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O País – A verdade como notícia

A população cresceu  em 75 milhões de pessoas em todo o mundo, este ano, e no dia de ano novo, o planeta terá mais de oito mil milhões de pessoas. Os dados são do Gabinete de Censos dos EUA e foram divulgados esta quinta-feira. 

A taxa de crescimento mundial, em 2023, foi de pouco menos de 1%. Apesar disto, no início de 2024, são esperados 4,3 nascimentos e duas mortes em todo o mundo a cada segundo.

Relativamente aos EUA, a Associated Press, citada pelo Notícias ao minuto, descreve que este ano o país registou um crescimento de 0,53% da população, cerca de metade do valor mundial. Nos EUA nasceram 1,7 milhões de bebés e o país terá, no dia de ano novo, de 335,8 milhões de pessoas.

Pelo menos 10 pessoas morreram e 57 ficaram feridas hoje num acidente em cadeia que envolveu sete veículos numa autoestrada no noroeste da Turquia, disseram as autoridades turcas.

O acidente ocorreu quando uma densa neblina dificultava a visibilidade na autoestrada de Marmara, na província de Sakarya, a cerca de 150 quilómetros de Istambul, escreve o Notícias ao minuto.

As autoridades estão a investigar o acidente, mas o governador de Sakarya, Yasar Karadeniz, disse que este deverá ter ocorrido quando um veículo bateu num camião, provocando outras colisões na retaguarda.

Pelo menos três autocarros interurbanos estiveram envolvidos na colisão.

Sete dos feridos encontram-se em estado grave.

O antigo Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, acusa o seu sucessor, Cyril Ramaphosa, de não cumprir a promessa de devolver a terra aos legítimos proprietários.

“Quando Ramaphosa foi eleito pela primeira vez, decidimos que a terra deveria voltar aos seus legítimos proprietários; dissemos que o Reserve Bank  deveria ser propriedade do Estado e muitas outras coisas, mas a liderança [do partido] não implementou o que decidimos”, afirmou o antigo chefe de Estado sul-africano.

Jacob Zuma, que foi destituído em 2018, indiciado de corrupção pelo seu partido, assumiu, publicamente o apoio a um novo partido radical, denominado Umkhonto We Sizwe, com objectivo de garantir que o partido no poder não obtenha a maioria de 51%, necessária para governar nas eleições gerais de 2024.

“Vamos libertar novamente a África do Sul para os negros porque não somos livres, as mesmas pessoas que elegemos são as que agora nos oprimem”, salientou Zuma num encontro com simpatizantes da nova formação política.

Zuma sublinhou à imprensa local que o novo partido Umkhonto We Sizwe vai remover Ramaphosa do poder, quer gostem ou não, considerando que o ANC não é propriedade de algumas pessoas, o ANC pertence ao povo da África do Sul.

O partido no poder receia que a saída à vista de Zuma do ANC possa causar tumultos violentos no país ou a divisão completa do ANC, segundo analistas locais.

Pelo menos 13 pessoas morreram quando um autocarro se incendiou depois de colidir frontalmente com um camião numa autoestrada no centro da Índia, disse hoje a polícia indiana.

Doze passageiros do autocarro morreram no incêndio e o condutor do camião não resistiu ao impacto causado pelo acidente em Guna, no estado de Madhya Pradesh, na noite de quarta-feira, disse o agente da polícia Anoop Bhargava, citado pelo Notícias ao minuto.

Os 16 feridos, com queimaduras ou fraturas, foram transferidos para um hospital, acrescentou o responsável.

A região fica a cerca de 900 quilómetros a sul de Nova Deli.

Mais de 110 mil pessoas morrem todos os anos em acidentes rodoviários na Índia, de acordo com dados da polícia.

Seis pessoas morreram e 10 estão desaparecidas após inundações causadas por fortes chuvas na cidade de Ladysmith, na província sul-africana de KwaZulu-Natal, no domingo. 

Segundo escreve a DW, três vítimas foram encontradas num pequeno autocarro que transportava nove passageiros.

Uma pessoa foi encontrada morta numa casa destruída pela água e dois outros moradores foram encontrados mortos em carros arrastados pelas enchentes.

As fortes chuvas provocaram o transbordamento do rio Bellspruit, causando graves danos nas infraestruturas da cidade e arrastando vários veículos.

O Governo de KwaZulu-Natal enviou condolências às famílias das pessoas que perderam a vida nas inundações.

O chefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, exigiu hoje a libertação do presidente nigerino, Mohamed Bazoum, que está detido há cinco meses.

A 26 de Julho do ano em curso, um grupo de militares nigerinos executou um Golpe de Estado, depondo assim o Presidente eleito, Mohamed Bazoum.

Na sequência do Golpe, os militares detiveram o Presidente da República e sua família no palácio presidencial.

Nesta segunda-feira, cinco meses depois, o chefe da diplomacia da União Europeia voltou a exigir a libertação imediata do presidente, em cumprimento de uma decisão judicial.

A posição surge depois de, em meados deste mês, o Tribunal da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, CEDEAO, ter dado razão aos advogados de Mohamed Bazoum. Nessa altura, o tribunal ordenou a sua libertação imediata e incondicional, bem como o seu regresso ao poder.

A moção apresentada pelos seus advogados citava a “prisão arbitrária” e a “violação da liberdade de movimentos” de Mohamed Bazoum, bem como da família, entendendo que foram violados direitos fundamentais.

Pelo menos 113 pessoas foram mortas em ataques de grupos armados entre sábado à noite e segunda-feira em várias aldeias do Estado de Plateau, no Centro da Nigéria, anunciaram esta segunda-feira as autoridades locais.

“As hostilidades eclodiram no sábado e continuavam na manhã de segunda-feira”, declarou à AFP Monday Kassah, presidente do conselho governamental de Bokkos, um distrito da região que há vários anos é afectado por tensões religiosas e étnicas, escreve a Angop.

“Foram encontrados pelo menos 113 corpos”, disse, acrescentando que “mais de 300 pessoas” ficaram feridas e foram transferidas para hospitais em Bokkos, Jos e Barkin Ladi.

O ataque teve lugar na aldeia de Mushu, no Estado de Plateau, uma região que tem sido assolada por tensões religiosas e étnicas desde há vários anos.

Após o ataque, foram destacados polícias e militares para vigiar a zona e evitar a desordem pública.

 

Felix Tshisekedi está a ganhar as eleições presidenciais na RDC, com mais de 850 mil votos, o que representa 82,60%. Em segundo lugar, segue-se Moise Katumbi, com mais de 147 mil votos, equivalentes a 14%.

Os primeiros resultados das presidenciais na RDC dão vantagem ao actual presidente do país, Félix Tshisekedi. Dos votos já contabilizados, Tshisekedi tem mais de 850 mil, correspondentes a 82,60%.

Em segundo lugar está o candidato da oposição, Moïse Katumbi, com 147.053 votos, equivalente a 14,30% da preferência do eleitorado.

Inicialmente prevista para sábado, a publicação dos resultados iniciou-se apenas nesta segunda-feira à noite, por razões não especificadas pela Comissão Nacional Eleitoral Independente (CENI).

Para já, a Comissão de Eleições prossegue com a contagem dos votos e compilação dos resultados a partir do Centro Bosolo, em Kinshasa.
A semelhança do que aconteceu em Moçambique com as autárquicas, na RDC os resultados das presidenciais não reúnem consenso. O candidato da oposição reclamou a anulação do pleito depois de ter reivindicado a vitória.

 

 

Israel suspendeu a emissão de novos vistos e a programação dos já emitidos para funcionários da Organização das Nações Unidas. A medida surge devido à insatisfação de Israel com a atitude da ONU durante a guerra em Gaza.

O descontentamento de Israel com as organizações das nações unidas atingiu novos patamares.

O regime de Telavive decidiu suspender a emissão de vistos e a prorrogação dos já emitidos a funcionários das Nações Unidas.
Israel justifica a decisão com o descontentamento que tem vindo a denunciar em relação à prestação da ONU no conflito.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita disse que a conduta da ONU desde 7 de outubro é uma vergonha para a organização e para a comunidade internacional, a começar pelo Secretário-Geral.

Eli Cohen disse, igualmente, que António Guterres legitimou crimes de guerra e crimes contra a humanidade, passando pelo Alto Comissário para os Direitos Humanos, que publica calúnias de sangue sem fundamento

Numas das suas intervenções, António Guterres referiu-se à Faixa de Gaza como “o inferno na terra”, mergulhado numa catástrofe humanitária devido à ofensiva israelita, e condenou o elevado número de vítimas civis.

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