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O País – A verdade como notícia

Crise sanitária pode agravar ainda mais a tragédia provocada pelas inundações na Líbia. A contaminação da água e a falta de bens essenciais estão entre as principais preocupações. 

Cresce o receio sobre o agravamento da situação social e sanitária na Líbia. Autoridades locais e organizações internacionais alertam para a possibilidade de epidemias.

Há mais de 11 mil mortos confirmados e 10 mil pessoas ainda desaparecidas na cidade de Derna, a mais afectada pelas cheias.

De acordo com o  chefe da delegação do Comité Internacional da Cruz Vermelha na Líbia, existe o risco de várias pessoas contraírem doenças transmitidas pela água.

Milhares de habitantes de Derna saíram da cidade ainda antes da ordem de evacuação dada pelas autoridades por motivos de segurança.

A Organização Internacional para as Migrações avança que quase 40 mil pessoas, das quais 30 mil de Derna, foram deslocadas no leste do país, devido às inundações.

O antigo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a garantir, na sexta-feira, que a guerra na Ucrânia nunca teria acontecido caso estivesse no poder. 

“Pouco depois de ganhar a presidência, terei resolvido a horrível guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Nunca teria acontecido se eu lá estivesse”, referiu Trump, citado pela CNN Internacional.

O antigo presidente dos EUA disse, ainda, que costumava falar com Putin sobre o assunto e que lhe disse para não invadir a Ucrânia. “Assim que saí, começaram a formar-se, e tivemos o desastre do Afeganistão, que penso ter sido o momento mais embaraçoso da história do nosso país”, lamentou.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou, de acordo com os mais recentes dados da ONU, a pior crise de refugiados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Um avião de pequeno porte despenhou-se, este sábado, no meio da selva amazónica brasileira. As autoridades confirmaram a morte de 14 pessoas que estavam a bordo.

Segundo escreve  o Notícias ao Minuto, o aparelho, com capacidade para 21 passageiros, partiu de Manaus, capital do estado do Amazonas, com destino a Barcelos, a cerca de 400 quilómetros de distância, mas caiu pouco antes de pousar, quando fortes chuvas caíam naquela região da selva, de acordo com fontes oficiais.

O presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Edson Mendes, confirmou que 14 pessoas viajavam no avião, duas das quais tripulantes, e que não houve sobreviventes do desastre.

Segundo Edson Mendes, uma vez resgatados, os corpos serão trasladados para Manaus, o que se espera que seja possível este domingo, apesar dos temporais que atingiram a cidade.

A Rússia afirmou esta sexta-feira que nenhum acordo foi assinado durante a visita ao país do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, que provocou inquietação no Ocidente pela possibilidade de uma parceria no fornecimento de armas e tecnologia com aplicação militar entre os dois aliados. Vladimir Putin encontrou-se entretanto com o presidente da Bielorrússia, que propôs uma cooperação tripartida.

“Nenhum acordo foi assinado e não estava planeado assinar qualquer acordo”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, ao ser questionado sobre um possível contrato militar ou de outro tipo.

Além dos armamentos que a Coreia do Norte poderia fornecer à Rússia, as potências ocidentais temem que Pyongyang busque adquirir tecnologia russa para seus programas nucleares e de mísseis.

As referências ao poderio militar permearam os encontros abertos para imagens entre os dois líderes, que estão hoje entre os mais isolados pela comunidade internacional.

Na reunião de quarta-feira no cosmódromo de Vostochni, no extremo leste do país, Kim Jong-un e o presidente russo, Vladimir Putin, trocaram rifles como presentes. Nesta sexta, Kim visitou uma fábrica de aviação militar no extremo leste russo.

Na quarta, o líder norte-coreano declarou que a aproximação com Moscovo é “prioridade absoluta” de sua política externa e prometeu apoio “incondicional”.

Putin retribui os afagos destacando o “fortalecimento” da cooperação entre os dois países. Na ocasião, o presidente russo citou “perspectivas” de cooperação militar, apesar das sanções internacionais que afectam Pyongyang.

Washington expressou “preocupação” com a possível compra de munições norte-coreanas por Moscou, enquanto Seul fez uma “advertência veemente” contra qualquer negociação do tipo.

Numa das 250 povoações onde se registaram vítimas, estima-se que 20% da população tenha ficado desalojada. Os sobreviventes, desalojados, abrigam-se agora em tendas “azuis” disponibilizadas pelo governo marroquino à espera de dias melhores.

As casas estão destruídas e tenta-se recuperar a vida, apesar das dificuldades. De acordo com uma das vítimas, citada pela SIC Notícias, a ajuda chega a conta-gotas.

Esta situação, de acordo com a fonte, traz claras ameaças à saúde pública.

O balanço mais recente das autoridades marroquinas apontam para mais de três mil mortos e o número de feridos ultrapassa os cinco mil.

A cidade líbia de Benghazi, cerca de 300 quilómetros a oeste de Derna, a cidade mais afectada pelas inundações desta semana, recebeu, este sábado, um carregamento com 29 toneladas de ajuda humanitária, com provisões para 250 mil pessoas.

Os produtos, provenientes do centro logístico da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Dubai, Emirados Árabes Unidos, incluem medicamentos essenciais, materiais cirúrgicos de emergência, equipamento médico e sacos para cadáveres, informou a organização sediada em Genebra, através de um comunicado, citada pelo Diário de Notícias.

A OMS sublinhou que os corpos de 3.958 vítimas foram até agora recuperados e identificados.

As inundações causadas pelo ciclone Daniel, com efeitos agravados pelo rebentamento de duas barragens, causaram mais de 7.000 mortos, 10.000 desaparecidos e pelo menos 30.000 deslocados.

O representante da OMS na Líbia, Ahmed Zouiten, citado no comunicado, descreveu as inundações como um “desastre de proporções épicas” e transmitiu as suas condolências às famílias das vítimas.

Um tribunal ucraniano decretou 60 dias de prisão, sem possibilidade de pagamento de fiança, para o ex-ministro suspeito de “abraçar sentimentos pró-russos” e de cometer traição, noticiou na sexta-feira a televisão estatal ucraniana Suspilne, citada pelo Notícias ao Minuto.

A emissora anunciou que o deputado Nestor Shufrich é acusado de ter ligações a um outro parlamentar em fuga que é acusado de trabalhar para os serviços de segurança da Rússia, incentivando o separatismo pró-russo no leste da Ucrânia.

De acordo com o mesmo canal, o popular deputado do partido proibido “Plataforma de Oposição – Pela Vida” (OPZZh), com detenção estabelecida até 13 de Novembro, manifestou intenção de recorrer da decisão.Shufrich já tinha sido detido em Março de 2022 por ter tirado uma ‘selfie’ num posto de controlo.

Na altura, o motivo alegado para a detenção foi a defesa territorial de Kyiv, embora Shufrich tenha reiterado que a fotografia era prova de que iria permanecer na capital ucraniana apesar das hostilidades.

Os investigadores do Serviço de Segurança ucraniano (SBU) também atribuem ao ex-ministro ligações ao magnata e político pró-russo Viktor Medvedchuk.Shufrich iniciou a carreira política na década de 1990 e ao longo da actividade parlamentar. Durante a liderança do ex-Presidente da Ucrânia Viktor Yanukovych, Nestor Shufrich ocupou a pasta dos Serviços de Emergência.

A Índia realizou, com sucesso, um pouso no no polo sul da lua, região inexplorada que fica no lado escuro do satélite. Assim, o país se tornou o primeiro no mundo a conseguir este feito histórico.  

O módulo foi lançado no dia 14 de Julho e pousou na superfície lunar no dia 23 de Agosto.

Em reação ao pouso bem sucedido, o Primeiro-Ministro Indiano, Narendra Modi, disse que  a conquista vai permitir a desmistificação dos mitos associados à Lua, as narrativas vão mudar e até os provérbios da nova geração vão mudar. 

“Nesta alegre ocasião, gostaria de me dirigir a todos os povos do mundo, a todos os povos de todos os países e regiões. A missão lunar bem sucedida da Índia não é só da Índia. Este é um ano em que o mundo está a assistir à presidência indiana do G-20. A nossa abordagem de “Uma Terra, Uma Família, Um Futuro” está a ressoar em todo o mundo. Esta abordagem centrada no ser humano que representamos foi acolhida universalmente. A nossa missão à Lua também se baseia na mesma abordagem centrada no ser humano. Por conseguinte, este êxito pertence a toda a humanidade. E ajudará as missões lunares de outros países no futuro. Estou confiante de que todos os países do mundo, incluindo os do Sul Global, são capazes de alcançar tais feitos. Todos nós podemos aspirar à Lua e mais alé”, disse Modi.

A Índia quer desenvolver uma série de estudos sobre o espaço lunar. 

O ministro da Defesa chinês, Li Shangfu , está desaparecido há três semanas. Este é o mais recente caso de um alto funcionário do Partido Comunista a desaparecer da praça pública sem explicação aparente.

Li Shangfu foi visto pela última vez no dia  29 de Agosto, quando protagonizou um discurso no fórum sobre a paz e segurança para a China-África, escreve o Notícias ao Minuto.

A sua última viagem ao estrangeiro foi a Moscovo e Minsk, em meados de Agosto, onde se encontrou com funcionários russos à margem de uma conferência sobre segurança e com o Presidente bielorrusso Alexander Lukashenko.

Rahm Emanuel, o embaixador dos Estados Unidos no Japão, tem-se manifestado particularmente preocupado com o mistério e alega que o governante está sob prisão domiciliária. Contudo, não forneceu qualquer fonte para as suas afirmações.

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