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O País – A verdade como notícia

O grupo terrorista Al-Qaeda libertou um paramédico sul-africano que manteve em cativeiro durante seis anos após ter sido sequestrado na Líbia, noticiou hoje a imprensa sul-africana.

Gerco van Deventer, sequestrado em 2017, recebeu assistência médica na Argélia a caminho da África do Sul onde já se encontra, segundo a imprensa local, que citou fonte da família.

A libertação do paramédico sul-africano ocorreu há cerca de uma semana por militantes da Al-Qaeda com a intervenção da organização não-governamental (ONG) de ajuda humanitária sul-africana, Gift of the Givers, adiantou.

De acordo com a ONG sul-africana, Gerco Van Deventer foi sequestrado na Líbia em novembro de 2017, tendo sido posteriormente “vendido” ao grupo Al-Qaeda, no Mali, em 2018.

A polícia de Hong Kong deteve, no sábado, dois passageiros que voaram de Moçambique para a região chinesa com 33,5 quilos de metanfetamina, avaliados em 19,5 milhões de dólares, cerca de 1.2 mil milhões de meticais. As autoridades chinesas não revelaram a identidade dos dois passageiros.

A Alfândega de Hong Kong revelou que detectou um homem de 29 anos e uma mulher de 27 anos, cuja identidade não foi revelada, que chegaram ao aeroporto idos de Moçambique através de Doha, no Qatar.

Os agentes encontraram, no interior das malas de porão dos dois viajantes, 10 pinturas a óleo e 54 peças de artesanato, usadas para esconder um total de 33,5 quilos de metanfetamina, no valor de 19,5 milhões de dólares, cerca de 1.2 mil milhões de meticais.

Os dois passageiros foram detidos e a polícia sublinhou que a investigação está ainda a decorrer. O crime de tráfico de droga é punido na região chinesa com uma multa de até 5 milhões de dólares, equivalente a 316 milhões de meticais e uma pena de prisão que pode ser perpétua.

A Alfândega de Hong Kong prometeu continuar a aplicar uma abordagem de avaliação de risco e concentrar-se na selecção de passageiros de regiões de alto risco. O aeroporto de Hong Kong tem registado muitos casos de passageiros transportando drogas.
Em Maio, a polícia daquela região da China deteve, em dois dias consecutivos, três passageiros que voaram do Brasil para aquela região com um total de 1,6 quilos de cocaína.

Ataque israelita fez pelo menos 166 mortos na Faixa de Gaza nas últimas 24 horas. A ofensiva é considerada uma das mais letais desde que iniciaram os confrontos no dia 7 de outubro.

Natal sombrio na Faixa de Gaza. As forças israelitas não deram trégua aos ataques no enclave, tendo matado 166 palestinianos e ferido outros 384.
Devido aos ataques, a população da Faixa de Gaza está encurralada sem corredores de saída para zonas seguras.

Israel ordenou a evacuação de oito localidades do centro da Faixa de Gaza e disse aos residentes para se transferirem para a cidade de Deir al Balah, onde ocorreram cinco massacres nas últimas 48 horas.

1,9 milhões dos 2,3 milhões de habitantes já foram forçados a abandonar as suas casas, na maioria destruídas ou danificadas e após dois meses e meio de guerra.
Após alguma renitência, a maioria decidiu partir devido aos bombardeamentos.

O balanço total desde que iniciou a guerra a 7 de Outubro é de 20.424 mortos e 54.036 feridos.

Papa Francisco diz que Deus está a ser rejeitado em Belém, na Palestina, devido a intensificação da guerra e o rugir das armas. Francisco falava, este domingo, durante a celebração da missa do galo.

O Sumo Pontífice escalou a basílica de São Pedro, este domingo, para dirigir a missa do galo.

Perante 6.500 pessoas que enchiam a basílica, enquanto alguns milhares também se encontravam na praça seguindo a missa por ecrãs, Papa Francisco começou a homilia falando da situação na faixa de Gaza.

“Esta noite o nosso coração está com Belém, onde o Príncipe da Paz continua a ser rejeitado pela lógica perdedora da guerra, com o rugir das armas que também hoje o impedem de encontrar um albergue no mundo”

A restante homilia do Papa foi dedicada ao momento do nascimento de Jesus, que decorreu num momento “do recenseamento de toda a terra,
De acordo com líder, este momento “manifesta, por um lado, a congeminação demasiada humana que atravessa a história: a de um mundo que busca o poder e a força, a fama e a glória, onde tudo se mede com os êxitos e os resultados, com as cifras e os números.

Francisco assegurou que existe o risco de viver o Natal com uma ideia pagã de Deus, como seu fosse um amo poderoso que está no céu; um deus que se alia com o poder, com o êxito mundano e com a idolatria do consumismo.

Durante a homilia, o pontífice também rejeitou a ideia que se tem de Deus, um deus distante e irritável, que se porta bem com os bons e se enfurece com os maus; de um deus apenas útil para resolver os problemas e para livrar dos males.

“Ele, pelo contrário, não usa a varinha mágica, não é o deus comercial do tudo e do agora mesmo. Não nos salva carregando num botão, mas aproxima-se para mudar a realidade desde dentro”.

O Papa também lamentou que entre os católicos esteja implantada a ideia mundana de um deus distante a controlador, rígido e poderoso, que ajuda os seus a impor-se sobre os demais.

A Ucrânia vai celebrar pela primeira vez o natal no dia 25 de Dezembro e não mais a 7 de Janeiro segundo o calendário ortodoxo russo. Com a medida, a Ucrânia pretende abandonar a herança russa.

A decisão foi anunciada pelo próprio presidente ucraniano, que argumentava que a decisão permitia aos ucranianos viver a sua própria vida, com as suas próprias tradições e feriados.

A medida é, também, um afastamento ucraniano da Igreja Ortodoxa russa, que tem sido aliada de Moscow na invasão em grande escala que começou em fevereiro de 2022

Este é o segundo ano consecutivo que a Ucrânia celebra o natal num contexto de guerra.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas denunciou a morte de 136 funcionários da organização na Faixa de Gaza. António Guterres diz que a morte dos funcionário e algo jamais visto na história da organização

Há luto na Organização das Nações Unidas. 136 funcionários da ONU foram mortos desde que começou a Guerra na Faixa de Gaza em Outubro passado. 

O Chefe das Nações Unidas disse que este é um acontecimento inédito na História da Organização.

Esta sexta-feira, um funcionário e toda a sua família foram mortos durante um ataque aéreo orquestrado por Israel. 

Outras 18 pessoas morreram depois de o exército de Israel bombardear uma casa no campo de refugiados de Nuseirat, no centro da Faixa de Gaza.

António Guterres lamentou o ocorrido dizendo que os funcionários da ONU e civis não são os alvos da Guerra. 

Durante uma outra ofensiva,nesta sexta-feira, os aviões israelitas destruíram uma fábrica de dessalinização de água na cidade de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza.

Os combates no Sudão entre o exército e as Forças de Apoio Rápido (RSF) originaram a “maior crise de deslocados do mundo”, declarou a ONU.

De acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), citada pelo Observador, cerca de 300.000 pessoas fugiram de Wad Madani no período que antecedeu os combates, elevando a população de deslocados para 7,1 milhões”, dos quais 1,5 milhões se refugiaram nos países vizinhos.

Por seu turno, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) avançou que pelo menos 150.000 crianças foram forçadas a fugir das suas casas no estado de Al-Jazira “em menos de uma semana”.

Um ataque israelita matou, ontem, pelo menos 12 pessoas e feriram dezenas, incluindo crianças e mulheres, que foram recuperadas dos escombros, no sul da Faixa de Gaza, na fronteira com o Egipto. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde controlado pelo Hamas.

De acordo com um comunicado da autoridade de saúde na Faixa de Gaza, citada pelo Notícias ao Minuto, a ofensiva israelita teve como alvo casas e uma mesquita, a poucas centenas de metros do hospital kuwaitiano em Rafah.
Segundo a fonte, dezenas de casas foram atingidas.

A recente guerra entre Israel e o Hamas foi desencadeada após um ataque sem precedentes do movimento islamita palestiniano em território israelita a 07 de Outubro.

O Supremo Tribunal americano de Colorado decidiu que Donald Trump não pode concorrer nas eleições presidenciais de 2024.  A instituição diz que o ex-presidente é inelegível por ter promovido uma rebelião em 2021, durante o ataque ao Capitólio.

Com uma maioria de quatro votos a favor e três contra, o Supremo Tribunal do Colorado decidiu que o ex-presidente Donald Trump está desqualificado para as eleições presidenciais norte-americanas agendadas para 2024.

Esta desqualificação limita-se a apenas um Estado dos Estados Unidos da América, no caso o de Colorado.

Segundo escreve a imprensa internacional, a decisão é justificada pelas acções de Trump durante as últimas eleições. 

“Donald Trump participou numa insurreição ao incentivar o ataque ao Capitólio, e por isso, não é um candidato elegível. Agiu com a intenção específica de incitar à violência política e direcioná-la para o Capitólio, a 6 de Janeiro de 2021, com o objectivo de impedir a certificação da eleição”, justificou o Tribunal.

Com isso, o nome  do ex-presidente republicano será retirado do boletim de voto no Colorado. 

Trata-se do primeiro tribunal dos Estados Unidos a aplicar a cláusula de desqualificação a Donald Trump. Entretanto, apesar de cingir-se apenas ao Colorado, o Supremo Tribunal dos EUA poderá decidir alargar a inelegibilidade de Donald Trump a mais estados.

O Ex-presidente Donald Trump lançou a sua pré-candidatura a presidente dos Estados Unidos da América em Novembro do ano passado.

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