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O País – A verdade como notícia

Mais de 1,1 milhões de crianças estão em risco de vida devido ao aumento de doenças e à falta de água e alimentos na Faixa de Gaza. A informação foi avançada hoje pela UNICEF

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) apontou, esta sexta-feira, a intensificação da guerra entre Israel e Hamas como a principal causa da subnutrição e aumento de doenças evitáveis na Faixa de Gaza.

De acordo com a agência das Nações Unidas, o agravamento da guerra no médio oriente tem provocado a escassez de água e de alimentos, o que coloca em risco a vida de mais de 1,1 milhões de crianças.

A deterioração da situação está a suscitar preocupações quanto à subnutrição aguda e mortalidade, sobretudo de mais de 135.000 crianças com menos de dois anos e de mais de 155.000 mulheres grávidas e lactantes, dadas as suas necessidades nutricionais específicas e vulnerabilidade.

O UNICEF avança que os casos de diarreia em crianças aumentaram 50% em apenas uma semana. Casos em crianças com menos de cinco anos de idade aumentaram de 48.000 para 71.000 na última semana de Dezembro.

Pelo menos 242 pessoas foram dadas como desaparecidas no centro do Japão, na sequência do sismo de segunda-feira, no qual foram registados 92 mortos.

O balanço anterior apontava para 78 mortos e 51 desaparecidos, com as autoridades a alertar que o número de vítimas podia aumentar, uma vez que centenas de edifícios ficaram destruídos, escreve o Notícias ao Minuto.

A chuva dificultou as buscas efectuadas por milhares de membros do exército, dos bombeiros e polícias de todo o país e o prazo de 72 horas, considerado crucial para encontrar sobreviventes depois de uma catástrofe natural, fechou-se na quinta-feira.

O sismo fez ruir centenas de edifícios e destruiu várias estradas na zona. Na cidade portuária de Wajima, no norte da península de Noto, uma das mais atingidas, são ainda visíveis colunas de fumo, na sequência de um incêndio, ocorrido depois do abalo de magnitude de 7,6 na escala aberta de Ritcher.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, considerou esta a mais grave catástrofe da era Reiwa.

O Japão situa-se no chamado “anel de fogo do Pacífico”, zona de grande actividade sísmica e vulcânica, onde são registados milhares de sismos por ano, na maioria de magnitude fraca a moderada, e com perto de 120 vulcões activos.

O antigo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou um recurso, esta quarta-feira, contra uma decisão do Supremo Tribunal do Colorado, que o considerou inelegível para as eleições presidenciais deste ano.

Donald Trump contesta a decisão de 19 de Dezembro do Supremo Tribunal do Colorado que o proíbe de concorrer no estado, nas presidenciais deste ano, usando como justificativa uma disposição constitucional que proíbe qualquer pessoa que se envolva em insurreição ou rebelião de ocupar cargos públicos.

Os advogados de Trump alegam que a questão da “elegibilidade” deveria ser decidida pelo Congresso dos Estados Unidos da América, e não pelos Estados.

Trump recorreu também da decisão do tribunal estadual do Maine que, igualmente, o impede de estar nas primárias deste Estado, usando a mesma disposição constitucional que sustentou a decisão do Colorado.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, condenou, esta quarta-feira, “de forma veemente” a dupla explosão no Irão que matou pelo menos 103 pessoas perto do túmulo de Qassem Soleimani, quatro anos depois da morte do general iraniano.

“O secretário-geral apela para que os responsáveis sejam levados” à justiça, disse a porta-voz adjunta do líder da ONU, Florencia Soto Nino, num comunicado, citado pela Lusa.

As explosões ocorridas, ontem, na província de Kerman, no sul do Irão, durante uma cerimónia de homenagem ao general Qassim Soleimani causaram pelo menos 103 mortos e cerca de 141 feridos, segundo as autoridades iranianas.

O ataque foi descrito como um acto terrorista por Rahman Jalali, vice-governador da província de Kerman.

O antigo Presidente da Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, que ocupou o cargo entre 2007 e 2018, foi, hoje, formalmente acusado de alegado envolvimento nos acontecimentos de 26 de Novembro, descritos pelo Governo como uma “tentativa de golpe”.

“O antigo Presidente foi acusado de quatro crimes, incluindo traição e ocultação de traição”, lê-se num comunicado assinado pelo ministro da Informação, Chernor A. Bah, citado pela Lusa.

Na terça-feira, a justiça serra-leonesa acusou 12 presumíveis autores de uma “tentativa de golpe de Estado”, entre os quais Amadu Koita, ex-militar e guarda-costas de Koroma, muito seguido nas redes sociais, em que criticava o Governo do Presidente Julius Maada Bio, segundo a polícia, escreve o jornal de Angola.

A embaixada de França no Níger, que Paris tinha anunciado que iria encerrar pouco antes do Natal, está oficialmente encerrada “até nova ordem” e continuará a funcionar a partir de Paris, anunciou ontem o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês.

“A embaixada de França no Níger está encerrada até nova ordem. Durante os últimos cinco meses, a nossa embaixada foi gravemente afectada, o que a impossibilitou de cumprir as suas missões: bloqueios em torno da embaixada, restrições de viagem para o pessoal e o regresso de todo o pessoal diplomático que devia deslocar-se ao Níger”, segundo um comunicado do Quai d’Orsay, citado pela Angop.

O encerramento de uma embaixada, uma medida extremamente rara, foi decidido ao mesmo tempo que se processou a retirada dos últimos soldados franceses destacados no Níger, no âmbito da luta contra o terrorismo, que deixaram o país em 22 de Dezembro.

As relações entre Paris e Niamey deterioraram-se após o golpe militar de 26 de Julho que resultou na deposição do Presidente eleito Mohamed Bazoum.

Um avião incendiou-se na pista do aeroporto japonês de Haneda, em Tóquio, esta terça-feira, de acordo com imagens transmitidas pela emissora pública NHK.

O avião tinha 367 pessoas a bordo que foram retiradas. Não há informação sobre vítimas mortais.

O avião da Japan Airlines terá colidido com um aparelho da guarda costeira.

Pelo menos 30 pessoas morreram na sequência do sismo que atingiu o centro do Japão, na segunda-feira, anunciaram hoje as autoridades da cidade de Wajima, epicentro do terramoto.

O balanço anterior dava conta de 13 mortos. Metade das vítimas mortais foi registada no porto de Wajima, na península de Noto, no extremo norte de Ishikawa, acrescentaram as autoridades citadas pelo Notícias ao minuto.

As autoridades, que suspenderam esta manhã (hora local) o alerta de tsunami, registaram ainda 14 feridos graves e “muitos feridos ligeiros”.

O sismo, de magnitude de 7,6 na escala aberta de Richter, levou as autoridades a activar o alerta de tsunami, que esteve em vigor durante 18 horas, ao longo da costa ocidental das ilhas de Honshu e Hokkaido e do norte da ilha de Kyushu.

Wajima tem cerca de 23 mil habitantes e foi uma das localidades mais afectadas devido à proximidade do epicentro do sismo.

O Presidente da República Democrática do Congo, Félix Tshisekedi, venceu as eleições presidenciais de 20 de Dezembro, sendo reeleito com 73,34% dos votos, divulgaram ontem as autoridades eleitorais do país.

“Foi eleito, de forma provisória, o candidato número 20, Félix Antoine Tshisekedi Tshilombo”, anunciou o presidente da Comissão Nacional Eleitoral Independente Congolesa, Denis Kadima, a partir do centro de contagem, instalado na capital do país, Kinshasa, escreve o Notícias ao Minuto.

De acordo com os resultados divulgados pelo CENI, Félix Tshisekedi foi reeleito para um segundo mandato de cinco anos, obtendo 73,34% dos votos, seguindo-se Moïse Katumbi, ex-governador de Katanga (18,08% dos votos), Martin Fayulu, líder da oposição (5,33% dos votos) e Adolphe Muzito (1,12%).

Os cerca de vinte outros candidatos, incluindo Denis Mukwege, vencedor do Prémio Nobel da Paz, não alcançaram o 1% dos votos.

Desde que foram publicados os resultados parciais que a oposição tem criticado o processo, alegando a existência de fraude eleitoral e tendo, em comunicado conjunto, apelado ao protesto nas ruas.

As quatro eleições que decorreram em simultâneo tinham 43,8 milhões de eleitores registados para elegerem o presidente, o parlamento e os representantes nas assembleias regionais e conselhos locais.

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