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O País – A verdade como notícia

Um tubo de gás explodiu, esta noite, causando nove feridos, em Joanesburgo, na África do Sul. Não há registo de mortes, segundo avançou o primeiro-ministro sul-africano, Lesufi, citado pela News24.

O tubo que explodiu estava enterrado numa das avenidas de Joanesburgo. Em consequência da explosão, a estrada ficou totalmente destruída. Alguns carros também foram danificados.

O Presidente da Ucrânia voltou a falar sobre o facto de o acordo de exportação de cereais ter sido suspenso pela Rússia e lembrou que no ano passado apenas foi possível “evitar uma crise de preços no mercado global de alimentos” devido à existência desse mesmo acordo.

Por essa razão, segundo o Observador, Volodymyr Zelensky revelou que está a levar a cabo acções para preservar o “papel global da Ucrânia” como um “garante da segurança alimentar por considerar que dar continuidade às exportações de alimentos por via marítima é uma questão “estrategicamente importante” e não só para o país.

“Sem as exportações da Ucrânia, o défice no mercado global será, infelizmente, muito tangível. E não apenas para os países mais pobres. Diferentes países sentirão isso, desde a Líbia ao Egito e até Bangladesh e China“, afirmou Zelensky.

O Presidente ucraniano acusou Moscovo de provocar crises políticas e migratórias.

O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, alertou, ontem, que uma eventual detenção do Presidente russo, Vladimir Putin, durante a cimeira das economias emergentes conhecidas como BRICS, em Agosto, seria uma “declaração de guerra”.

A posição surge numa altura em que o país discute a possibilidade de receber o líder russo para uma cimeira dos BRICS em Joanesburgo, no próximo mês. Porém, o chefe de Estado russo é alvo de um mandado de captura do Tribunal Penal Internacional (TPI), uma disposição que Pretória, como membro da entidade, teria de implementar caso ele comparecesse ao evento.

O dilema diplomático sul-africano chegou já a tribunal, onde o principal partido da oposição, a Aliança Democrática (DA), está a tentar forçar o governo e garantir que o líder do Kremlin seja detido e entregue ao TPI caso pise o país.

Mas, numa declaração de resposta, Ramaphosa descreveu o pedido da oposição como sendo “irresponsável”, argumentando que a própria segurança nacional estava em causa.

“A Rússia deixou claro que deter o seu Presidente em exercício seria uma declaração de guerra; seria contrário à nossa Constituição arriscar-se a entrar em guerra com a Rússia”, disse Ramaphosa numa declaração que até agora era confidencial e foi ontem tornada pública, contra a vontade do chefe de Estado, por ordem de um tribunal de Gauteng, no norte do país, escreve a SIC Notícias.

“Assumir o risco de guerra com a Rússia seria um exercício temerário, inconstitucional e ilegal face aos poderes conferidos ao Governo. Tenho obrigações constitucionais de proteger a soberania nacional, a paz e a segurança da República e de respeitar, proteger, promover e satisfazer os direitos à vida, à segurança e à proteção do povo da República”, acrescentou.

Vladimir Putin, recorde-se, é procurado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) com base nas alegações de que a Rússia terá deportado ilegalmente crianças ucranianas.

A África do Sul está a tentar obter, por isso, uma isenção ao abrigo das regras do TPI, com base no facto de que o decreto da prisão poderia ameaçar a “segurança, a paz e a ordem do Estado”, afirmou.

A África do Sul é a atual presidente do grupo BRICS, que inclui também o Brasil, a Rússia, a Índia e a China, e que se assume como um contrapeso ao domínio económico ocidental.

A União Africana (UA) lamentou esta terça-feira a decisão da Rússia de suspender o acordo que permitia a exportação de cereais ucranianos através do Mar Negro, defendendo que os cereais devem ser enviados para onde são precisos.

“Lamento a suspensão da iniciativa relativa aos cereais do Mar Negro, que a União Africana tinha apoiado desde o início”, declarou o presidente da Comissão da UA, Moussa Faki Mahamat, na sua conta do Twitter, citado pelo Notícias ao Minuto.

Moussa Faki Mahamat exorto as partes envolvidas a resolverem os problemas para permitir o reinício da passagem contínua e segura de cereais e fertilizantes da Ucrânia e da Rússia para as regiões que deles necessitam, nomeadamente África.

Assinado em julho de 2022 em Istambul e já renovado duas vezes, o acordo sobre os cereais expirou esta segunda-feira.

Três dias após ter anunciado, durante a cerimónia dos prémios ESPY, que irá continuar a jogar na NBA para cumprir aquela que será a 21ª temporada como profissional, LeBron James, 38 anos, fez agora saber, através do amigo de adolescência e agente Rich Paul, que deixará de usar o número 6 para voltar ao 23, escreve o Jornal de Angola.

Os Lakers confirmaram a notícia através das redes sociais, noticia o jornal desportivo português, A Bola, na edição online desta segunda-feira.

“É uma decisão de LeBron. Ele decidiu deixar de usar o 6 em respeito a Bill Russell”, disse Paul ao jornalista Dave McMenamin da ESPN, referindo-se ao mítico poste dos Boston Celtics, 11 vezes campeão da Liga, Melhor Jogador (MVP), em cinco ocasiões, e All-Star em outras 12, que faleceu a 31 de Julho de 2022, aos 88 anos.

Na altura, para além de as camisolas das 30 equipas passarem a ter na época 20022/23 um número 6 sobre um fumo negro junto à alça em memória de Russell, assim como passou a existir um 6 a meio-campo fora das linhas de jogo, os Celtics foram ainda mais longe e colocaram-no também em cada garrafão, ficou igualmente decidido que o 6 seria definitivamente retirado de todas as equipas.

Agora, a mais de três meses do arranque da temporada 2023/24, a decisão está tomada e LeBron James volta a envergar o n.º 23.

Três mil pessoas ficaram sem abrigo, este domingo, após um incêndio num bairro de lata, numa das zonas mais pobres da cidade de Durban, na África do Sul.

De acordo com os dados da Cruz Vermelha, citados pelo Notícias ao Minuto, o incêndio destruiu cerca de mil casas e matou uma pessoa. Tudo indica, segundo a fonte, que são esperadas mais vítimas mortais que ainda não foram retiradas debaixo dos escombros.

O fogo terá começado quando duas pessoas embriagadas começaram a discutir. Imagens divulgadas nas redes sociais captaram as habitações frágeis completamente queimadas, com o fumo ainda visível a emanar dos destroços, , avança o Notícias ao Minuto.

Através do Twitter, a organização que junta a Cruz Vermelha e Crescente Vermelho (designação nos países muçulmanos) em África descreveu o caso como uma “tragédia”, e garantiu que está a tentar apoiar com alimentos, mantas e alojamento temporário para as pessoas afectadas.

Cerca de 30 mil pessoas foram retiradas das suas casas, no norte do Vietname, devido à passagem do tufão Talim, que tocou a terra no sul da China, na noite desta segunda-feira.

Os serviços de emergência alertam que o tufão poderá provocar grandes inundações em diferentes áreas da região norte devido à forte precipitação.

Informações recentes indicam que o tufão Talim aumentou de intensidade, com rajadas de vento superiores a 135 quilómetros por hora.

A principal época de inundações naquela região ocorre normalmente entre o final de Julho e início de Agosto, período no qual há aumento da actividade ciclónica.

Este tufão é um dos mais fortes a atingir o norte do Vietname nos últimos anos.

Milhões de e-mails confidenciais endereçados a funcionários do Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, foram desviados para contas no Mali nos últimos anos. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos explica que em causa está um erro tipográfico.

 A falha ocorreu quando ‘e-mails’ destinados a contas ‘.mil’, endereço das contas militares dos Estados Unidos, foram enviados para domínios ‘.ml’ no Mali, país aliado político e militar da Rússia.

Num comunicado divulgado esta segunda-feira, o Pentágono disse estar ciente do que aconteceu e que leva “a sério” todas as divulgações não autorizadas de segurança nacional ou informações não classificadas.

Nessa mesma nota, citada pelo Notícias ao Minuto, foi especificado que o Pentágono aplicou políticas, formação e controlo técnico para garantir que os ‘emails’ do domínio ‘.mil’ não caiam em domínios incorrectos.

Uma dessas mensagens, conforme detalhado pela estação CNN, continha os números dos quartos do chefe do Estado-Maior do Exército, general James McConville, e da sua comitiva numa viagem que fizeram à Indonésia em Maio.

A circulação na principal ponte que liga a península da Crimeia à Rússia foi interrompida, após terem sido ouvidas várias explosões na madrugada desta segunda-feira, anunciaram as autoridades locais.

De acordo com a imprensa internacional, que cita a agência de notícias da Ucrânia, Ukrinform, os drones marítimos ucranianos foram utilizados para o ataque desta madrugada contra a ponte Crimeia, que teve de ser encerrada depois de ser atingida por várias explosões.

A agência de notícias estatal, segundo o Notícias ao Minuto, cita fontes não identificadas dos serviços secretos ucranianos (SBU) e da Marinha do país, duas componentes das forças de segurança ucranianas.

“Foi difícil chegar à ponte, mas acabámos por conseguir”, disse um representante dos SBU citado pela Ukrinform. A mesma fonte salientou que a ponte é um alvo legítimo para a Ucrânia, uma vez que foi construída em território ucraniano ocupado.

De acordo com as mesmas fontes, o ataque terá sido realizado no domingo à noite por drones marítimos que se deslocaram à superfície da água e danificaram a estrutura.

As autoridades russas reconheceram a existência de uma “emergência” na ponte e comunicaram a morte de dois civis.

A ponte, a mais longa da Europa, com 19 quilómetros, foi construída depois de a Rússia ter anexado a Crimeia, em 2014, e liga esta península do Mar Negro à Rússia.

Também com circulação ferroviária, a ligação é uma importante artéria de abastecimento para a guerra da Rússia na Ucrânia.

Em outubro do ano passado, um camião armadilhado explodiu nesta ponte, causando cinco mortos.

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