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O País – A verdade como notícia

O Presidente norte-coreano, Kim Jong-un, supervisionou na quarta-feira, o disparo de mais dois mísseis de longo alcance que voaram distâncias de cerca de dois mil quilómetros, com precisão. Kim Jong-un diz-se “muito satisfeito” e fala em aviso aos “inimigos”, segundo o Observador que cita a agência de notícias oficial norte-coreana KCNA.

Os dois mísseis testados esta quarta-feira demoraram 10,234 segundos a atingir com precisão “um alvo a dois mil quilómetros” de distância, segundo a fonte.

O teste foi realizado com objetivo de “aumentar a eficiência e poder de combate” dos mísseis do Exército Popular da Coreia na “operação de armas nucleares táticas”. O país liderado por Kim Jong-un garante que os mísseis são capazes de transportar armas nucleares táticas.

Frisando que o teste foi mais um aviso aos “inimigos”, Kim Jong-un defende que o país deve “continuar a expandir a capacidade operacional das forças armadas nucleares de forma a impedir qualquer crise militar e guerra a qualquer momento”.

Os Serviços de Segurança da Rússia (FSB) detiveram oito suspeitos de terem participado na organização do ataque com explosivos que destruiu, no sábado, a ponte da Crimeira. Trata-se de cinco russos e três suspeitos da Ucrânia e Arménia.

De acordo com um comunicado, citado pelo Notícias ao Minuto, os serviços de segurança da Rússia, relevaram esta terça-feira que o ataque terrorista foi organizado pelos serviços de informações militares ucranianos.

Os explosivos terão sido dissimulados em “rolos de película plástica”, enviados em Agosto, a partir do porto de Odessa, na Ucrânia, e transitaram pela Bulgária, a Geórgia e a Arménia, antes de entrarem na Rússia, indicou a mesma nota.

Na terça-feira, as autoridades russas aumentaram para quatro o número de mortos no ataque à ponte Kerch, que liga a Rússia à península da Crimeia.

A ponte, também conhecida por ponte da Crimeia, é considerada uma rota importante de abastecimento logístico para as forças russas na península e no sul da Ucrânia ocupado pela Rússia.

 

Um tribunal em Myanmar (antiga Birmânia) condenou a ex-líder Aung San Suu Kyi a uma pena de três anos de prisão por violar a lei de segredos do Estado, escreve o Observador.

A antiga governante birmanesa, Aung San Suu Kyi, viu esta quinta-feira a pena acumulada de 20 anos de prisão agravada com mais três. Os crimes que lhe são atribuídos correspondem a alegadas violações da Lei do Segredo de Estado de Myanmar.

Segundo a RTP, a condenação de três anos abrange também um antigo assessor de Suu Kyi para as questões económicas, o australiano Sean Turnell.

Com 77 anos, a ex-governante e Nobel da Paz em 2021 destituída pela junta militar em Myanmar já tinha sido condenada por crimes relacionados com fraude e corrupção. Enfrenta agora uma pena total de prisão de 23 anos.

A ex-governante foi condenada por aceitar um total de 550 mil dólares em subornos de um homem de negócios, Maung Weik, escreve o Notícias ao Minuto.

A ex-governante já fora condenada a 20 anos de prisão por importar ilegalmente e possuir equipamento de comunicação (walkie-talkies), violar restrições pandémicas, sedição, fraude eleitoral e corrupção.

Detida aquando do golpe, que pôs fim a uma década de transição democrática em Myanmar, Aung San Suu Kyi foi colocada em isolamento numa prisão de Naypyidaw. Suu Kyi ainda enfrenta sete processos ao abrigo da lei anticorrupção, sendo cada acusação punível com um máximo de 15 anos de prisão.

O julgamento, que começou há mais de um ano, está a decorrer numa prisão na capital birmanesa, à porta fechada, com os advogados de defesa proibidos de falar com a imprensa e organizações internacionais.

 

 

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, condenou o bombardeamento maciço de várias cidades da Ucrânia e prometeu que o seu homólogo russo, Vladimir Putin, será responsabilizado pelas atrocidades.

“Os Estados Unidos condenam veementemente os ataques de mísseis russos de segunda-feira na Ucrânia, incluindo em Kiev. Esses ataques mataram e feriram civis, além de destruir infra-estruturas não militares”, criticou Biden, em comunicado.

Para Biden, esses atentados “demonstram mais uma vez a completa brutalidade da guerra ilegal de Putin contra o povo ucraniano”, escreve a DW.

O Presidente dos EUA reiteram o seu compromisso com o povo da Ucrânia. “Juntamente com os nossos aliados, continuaremos a impor sanções à Rússia, pela sua agressão, continuaremos a responsabilizar Putin e a Rússia pelas suas atrocidades e crimes de guerra, bem como a fornecer o apoio necessário à Ucrânia”, disse.

As cheias que provocaram deslizamento de terras na Venezuela causaram já, pelo menos, 36 mortes e 56 desaparecidos, segundo adiantou o Ministro do Interior da Venezuela, Remigio Ceballos, esta segunda-feira.

Os números continuam a subir, sendo que no domingo o registo era de 22 mortes. Os residentes de Las Tejerias, no município de Santos Michelena, situado a sudoeste da capital Caracas, foram forçados a abandonar as suas casas para se manterem em segurança.

Segundo escreve a imprensa internacional, a prioridade dos militares e equipas de resgate é, neste momento, localizar pessoas ainda presas nos escombros, bem como nas margens do rio.

As autoridades divulgaram que serão criados abrigos para os que perderam as suas casas, escreve o Notícias ao minuto.

Três fortes explosões foram ouvidas, na manhã desta segunda-feira,  no centro de Kyiv, capital da Ucrânia. Estas ocorreram cerca das 08h15 locais (07h15 de Moçambique), tendo sido antecedidas pelos alarmes antiaéreos.

Várias colunas de fumo negro são visíveis em diferentes locais da cidade, de acordo com vídeos divulgados nas redes sociais.

Segundo o Notícias ao Minuto, um jornalista da AFP viu várias ambulâncias no centro da capital ucraniana a dirigirem-se para os locais das explosões. Ainda não há informações sobre o número de mortos e feridos, na sequência do ataque.

O último ataque à capital ucraniana ocorreu a 26 de Junho. A ofensiva militar, lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia, na Ucrânia, causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,5 milhões para os países europeus, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

O Presidente russo, Vladimir Putin, diz que a guerra visa “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia. A comunidade internacional tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição de sanções à Rússia.

Teve início, à meia-noite de hoje, uma greve geral nos sectores da Educação e da Saúde, convocada pela Frente Social dos sindicatos das duas áreas. Os sindicatos exigem o pagamento dos salários em atraso e a revogação dos despachos que suspendem professores e técnicos de saúde, e nega-lhes a admissão na função pública.

Com o Governo e os sindicatos de costas voltadas há mais de um ano, a paralisação que arranca esta segunda-feira nos sectores da Educação e da Saúde tem consequências imprevisíveis, refere a DW.

As últimas medidas adoptadas pelo Governo nas duas áreas não agradam aos sindicatos, que já se prontificam dar início a uma greve de cinco dias.

A relação entre o Governo e os sindicatos deteriorou-se ainda mais após o executivo decidir, no dia 25 de Agosto passado, não admitir mais a entrada dos novos professores e técnicos de saúde para as duas áreas. O argumento do Governo é estancar o aumento da massa salarial do país.

Segundo a DW, a medida é seguida pela suspensão de mais de mil novos ingressos de técnicos de saúde que haviam sido admitidos. Além do cancelamento do salário de Setembro dos professores que ingressaram recentemente.

Um ataque com mísseis atingiu, este domingo, a cidade ucraniana de Zaporizhzhia, danificando apartamentos e deixando pelo menos 17 pessoas mortas e dezenas de feridos.

Segundo as autoridades ucranianas, a ofensiva teria partido da Rússia, escreve a imprensa internacional.

O ataque acontece um dia após a única ponte que liga a Rússia à península ucraniana da Crimeia ter sido atingida por explosões. Até ao momento, ninguém reivindicou a responsabilidade pelos danos à via estratégica para os russos.

Segundo a agência de notícias Associated Press, os mísseis que atingiram Zaporizhzhia danificaram pelo menos 20 casas e 50 prédios habitacionais. Pelo menos 40 pessoas também foram hospitalizadas.

As explosões também chegaram a desmoronar parcialmente um edifício. Os militares ucranianos confirmaram o ataque, citando dezenas de baixas.

A Coreia do Norte diz que os testes com mísseis balísticos que tem feito são uma medida de auto-defesa contra “as ameaças militares directas dos EUA”. A Coreia do Norte diz, anda, que os exercícios não prejudicarão a segurança dos países e regiões vizinhas.

A Correia do Norte lançou seis misseis num espaço de 12 dias e justificou os exercícios como uma estratégia de auto-defesa contra as ameaças militares dos Estados Unidos.

O país defende que os testes de misseis não visam prejudicar a segurança de nenhum país.

“Os nossos testes de mísseis são uma medida normal e planeada de auto-defesa para proteger a segurança do nosso país e a paz regional das ameaças militares directas dos EUA”, disse a agência noticiosa estatal norte-coreana.

Dos seis misseis arremessados pela Coreia do Norte, maior destaque vai para o lançamento de um míssil de alcance intermédio sobre o Japão, na terça-feira.

As autoridades norte-coreanas falavam em resposta ao repúdio manifestado pelo Conselho da Organização da Aviação Civil Internacional, que condenou os vários lançamentos de mísseis levados a cabo pela Coreia do Norte, por representarem um grave risco de segurança para a aviação civil internacional.

Os Estados Unidos anunciaram a aplicação de novas sanções em resposta as iniciativas militares norte-coreanas.

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