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O País – A verdade como notícia

Dia soalheiro, dia de grandes fortes emoções no Autódromo Internacional de Maputo, palco do GP Picanto Cup.

A prova de resistência, ao nível do Picanto Cup, abriu o evento com os pilotos a mostrarem a sua perícia ao volante. Intensidade na pista, hoje com nova configuração que exclui à zona da chicana, é um dos pontos a destacar.

O público já se faz bancadas para acompanhar, in loco, este evento de grande dimensão. Para hoje, está prevista uma luta acesa entre os pilotos no acesso aos lugares de pódio. Depois da dura prova de resistência, com a duração de uma hora, prevê-se a realização das Mangas A e B.

 

 

 

As cheias na região de Emília-Romana, no centro da Itália, já são consideradas como as maiores dos últimos 100 anos.

O número de mortos nas inundações de quarta-feira na região de Emilia-Romanha subiu de 13 para 14, esta quinta-feira, após serem encontrados mais cinco cadáveres na zona de Ravena. De acordo com as autoridades locais, citadas pelo jornal Público, cerca de 20 mil pessoas ficaram desalojadas por causa do ciclone Minerva.

Dois responsáveis do comando da polícia e do município de Ravena confirmaram as novas mortes, duas das quais foram as de um casal de agricultores com mais de 70 anos encontrados esta quinta-feira à tarde mortos na sua casa invadida pela água, na localidade de Russi.

Os Estados Unidos e o Reino Unido anunciaram, esta sexta-feira, novas sanções para restringir a capacidade da Rússia de continuar a guerra na Ucrânia, pouco antes do início da cimeira do G7 em Hiroshima, no Japão, escreve a RTP.

De acordo com um oficial norte-americano, citando mais de 300 novas sanções contra indivíduos, organizações, navios e aviões em toda a Europa, Médio Oriente e Ásia, as sanções devem impedir que aproximadamente 70 entidades na Rússia e em outros países recebam mercadorias exportadas dos EUA, adicionando-as à lista negra do Departamento de Comércio.

O responsável acrescentou ainda que outros membros do G7, grupo formado pelo Reino Unido, França, Japão, Estados Unidos, Alemanha, Canadá e Itália, também se preparam para “colocar em prática novas sanções e barreiras às exportações.

Logo de seguida, Londres divulgou novas medidas visando o sector de mineração da Rússia, incluindo o comércio de diamantes, que rende a Moscovo milhares de milhões de dólares todos os anos.

“O G7 deve trabalhar para interromper o abastecimento militar russo, fechar brechas nas sanções, reduzir ainda mais a sua dependência da energia russa, continuar a restringir o acesso de Moscovo ao sistema financeiro internacional e comprometer-se a congelar os ativos russos até ao fim da guerra”, assegurou o alto funcionário do governo de Joe Biden.

Um responsável da União Europeia já havia dito na quinta-feira que os líderes dos países do G7 vão discutir sanções contra o comércio de diamantes da Rússia.
“O responsável da UE sublinhou que a adesão da Índia seria fundamental para garantir o impacto de qualquer regime de sanções nesta área”.

A Rússia exportou quase cinco mil milhões de dólares em diamantes em 2021, de acordo com o Observatório de Complexidade Económica, um portal de dados de comércio internacional criado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts.

A Organização das Nações Unidas (ONU) denunciou, esta quarta-feira, que a Junta Militar de Myanmar (antiga Birmânia) está a impedir o envio de ajuda humanitária internacional para as zonas atingidas pela passagem, no Domingo, do ciclone Mocha.

Segundo a RTP, a falta de acesso, denunciada também pela oposição aos militares, entre outros, torna difícil saber com precisão a situação no terreno e o número de vítimas mortais, que as autoridades disseram ser de pelo menos 60.

Uma das áreas de maior preocupação é o estado de Rakhine (oeste), uma região onde centenas de milhares de membros da minoria muçulmana rohingya, não reconhecida pelas autoridades e perseguida pelo exército — vivem há anos em precários campos de refugiados.

O acesso sem restrições às comunidades afectadas é necessário para fornecer assistência humanitária imediata que salve vidas. A restrição da Junta Militar às viagens e acesso às áreas afectadas é um acto bárbaro”, disse nas redes sociais o autoproclamado Governo de Unidade Nacional, oposição ao regime que tomou o poder por meio de um golpe em Fevereiro de 2021.

O ciclone Mocha deixou mais de 80 mortos ao passar por Mianmar, segundo o último balanço das autoridades locais, no momento em que a população tenta reconstruir suas casas e aguarda a chegada de ajuda.

O acordo sobre a exportação de cereais ucranianos pelo mar Negro foi prolongado por dois meses. O anúncio foi feito esta quarta-feira pelo Presidente da Turquia, Recep Erdogan, citado pela SIC Notícias.

“Foi decidido prolongar por mais dois meses o acordo dos cereais no mar Negro, firmado em Julho de 2022, com mediação da ONU e da Turquia”, afirmou o chefe de Estado turco.

O Kremlin tinha dito, na terça-feira, que ainda havia muitas questões sem resposta a resolver antes de prolongar o acordo, que expirava na quinta-feira à noite.

“Graças aos esforços do nosso país, ao apoio dos nossos amigos russos e à participação dos nossos amigos ucranianos, decidiu-se prolongar por mais dois meses o acordo do corredor de cereais no mar Negro”, escreveu Erdogan na rede social Twitter, agradecendo o sincero apoio do Presidente russo, Vladimir Putin, a colaboração construtiva do seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, e os esforços do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

O acordo, que permitiu exportar nos últimos dez meses mais de 30 milhões de toneladas de cereais ucranianos e aliviar a crise alimentar global causada pela guerra, tinha anteriormente sido prolongado por 60 dias, a 19 de Março.

Ontem, o Presidente turco indicou ainda que se está a trabalhar para criar as condições para que o acordo se mantenha depois desta nova extensão de 60 dias, que termina a 17 de Julho, e expressou esperança de alcançar um cessar-fogo duradouro entre a Rússia e a Ucrânia que leve a um acordo de paz.

 

Após a elaboração da revisão do plano de auxílio ao Sudão, que em Dezembro do ano passado referia que seriam necessários 1,75 mil milhões de dólares, as Nações Unidas dizem que precisam de três mil milhões de dólares para atender às necessidades humanitárias de emergência do Sudão.

Para os refugiados que abandonaram o país por causa dos combates que surgiram em Abril, a ONU aponta para a necessidade de 407,4 milhões de dólares.

A situação agravou-se no país depois do início dos confrontos entre o Exército e o grupo paramilitar Forças de Reacção Rápida.

A ONU prevê que até ao fim do ano mais de um milhão de pessoas abandonem o país por causa da situação militar.

Um barco de pesca chinês a operar no Oceano Índico afundou e todos os 39 tripulantes a bordo estão desaparecidos. A informação foi divulgada pela imprensa estatal da China, CCTV, citada pelo Correio da Manhã.

Segundo o Correio da Manhã, a CCTV noticiou que a embarcação, chamada Lu Peng Yuan Yu 028, de propriedade da Penglai Jinglu Fishery Co, virou por volta das 3h00 (horário de Pequim), na terça-feira. A tripulação era constituída por 17 chineses, 17 indonésios e cinco filipinos.

O Presidente chinês, Xi Jinping, ordenou que os diplomatas chineses no exterior, assim como os ministérios da Agricultura e dos Transporte apoiem nos trabalhos de busca e resgate.
Equipes de busca e resgate da Austrália e de vários outros países chegaram ao local, e a China enviou dois navios para apoiar a operação, segundo a CCTV.

O Ministério das Relações Exteriores da China ativou um “mecanismo de emergência para proteção consular” envolvendo embaixadas e consulados na Austrália, Sri Lanka, Maldivas, Indonésia, Filipinas e outros países.

 

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, criticou a relutância dos países ocidentais em enviar uma força internacional para tentar pôr fim à crise política, social e económica no Haiti.

“Há de facto relutância por parte dos países que têm maior capacidade para realizar este tipo de operação, eu diria intervenção porque se trata mais de uma operação policial”, disse Guterres, numa conferência de imprensa na Jamaica.

Guterres enfatizou que o Haiti enfrenta necessidades humanitárias “dramáticas”, um sistema político paralisado e níveis muito elevados de violência.

“O número de mortos, o número de pessoas incapazes de viver as suas vidas, os problemas dramáticos de insegurança alimentar são de facto algo que carece de um maior empenho da comunidade internacional’, disse o líder da ONU.

Guterres defendeu que é “necessário encontrar um caminho político que permita o reconhecimento de um governo legítimo e enfrentar a violência” dos grupos de crime organizados.

O dirigente lembrou a proposta que fez no Conselho de Segurança da ONU para apoiar o Haiti com “a presença de uma força policial internacional robusta para acabar com os gangues, em paralelo com o processo político”.

O secretário-geral das Nações Unidas, que falava depois de uma reunião bilateral com o primeiro-ministro jamaicano, Andrew Holness, lembrou que a Jamaica “manifestou imediatamente vontade de fazer parte desta operação”.

É oficial. A Guiné Equatorial declarou, esta segunda-feira, o fim do surto do vírus de Marburg no país, que causou 17 casos confirmados laboratorialmente e 23 mortes em casos reportados como prováveis

“Depois de não se terem registado infeções por Marburg durante os 21 dias estipulados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e após o magnífico trabalho e resultados obtidos na luta e contenção deste vírus: declarei hoje o fim do vírus de Marburg na Guiné Equatorial”, escreveu o vice-presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Nguema Obiang Mangue, na rede social Twitter, citado pela RTP.

De acordo com dados da OMS, a Guiné Equatorial registou, até 20 de Abril, 12 mortes entre os casos confirmados laboratorialmente, com uma taxa de mortalidade de 75%. Quatro dos casos confirmados recuperaram, sendo desconhecido o que aconteceu ao outro infectado.

O vírus continua activo na Tanzânia, que registou um total de nove casos entre 16 de março e 30 de abril, incluindo oito confirmados laboratorialmente e um provável.

Até à data, foram notificadas na Tanzânia seis mortes, incluindo um caso provável e cinco casos confirmados, e dos casos confirmados, três recuperaram.

O vírus de Marburg, para o qual não há vacina, é transmitido aos seres humanos através de morcegos e propaga-se através do contacto direto com os fluidos corporais de pessoas, superfícies e materiais infetados.

A doença começa de forma aguda, com febre alta, dor de cabeça intensa e mal-estar, podendo evoluir para sintomas hemorrágicos graves e a taxa de mortalidade varia, podendo chegar aos 80%.

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