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O País – A verdade como notícia

Quiritabi, Nova Zelândia e Austrália já entraram para o ano de 2024. A Passagem de ano na Austrália aconteceu às 15 horas de Moçambique.

Tal como nas restantes regiões, a Austrália também entrou no novo ano com celebrações com direito a fogo de artifício.

Taiwan, Hong Kong e China entram no novo ano às 18 horas, seguidas da Tailândia (19 horas), Índia (20h30) e Emirados Árabes Unidos e Rússia (23 horas). 

O líder da Coreia do Norte rejeitou hoje a reconciliação ou reunificação com a Coreia do Sul.  Kim Jong-un considera a intenção um grave erro.

“Acho que é um erro que não deveríamos cometer. Ver as pessoas que nos chamam de pior inimigo como alguém com quem devemos procurar a reconciliação e a unificação”, disse o governante.

Ao contrário disso, Kim prometeu intensificar a sua preparação para a guerra, com o lançamento, em 2024, de três novos satélites espiões, para fortalecer as suas capacidades militares.

Os serviços de inteligência sul-coreanos acreditam que o governo norte-coreano recebeu ajuda tecnológica decisiva da Rússia, país visitado por Kim Jong-un em setembro. Na ocasião, o líder da Coreia do Norte reuniu-se com o Presidente russo, Vladimir Putin.

O Presidente russo, Vladimir Putin, enviou saudações natalícias e desejou feliz Ano Novo aos líderes de países aliados como a China, Índia, Turquia e outros da América Latina, ignorando os líderes dos países ocidentais hostis.

A decisão não foi por acaso. O facto é que o Kremlin acusa o ocidente de aprovar milhares de sanções contra o seu país e de fornecer enormes quantidades de armas ao exército ucraniano com o objectivo de conseguir a “derrota estratégica” da Rússia no campo de batalha.

De acordo com o Kremlin, Putin também enviou saudações de Natal ao Papa Francisco e a antigos líderes ocidentais, como o francês Nicolas Sarkozy e o alemão Gerhard Schröder.

O Presidente do Burundi diz que as nações mais poderosas do mundo devem ficar com as suas ajudas, se elas vierem com a obrigação de dar direitos a pessoas homossexuais. 

Évariste Ndayishimiye, que e um fervoroso religioso catolico, disse que as pessoas da comunidade LGBT deveriam ser apedrejadas, citando a Bíblia para argumentar que Deus é contra a homossexualidade.

“Penso que se encontrarmos estas pessoas no Burundi, deviam ser levadas aos estádios e ser apedrejadas, e fazer isso não seria um crime”, disse Ndayishimiye, citado pela BBC, sugerindo que a homossexualidade era como “escolher entre Satanás e Deus”.

O chefe de Estado deixou um recado para os homossexuais, bem como para as nações mais poderosas, para não imporem as suas culturas em troca de ajuda financeira.

“Se quiser escolher Satanás, vá viver nesses países e acho que aqueles que se esforçam para ir para lá e querem adquirir esses hábitos, deveriam permanecer lá e nunca trazê-los para cá”, acrescentou o Presidente.

O relacionamento homossexual é ilegal no Burundi e pode ser punido com até dois anos de prisão efectiva.

A África do Sul acusou formalmente Israel de crimes de genocídio no enclave palestiniano de Gaza junto do Tribunal Internacional de Justiça, o principal órgão judicial da ONU, em Haia.

Um comunicado, o Governo de Pretória adiantou que um pedido nesse sentido instaurando um processo contra Israel foi apresentado hoje no ICJ relativamente a alegadas violações por parte de Israel das suas obrigações ao abrigo da Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio em relação aos palestinianos na Faixa de Gaza.

“O Executivo ordenou que o Tribunal Internacional de Justiça em Haia fosse abordado para obter uma ordem ordenando a Israel, que também é um Estado membro, que se abstenha de quaisquer atos que possam constituir genocídio ou crimes relacionados sob a Convenção”, salientou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da África do Sul (DIRCO) no comunicado a que a Lusa teve acesso, escreve o Notícias ao minuto.

Pelo menos 30 pessoas morreram e mais de 160 ficaram feridas na sexta-feira, numa série de ataques da Rússia contra várias cidades da Ucrânia, incluindo a capital, disseram as autoridades ucranianas.

O balanço anterior dava conta de pelo menos 24 mortos e mais de 100 feridos, escreve o  Notícias ao minuto.

“A Rússia utilizou quase todos os tipos de armas do seu arsenal”, declarou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na rede social X (antigo Twitter).

De acordo com o Estado-Maior ucraniano, a Rússia disparou cerca de 160 dispositivos, incluindo mísseis de cruzeiro e drones (aeronaves não tripuladas) explosivos Shahed. A defesa antiaérea ucraniana conseguiu abater 88 mísseis e 27 drones, indicou.

Os ataques atingiram áreas povoadas em várias cidades ucranianas, incluindo Kyiv, Lviv, Khmelnytskyy, Cherkassy, Sumi, Dnipro, Kharkiv, Odessa e Zaporijia, de acordo com o gabinete de Direitos Humanos da ONU.

Os resultados preliminares das eleições presidenciais na República Democrática do Congo colocam em vantagem o actual Presidente, Félix Tshisekedi e estão a gerar muitas contestações, causando o aumento das tensões no leste do país.

A oposição congolesa descreve a votação como uma “farsa” e a igreja católica fala em “confusão”. 

Os resultados das eleições presidenciais e legislativas de 20 de Dezembro na República Democrática do Congo ainda não são definitivos, mas grande parte do país já se prepara para um provável segundo mandato de Félix Tshisekedi.

Na quinta-feira, o Governo congolês rejeitou os apelos da oposição para uma repetição da votação, após o registo de alegadas irregularidades que poderiam pôr em causa os resultados, segundo a principal missão de observadores eleitorais. 

Segundo escreve a DW, os opositores de Thisekedi exigiam a anulação das eleições, citando problemas generalizados com a distribuição e o apuramento dos votos.

Na quarta-feira, vários manifestantes ficaram feridos, após a polícia disparar gás lacrimogéneo para dispersar um protesto de apoiantes da oposição na capital, Kinshasa, exigindo a repetição das eleições da semana passada.

De acordo com a DW, os manifestantes eram sobretudo apoiantes do político da oposição Martin Fayulu, reunidos junto à sede do seu partido.

A Agência da ONU de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) acusou o exército israelita de ter disparado contra um dos seus comboios de ajuda na Faixa de Gaza. Não há registo de vítimas. 

“Os soldados israelitas dispararam contra um comboio de ajuda humanitária quando este regressava do norte de Gaza, utilizando uma rota designada pelo exército israelita”, disse o diretor da UNRWA em Gaza, Thomas White, para quem “os trabalhadores humanitários nunca devem ser um alvo”.

Uma fonte da UNRWA disse à AFP que o incidente ocorreu na tarde desta quinta-feira.

Questionado pela agência de notícias francesa, o exército israelita disse que estava a verificar a informação.

Segundo escreve a Lusa, o chefe das operações humanitárias da ONU, Martin Griffiths, também criticou duramente as condições em que a ajuda está a ser entregue em Gaza. “Comboios são alvo de fogo. Atrasos nos pontos de passagem”, lamentou.

O Partido Republicano do Colorado acusou o Supremo Tribunal estadual de querer mudar o curso da democracia americana, depois de decidir pela proibição de Donald Trump de concorrer às presidenciais de 2024. O partido garante que, por enquanto, Trump estará no boletim.

Continua incerto o futuro do antigo presidente dos Estados Unidos da América em relação à sua participação na corrida eleitoral, particularmente no Estado do Colorado.

É que, depois do Supremo Tribunal do Colorado considerar Donald Trump inelegível para as presidenciais de 2024, esta quinta-feira o Supremo Tribunal de Michigan decidiu mantê-lo nos boletins de voto.

Vinte e quatro horas depois, o Partido Republicano do Colorado reagiu, acusando o Supremo Tribunal estadual de mudar fundamentalmente o curso da democracia americana.

O partido apresentou um recurso onde garante que Trump permanecerá, por enquanto, no boletim de voto para as primárias do Colorado.
Segundo os republicanos, a decisão do Colorado vai “distorcer” o processo eleitoral do próximo ano, bem como “atolar os tribunais em controvérsias políticas sobre acusações nebulosas”.

O Colorado foi o único estado dos EUA a retirar Trump das urnas, ao abrigo de uma cláusula constitucional do país, que proíbe qualquer pessoa envolvida numa rebelião de ocupar cargos públicos.

O antigo estadista é acusado de envolvimento na invasão ao Capitólio em 2021.

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