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O País – A verdade como notícia

O mau tempo está a matar nas Filipinas. De acordo com os dados do Conselho de Gestão e Redução de Risco de Desastres das Filipinas (NDRRMC), citadas pelo Notícias ao Minuto, 28 pessoas morreram e três continuam desaparecidas, na sequência de chuvas torrenciais, inundações e desabamentos de terras em várias regiões do sul e do leste das do país, desde o início do deste mês.

A região com mais vítimas mortais é Zamboanga, no sul de Mindanau, onde oito pessoas morreram, seguindo-se Visayas Oriental (sete), Mindanau do Norte (sete), Bicol (cinco) e Davau (uma), de acordo com o NDRRMC.

Mais de 155 mil pessoas continuam em centros de evacuação desde 02 de Janeiro e quase 1,4 milhões de habitantes foram afectados.

A mais recente tempestade, responsável por chuva forte no sul e leste do país na última semana, está a afastar-se das áreas mais afectadas. A agência meteorológica estatal (PAGASA) indicou que uma nova frente vai originar chuva forte no nordeste e oeste das Filipinas nas próximas horas. Como resultado, as autoridades aeroportuárias já anunciaram o cancelamento de vários voos domésticos.

As Filipinas, que são atingidas por 15 a 20 ciclones por ano, estão classificadas entre as nações mais vulneráveis aos impactos das alterações climáticas.

Especialistas de agências internacionais apontaram o mau estado das construções em bairros de lata como a principal razão para o elevado número de mortes causadas por catástrofes naturais no país.

Foi detido este sábado, no aeroporto de Brasília, o ex-ministro da Justiça do governo do anterior Presidente brasileiro Jair Bolsonaro, Anderson Torres, quando regressava dos Estados Unidos.

Torres, que exercia até à semana passada o cargo de secretário da Segurança Pública do Distrito Federal da capital, é suspeito de agir em conivência com os apoiantes radicais de Bolsonaro que invadiram as sedes dos Três Poderes no dia 8 deste mês.

Na sexta-feira, o actual ministro da Justiça de Lula da Silva, disse que “sem o apoio de membros das forças de segurança, de uma forma geral, é óbvio que os acontecimentos de 8 de Janeiro não se teriam produzido”.

De acordo com a Euronews, Bolsonaro, que se encontra nos Estados Unidos, também está a ser visado pelas investigações. O Supremo Tribunal Federal autorizou que o ex-presidente seja investigado por suspeita de ser o autor intelectual e um dos instigadores dos ataques contra os Três Poderes em Brasília.

Pelo menos 67 pessoas morreram após a queda de um avião de passageiros ATR-72, operado pela Yeti Airlines, com 72 pessoas a bordo, em Pokhara, uma cidade turística no centro do Nepal.

Segundo um alto funcionário administrativo no distrito de Kaski, citado pela agência Associated Press (AP), as equipas de resgate estão a percorrer o local do acidente, perto do Aeroporto Internacional de Pokhara, e preveem encontrar mais corpos.

Das 72 pessoas a bordo, eram 68 passageiros. Entre os passageiros estavam cinco cidadãos da Índia, quatro russos, dois coreanos, um australiano, um argentino, um irlandês e um francês, detalhou o porta-voz da Yeti Airlines Sudrashan Bardaula, citado pela imprensa internacional.

O avião tinha saído de Katmandu com destino a Pokhara cerca das 10h30 e caiu durante a manobra de aproximação ao Aeroporto Internacional de Pokhara, no vale do rio Seti. A autoridade de aviação disse que o último contacto da aeronave com o aeroporto antes de cair foi feito pelas 10h50.

As equipas de resgate continuam a inspeccionar o local do acidente, a cerca de 1,6 quilómetros de distância do Aeroporto Internacional de Pokhara, usando cordas para retirar os corpos dos destroços, partes dos quais estavam pendurados na borda do desfiladeiro.

Pokhara, localizada a 200 quilómetros a oeste de Katmandu, é a porta de entrada para o Circuito de Annapurna, um trilho de caminhada popular nos Himalaias.

Ainda não é claro o que terá causado a queda do avião, sendo que o Nepal tem um histórico irregular de segurança aérea. Este é o pior acidente aéreo do país em 30 anos.

No ano passado, 22 pessoas morreram quando um avião caiu numa montanha no Nepal. Em 2018, um avião de passageiros da US-Bangla, do Bangladesh, despenhou-se quando aterrava em Katmandu, matando 49 das 71 pessoas a bordo.

Em 1992, todas as 167 pessoas a bordo de um avião da Pakistan International Airlines morreram perto de Katmandu, no acidente aéreo mais mortífero da história do Nepal.

Desde 2013 que a União Europeia proíbe as companhias aéreas do Nepal de aceder ao espaço aéreo europeu, por razões de segurança. O país dos Himalaias tem ainda algumas das rotas mais isoladas e complexas do mundo, ladeadas por picos cobertos de neve que desafiam mesmo os pilotos experientes.

 

Membros da Câmara dos Representantes, agora controlada pelos republicanos, abriu uma investigação sobre a retirada de tropas do Afeganistão, determinada pela administração de Joe Biden, classificada como caótica

A Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes norte-americana, sob liderança dos republicanos, pediu ao Departamento de Estado documentos relacionados à decisão de pôr fim, no final de Agosto de 2021, a uma ocupação de vinte anos no Afeganistão, que levou a uma retirada caótica e à tomada do poder pelos talibãs.

Biden retirou as forças norte-americanas do território afegão ao abrigo de um acordo alcançado entre os extremistas e a anterior administração do Presidente Donald Trump.

De acordo com a imprensa internacional, O presidente do Comité de Relações Exteriores enviou, na quinta-feira, uma carta ao secretário de Estado, Antony Blinken, pedindo formalmente memorandos, comunicações, ‘e-mails’ e outros registos sobre as operações.

A lista inclui elementos como mensagens do Departamento de Estado entre 2020 e 2021 relacionadas à deterioração da situação de segurança no Afeganistão.

Os republicanos pediram ainda Informações sobre o número total de forças-tarefa envolvidas na evacuação do país e do pessoal designado para cada grupo de trabalho, mas também sobre reuniões com os talibãs desde janeiro de 2021.

A retirada apressada das forças internacionais, em particular das norte-americanas, do Afeganistão terminou em 31 de agosto de 2021, diante do avanço vertiginoso dos talibãs.

A Procuradoria-Geral da República do Brasil pediu, ontem, ao Supremo Tribunal Federal que investigue o ex-presidente Jair Bolsonaro como autor intelectual e instigador dos ataques perpetrados pelos seus apoiantes em Brasília.

O episódio do ataque às sedes dos três poderes em Brasília continua a dominar a agenda no Brasil. Nesta sexta-feira a procuradoria-geral sugeriu uma investigação ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

” A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal a inclusão de representação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no Inquérito 4.921, que apura a instigação e autoria intelectual dos actos antidemocráticos que resultaram em episódios de vandalismo e violência em Brasília no último domingo”, lê-se num comunicado divulgado na página do Ministério Público Federal.

Os membros do Ministério Público Federal indicam que ao partilhar o vídeo nas suas redes sociais  no dia 10 de Janeiro questionando a regularidade das eleições presidenciais de 2022, Bolsonaro teria feito incitação pública à prática de crime.

Jair Bolsonaro já reagiu através da sua assessoria.

“O presidente Jair Bolsonaro repudia veementemente os actos  de vandalismo e depredação do património público cometido pelos infiltrados na manifestação. Ele jamais teve qualquer relação ou participação nestes movimentos sociais espontâneos realizados pela população”, referiu Frederick  Wassef, seu advogado, numa nota enviada à comunicação social.

No mesmo documento, o advogado defende que:

“O presidente Jair Bolsonaro sempre  repudiou todos os  actos ilegais e criminosos, e sempre falou publicamente ser contra tais condutas ilícitas,  assim como sempre foi um defensor da Constituição e da democracia. Em todo o seu governo, sempre atuou dentro das quatro linhas da Constituição”, acrescentou o advogado de Jair Bolsonaro.

Lembre-se que antes dos ataques às sedes dos três poderes, os radicais de extrema-direita bloquearam estradas, invadiram uma delegacia de Brasília em meados de Dezembro e, dias depois, terão deixado um artefacto explosivo próximo ao aeroporto da capital, que foi desativado pela polícia.

Deputados italianos pediram a retirada da cidadania honorária do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro. O pedido surge após invasão das sedes dos três poderes pelos bolsonaristas no brasil

O caos instalado pelos apoiantes do ex-presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, nas sedes dos três poderes continua a merecer repúdio da comunidade internacional.

Desta vez foram os deputados italianos que pediram à prefeita da cidade italiana de Anguillara para que retirasse a cidadania honorária de Jair Bolsonaro, cujo bisavô era natural da região.

Segundo a imprensa internacional, o pedido surge em consequência da invasão causada pelos apoiantes do ex-presidente ao património do Estado.

Os deputados dizem, ainda, que a situação é muito grave, e que a invasão às instituições democráticas pelos seguidores de Bolsonaro é um ataque à democracia e não pode ser tolerado de forma alguma.

Os parlamentares manifestaram total apoio a Lula da Silva, presidente empossado a 1 de Janeiro último.

Desde que foram anunciados os resultados das eleições, os apoiantes de Bolsonaro protagonizaram uma serie de manifestações, incluindo uma tentativa de explosão de um camião cisterna que continha combustível.

 

O representante permanente da Rússia nas Nações Unidas, Dimitri Polianski, anunciou , ontem, que o Conselho de Segurança da ONU realizará uma reunião sobre a Ucrânia na próxima semana, a pedido de Moscovo.

“Não vou entrar em detalhes sobre o que acontecerá no Conselho de Segurança, deixemos que os nossos opositores vivam na ignorância por enquanto”, disse, citado pela imprensa internacional.

A Rússia convocou ainda para 20 de Janeiro uma outra reunião, mais informal, do Conselho de Segurança da ONU sobre o bombardeamento ucraniano, em Dezembro, de zonas controladas pelas forças russas na região de Donbass, no leste da Ucrânia.

Segundo Polianski, a Rússia decidiu convocar uma reunião porque hoje o Conselho de Segurança irá debater, a pedido do Japão, “o Estado de Direito entre as nações” e, na sexta-feira, a situação na Ucrânia. O diplomata russo disse temer que a discussão aconteça “com tons antirrussos”.

“Os nossos antigos parceiros ocidentais farão todo o possível para provar que todos os problemas do mundo começaram precisamente em 24 de Fevereiro de 2022. Claro que nos iremos opor”, disse Polianski.

Mais de 140 milhões de pessoas na África subsaariana enfrentam fome aguda. Dados do Banco Mundial indicam que, só no ano passado, houve um aumento de 21 milhões de pessoas.

O número de pessoas que sofrem de fome tende a aumentar a cada dia em África.

Só no ano passado, mais de 21 milhões de pessoas enfrentaram a crise alimentar aguda, subindo o número de afectados para 140 milhões na África subsariana.

De acordo com o Banco Mundial, a crise alimentar pode aumentar, tornando a situação pior caso a dívida pública dos países da região não seja controlada.

O Banco Mundial diz, igualmente, que o aumento no custo de vida, intensificado pelos efeitos da guerra na Ucrânia, reduziu a capacidade das pessoas comprarem comida e fez descer a procura interna na região, especialmente em países onde falta espaço político para defender os mais pobres.

A situação poderá piorar se as depreciações das moedas continuarem e levarem a um aumento do rácio da dívida sobre as economias, já afectadas por um crescimento insuficiente das economias para melhorar as condições de vida das pessoas.

Democratas norte-americanos pedem a revogação do visto usado pelo ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, por supostamente incitar à insurreição. Os democratas dizem, também, que o visto usado para permanência nos Estados Unidos da América é reservado a líderes internacionais, entretanto lembram que Bolsonaro não é mais Presidente.

O ex-presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, pode ter os dias contados nos Estados Unidos, numa altura em que o Brasil ressente-se da destruição das sedes dos três poderes, no último domingo.

Nos Estados Unidos da América, para onde viajou Bolsonaro, começaram a surgir pedidos vindos dos democratas para que se revogue o visto de permanência do ex-presidente brasileiro, devido à suposta incitação à insurreição no Brasil.

Outro motivo invocado para a expulsão de Bolsonaro nos Estados Unidos tem a ver com o visto usado pelo ex-presidente brasileiro para permanecer no país, onde chegou a 30 de Dezembro.

Segundo avança a imprensa internacional, Bolsonaro chegou à Flórida quando ainda era presidente e tal deverá ter acontecido com um visto A-1, reservado a líderes estrangeiros.

Entretanto, as autoridades norte-americanas explicam que quando um funcionário estrangeiro entra nos EUA com um visto A-1, tem a responsabilidade de sair em 30 dias depois de deixar de estar envolvido em negócios oficiais, ou pode ser expulso pelo Departamento de Segurança Interna.

“Os Estados Unidos devem revogar quaisquer vistos detidos por Jair Bolsonaro e se o Brasil solicitar a extradição de Bolsonaro – seja por crimes relacionados ao ataque de 8 de Janeiro ou outros crimes que ele possa ter cometido durante o mandato – devemos atender integralmente”, disse o deputado democrata Joaquim Castro, citado pela imprensa internacional

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