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O País – A verdade como notícia

Os eleitores da República Democrática do Congo (RDC) vão às urnas esta quinta-feira.

O secretário-geral da ONU, António Guterres apelou, esta terça-feira, às autoridades da da República Democrática do Congo (RDC), aos líderes políticos, à sociedade civil e à Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) para que garantam que todos os eleitores elegíveis tenham acesso às assembleias de voto e votem livremente, sem medo de intimidação ou perseguição política.

A campanha para as eleições presidenciais de 20 de Dezembro na República Democrática do Congo (RDC) começou em todo o país, no passado dia 19 de Novembro e foi marcada pela tensão e por incidentes violentos, incluindo a morte de dois candidatos às eleições legislativas, escreve a RTP.

O secretário-geral apelou a todos os agentes políticos e apoiantes para que evitem qualquer tipo de acção que incite à violência ou exacerbe o discurso de ódio contra certas comunidades, grupos étnicos ou mulheres, como Marie-Josée Ifoku Mputa, a única mulher candidata.

Cerca de 300 mil pessoas fugiram nas últimas 72 horas, muitas delas a pé, de Wad Madani, sul de Cartum, Sudão, devido aos combates entre o exército sudanês e as forças paramilitares de Apoio Rápido, informou hoje a ONU.

Informações preliminares de equipas no terreno no estado da Al Jazira indicam que pelo menos 250 mil a 300 mil pessoas deslocadas internamente fugiram desde o início dos combates a 15 de Dezembro de 2023, segundo um relatório da ONU, citado pelo Notícias ao Minuto.

Os residentes afectados procuraram refúgio no estado de Sennar, deslocando-se depois aos estados de Gedaref, Kassala e Nilo Azul.

Por sua vez, o director sudanês do Conselho Norueguês para os Refugiados, William Carter, afirmou na sua conta na rede social X (antigo Twitter) que os deslocados “têm muito pouco para sobreviver, vivendo a maioria em abrigos improvisados e sem comida”.

O sismo de magnitude 6,2 que abalou partes das províncias de Gansu e Qinghai, no noroeste da China, na segunda-feira à noite, provocou pelo menos 126, informou a imprensa estatal.

O terramoto, ocorrido numa região remota e fria do país, com as temperaturas a chegarem aos 15 graus negativos, deixou ainda mais de 500 pessoas feridas, danificou casas e estradas e interrompeu o fornecimento de energia e as telecomunicações, escreve o Notícias ao minuto.

A televisão estatal CCTV informou que 105 pessoas morreram na província de Gansu e outras 11 na província vizinha de Qinghai. O terramoto ocorreu a uma profundidade de 10 quilómetros (seis milhas), pouco antes da meia-noite de segunda-feira.

O terramoto atingiu a vila de Jishishan, em Gansu, a cerca de 5 quilómetros de Qinghai. O epicentro foi a cerca de 1.300 quilómetros a sudoeste de Pequim, a capital da China.

As operações de resgate estão a decorrer, de acordo com a imprensa local.

O sumo pontífice, Papa Francisco, anunciou hoje a sua autorização aos padres para que abençoem relações entre pessoas do mesmo sexo. A medida visa tornar a Igreja Católica Romana mais acolhedora para os católicos L.G.B.T.Q.

De acordo com uma nota partilhada pelo vaticano, o Papa esclarece esta benção não deve ter nenhum rito especial associado, para a distinguir de um casamento, e que, quando é dada ou recebida, não se deve usar nem as vestes, nem os gestos, nem as palavras próprias de um casamento.

“Pode, pelo contrário, encontrar o seu lugar noutros contextos, como uma visita a um santuário, um encontro com um sacerdote, uma oração recitada em grupo ou durante uma peregrinação”, esclarece.

O documento refere ainda que um padre pode abençoar os casais que o solicitem, pedindo “paz, saúde, espírito de paciência, diálogo e entreajuda, mas também a luz e a força de Deus para poderem cumprir plenamente a sua vontade”.

E mais, e a pessoa que pede esta benção é alguém que “não reivindica a legitimidade do seu próprio estatuto, mas reza para que tudo o que é verdadeiro, bom e humanamente válido nas suas vidas e relações seja investido, santificado e elevado pela presença do Espírito Santo”.

Uma viatura embateu, na noite de domingo, contra uma carrinha da comitiva do Presidente dos EUA, Joe Biden. O acidente ocorreu poucos momentos depois de Joe Biden ter estado a responder a perguntas de jornalistas, à porta da sede de campanha, em Delaware.

Biden e a mulher foram retirados, de imediato, do local e voltaram em segurança para a sua casa em Wilmington após o incidente, disse uma testemunha ouvida pela Reuters.

O carro que chocou contra o SUV da comitiva de Biden sofreu danos no pára-choques e foi rapidamente cercado por agentes de segurança. Os agentes encurralaram o carro e apontaram armas para o motorista, que ergueu as mãos.

O Quénia e a União Europeia assinaram, esta segunda-feira, um acordo comercial para aumentar o fluxo de mercadorias entre os dois mercados. O referido pacto foi classificado como histórico pelo Presidente queniano.

O acordo de livre comércio, negociado durante muito tempo e concluído em Junho, foi assinado numa altura em que Bruxelas procura estabelecer laços económicos mais fortes com África, face à forte presença chinesa.

“É o início de uma parceria histórica para uma transformação histórica”, afirmou William Ruto, citado pela DW.

William Ruto explica que o objectivo principal do acordo é “pôr dinheiro real nos bolsos das pessoas comuns”.

O acordo garante aos produtos quenianos livre acesso, sem taxas e quotas, ao mercado europeu e reduções tarifárias para os produtos europeus destinados ao país da África Oriental.

Ursula von der Leyen classificou a parceria como uma “situação vantajosa para todos”, apelando a outros países da África Oriental para aderirem ao acordo.

A votação no referendo à nova Constituição do Chade decorreu este domingo sem incidentes, depois de uma parte significativa da oposição e da sociedade civil ter apelado ao boicote.

As urnas abriram às 7 horas (hora local) e encerraram às 17 horas (hora local), mas algumas assembleias de voto prolongaram o horário para lá do estabelecido, escreve a Angop.

Os resultados oficiais provisórios do referendo deverão ser anunciados no dia 24 de Dezembro, devendo depois o Supremo Tribunal validá-los no dia 28.

A maioria da oposição, que defendeu o não e o federalismo, apelou ao boicote ao referendo, apesar de várias intimidações e ameaças.

Pelo menos 12 pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas na madrugada de ontem, num ataque armado durante uma festa na localidade de Salvatierra, no estado de Guanajuato, no centro do México, anunciaram as autoridades locais.

Segundo as autoridades, dezenas de feridos foram transferidos para hospitais.

De acordo com a imprensa local, o tiroteio ocorreu na fazenda San José del Carmen, habitualmente alugada para festas.

As vítimas eram jovens que participavam em celebrações pré-natalícias, segundo a fundação Tierra Negra, que promove projectos sociais na localidade.

O Presidente russo, Vladimir Putin, alertou a Finlândia que a relação entre os dois países poderá ter problemas após a adesão do país nórdico à NATO.

“Não havia problemas. Agora, haverá. Vamos criar o distrito militar de Leningrado (noroeste) e concentrar ali unidades militares. Eles precisavam disso? É simplesmente um absurdo”, disse Putin em declarações ao programa de televisão Moscou.

Segundo escreve o Notícias ao Minuto, Putin referiu que todas as disputas territoriais entre os dois países foram resolvidas em meados do século XX, razão pela qual lamentou que a Finlândia tenha sido arrastada para a NATO.

Moscovo pretende reforçar o seu flanco noroeste, especialmente a região que rodeia a segunda cidade do país, São Petersburgo, que fica a apenas cerca de 300 quilómetros da capital finlandesa, Helsínquia.

Esta semana o Kremlin já alertou que o envio de tropas dos EUA para o território finlandês será uma ameaça óbvia para a Rússia.

A Finlândia e os Estados Unidos chegaram a um acordo de cooperação que permitirá às tropas norte-americanas utilizar 15 bases militares no país nórdico.

A Finlândia, o país da União Europeia com a maior fronteira com a Rússia (1.340 quilómetros), optou por abandonar a sua tradicional política de neutralidade após o início da campanha militar russa na Ucrânia e completou a sua entrada na NATO em Abril.

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