Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Os talibãs dispararam, este sábado, para o ar em Cabul para dispersar uma manifestação de mulheres que exigiam o direito ao trabalho e à educação, um ano depois de os islamistas terem chegado ao poder no Afeganistão.

Cerca de 40 mulheres cantando “Pão, trabalho e liberdade” passaram pelo Ministério da Educação antes de um grupo de combatentes talibãs as dispersar disparando para o ar em rajadas, cerca de cinco minutos após o início da marcha, refere o Notícias ao Minuto.

As manifestantes carregavam uma faixa onde se podia ler “15 de agosto é um dia negro”, em referência à data da captura de Cabul em 2021 pelos talibãs.

Os talibãs, vestidos com uniforme militar e armados, bloquearam um cruzamento em frente às manifestantes e começaram a atirar para o ar.

Segundo o Notícias ao Minuto, algumas das manifestantes refugiaram-se em lojas próximas, onde foram perseguidas e agredidas pelos talibãs.

A tomada do poder pelos talibãs, em 15 de Agosto de 2021, representou o regresso ao Afeganistão da interpretação mais severa da lei islâmica ou ‘sharia’, que retirou por completo às mulheres afegãs os direitos que tinham conquistado nos últimos anos.

Partiu, esta sexta-feira, o primeiro navio com cereais ucranianos para ajuda alimentar em África. A Etiópia será o primeiro país africano a beneficiar-se do produto.

Depois de Líbano, Turquia e Coreia do Sul chegou a vez de África receber os cereais ucranianos.

Esta sexta-feira, partiu o primeiro navio carregado de trigo da Ucrânia para Etiópia, país africano que enfrenta uma forte crise alimentar.

O carregamento dos cereais para a Etiópia é parte do acordo no âmbito do plano mediado pela ONU, para desbloquear os cereais retidos naquele país.

De acordo com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, a cooperação de todos os actores envolvidos é fundamental para aliviar a escassez de alimentos e a fome em todo o mundo.

Michel assegurou que navio deverá atracar em Djibuti, no Corno de África

A Etiópia, juntamente com os vizinhos Somália e Quénia, está a enfrentar a seca mais severa registada nos últimos 40 anos na região do Corno da África. Milhares de pessoas em toda a região morrem de fome ou doença este ano.

Um tribunal sul-africano concedeu, esta sexta-feira, liberdade condicional a 22 suspeitos de estarem entre “incitadores” dos distúrbios que resultaram na morte de 350 pessoas em julho de 2021.

O Tribunal Central de Magistrados de Durban, província sul-africana de KwaZulu-Natal, sudeste do país, condenou 21 suspeitos a liberdade condicional mediante o pagamento de uma caução individual de 3.000 rands, equivalente a cerca de 12 mil meticais, segundo o Ministério Público sul-africano, citado pela imprensa local, escreve o Notícias ao Minuto.

Os detidos compareceram no tribunal em Durban, sob acusações de conspiração para cometer violência pública, incitação à violência pública e incitação a fogo posto.

O Ministério Público sul-africano salientou que as autoridades policiais esperam realizar mais detenções nos próximos dias.

Na sessão de comparência no tribunal de Durban, alguns dos suspeitos vestiram camisolas do Congresso Nacional Africano (ANC), partido no poder desde 1994 na África do Sul.

O tribunal adiou o caso para 26 deste mês.

Na quinta-feira, a unidade de investigação criminal (Hawks) da Polícia sul-africana anunciou a detenção de 20 pessoas, em simultâneo em várias províncias do país, incluindo Gauteng, KwaZulu-Natal e Western Cape.

Em julho de 2021, a África do Sul foi sacudida por uma onda de tumultos e saques em Joanesburgo e na província de Kwazulu-Natal (leste), que matou mais de 350 pessoas.

A violência eclodiu inicialmente após a prisão do ex-presidente Jacob Zuma (2009-2018), condenado por desacato à justiça, e que enfrenta vários escândalos por corrupção pública.

Mais de 8.000 incidentes foram registados pela polícia, resultando em 5.500 detenções, sendo que 2.435 casos ainda aguardam julgamento. A violência também foi um sinal de um clima social e económico tenso, segundo analistas sul-africanos.

O FBI apreendeu 11 conjuntos de documentos confidenciais na residência de Donald Trump, em Mar-a-Lago, no estado da Flórida, no início desta semana. De acordo com o mandato de busca divulgado pelo jornal “The Washington Post”, citado pelo Expresso, os documentos deveriam encontrar-se em instalações especiais do Governo.

Entre o material apreendido, existem documentos classificados como ultrassecretos ou sensíveis, um tipo de conteúdo que pode causar danos “excepcionalmente graves” à segurança nacional dos Estados Unidos.

O jornal The Washington Post, também citado pela Euronews, avança que alguns dos documentos poderão estar relacionados com armamento nuclear.

Segundo a Euronews, a líder do congresso norte-americano, Nancy Pelosi, salientou que existem leis “contra o manuseamento indevido” deste tipo de documentos e apelou a que se reconheça isso. Pelosi disse ainda que a informação é classificada, acima de ultrassecreta.

O ex-chefe de Estado americano nega qualquer irregularidade e diz que os documentos que tinha em casa não eram classificados ou secretos.
O Departamento de Justiça Norte-Americano tem estado a investigar a descoberta de caixas com informação classificada que foram levadas para Mar-a-Lago, depois de Trump deixar a Casa Branca.

De acordo com o mandato de busca, Trump é suspeito de ter violado artigos do Ato contra Espionagem, que faz parte de uma legislação que proíbe a manipulação de documentos confidenciais, particularmente relevantes na área da defesa nacional.

A Johnson & Johnson vai suspender, em 2023, a venda do pó de talco para bebés em todo o mundo, após milhares de reclamações sobre a segurança do produto, suspenso já há dois anos nos Estados Unidos e Canadá, escreve o Diário de Notícias, um jornal diário português, sediado em Lisboa.

Num breve comunicado, citado pela fonte, a farmacêutica norte-americana divulgou que tomou a decisão comercial de substituir o talco por amido de milho neste produto infantil, depois de ser alvo de cerca de 38.000 acções judiciais.

As queixas vinculam a utilização a longo prazo do pó de talco ao desenvolvimento de cancro, embora a farmacêutica continue a negar que o produto seja a causa.

No final de 2018, surgiram informações a indicar que a Johnson & Johnson sabia há décadas que o seu pó de talco continha asbesto, um mineral com composição e características semelhantes às do amianto e com efeitos nocivos para a saúde.

Desde então, a Johnson & Johnson enfrentou milhares de acções judiciais que acusam a fabricante de ter contribuído para o desenvolvimento do cancro nos ovários em consumidoras do produto, circunstância que a empresa nega e que a cada ano a leva a gastar milhões de dólares em casos judiciais.

“A nossa posição sobre a segurança de nosso pó cosmético permanece inalterada. Apoiamos fortemente as décadas de análise científica por médicos especialistas em todo o mundo, confirmando que o pó de talco para bebés da Johnson é seguro, não contém asbesto e não causa cancro”, referiu a farmacêutica norte-americana, citada pelo Diário de Notícias.

Segundo a nota do Diário de Notícias, a empresa enfrenta outros problemas legais nos EUA e concordou no início deste ano pagar milhões de dólares a vários estados, juntamente com outros grandes distribuidores de medicamentos, assumindo a sua responsabilidade na crise dos opiáceos.

Nas últimas duas décadas, as mortes de mais de 500.000 norte-americanos foram associadas a overdoses de opiáceos, incluindo analgésicos prescritos e drogas ilícitas, como heroína e fentanil produzido ilegalmente.

Hoje, celebramos o Dia Internacional da Juventude, e o poder das parcerias intergeracionais sob o lema “Solidariedade Intergeracional: Criar um mundo para todas as idades”.

Na sua mensagem dirigida à Nação, por ocasião da data, o secretário-geral da Nações Unidas, citado ONU News, defendeu que “precisamos de apoiar os jovens, investindo fortemente na educação e formação, inclusive através da Conferência para a Transformação da Educação que se realizará no próximo mês. Precisamos também de promover a igualdade de género e proporcionar mais oportunidades para os jovens participarem na vida cívica e política”.

Para António Guterres não é suficiente ouvir os jovens. “Precisamos de os integrar nos meios políticos de tomada de decisão a nível local, nacional e internacional. Esta é a base da nossa proposta para a criação de um novo Gabinete da Juventude nas Nações Unidas”, lê-se na mensagem do secretário-geral da Nações Unidas, António Guterres.

Guterres defendeu ainda que “devemos assegurar que as gerações mais velhas tenham acesso à proteção social e a oportunidade de contribuir para as suas comunidades e transmitir a experiência de vida que adquiriram ao longo das décadas”.

Neste dia importante, “criemos pontes intergeracionais para quebrar barreiras, e trabalhemos juntos para construir um mundo mais equitativo, justo e inclusivo para todos. Precisamos que pessoas de todas as idades, jovens e idosos, unam forças para construir um mundo melhor para todos”.

“Demasiadas vezes a discriminação e o preconceito impedem esta colaboração essencial. Quando se nega aos jovens uma voz nas decisões que os afectam diretamente, ou quando se nega aos mais velhos a oportunidade de serem ouvidos, ninguém ganha”, disse António Guterres.

Para o secretário-geral da Nações Unidas considera a solidariedade e a colaboração são mais essenciais do que nunca, uma vez que o nosso mundo enfrenta uma série de desafios que ameaçam o nosso futuro colectivo.

“Desde a COVID-19 às alterações climáticas, aos conflitos, à pobreza, à desigualdades e à discriminação, precisamos de toda a ajuda possível para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e para construir o futuro melhor e mais pacífico que todos desejamos”, afirmou.

O ministro da Justiça do Sri Lanka apresentou, esta quarta-feira, ao Parlamento uma proposta de emenda constitucional que limitaria os poderes do Presidente, uma das exigências dos manifestantes que pedem soluções para a pior crise económica do país, escreve o Notícias ao Minuto.

O projeto de lei pretende transferir alguns poderes presidenciais, incluindo a capacidade de nomear membros independentes da comissão eleitoral, polícias e funcionários públicos ou membros para gabinetes de investigações de corrupção, para um conselho constitucional compostos por parlamentares e figuras da sociedade não políticas.

Este conselho recomendaria candidatos para as nomeações, sendo que caberia ao Presidente escolher entre os nomes.
Segundo as emendas propostas, os presidentes só poderiam nomear, por recomendação do conselho, juízes chefes, outros juízes seniores, procuradores-gerais e governadores de bancos centrais.

O primeiro-ministro recomendaria nomeações para o Governo e o Presidente não teria permissão para ocupar nenhum cargo ministerial, excepto da Defesa.

O projecto de lei, que será alvo de debate, terá de ser aprovado por dois terços dos 225 membros do Parlamento do Sri Lanka para se tornar lei.

Caso sejam aprovadas, as emendas restabelecerão as reformas democráticas feitas em 2015. O ex-presidente Gotabaya Rajapaksa, que fugiu de violentos protestos contra o Governo em Julho, reverteu estas reformas e concentrou o poder em si, depois de ser eleito em 2019.

O actual Chefe de Estado, Ranil Wickremesinghe, que sucedeu a Rajapaksa, prometeu limitar os poderes da Presidência e fortalecer o Parlamento em resposta às exigências dos manifestantes.

Gotabaya Rajapaksa tenta aCtualmente entrar na Tailândia desde o seu exílio temporário em Singapura.

A Organização das Nações Unidas (ONU) espera em breve um forte aumento do trânsito de navios para exportação de cereais a partir dos portos ucranianos, depois de estabelecidos os procedimentos acordados por Moscovo e Kiev para permitir o tráfego no Mar Negro. A informação foi avançada por Frederick Kenney, coordenador interino das Nações Unidas no Centro Conjunto de Coordenação em Istambul, que supervisiona este acordo.

Segundo o Notícias ao Minuto que cita a Reuters, o representante das Nações Unidas espera que o número de navios a chegar aos mares da Ucrânia cresça num futuro próximo, à medida que forem feitos acordos para a exportação de cereais.

“Esperamos ver um grande aumento nos pedidos de trânsito”. O objetivo”de exportação previsto, compreendido entre duas a cinco milhões de toneladas por mês, é alcançável”, afirmou Frederick Kenney.

O coordenador das Nações Unidas destacou ainda que a prioridade actual destas operações é deixar espaço nos três portos abrangidos pelo acordo, Odesa, Chornomorsk e Yuzhny, para que novos navios possam entrar e ser carregados.

“É imperioso que retiremos agora esses navios, para que possamos trazer embarcações para carregar cargas que serão destinadas a portos que contribuirão para reduzir a insegurança alimentar global. Mas, realmente, qualquer navio que saia com cereais ucranianos vai ajudar com esta situação”, disse Kenney.

Até ao momento, segundo a fonte citada pelo Notícias ao Minuto, não houve qualquer carregamento de milho, soja e óleo e farinha de girassol a partir da Ucrânia.

Frederick disse ainda que o acordo de exportação em causa se trata de uma operação comercial que será impulsionada pelo mercado e referiu que todos os navios estão obrigados a ser alvo de inspeção, de modo a dissipar as preocupações russas acerca de um eventual contrabando de armas para a Ucrânia.

Até ao momento, 12 navios que tinham ficado presos na Ucrânia desde o início da invasão foram já autorizados a partir, ao passo que outros quatro tiveram já permissão para viajar para os portos do país.

Em causa está o resultado de um entendimento que foi assinado, no mês passado, entre a Rússia e a Ucrânia e que previa a reabertura dos portos do Mar Negro e a retoma das exportações de cereais, com vista a evitar uma crise alimentar global de proporções crescentes.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou esta terça-feira o documento que ratifica que o Congresso dos EUA é favorável à adesão da Suécia e da Finlândia à Aliança Atlântica.

Na cerimónia de assinatura, segundo o Observador, Biden esteve acompanhado pelos embaixadores sueco e finlandês em Washington, Karin Olofsdotter e Mikko Hautala, respetivamente, bem como por outros altos funcionários, tais como a vice-presidente, Kamala Harris, e a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi.

Mais tarde, o Presidente enviou uma carta a Harris, que é também presidente do Senado, na qual salientava que o acordo para a adesão da Suécia e da Finlândia à Aliança Atlântica “não terá o efeito de aumentar a percentagem global dos Estados Unidos nos orçamentos comuns da NATO”.

A carta, que foi recolhida pela Casa Branca, salienta que a possível adesão das duas nações à aliança militar “não diminui a capacidade dos Estados Unidos de satisfazer ou financiar as suas necessidades militares fora da área do Atlântico Norte”.

A Finlândia e a Suécia tinham recusado durante décadas candidatar-se à adesão à NATO, mas mudaram a sua posição na sequência da invasão da Ucrânia pela Rússia, iniciada a 24 de Fevereiro por ordem do Presidente russo, Vladimir Putin.

+ LIDAS

Siga nos