou.

O director de Emergências Sanitárias da OMS sustentou que nesta ocasião as vacinas contra o Ébola estão em todo o país e que, em breve, vai começar a imunização dos grupos de maior risco.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera elevado o risco de propagação do Ébola na República Democrática do Congo (RDC), mas diz que o país está mais bem preparada que no passado para enfrentar o novo surto que foi detectado.

A razão deste alerta para o risco deve-se às fortes ligações da área afectada com a capital e os Estados vizinhos, justificou a OMS citada pelo Notícias ao Minuto.

“Há que ter cuidado. Mbandaka está muito ligada a Kinshasa. Há que estar alerta e ser vigilante”, disse em Genebra o director de Emergências Sanitárias da OMS, Michel Ryan.

O novo surto foi declarado este fim-de-semana e já matou duas pessoas. Mais de 140 pessoas consideradas como contactos, estão a ter seguimento epidemiológico na cidade de Mbandaka, capital da província do Equador, no noroeste do país.

Para Ibrahima Socé Fall, director adjunto da OMS para  as respostas a emergências, é preocupante que o Ébola tenha voltado a ser detectado em uma zona urbana e com uma elevada densidade demográfica.

Há risco de propagação através do rio para países como a República Centro-Africana ou a República do Congo (Brazaville). Por isso, estamos a trabalhar com as autoridades e a mobilizar as comunidades, para não perder nenhuma cadeia de transmissão”, acrescentou.

O director de Emergências Sanitárias da OMS sustentou que nesta ocasião as vacinas contra o Ébola estão em todo o país e que, em breve, vai começar a imunização dos grupos de maior risco.

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